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Pai e filho se reencontram e se tornam amantes | Capítulo 8: O corno

Um conto erótico de SmokeBear
Categoria: Gay
Contém 3815 palavras
Data: 24/09/2026 15:11:45

Passamos o dia seguinte na cama. Apesar do cansaço da noite anterior, o tesão falava mais alto. Revezamos gozadas com pequenos cochilos até o final do domingo. Eu metia no cu de Renato procurando ainda sentir a porra de outros machos lubrificando meu pau enquanto ele me chamava de corno safado. “Adorou ver seu filho rebolando no cacete de um monte de macho, né, seu corno?”. Devo ter gozado pelo menos umas três vezes naquela tarde sendo humilhado por meu filhote. Ele ia aumentando gradualmente o nível da humilhação até chegar em coisas como “se você me comesse direito, eu não precisaria ficar buscando rola fora de casa, seu frouxo” ou “você é tão corno que prefere me ver dando pra outro do que me comer, né?".

Fiquei muito surpreso com duas coisas: primeiro, o tesão que eu sentia sendo tratado daquela forma. Segundo, a facilidade e naturalidade com que Renato falava tudo aquilo. Eu estava cada vez mais apaixonado por meu filho, meu amante, meu puto.

Terminamos o domingo como já era costume: relaxando e assistindo um filme. Eu deitado com um dos braços debaixo da cabeça enquanto o outro abraçava Renato, aninhado em meu peito, quase de bruços, com um dos braços debaixo do meu pescoço e o outro fazendo carinho nos pelos do meu peito enquanto eu alisava os pelos de suas costas. Ele gostava de usar o polegar para brincar com meu mamilo enquanto me acariciava. Eu alternava o carinho nas costas com afagos em seu cabelo farto e na barba sempre cheia, macia, sedosa. Só mudávamos de posição na hora de fumar um cigarro — às vezes dois, simultaneamente, cada um.

Na hora de dormir, eu abraçava Renato de conchinha, alisando seu peito e barriga com as mãos enquanto cheirava seu cabelo e seu pescoço. Meu pau se alojava no meio da bunda dele em sarradas gostosas. Meu filhotinho ronronava até dormir. No dia seguinte, Renato me acordava com um beijo na boca, às vezes dizendo "bom dia, pai", outras "bom dia, meu amor”. Ou então, batendo uma punheta para mim e dizendo "bom dia, meu macho. Vem que seu puto quer levar leitada no rabo".

Ainda era muito louco imaginar que seis meses atrás as noites terminavam com cada um levantando de seu canto no sofá e indo deitar em camas separadas — isso quando ainda éramos “apenas” pai e filho, no sentido mais tradicional. Nos tornarmos amantes só fez com que a relação entre pai e filho ficasse mais forte.

Nosso role play de cuckold, ou corno, continuava. Eu seguia extremamente excitado e Renato se divertia com a possibilidade de assumir um papel mais dominador na relação. Começamos a expandir esse fetiche de outras formas, sempre com muita conversa e de forma consensual, para que ambos se sentissem confortáveis e com tesão. Apesar de passarmos grande parte do tempo juntos, Renato e eu tínhamos vidas independentes e fazíamos programas separados, principalmente depois dos primeiros meses intensos. Eu participava de eventos do trabalho e saía com alguns amigos para beber e conversar. Renato ia aos happy hours do escritório e se encontrava com amigos que havia conhecido em redes sociais quando ainda nem morava em São Paulo. Eu o incentivava a estreitar esses laços, não só para que ele tivesse uma vida social ativa mas porque via algumas oportunidades ali… Eu seguia meu filho no Instagram e via os comentários que ele recebia em fotos que nem eram ousadas… Tinha muito macho querendo comer meu filho e pensar nisso me deixava de pau duro instantaneamente.

