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Vida de hotwife - Depois da primeira experiencia

Um conto erótico de Luly Hotwife
Categoria: Heterossexual
Contém 1028 palavras
Data: 24/09/2026 12:15:35

Depois da minha primeira noite com Rogério e interação com meu marido em casa eu apaguei completamente de cansaço. É prazeiroso sair com um alpha, mas também é cansativo, principalmente porque vc não tem experiência e ainda precisa dar atenção ao marido quando chega.

Acordei por volta das 8:30h muito assustada. Deveria ter acordado as 6:30h para fazer o café, arrumar nossas filhas pra escola e receber nossa empregada Lina.

Vesti o primeiro shorts que vi, coloquei um roupão e sai correndo pro quarto das meninas. Como elas não estavam, imaginei que elas deveriam estar se arrumando e não seria um desastre total.

Mas quando cheguei na cozinha encontrei meu marido arrumando uma mesa enorme de café da manhã com um sorriso no rosto e dizendo:

-Bom dia princesa! Eu acordei as meninas, arrumei, dei café e elas já foram de van pra escola. Lina já chegou e pedi que fosse ao mercado comprar algumas coisas, assim podemos tomar café mais a vontade. Sente-se

-Eu nunca tinha visto uma mesa de café com tanta coisa. Meu marido nunca faltava ao trabalho, mas tinha ficado em casa. foi quando eu comecei a perceber mudanças que o marido tem quando uma esposa se torna hotwife.

-Nossa amor, que mesa linda você fez pra mim, obrigada!

-E o mínimo. Você sempre foi o amor da minha vida e agora esta se tornando a esposa dos meus sonhos! E minha obrigação de corninho é te paparicar.

-Tomamos café juntos entre beijos e carícias, como dois namoradinhos e em seguida Marcos falou:

-Amor você deve estar cansada de ontem. Tome café, e depois descansa mais um pouco. Você só tem atendimento a tarde mesmo.

Eu segui o conselho do meu maridinho. Dormi mais um pouco e a tarde fui fazer meus atendimentos. Difícil mesmo foi voltar para a academia a noite e reencontrar o Rogério. Porque a mulher meio que vive uma ressaca moral no dia seguinte.

Mas ele me tratou normalmente, super simpático como sempre, como era com todos na academia. Não deixou transparecer nada. Somente no meio do treino, ele disse baixinho perto do meu ouvido:

-E aí, ficou cansada de ontem? Gostou do treino?

-Eu super envergonhada respondi:

-Gostei muito, há muito tempo não treinava assim! – Disse sentindo meu rosto corar de vergonha.

Durante o treino, combinamos de continuar nos encontrando sempre as quintas a noite. Eu adorei a ideia, mas disse que iria conversar com meu marido.

Eu disse isso apenas para reforçar a ele a importância do meu marido naquela relação, afinal, como eu já disse antes, o fetiche é do casal. Mas eu sabia que meu marido iria ficar eufórico, com encontros semanais.

A noite ele reforçou o que eu havia imaginado quando questionei se seria uma boa ideia tais encontros. Sua excitação foi tão grande que chegamos a transar para comemorar!

No dia seguinte, era um sábado quente e ensolarado. As crianças tinham ido passar o dia com as primas na casa da minha irmã e meu marido trabalharia na transportadora até p meio dia.

Olhei para os fundos e vi nossa piscina azul, refletindo o brilho do dia e resolvi tomar sol.

Mesmo após me tornar uma hotwife, sempre tomei cuidado para não ser vulgar e usar roupas que me expusesse demais, afinal. Não sou só uma esposa liberada, sou também mãe, filha, neta, psicóloga e tenho uma vida em sociedade.

Mas mesmo antes de ser liberada eu sempre gostei de usar bikinis menores para tomar sol. Nunca vi problemas nisso. Porém, eu tinha um bikini realmente pequeno, mínimo, que eu comprei por impulso, mas nunca usei.

Era um biquíni rosa pálido, sem marca definida, que estava em promoção. Ele era realmente pequeno. A parte de cima era a conta de cobrir o bico dos meus seios que são grandes. Embaixo, na frente, é a conta de cobrir os lábios da pepeka, deixando pra ver boa parte da virilha e atrás é só um triangulo segurando o fio dental.

Na época, não teria coragem de usar a peça numa praia, mas eu usaria em casa sozinha e não vi problemas. Passei pela minha ajudante Lina, com aquele bikini e ela disse:

-Nossa patroa, tá com corpão hein?

-Obrigada, vou tomar um sol antes do almoço.

