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Capítulo 29: O Armazém Abandonado

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2186 palavras
Data: 24/09/2026 11:57:19

Aviso: Este é o vigésimo nono capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 28: O Acordo com Alexa!

Putty e Mackenzie mal haviam voltado para o apartamento quando o velho telefone fixo na parede tocou com um toque estridente e antiquado. Putty se assustou com o barulho repentino e, no reflexo puro, deu um soco no aparelho. O telefone explodiu em pedaços de plástico e fios, voando pelo ar.

Mackenzie ficou indignada, arregalando os olhos:

— Tá doida?! Por que fez isso? Podia ser a Margot!

Putty não entendeu nada, entrando em pânico total:

— Como assim? Ela podia estar presa dentro daquela coisa???

Mackenzie respirou fundo, percebendo que Putty realmente não fazia a menor ideia do que era um telefone. Explicou com paciência, mas ainda irritada:

— Não... Eu esqueci que você é de outro planeta. Aquilo era um telefone... Um telefone velho, mas ainda assim um telefone. Serve pra gente se comunicar com as pessoas que estão longe.

Putty ficou aliviada, soltando o ar que nem sabia que estava prendendo:

— Ahhh, tipo o celular que a Mary e a Joan tinham lá na fazenda.

Mal terminou de falar e o celular dentro da bolsa de Mackenzie começou a tocar. A repórter correu, pegou o aparelho e o protegeu com o corpo, caso Putty resolvesse destruir aquele também. Olhou o número desconhecido e atendeu:

— Alô? Quem é?

Do outro lado da linha, a voz esganiçada e irritante de Peggy soou:

— A senhora Alexaaah pediu para avisaaar que já descobriu onde está a sua amigaaah.

Putty escutou tudo e, sem pensar duas vezes, agarrou Mackenzie no colo como se ela não pesasse nada. Abriu a janela do apartamento com um empurrão e saltou para fora, impulsionando-se pelos céus de Gozópolis com um forte e barulhento jato anal de diarreia.

Mackenzie, ainda com o celular na mão, gritava de puro terror enquanto voava. Peggy, do outro lado da linha, ficou preocupada:

— O que aconteceeeeu? Por que está gritaaando? Precisa de ajudaaah? Aaaih, méééu Deeeus!

Alguns minutos depois, Putty atravessou mais uma vez a mesma janela blindada da Alexa Corp que havia destruído antes. Dessa vez, as Soldadas não atacaram, já haviam sido avisadas. Apenas a escoltaram em silêncio até o escritório de Alexa.

Ao ver Putty e Mackenzie, Peggy levantou da mesa em um pulo, correu até elas e as abraçou apertado, com lágrimas nos olhos enormes por trás dos óculos:

— Eeeeu pensei que alguma coisaaa tinha acontecido com vocêêês! De repenteee começaram a gritaaaar no telefone! Fiquei preocupadaaah! Ainda beeem que tá tudo beeeem!

Putty e Mackenzie ficaram paralisadas, surpresas com o abraço. Putty perguntou, confusa:

— Hmm, você sabe que a sua chefe e eu somos inimigas, né?

Peggy se afastou um pouco, ainda fungando:

— Siiim, maaas isso não quer dizeeer que eu quero que vocêêês se machuqueeem...

As duas se entreolharam e deram de ombros, rindo baixinho. Mackenzie deu dois tapinhas carinhosos na cabeça de Peggy:

— Tá tudo bem com a gente. Eu só gritei porque a gente veio voando e eu tenho medo de altura.

Elas entraram no escritório de Alexa. A careca estava de pé, tranquila, mijando um jato forte e dourado direto na boca aberta de Iza, que estava ajoelhada à sua frente, engolindo tudo sem derramar uma gota.

Sem parar o que estava fazendo, Alexa disse com voz calma e provocante:

— Sua amiga está em um armazém abandonado no cais. Típico... Foi um dos primeiros locais que procuramos. Provavelmente devem ser só uns bandidinhos vagabundos.