Nessa época, Renato começou a se encontrar mais com amigos gays da idade dele — outra coisa que era muito saudável para sua sociabilidade. Eventualmente, esses programas envolviam sair para transar com alguém. Ele ficava um pouco receoso mas, vendo que isso me excitava, foi se abrindo mais para as possibilidades. No começo, me mandava mensagens cuidadosas no WhatsApp do tipo "pai, vou chegar tarde hoje. Vou ao cinema com fulano", ou “pai, não precisa me esperar. Vou sair com beltrano". Logo entendi que meu filhote usava “sair", essa ação tão pouco específica, quando transava com alguém. Passei a incentivá-lo: “isso mesmo, meu filho. Mete um chifre bem grande na cabeça do pai, por favor". Quando ele voltava para casa, eu o agradecia pelo chifre, como um bom corninho. Renato foi ficando mais à vontade e as mensagens passaram a ter outro teor: “vou transar com fulano hoje… Te trair um pouco". E eu sempre o agradecia por me trair.

Em um determinado dia, vi que Renato estava deitado na cama concentrado no celular. Deitei ao seu lado e vi que ele estava fuçando um app de encontros! “Criei um perfil pra procurar macho pra te chifrar", ele respondeu. Fiquei completamente doido! Passamos algumas noites olhando os perfis juntos. Ele queria que eu o ajudasse a encontrar os próximos machos com quem me trairia.

Outra coisa que pedia a meu filho era que, sempre que trepasse com alguém e levasse leitada, que guardasse para me dar na boca ao chegar em casa. Na verdade, eu o encorajava a transar apenas no pelo e recusasse dar com camisinha — ou, se o macho fizesse questão da camisinha, que pelo menos desse um jeito de gozar dentro, ou na portinha, e enfiasse a porra para dentro do cu de meu filhote com o dedo.

Quando ele saía com alguém, eu passava a noite totalmente alucinado, fumando charuto e batendo seguidas punhetas no sofá, sabendo que ele estava sendo enrabado por algum outro macho naquele mesmo momento. Deitava na cama mas não conseguia dormir, ficava atento ao barulho da fechadura. Renato chegava, já tirando as roupas pelo caminho, e entrava no quarto pelado. Subia na cama e sentava na minha cara, dizendo "toma o leite do macho que me arrombou, seu corno". Como era delicioso sentir aquele cheiro de porra vindo de seu cu e lamber todo aquele esperma que ele botava para fora — a porra de um macho que eu nunca ia saber quem era mas que tinha acabado de foder meu amor e enchê-lo de leite, como ele merecia.

Conforme introduzíamos essa prática no nosso dia a dia, e por mais deliciosa que ela fosse, eu sentia que algo estava faltando. Renato marcava seus encontros e saía para foder com outros machos de forma totalmente independente. Percebi que eu queria ter uma participação mais ativa nessa dinâmica e, de alguma forma, ter algum tipo de controle sobre ela. Como comentei em outra ocasião, antes de irmos à festa de sexo pela primeira vez, minha ideia era chamar um amigo para nos visitar em casa e comer Renato na minha frente. E a parte do controle vinha da ideia que nenhum dos dois saberia disso de antemão.

Resolvi fazer um convite para Thiago, um dos amigos mais queridos que preservei de um círculo que, infelizmente, não existia mais. Fazia algum tempo que não nos víamos, mas conversávamos online com alguma frequência. Contudo, ele não sabia que eu estava com alguém, muito menos que esse alguém era meu próprio filho — só sabia que Renato estava morando comigo há seis meses e era um jovem gay.

Thiago sempre fez muito sucesso entre os admiradores de maduros com seus cinquenta e dois anos, cabelos e barba sempre bem cuidados, pelos fartos pulando pela gola da camisa, uma barriga protuberante e durinha e sua pose de machão. Ele era extremamente inteligente, simpático, divertido, carismático e tinha um talento para convencer pessoas e fazer as coisas acontecerem do seu jeito. Foi assim que ele me comeu. Apesar de eu não curtir ser passivo, me entreguei completamente a Thiago, me permitindo ser dominado e arrombado por aquele macho. Eu tinha certeza que Renato ia adorar sua rola escultural e o jeito gostoso que ele metia.

Convidei-o para um jantar em casa e alguns dias antes avisei a Renato que teríamos visita. Ele achou um pouco estranho, já que eu nunca o havia apresentado a nenhum amigo — fosse como pai ou como amante. Na verdade, até aquele momento, não tínhamos outras pessoas em comum nas nossas vidas. Seria também uma oportunidade de entender como mudar isso e ser mais sociáveis como casal.