-Enquanto tomava sol, aproveitei pra ficar vendo uns vídeos e lendo matérias sobre corno no celular. Acho essencial olhar outros perfis de casais, porque você tem ideia de como é o fetiche na ótica de outro casal. Isso é interessante, pois, minha amiga Ângela dizia que corno é igual carro, tem de todos os tipos e modelos. Apesar do tom hilário da frase é a mais pura verdade.

Cada casal tem seu jeito, seu tesão, e uma maneira diferente de explorar isso. Sem contar que muitas ideias podem ser aproveitadas.

Fiquei ali, tomando sol e vendo os vídeos e me perdi no tempo. Foi quando escutei;

-Nossa, você está maravilhosa!

-Olhei pra cima e vi meu marido. Mesmo de roupa de trabalho pude notar seu pauzinho duro. Ele estava encantando ao me ver naquele micro bikini.

-Que bikini lindo, não sabia que você tinha comprado!

-É antigo amor, mas resolvi usar ele aqui em casa. Gostou mesmo?

-Adorei! To louco pra ver como ficaram as marquinhas!

-Ficamos ali conversando mais um pouco e logo entramos pra almoçar.

-Enquanto meu marido ajeitava algumas coisas fui no quarto tomar um banho rápido e, quando fiquei nua pra ver o resultado das marquinhas, me vi de outra maneira.

Eu me senti mais bonita, meus seios pareciam mais duros e minha cintura mais fina. Achei meu bumbum mais arrebitado também. Não sei se foi minha autoestima que melhorou ou o fato de me sentir desejada, mas aquilo mudou minha visão de mim mesma.

O final de semana transcorreu bem, assim como o inicio. Eu e meu marido sempre com nossos afazeres durante o dia e a noite exercitando nosso fetiche, seja transando, conversando, vendo vídeos ou lendo artigos sobre o tema cuckold.

No próximo conto, vou relatar meu seguindo encontro e algumas surpresas realmente excitantes.

Também peço que, quem gostou comente, pois assim fico mais motivada a continuar contando meus relatos reais.

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Comentários

Foto de perfil de Marone 12

Luly podia nos brindar com suas fotos de bikine ! É só deixar alguns links que todos possam visualizar as fotos

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Delicia vcs tbm sou corninho manso adoro ver minha esposa dando

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Foto de perfil de Luly Hotwife

Obrigado pelo comentário querido. Continue acompanhando meus relatos reais.

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Todos os dias sai de casa um malandro e um otario, nesse caso uma malandra, quando uma mulher passa a ser emprestada a outros machos, ela perdeu por completo a admiração pelo marido, ele passa a ser parceiro de putaria e deixa de ser marido, homem,.protetor , vira somente um assessório descartável dentro do casamento, se torna um cara q vai viver comendo as sobras dos outros machos (isso quando sobra alguma coisa), muitos dizem q.i casamento liberal é.muito bom,mas na realidade sabemos q não se sustenta de pé a médio/longo prazo, em algum momento o corno vai começar a se sentir deixando de lado, e na verdade é.pkrque ele realmente vai ser deixado de lado, pois a puta vai sempre dar mais atenção ao q é novidade e o corno sempre ficará em segundo plano, deixará de ser prioridade no casamento e se tornara obsoleto dentro do convívio do casal

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Olá Velhaco!! Eu respeito sua opinião! Apesar disso, mesmo não sendo um adepto (pelo menos ainda não, rsrsrsr) acho que um casamento aberto é muito mais do que apenas as fodas individuais. Acredito que, assim como a Luly escreveu, deva ser o resultado de uma evolução no relacionamento, onde os dois consigam realizar e satisfazer suas fantasias, realizar seus fetiches. Sempre com cumplicidade, com cuidado, com segurança, com diálogo, com respeito e com o devido conhecimento e concordância do(a) parceiro(a). No meu entendimento, qualquer coisa diferente disso é a chula e mera traição com requintes de humilhação.

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Foto de perfil de Luly Hotwife

Comentario perfeito. parabéns!

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Foto de perfil de Mestredosexo

Luly, agradeço e fico feliz por tua consideração! Reconheço que mesmo estando na casa dos 50tão, ainda não sou do meio, que ainda não tenho experiência nesse sentido e nem sou um praticante, mas justamente isso faz com que eu tenha que me aprofundar e estudar ao máximo possível sobre o tema, para não me frustrar e nem tampouco gerar uma insatisfação que possa colocar em risco o meu amor e o meu casamento com a mulher da minha vida! Na minha vã ignorância (desconhecimento pleno), entendi que a satisfação só é completa quando respeita a felicidade plena do casal, em suas peculiaridades e em suas próprias regras pré-estabelecidas. Qualquer coisa diferente disso seria leviandade, irresponsabilidade e incoerência. E isso não é da minha índole! Bj

