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TESÃO É NATUREZA (III) – ATÉ AS PEDRAS SE ENCONTRAM

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 959 palavras
Data: 24/09/2026 14:48:35
Assuntos: Heterossexual

– Até as pedras se encontram...

O sussurro no meu ouvido me arrancou suavemente da pasmaceira em que a internet me jogara, pelo celular. Eu fora fazer um combo de três palestras em Campo Grande, e me preparava para a última, que seria naquela noite. Estava sentado num amplo sofá, na recepção do hotel, atualizando e-mails e mensagens do whatsapp, quando uma voz familiar, aproximando-se por trás, sussurrou no meu ouvido.

Voltei-me e ei-la:

– Lena?!

Ela já circundara o sofá e estava a minha frente, braços abertos e sorriso escancarado. Levantei-me e me entreguei naquele abraço apertado, demorado e cheiroso, meu ouvido ao alcance de sua boca:

– Minha xoxota está encharcada de saudade...

Arrepiou-me e me fez endurecer o pau. Não fosse estarmos onde estávamos, eu a derrubava ali mesmo, e ali mesmo nos fundiríamos numa foda espetacular. Ao invés disso, apenas trocamos um selinho discreto e sentamos. Ela contou:

– Vim fechar um pacote lá para a pousada, com alguns fazendeiros endinheirados aqui do Tocantins. Eles bancaram a minha viagem e hospedagem. Vamos jantar hoje à noite e acertar tudo... E você, Cláudio, que faz por estas bandas?

Resumi minha missão ali, enquanto disfarçadamente (ou não), perdia meu olhar no vértice de sua bermuda de tecido, imaginando o quanto a rechonchuda buceta estaria lubrificada, à espera de rola. O decote que entregava as sardas também me atraía indiscretamente o olhar...

– Se você continuar a me comer assim com os olhos eu vou me arreganhar pra você aqui mesmo...

Num impulso, levantei-me, puxando-a pela mão. Abarcando sua cintura, saímos a caminhar, conversando bobagens, enquanto eu a guiava em direção ao elevador. A porta deslizou, fechando-se, e seu cheiro de fêmea quase me fazia fazer bobagem – a pouco discreta câmera, no canto, é que me continha.

Mas mal fechei a porta do meu apartamento atrás de mim, lançamo-nos vorazmente sobre a boca um do outro, numa ânsia louca como não é comum registrar entre um macho sexagenário e uma fêmea cinquentenária. Em pouco tempo estávamos inteiramente nus, ela agachando-se e colhendo minha rola rígida entre seus lábios, e a sugando, engolindo-a até o fundo de sua garganta. Eu delirava. Ela salivava e fazia barulho no boquete.

Fi-la subir e catei o gosto de minha rola em sua boca. Empurrei-a sobre a cama, e ela já foi caindo de pernas abertas. A inchada buceta brilhava de tesão, escorrendo seu mel por entre as coxas. Apoderei-me daquela caverna gostosa e minha língua fez miséria. Ela gania e se remexia sensualmente, dizendo o que conhecia de putaria e sacanagens orais.

Ao senti-la prestes a gozar, subi até sua boca, lambuzando seus lábios com seu próprio lubrificante, enquanto minha rola afundava-se na sua xoxota quente e alagada. Seus gemidos eram insanos, seus movimentos também. Eu a fodia com uma virilidade que eu julgava não ter mais. Seus seios de bicos duros roçavam no meu rosto e na minha língua; seu corpo se contorcia e a lágrima descia de seus olhos.

– Vou gozar, Cláudio! Goza também dento de mim, seu filho da puta... Vai!

Não precisava uma segunda ordem. Senti toda a energia convergindo para meu cacete e ele explodindo em jorros quentes dentro daquele priquito maravilhoso. Gritávamos em uníssono desafinado, nossos corpos se remexendo freneticamente (eu me perguntava quanto tempo precisaríamos para nossas juntas e músculos deixarem de doer, depois).

Gozados e cansados, corações aos pulos, respiração ofegante, deitados os dois corpos nus um sobre o outro, ronronávamos baixinho e felizes. Somente depois e minimamente recuperados, é que lhe perguntei por Jorge.

– Aquele viado recebeu um antigo amante dele, na pousada e já deu umas três trepadas. Me mandou uma foto chupando a rola dura dele. Isso há poucos minutos. Eu fiquei virada numa catraia, com ânsia de dar ao primeiro garçom que me mostrasse a rola. Ainda bem que você apareceu... Fotografa eu com teu pau melecado na minha boca, pra eu enviar pra ele, vai...

Ri da espontaneidade daquela senhora, agindo como se fosse uma novinha despudorada, cheia de tesão. Mas ela não estava brincando. Abocanhou minha rola e passou a acariciar com a língua, até que a ereção fosse surgindo de novo. Ordenou-me a foto, no que obedeci...

– Só não invente de parar de chupar agora, sua puta safada – falei dengosamente, depois de tirada a foto.

Giramos sobre a cama para um sessenta-e-nove, e novamente me apoderei da sua buceta, centrando minhas lambidas e sugadas no seu clitóris. Eu sabia que, por mais talento que ela demonstrasse no boquete, eu não conseguiria um segundo orgasmo em tão pouco tempo. Então caprichei nas chupadas, sentindo a conhecida enxurrada quando se aproximava do gozo. Ela então abandonou minha pica e suas coxas começaram a tremer e a se fechar, prendendo minha cabeça. Eu acelerava as lambidas, até que ela explodiu em novo gozo, ganindo ferozmente e esfregando a buceta na minha cara, lambuzando minha barba com seu líquido.

Sossegamos um pouco. Servi-lhe uma taça de champanhe, e finalmente conversamos civilizadamente, nossos corpos meio que aplacados em sua fúria sexual. Ela cobrou-me retorno à pousada, que o casal estava com muita saudade das nossas estrepolias na cama. Prometi que em breve passaria por lá – mesmo sabendo que não seria tão fácil, pelos muitos compromissos dos próximos meses.

Falando em compromisso, atentamos ao relógio, a nos cobrar a volta ao cotidiano; eu para minha palestra, ela para o jantar de negócios.

– Os caras vão te jantar depois do jantar, Lena?

– Vão nada, Cláudio! Quem dera! Mas, sem chance: um é gay geral e o outro estará com a esposa (casal tradicional e puro, a conservadora família brasileira). Ainda bem que você me saciou o tesão, meu gostoso!

E mais nos beijamos, e mais nos excitamos, mas não mais nos comemos, porque a vida real gritava lá fora.

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