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Dominada e Enrabada Pelo Pai da Minha Amiga 2

Um conto erótico de BunnyBlond
Categoria: Heterossexual
Contém 1766 palavras
Data: 24/09/2026 14:33:51
Última revisão: 24/09/2026 14:34:35

A minha amiga conversando com a mãe e o pai dela do lado me olhando com cara de tarado. Eu estava sentada no sofá da sala, na casa deles. Com um vestidinho vermelho e carinha de sonsa.

Lembrando da curra sacana e gostosa que o pai dela tinha me dado escondida. O FDP tinha um ar e um jeito de dominador que me tirava do sério. Era bruto, seco, dominador. Me fazia sentir coisas que eu nunca sentia com ninguém.

Eu com vinte e pucos anos e ele na faixa dos quarenta. Mais experiente e tarado que os boyzinhos da faculdade que eu costumava sair. A minha tara por casados só crescia. Mas ele tinha algo diferente dos outros.

Baixinha, loirinha e a amiga da filha dele. Com rostinho de patricinha mimada e uma raba de 98 de quadril provocando o meu coroa casado.

Sentadinha de pernas cruzadas e o safado sem tirar o olhar das minhas coxas. A esposa dele do lado e eu sem me importar. Dando risadinhas e abrindo um pouco mais as pernas.

Deixando a minha calcinha aparecer. A carinha de sonsa. Carinha de FILHA DA PUTA exibicionista Adorando provocar o casado dentro da casa dele. Isso me fazia me sentir uma vagabunda.

Era uma sensação gostosa, que quebrava o meu ar de patricinha comportada.

Com a calcinha aparecendo e tentando puxar a barra da saia do meu vestidinho pra baixo. E aquele clima de tensão sexual do tarado querendo me devorar ali mesmo naquele sofá.

E acabou me devorando... Outro dia... Sozinhos... Com o mesmo vestidinho vermelho.

Jogada na cama de pernas abertas e vestidinho levantado. Puxando a minha calcinha de lado, pra mostrar como tava a minha bucetinha pegando fogo.

Ele em pé, na frente da cama, me olhando de frente. Apertando o pau por cima da calça. Assistindo a loirinha tarada de pernas abertas. Esfregando os dedinhos na minha xotinha de ninfeta.

Descabelada e com a respiração ofegante. As minhas bochechinhas rosadas do sangue fervendo no meu corpo.

Fiz um Telegram pros leitores @bunnycontos e tenho essa cena pra vocês. Com o vestidinho vermelho levantado e as pernas abertas. As bochechas realmente rosadinhas de tão ofegante.

Quem quiser pode me pedir no meu email bunnycontos@gmail.com sei que ajuda a imaginar melhor as cenas dos meus contos. A loirinha do vestidinho vermelho gemendo na siririca

Esfregando os dedinhos cada vez mais acelerada. Gemendo manhosa querendo rola.

- Ainnnn... Ainnnnnnnnnnnhêêêênnn.... tesaaaauummmmmm...

Escondida da minha amiga. Escondida da esposa dele. Gostando de me sentir a ninfeta amante de um homem casado. Me sentindo uma piranhazinha vulgar merecendo uma lição.

Acho que isso mexia com as minhas taras. Querer me sentir castigada. A piranhazinha submissa merecendo uma lição. Querendo me sentir dominada do jeito que só ele sabia fazer.

A calcinha puxada de lado, o vestidinho levantado. De pernas abertas e a bucetinha de fora. De olhinhos fechados e carinha de safada. Molinha e sem forças, esparramada na cama.

Sentindo ele me segurar e me virar na cama. De bruços, com a bundinha pro alto.

PLAFT!!!

Me dando uma palmada estalada. Me mandando me levantar. Em pé, na beira da cama. O vestidinho bagunçado puxado pro alto. Metade da minha bunda de fora.

O jeito dele mudava completamente. O tom de voz, o rosto dele. Me xingando e me dando ordens. Tomando conta completamente da situação.

Despertando meu lado de piranhazinha submissa.

Realizar as taras secretas que ele não fazia com a esposa. Sádico, dominador, mas sem ser agressivo. Era algo muito mais psicológico e fetichista. Fazer a novinha da bunda grande de brinquedinho sexual.