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Não dá certo né kkkkkkk estamos juntos a 20 anos vc não sabe oq está falando velhaco 🤦🏻‍♂️🤦🏻‍♂️🤦🏻‍♂️🤦🏻‍♂️🤦🏻‍♂️

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Pode-se perceber que voc~e não entende nada de relacionamento. quem vive o cuckold é o casal e não so a esposa. ambos curtem o fetiche do sexo. Amor e outra coisa. Eu e meu marido vivemos esse fetiche, mas fora dele somos um casal baseado no amor que vem construindo uma vida e uma familia ao longo dos anos. dito isso, ou você está completamente equivocado na sua visão de relacionamento ou esta procurando criar polêmica. Independente disso, se você não gosta do tema, é só não ler as histórias. Este site possui uma infinidade de temas ligados ao sexo e com certeza você vai se identificar com algum.

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Foto de perfil de BAIANO DO SUL

Adoro seus contos

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Foto de perfil de Luly Hotwife

Muito bom ter esse retorno dos leitores. Aguarde que vou postar a continuaçao. Obrigado pelo comentário. Bjos.

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Estou adorando essa série de contos de como vc se tornou uma hotwife da muito tesao ler espero ansiosamente as próximas continuações

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Foto de perfil de Luly Hotwife

Pode esperar que vou continuar contando meus relatos reais querido. Obrigado pelo comentário. Bjos.

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Oi tudo bem adorei o texto de vcs parabéns pelos detalhes e que gostoso a sintonia de casal .

Parabéns para seu marido quw mente aberta top

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Obrigada pelo comentário querido. Me motiva muoito a continuar escrevendo.

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Foto de perfil de Mestredosexo

Luciana, teus contos/relatos, pelo menos até aqui são muito gostosos.

Você escreve muito bem, fazendo um malabarismo sensual com as palavras e com os tons de sua volúpia!

Há muito poco tempo eu me permiti descobrir que, mesmo sendo um homem maduro e bastante vivido sexualmente, tenho minhas fantasias e fetiches, que ainda sonho realizar com minha esposa. Ela é linda deliciosa e tem tudo que eu amo numa mulher, mas ela resiste a se desviar do tradicional. Talvez tenha medo, talvez tenha vergonha e eu entendo, mas tenho trabalhado isso nos mínimos detalhes, sempre respeitando-a e estimulando-a para brotar esses desejos em sua vida!

Nos seus relatos, você têm fixado alguns conceitos que ao meu ver são fundamentais para um casal que se torne liberal: a concordância dos dois - para tudo -, a cumplicidade entre o casal e a liberdade para haver diálogo e comunicação. Sem isso, ao meu ver, não haveria uma relação de liberdade, mas de TRAIÇÃO. E traição, na minha opinião, é inconcebível em qualquer relação. Você inclusive trouxe um termo que me fez ficar excitado: pertencimento. Eu amei, porque vejo que uma relação sadia, seja ela tradicional, careta ou liberal só é boa de verdade se houver um pertencimento mútuo, ou seja, ninguém é dono de ninguém, mas eu sou da minha esposa e ela é a minha fêmea em todos os primeiros desejos!! Apesar disso, tenho visto que a maioria dos contos e relatos, invariavelmente e mesmo que de forma inconsciente, ridicularizam a figura do marido: chamando-o de "corninho", ridicularizando o tamanho de seu pênis, salientando que o marido não seria "homem de verdade" ou resignando-o a simples "limpador de porra alheia"! Veja...não se trata de uma crítica aos seus relatos, mas uma constatação que têm sido repetitiva na maioria dos contos e relatos. E isso me deixa muito mal! De verdade, isso me bala muito, pois desenvolve uma imagem de ridicularização, de humilhação e de desvalorização muito forte, ao marido, como se ele fosse um covarde incapaz de dar prazer, amor e felicidade para a mulher. E ouso dizer que mesmo numa relação onde ele não seja o "alfa, putanheiro ou comedor", ele é o cara de maior coragem, pois supera o machismo e passa a compreender a importância de dar e de permitir que se dê mais prazer para a mulher, de permitir que um estranho toque, penetre e usufrua do corpo e da intimidade da mulher que só ele cuidou e protegeu até então. O marido que se permite dividir e compartilhar a companheira, recebê-la de volta usada, bagunçada, gozada e arrombada é o cara de maior coragem e valor que eu posso imaginar. Porque os "comedores" podem ser bons no coito, mas são incapazes em saber manter e cuidar de uma mulher.