Alexa terminou de mijar. Iza se aproximou e lambeu com devoção a buceta gotejante da mestra, limpando cada resquício de urina com a língua. Mackenzie virou-se para Putty:

— Eu sei exatamente onde fica esse lugar que ela falou. Lembro da Margot ter comentado sobre ele há uns dias. Provavelmente estava investigando e foi capturada pelos bandidos.

Putty já ia saindo quando Alexa a interrompeu:

— Lembre-se, você agora está me devendo uma.

Putty respondeu sem nem virar o rosto:

— Isso depende se a Margot vai estar lá mesmo...

Pouco tempo depois, Putty chegou ao armazém abandonado no cais, voando baixo com o jato anal de diarreia. Pousou no terraço de um prédio vizinho e Mackenzie desceu do seu colo, ainda trêmula:

— Precisamos bolar um plano antes de qualquer coisa... Investigar os arredores, ver se a Margot está aqui mesmo, descobrir quantos bandidos estão lá dentro, se tem câmeras, armadilhas...

Putty já saiu correndo e saltou do terraço direto para a porta da frente:

— Muita enrolação! Vou só arrebentar a cara de todo mundo e pronto!

Com um chute poderoso, a alienígena derrubou o portão de aço da entrada, fazendo um estrondo ensurdecedor de metal retorcido. Dentro do armazém escuro e úmido, Margot estava amarrada em uma cadeira velha, cercada por três mulheres. Todas se assustaram com a invasão repentina.

Uma das bandidas, branca, alta e robusta, com muitas sardas espalhadas pelo rosto e corpo, cabelo ruivo alaranjado, volumoso e encaracolado que caía bagunçado, cobrindo totalmente os olhos, vestindo uma regata branca apertada que marcava os seios grandes e pesados, calças azuis bem largas e botas pretas, gritou:

— Que porra é essa? Fomos descobertas! Emma, Bibby, atirem nela!

Emma, de pele bem branca, cabelo curto liso escorrido e tingido de azul caindo sobre um dos olhos negros, sombra escura e unhas pintadas de preto, corpo magrinho, vestindo um topzinho preto justo que mostrava parte dos seios, bermuda preta curtinha e botas altas, sacou uma pistola e começou a atirar:

— Pode deixar comigo, Babbs!

Bibby, a mais baixinha, magrinha e fofinha, com uma barriguinha levemente saliente, branca, com cabelos loiros lisos escorrendo até a cintura, boca larga com gengivas proeminentes e olhos azuis grandes e expressivos, vestindo uma blusa larga que mostrava o umbiguinho, saia curtinha rosa sem calcinha, e sapatinhos infantis com meias branquinhas de babadinhos, se escondeu apavorada atrás da cadeira onde Margot estava amarrada.

Putty nem desviava mais dos tiros, já sabia que balas não a afetavam, e correu direto para Emma, agarrando a mão que segurava a arma e apertando o pulso com força. A bandida largou a pistola e gritou de dor:

— Aiaiai, minha mão! Larga, larga! Tá doendo! Vai quebrar!

Babbs pegou um bastão de ferro que estava encostado no canto e correu para bater em Putty. A alienígena segurou o golpe no ar com a outra mão, ainda sem soltar Emma, que já estava ajoelhada gemendo.

Putty deu um empurrão em Emma, deixando-a caída no chão, segurando o próprio pulso com dor. Virou-se para Babbs, ainda segurando o bastão, e a agarrou pelo pescoço, levantando-a do chão com facilidade:

— Legal esse brinquedinho que você trouxe pra mim... Vamos nos divertir com ele um pouco.

Imprensou Babbs contra a parede e arrancou sua calça com um puxão violento. A bandida arregalou os olhos quando percebeu o que estava prestes a acontecer.

Putty pegou o bastão de ferro e começou a enfiar devagar na buceta arrombada e mole dela, que tentava se soltar em vão, engasgando enquanto Putty a segurava pelo pescoço.