— Mas como vai ser? Como você vai me apresentar para ele?

— Filho, apesar de ele ser gay, não sei muito bem como reagiria. Acho melhor como pai e filho, apenas. Pelo menos por enquanto.

Renato entendeu e pareceu ficar mais tranquilo. Na noite marcada, preparei um salmão defumado e ele, uma salada de legumes grelhados. Thiago chegou na hora marcada trazendo uma garrafa de vinho. O recebi na porta com um abraço saudoso enquanto Renato ainda estava na bancada organizando as taças. “Thiago, esse é meu filho". Notei que Renato engoliu seco ao vê-lo pela primeira vez. Era o tipo de homem que o deixava louco de tesão. “Ah, então você é o famoso Renato!”, disse Thiago, já lhe dando um abraço. Renato estava visivelmente sem jeito e eu só conseguia admirar como meu filho era fofo!

Sentamos no sofá para comer aperitivos e beber vinho. Renato contou como estava sendo seu início na carreira de arquiteto, a mudança para São Paulo e as descobertas da cidade. Em algum momento, o assunto mudou para o reencontro entre pai e filho. Contornamos contando como a experiência nos tornou mais próximos. Aliás, lidamos muito bem com isso: não dava para perceber que tinha algo a mais entre nós.

Fomos para a mesa e, durante o jantar, Thiago contou algumas de suas fascinantes histórias. Ele trabalhava com arte e já tinha viajado o mundo todo. Renato ficou boquiaberto, querendo saber mais e mais. Algumas histórias tinham um cunho um pouco mais sexual e picante, mas todos éramos homens que fodiam com outros machos, afinal. Inclusive, gostei muito que, apesar da grande diferença de idade, Thiago tratou Renato o tempo todo como homem, e não como um garoto que precisa ser tratado cheio de dedos e pudores.

Voltamos para o sofá para um café e um conhaque. Ofereci um charuto a Thiago. Ele disse que não fumava há anos, mas ia aceitar. Notei que deu uma levantada de sobrancelha quando Renato acendeu seu charuto, e percebi também que meu filho estava mais… comedido, fumando de uma forma mais socialmente aceita, sem nem mesmo tragar a fumaça.

— Vocês dois realmente se parecem mesmo, né? Até nos hábitos!

— Tal pai, tal filho, oras. Nunca ouviu essa? — respondi, passando meu braço por trás de Renato e o abraçando pelo ombro.

Conversamos sobre assuntos aleatórios e rimos enquanto fumávamos. Thiago contava suas histórias e eu afagava os cabelos de Renato e dava beijinhos em seu rosto, o abraçando mais forte. Meu filho não era bobo: ele entendeu o que estava acontecendo e pegou minha mão, que repousava em cima da coxa, se recostando mais em mim. De repente, a voz de Thiago começou a falhar e notei que ele suava um pouco. Era necessário dar um momento de respiro para meu amigo e esclarecer algumas coisas. Renato percebeu isso e se levantou, pedindo licença para ir ao banheiro. Antes de ir, me deu um beijo na boca, sem olhar para Thiago.

Assim que Renato saiu do cômodo, Thiago me olhou assustado. “Cara, o que tá acontecendo aqui? Vocês estão se pegando??”

Contei tudo a ele: como a reaproximação acabou levando a uma relação amorosa e — muito — sexual. Não entrei nos pormenores dos fetiches, muito menos comentei que o havia chamado ali aquela noite para lhe oferecer o cu de meu filho. Ainda assim, ele devorava cada detalhe da história, mais com curiosidade do que com choque, aversão ou qualquer coisa negativa.

— Que loucura, amigo, que loucura! — Thiago ria enquanto comentava que minha vida parecia conto erótico de site na internet. Renato voltou à sala nesse momento, perguntando do que estávamos rindo.

— Contei pra ele, filho. Thiago agora sabe que você é meu filhote e também meu amante.

— Ai, ainda bem! Tava na hora de alguém saber. É um saco ficar guardando isso só entre nós — a resposta de Renato me deixou um pouco surpreso. Não sabia que ele se incomodava tanto com isso — Mas e aí, Thiago? O que você acha disso?