E eu gostava disso. Me sentir dominada, submissa. Essas putas de filme pornô, realizando as taras masculinas mais pervertidas. Não era o mundo real. Era apenas sexo depravado e gostoso.

Debruçada com os pezinhos no chão e as mãos espalmadas em cima da cama. Inclinada com o corpo pra frente e a bundinha escancarada pro meu coroa dominador.

O FDP passando a mão nas minhas costas e descendo pela minha cinturinha. Segurando as laterais da minha calcinha e puxando elas pra cima. Pra cima mesmo. Pra atolar ainda mais o fio dental no meu rabo.

A calcinha daquele jeito me dava um ar de piranha vulgar. Não era mais a patricinha do vestido comportada que frequentava a casa dele.

Eu tinha aceitado o meu papel de submissa. A piranhazinha troféu, com a raba empinada e convidativa.

PLAFT!!!

Um tapa estalado na minha bunda. Me fazendo dar um gritinho e deixando a minha pele toda vermelha.

A cara de tarado dele me olhando de cima pra baixo. Deixando um tom de superioridade e dominação. As mãos dele abertas e espalmadas alisando todo meu corpo. Apertando as carnes e as curvas da ninfeta da bunda grande.

PLAFT!!! PLAFT!!!

- Toda vez que eu te vejo lá em casa, eu fico tarado nessa bunda...

PLAFT!!!

- Gosta....? Gosta de levar pica nesse rabo?

PLAFT!!!!

Eu nem tinha coragem de responder. Olhando pra trás, por cima dos omrbos. Com carinha de patricinha chorona, mas cheia de tesão. Sentindo medo e tesão. Adrenalina e coração acelerado.

Eram experiências novas que eu estava gostando de sentir. Um clima mais hard core mesmo. Aquilo me deixava confusa por estar sentindo tesão.

O pai da minha amiga abrindo o zíper da calça e puxando a piroca pra fora. Me mostrando e balançando a rola. Duro e grosso. Sem parar de me alisar e apertar a minha bunda.

- Essa sua carinha de patricinha mimada é que me mata de tesão... Jeitinho de fresca, mas com esse rabo enorme...

PLAFT!!!

- Dá vontade de te judiar gostoso.... Mas sem te machucar... Entendeu? Não vou te machucar, é só tesão

Eu balançava a cabeça fazendo que sim. Descabelada e com olhar de assustada. Gostando de me sentir dominada e abusada aquele jeito. A minha bucetinha pulsava querendo pica.

Mas acho que não era bem a minha xotinha que ele queria rssss....

O tarado me apertando toda, com ar de superioridade e dominação. Segurando e puxando a minha calcinha pra baixo lentamente. O fio dental enterrado se soltando aos poucos do meio da minha bunda. Esticando e desatolando.

Me deixando empinada na beira da cama, com a calcinha arriada no meio das minhas coxas e um casado se preparando pra montar em cima de mim. Abrindo a minha bunda com as mãos, olhando a minha bucetinha por trás e passando o dedinho em cima do meu cuzinho.

- Relaxa que vai ser gostoso...

Eu sabia que ele não fazia assim com a esposa dele. E isso me dava tesão. Me sentir a piranhazinha que me prestava a fazer essas putarias pervertidas que só uma PUTA aceitaria.

Eu gostava de me sentir uma puta...

Sentindo um dedinho forçando a entrada do meu anelzinho. A piroca dele esfregando nas minhas coxas. A cara de tarado me olhando. Sentindo um dedo entrar. Aquele dedo do meio, de fazer um gesto feio mandando alguém ir se fuder.

Era esse dedo mesmo que tava enfiando no meu cu... Praticamente me mandando ir me fuder com aquele dedo...

Com voz rouca de tarado e tom mandão dominador. Enfiando um dedo no meu cuzinho e me xingando.

- Fala que é uma vagabunda, fala!

- Ainnnnnn.... Queeennnn...?

- Fala que é uma vagabunda!

- Ainnnn... Sounn... Sou uma vagabundaannn...

- Piranhazinha da bunda grande! Quer pica, vagabunda? Então pede pica, pede!

