Bem, este é o meu primeiro conto e já inicio com uma série curta.
Vamos nos apresentar!|
Me chamo Douglas e minha esposa Bruna (nomes trocados). Atualmente tenho 40 anos, 1,70 de altura, 80kg. Sou careca e tenho barbas ruivas bem fartas. Não sou galã da novela das 9, mas sempre fiz sucesso na juventude e peguei várias mulheres.
Bruna atualmente com 35 anos, 1,53 de altura, 70kg, bem branquinha de pele e cabelos compridos muito escuros.
Nos conhecemos há 11 anos numa rede social e começamos a namorar. Eu era totalmente solteiro perto dos 30 anos e ela com 24 anos divorciada há um tempo, mas sem filhos.
A química rolou em todos os sentidos. O sexo sempre foi muito bom. Passávamos todos os finais de semana juntos e sempre transamos no sábado após alguma noitada e no domingo durante o dia. Nunca tivemos frescura com nada. Ela sempre muito sexy e danadinha e eu louco por sexo.
Ela tinha apenas um complexo, era gordinha. Mas era na verdade uma gordelícia. Namoramos alguns anos e nos casamos. Mesmo na vida puxada do casamento, sempre transávamos com muito calor e tesão.
Eu era simplesmente apaixonado pelo boquete dela sempre muito molhado e intenso. Ela não gostava de fazer amor, como dizia sempre. Ela gostava de sexo selvagem, foder.
Veio a pandemia e passamos a ficar mais tempo em casa. Ambos trabalhando de casa, se dando ao luxo de acordar mais tarde, terminar o trabalho e fazer alguma coisa de casal, quase sempre: TREPAR!
O COMEÇO DE UMA NOVA ERA
Uma bela manhã de um dia de semana, eu estava trabalhando na sala e ela dormindo no quarto. Ela acorda e me chama. Quando entro no quarto, ela diz que tinha tido um sonho horrível onde ela e eu não estávamos juntos. A princípio eu ri. Ela continuou dando detalhes e chegou ao ponto de dizer que no sonho o cara passava na casa dela, a beijava e ambos saiam para fazer sacanagem em algum lugar.
Neste momento, eu senti uma pontada no estômago, um gosto amargo na boca, meu coração batia acelerado e descompassado. Mas uma coisa inesperada havia acontecido: meu pau DURO igual uma rocha tentava escapar do shorts que eu usava. Tentei disfarçar em vão. Subi na cama, dei um beijo nela e disse que aquilo tinha sido um pesadelo na verdade. Mas sinto-a molhada. Por um instinto selvagem, eu tiro as roupas dela e de mim e fazemos um papai-e-mamãe até ambos gozarem.
Saio, me lavo e volto trabalhar. Naquele dia todo, tento entender o que havia acontecido comigo.
Como eu tão ciumento poderia não ter controlado uma ereção tão intensa ao saber que minha esposa tinha sonhado que dava para outro? E pior, uma ereção diferente, sem explicação. Apenas diferente!
Os dias se passaram e aquilo não saia da minha cabeça. Eu tentava não pensar, mas sempre que fechava os olhos e pensava nela com outro cara, aquela mesma ereção vinha com força. Tal força que só parava depois de uma bela punheta que me fazia relaxar e poder voltar ao trabalho.
Continua na parte II.