— Inusitado, no mínimo — respondeu Thiago, rindo e se ajeitando na cadeira — Mas seu pai me explicou e faz muito sentido. Vocês ficaram muito tempo afastados, e o fato de serem pai e filho não impediu que surgisse um tesão entre vocês...

— É mais do que isso, na verdade — interrompeu Renato. Eu amo meu pai como pai, claro, e não sinto apenas tesão por ele. Eu sinto o amor que sentiria por qualquer outro por quem me apaixonasse. O fato de ele ser meu pai não me impede de admirá-lo como homem, e não só como meu progenitor. Eu sou perdidamente apaixonado por ele — finalizou Renato, me beijando. Ouvir aquilo me deixou feliz como poucas vezes na vida.

Thiago comentou que éramos fofos, e nos sentimos mais à vontade para trocar carinhos. Mas era chegada a hora de colocar meu plano em prática. Pedi a Renato que se sentasse no meu colo, como ele fazia muitas vezes. Ele achou estranho — afinal, era algo íntimo… Mas se sentou, com algum desconforto. Eu fingia prestar atenção na história de Thiago, que claramente precisou se concentrar mais para seguir a linha de raciocínio, enquanto beijava o pescoço de meu filho e alisava sua barriga e peito. Em certo momento, comecei a apertar seu mamilo. "Pai!!", disse ele baixinho, com os dentes cerrados. Desci a mão para seu pau, que estava duro, e simulei uma punheta por cima de sua calça. Na cadeira perpendicular ao sofá, Thiago fingia costume enquanto cruzava a perna, claramente escondendo uma ereção.

— Relaxa, filho. Thiago é de casa — respondi, enquanto Renato saía do meu colo e voltava para meu lado no sofá. Peguei sua mão e coloquei no meu pau, por cima da calça.

— Olha como você me deixa, filho. Podia bater uma punheta pro pai, né? — nisso, meu pau já estava para fora do zíper da calça.

Com o rosto vermelho de vergonha, Renato olhou para Thiago:

— Fica tranquilo, garoto. Podem fazer as coisas de pai e filho de vocês, disse, rindo.

Renato me olhou e, logo em seguida, ajoelhou e mergulhou a boca no meu cacete, me dando um boquete maravilhoso que me fez reclinar a cabeça para trás. Thiago seguia parado na cadeira, com a perna cruzada, admirando aquele momento.

— Thiago, você não tem noção de como é gostoso trepar com o Renato. Além de ser meu filho, ainda por cima é um ursinho gostoso e safado. Você não faz ideia de como é bom passar a rola no próprio filho.

— Bom, no próprio filho eu realmente nunca vou saber, mas realmente é muito bom meter em um novinho…

— Fica à vontade, cara. Bota esse pauzão duro pra fora. Grande desse jeito, deve estar te incomodando.

Thiago descruzou a perna, abriu o zíper e sacou para fora sua linda rola de 20 centímetros. A cabeça, rosada e perfeita, já brilhava de pré-gozo. Renato não tirou meu pau da boca, mas eu vi que estava vidrado na rola do meu amigo.

— Olha que cacete lindo, filho. E tem um gosto delicioso, pelo que me lembro. Não quer provar?

Renato parou de me chupar e olhou confuso para nós dois, provavelmente se perguntando se eu havia armado aquilo com Thiago.

— Vocês têm certeza? — disse Thiago, surpreso, e provavelmente esclarecendo a dúvida de Renato — A última coisa que eu quero é atrapalhar esse lindo amor de pai e filho…

Rimos juntos, e respondi:

— Fica tranquilo. Esse puto aqui distribui o rabo pra todo mundo. Não dá nada não. Mas agora eu é que quero oferecer o cu dele pra alguém. Quer provar meu filho, Thiago?

Thiago não respondeu nada: apenas se levantou da cadeira e foi em direção a Renato que, ainda ajoelhado, não pensou duas vezes antes de abocanhar o cacete do meu amigo. Ele chupava com vontade, engolindo inteiro, a saliva escorrendo pela barba depois de cada engasgo. Thiago olhava a cena quase embasbacado, me dirigindo rápidos olhares e sorrisinhos que eu retribuía enquanto me punhetava.