De qualquer forma, Luciana... seus relatos me deixaram com a boca salivando, o coração acelerado e, vergonhosamente, excitado! Bj

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Mestre, minha opinião e comentário. você está certo, nem todo corno tem prazer em essa humilhaçãozinha. no meu caso, aliado à minha bissexualidade como passivo, ao que considero machos superiores (adolescência de beta, gordinho, pau que julgava pequeno, que passei nos anos 70), onde minha sexualidade veio seguramente de me sentir menos macho que outros colegas de escola, a vida de corno "limpador de porra alheia", como você diz, sim, este papel me cai muito bem, e é libertador. Isto não quer dizer que todo corno queira se ver assim, ou aprecia ter esse papel, mas no meu caso, é o que sempre almejei, e a hora que consegui uma esposa que me permitiu vivê-lo, descobri o quanto o sexo, e o amor que sinto por minha esposa, podia ser tão recompensador. Cada um é cada um, mas no meu caso, essa dinâmica "corno, por ser menos macho" me satifaz numa plenitude absurda. Nunca fui tão feliz, sexualmente, em minha vida. Pena que sódescobri isso depois dos 60.

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Foto de perfil de Mestredosexo

Mike, entendo plenamente isso...e fico muito feliz que você, indiferente da idade, se descubra. Respeito e sempre respeitarei, porque ninguém é suficientemente empata, ao ponto de sentir integralmente aquilo que o(a) outro(a) sente!! Apesar disso, não consigo me colocar nesse papel...e isso me incomoda...talvez mostrando alguma característica diferente ou insegura dentro do meu fetiche e das minhas fantasias.

Apesar de tudo...o mais importante é SER FELIZ, cada um de seu jeito! ;-)

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Foto de perfil de Luly Hotwife

Sabe Mike, como psicóloga vejo que muitos descobrem sua total sexualidade mais tardiamente. Mas uma parcela ainda maior nunca tem oportunidade de exerc~e-la. Que bom vc conseguir isso a tempo. Parabéns!

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Você deve ser uma ótima psicóloga. Se tivesse caído como profissional na minha vida, com certeza teria resolvido minhas angústias muito antes. Mas... a vida não é o que planejamos, mas o que acontece. Sugestão: Você deveria atuar, ainda que com consultas ob-line, para cornos convictos, sabe, àqueles não vítimas de traições, mas privilegiados, ou desejosos, desta via por cumplicidade. Seria perfeito se atuasse com casais também. Sucesso!

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Agradeço o comentario mestre. Tudo que eu estou escrevendo e real e aconteceu mesmo conosco enquanto casal. Talvez por isto esteja gostando tanto. Eu nunca quis ridicularizar meu marido. Mas a verdade é que ele gosta que eu diga certas coisas. E como estou sendo o mais realista possivel, não rem como evitar. bjos.

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Luciana, isso te torna ainda mais interessante e me deixa ainda atraído por conhecer a história de vocês, os casos de vocês, as relações e, principalmente, as sensações e sentimentos. Mais uma vez peço que não me entenda mal...em momento algum pensei em te criticar. Pelo contrário!! Estou deveras atento aos detalhes, a tentar sentir as mesmas emoções, os mesmos tremores...o mesmo tesão que vocês tenham sentido. E você é deliciosamente criativa em compartilhar os detalhes. Isso me hipnotiza e me deixa com muito tesão, pois aumenta a percepção pelo envolvimento do sexo como um todo e não restringindo o momento apenas às penetrações. Para você ter ideia de como os detalhes me conquistam, vou te confidenciar que fiquei muito feliz quando você escreveu no relato anterior, que teve a preocupação por ir a um motel próximo para poder voltar logo para casa e da mesma forma que foi rápida em vestir sua lingerie e voltar para o marido que a esperava para te acolher, te abraçar, te proteger e te aceitar, mesmo com os fluídos e com o cheiro de outro homem, que certamente não te merece, mas desfrutou de tua mais profunda intimidade da forma mais animalesca que possa haver. Diante de tudo isso, não ouso julgar o "Marcos". Não ouso questioná-lo. Não ouso ter pelo "Marcos", um sentimento que não seja de respeito e admiração, porque, sinceramente, mesmo diante de minhas fantasias, desejos e fetiches, eu não sei como eu me posicionaria e qual seria minha reação diante dessa situação, que envolve a mulher que eu mais amo!!

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Quando você começou a realizar essas fantasias?

E você realiza até os dias de hoje?

Vai nos contar todas?

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Sim querido, realizo ate hoje nossas fantasias de casal. E pretnedo contar a maiori delas aqui. Agradeço o comentario. Bjos.

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Parabéns pelo relato, muito exitante e gostoso de ler, espero a continuação e demais relatos que você viveu

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