- Queroonn.... Quero picaaann...

- Quer né, sua cachorra? Aonde? Fala que quer pica nesse cuzinho! Fala que quer pica nesse rabo!

Ele falava isso trincando os dentes e girando mais forte o dedo no meu cuzinho. Forçando e alargando o meu anelzinho de patricinha mimada. Preparando pra algo maior e mais grosso.

- Ainnnnn... Quero pica no meu cuzinhooonn...

- AONDE, VAGABUNDA? FALA MAIS ALTO!!!

- No meu cuuunnn... Come o meu cuzinhooonnnn...

- Afff... Sua piranha gostosa! Me provocando com aquele vestidinho... Você merece levar pica nessa bunda... ENTENDEU?

Eu fazia que sim com a cabeça... Assustada mas completamente dominada. Repetindo tudo que ele me mandava. COm o dedo do meio de fazer gesto feio, todo enterrado no meu cu.

- FALA QUE MERECE LEVAR NA BUNDA, FALA!

- Ainnnn... Ainn... Mereeeeçoonnn.... Ainnnn.. Mereço levar na bundaannn..

PLAFT!!!

- Claro que merece sua piranhazinha gostosa!

Ele tirou o dedo e encostou a cabeça do pau dele em cima do meu cuzinho. Eu não falei nada. Só virei o rostinho pra frente e aceitei... Era um frio na barriga e um fogo na minha bucetinha.

Um clima pesado de algo proibido. Não era só ele ser casado. Não era só ele ser pai da minha amiga. Era um clima de filme pornô hard core. E isso de alguma forma me dava tesão.

Sentindo as mãos dele me segurando pela cintura. Me puxando pelos cabelos. O pau dele forçando no meu cuzinho. Os trancos por trás.

- Aguenta, putinha, aguenta...

Eu aguentei... Um caralhão grosso alargando o meu cuzinho apertadinho de patricinha mimada. O tarado me segurando firme pelo cabelo, me domando como uma cavala, uma jumenta levando ferro na bunda.

- Caralho sua gostosa... Olha o tamanho dessa bunda!!!

- Ainnnn ainnnnnnnnnnnnnnnn

- Piranha gostosa! Cavala! Sua jumenta! JUMENTA!

- Ainnn ainnn taraaadoonnn.... Ainnn taraaaaadooooonnn

- Sou... Sou tarado nessa bunda! Aguenta pica aguenta! Aguenta gostoso!!!

PLOC PLOC PLOC PLOC das bolas batendo na minha bunda. Me dando trancos pra frente de fazer a cama tremer e bater na parede.

Ele era bruto, mas sem me machucar. Era apenas sexo. Me sentindo a novinha troféu. Me sentindo dominada e usada pelo coroa casado dominador. E eu tava gostando pra caralho!!!

PLOC PLOC PLOC PLOC com força e fúria nos olhos dele. Dava pra sentir o tesão acumulado de sempre me ver provocando do lado da filha dele.

Me montando por trás como uma potranca. Uma cavala como ele gostava de me chamar.

- Ainnnn ainnnnnnnhêêêênnnnnnn... Come o meu cuzinho comeeemmmm

- Caralhoooo sua cavala gostosa!!! Aguenta pica nessa bunda...

- Ainnn ainnnn hunnnnnfff...

- Carinha de mimada e essa rabo enorme!!! Sua ninfeta cavala!!!

- Ainnn ainnn... Então comemmm... Come a sua ninfetaannnn

- Ninfeta cavala! Toma nessa bunda toma! Toma no cu toma! Toma no cu sua cavala! Toma no cu! Toma! Toma!

Eu tomei... Empinadinha aguentando os trancos por trás. Esticando a mãozinha no meio das minhas pernas e tocando a minha bucetinha, aguentando pica e me dedando descontrolada.

Realizando as taras mais pervertidas de um casado dominador de novinhas. Mas gozando gostoso na piroca do pai da minha amiga.

Espero que vocês tenham gostado e gozado do conto de hoje também. E quem quiser deixar um alô ou algo mais. Fica os meus contatos pros leitores tarados. Os casados também são bem vindos kkkkk

telegram @bunnycontos

ou email bunnycontos@gmail.com

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