Meu amigo tirou a camisa e exibiu o peitoral definido e peludo. Depois de alguns minutos de mamada, Renato se levantou, abraçou Thiago e os dois deram seu primeiro beijo. Eu já havia presenciado meu filho beijando outros machos, mas havia algo de diferente ali: mais entrega, mais vontade. Provavelmente, Renato estava muito excitado com a situação inédita e inusitada.

Enquanto se beijavam, Renato alisava o peito de Thiago com uma mão e punhetava o cacete dele com a outra. Thiago apalpava a bunda de meu filho, pegando com força, enfiando o dedo em seu rego.

— Nossa, esse cuzinho de novinho deve ser uma delícia pra meter…

— Experimenta, Thiago. Filho, vira esse rabo pra ele.

Renato me olhava com a cara mais safada que eu já tinha visto. Ele estava morrendo de tesão. Imediatamente, apoiou uma das pernas no sofá, deixando o cu bem aberto para Thiago, que começou a pincelar o cu de meu filho.

— Tem camisinha aí? — perguntou Thiago.

— Nessa casa só se fode no pelo. Mete esse cacete no rabo dele.

Thiago me olhou com uma cara de puto safado, deu uma cuspida generosa na mão, passou no cu de Renato e começou a enfiar a rola.

— Ai, caralho! Isso, mete! Mete, por favor! — Renato estava quase gritando. Thiago foi enfiando a rola vagarosamente, até entrar inteira.

— Caralho, filho! Esse cacetão tá inteiro dentro de você! Agora fode, Thiago. E fode com força que o putinho gosta de estocada violenta.

Renato quase caiu no sofá algumas vezes, de tanta força que Thiago colocava. Eu batia uma punheta feroz quando Renato implorou que eu metesse a rola em sua boca, o que fiz com vontade. Isso fez com que eu chegasse mais perto de Thiago e lhe desse um beijo. Era a primeira vez que eu e meu filho dividíamos um macho.

Logo, Thiago começou a grunhir, anunciando a leitada. Extremamente excitado com tudo aquilo, logo enchi a boca de Renato de porra também, enquanto ele esporrava no sofá.

Exaustos e extasiados, todos fizemos menção de cair no sofá mas eu arranjei tudo como queria: deixei Renato e Thiago caírem um em cima do outro no sofá enquanto eu me acomodava na cadeira.

Conversamos um pouco e esclareci que eu tinha tido a ideia, mas nenhum dos dois sabia. Eles riram e me agradeceram, trocando beijinhos.

— Agora entendi porque você se apaixonou por seu filho… Além de um rapaz inteligente, interessante, bonito e gostoso, ainda dá o cu com vontade e sem frescura — Renato retribuiu o elogio com um beijo de língua em Thiago.

Naquele momento, tive um estalo e pensei que poderia prolongar aquele momento de uma forma bem interessante. Seria o maior chifre que já tomei, e eu mesmo faria isso acontecer.

— Thiago, já está bem tarde, você bebeu e deve estar cansado da foda… Por que não passa a noite aqui?

— Bom, não sei…

— Temos um quarto de hóspedes, não vai ser incômodo algum.

— É, acho que pode ser uma boa ideia… Só preciso sair bem cedo, tenho compromisso amanhã.

— Sem problemas! Você não se incomoda, né filho?

— Claro que não, pai — Renato respondeu, olhando para Thiago enquanto pegava com os dedos o resto de porra no pau meia bomba de nosso amigo.

— Ótimo, vou lá arrumar tudo.

— Quer ajuda, pai?

— Nada, fica aí curtindo seu macho, filhão!

Fui em direção ao corredor enquanto Renato deitava em cima de Thiago no sofá e os dois se abraçavam e trocavam mais um beijo quente. Arrumei rapidamente o quarto de hóspedes e separei toalhas para nosso hóspede no banheiro.

— Bom, lindões… Tudo pronto — quando voltei para a sala eles ainda se pegavam no sofá — Agora, eu vou lá pro quarto de hóspedes descansar enquanto vocês vão para a nossa cama.

Os dois me olharam assustados. “Pai!", disse Renato, com um tom questionador.

— Eu não disse que chamei Thiago aqui para te oferecer para ele? Pois bem, serviço completo. Vocês transaram, gozaram e agora vão passar a noite juntos.

Renato se levantou do sofá e se aproximou de mim.

— Pai, você tem certeza?

— Claro, filho — Peguei seu queixo e fiz carinho em sua barba enquanto dizia baixinho: Eu quero me sentir traído, mais do que nunca na vida. Você não sabe como estou com tesão.

Renato me abraçou e sussurrou em meu ouvido:

— Corno… Chifrudo…

Dei um beijo em sua boca, caminhei até um Thiago atônito no sofá e lhe dei um selinho.

— É isso, meninos, sem discussão. Boa noite e aproveitem. Thiago, cuida bem do meu filhote. Dica; ele gosta MUITO de porra.

Me tranquei no quarto de hóspedes, atento aos sons e movimentos. Um foi ao banheiro, depois o outro. A porta do nosso quarto se fechou. Menos de dez minutos depois, comecei a ouvir gemidos. Cerca de mais dez minutos depois, comecei a ouvir o barulho familiar que nossa cama fazia quando eu socava o cacete em Renato. Nesse momento, eu já estava na segunda punheta.

A noite correu e em algum momento acabei adormecendo. Acordei com vozes. Olhei o relógio e eram seis da manhã. Ouvi alguma coisa do tipo "... acordar seu pai". Levantei-me e procurei um roupão para me cobrir. Quando cheguei na sala, Thiago já estava na porta, recebendo um último beijo de Renato, antes de se virar e ir embora. Eu não conseguia parar de achar que havia algo especial naqueles beijos, desde o primeiro. A cara de satisfação e ternura de Renato ao voltar e me abraçar me fez pensar que a noite havia sido ainda mais especial do que eu planejei.

— Você é foda, sabia? Te amo, pai.

— Também te amo, filho.

Fomos deitar juntos em nossa cama, já que ainda tínhamos direito a algumas horinhas de sono. A cama estava molhada de suor e porra, mas eu me senti um corno feliz deitando com meu filho no mesmo lugar onde ele havia dado o rabo a noite inteira para outro macho. Ele havia fodido com outro na nossa cama, e isso me deixava extasiado.

Durante o dia, fiquei perdido em pensamentos e relembrando os momentos de conexão entre Renato e Thiago. De fato, era algo diferente das outras trepadas de meu filho. Teria nascido um sentimento ali? Como havia sido a noite juntos? Será que apenas treparam ou também conversaram, trocaram carinhos…?

Eu estava intrigado e ficando um pouco obcecado com a história, conforme o tempo passava. Mas em momento algum senti ciúme. Alguma hora eu conversaria com Renato sobre tudo isso mas comecei a me questionar se de alguma forma ele teria se envolvido emocionalmente com Thiago.

Logo percebi que, na verdade, essa ideia me atraía. E foi aí que eu me toquei: eu só chegaria ao estado máximo de satisfação como corno se meu filho, meu amante, se apaixonasse por outro macho. E decidi que queria que isso acontecesse.

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Foto de perfil genéricaSmokeBearContos: 10Seguidores: 14Seguindo: 3Mensagem Urso maduro, fumante, amante de ursinhos jovens maiores de idade

Comentários

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Nossa, a cada conto fico mais surpreso com o quão corno ele é --- Fico com um tesão imenso lendo isso. Acho um jogo arriscado esse que ele quer fazer. Fazer o filho se apaixonar por outro pode complicar um pouco as coisas. Mas enfim, ele quer viver o ápice de ser corno rsrsrs. Delícia.

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Pra alguém querer que o parceiro se apaixone por outro indica a falta de reciprocidade no sentimento. Será que quando esse "amor " vier a acontecer o desejo vai se manter como antes ??? Claro ... tezão sim,mas digo com relação ao fato do sentimento ter se transformado porque as escapadas apimentam a relação porque o filho sabe que isso interessa ao pai, mas e se o sentimento criado pelo possível novo casal vai ser igual ? E se for um amor mais sentimental que carnal ??? Porque pelo visto depois da declaração de amor que o filho fez ao pai acho que o sentimento dele sim envolve carne e coração, mas para o pai querer isso acho que por parte dele não tem tanto coração assim.

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Obrigado pelo comentário, você tem um ótimo ponto! E isso vai ser mais aprofundado nos próximos capítulos.

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