Para conseguir enfiar melhor, Putty abaixou Babbs no chão, largando o pescoço e forçando-a a sentar. A ruiva pensou em fugir, mas Putty foi mais rápida e enterrou o bastão até a metade na buceta dela.

Babbs se contorceu num orgasmo violento, gozo e mijo explodindo com força para todo lado, melando o corpo nu de Putty.

De repente, Putty parou, pensativa, como se tivesse lembrado de algo importante. Colocou as mãos na cabeça e gritou:

— Essa não! Eu esqueci o vestidinho da Pôia no escritório da Alexa! Como eu não percebi que estava pelada esse tempo todo?

Babbs, aproveitando o momento de distração, começou a se arrastar para longe, ainda com o bastão enterrado na buceta, vazando gozo e mijo.

Mackenzie, que havia finalmente chegado na porta do armazém, gritou da entrada:

— Putty, cuidado! Ela tá fugindo! Pode deixar que eu ligo pra Alexa e peço pra guardarem o vestidinho da Pôia!

Putty voltou a si e viu Babbs se arrastando. Agarrou-a pela perna e puxou de volta. A ruiva era arrastada pelo chão sujo, tentando se agarrar em qualquer coisa, e gritava desesperada para Bibby, que ainda estava escondida atrás da cadeira de Margot:

— Bibby, sua inútil! Faça alguma coisa e me ajude, caralho!

A loira, apavorada, se encolheu ainda mais.

Putty começou a girar o bastão de ferro dentro de Babbs, que gemia alto de prazer misturado com dor:

— Sua puta malcriada, tentou fugir, né? Merece um castigo pra aprender a se comportar.

Putty fechou o punho e enfiou numa estocada só no cu da bandida, fazendo-a berrar de tesão. Enfiava e tirava o braço inteiro no rabo dela, sujando tudo de merda pastosa. O cu espirrava bosta líquida com sons obscenos de peido e da carne mole roçando no braço de Putty.

— Olha só como você tá gozando... sua buceta arrombada tá engolindo o bastão inteiro... — provocava Putty, metendo cada vez mais fundo e girando.

Babbs já estava toda mole no chão, gemendo sem parar, quando Putty pegou o bastão com a outra mão e, numa estocada final, enfiou inteiro na buceta dela, fazendo um volume visível na barriga.

A bandida então jorrou um jato forte de vômito pela boca aberta, com sons molhados e gorgolejantes, finalmente desmaiando de tanto prazer.

Putty a largou ali no chão. O bastão de ferro aos poucos ia saindo com as contrações da buceta melada de mijo e gozo, o cu ainda vazava um pouco de pasta marrom e a boca aberta, com a língua para fora, derramava o resto do vômito em golfadas espasmódicas.

Emma, já recuperada da dor no pulso, vendo aquilo tudo, resolveu fugir, mas Putty percebeu e saltou na frente dela, bloqueando a passagem.

A bandida caiu de bunda no chão e começou a se arrastar para trás:

— Não! Me deixe em paz! Você é aquele monstro de outro planeta que apareceu na televisão, né?

Putty escutou isso e se irritou:

— Monstro? Eu?

Emma percebeu que tinha falado besteira. Putty pulou em cima dela, pressionando-a contra o chão:

— Fui eu que sequestrei a Margot? Fui eu que atirei com uma arma? Fui eu que amarrei uma pessoa na cadeira dentro de um armazém abandonado? Tem certeza que eu sou o monstro aqui???

A bandida gaguejou uma tentativa de resposta, mas Putty a calou com a própria boca, enfiando a língua quase na garganta dela.

Putty então começou a se contorcer, como se estivesse prestes a vomitar, arrotando dentro da boca de Emma, que tentava se soltar sem conseguir respirar direito.

De repente, Putty começou a jorrar vômito amarelado e ácido direto na garganta de Emma, que engolia tudo à força, vazando pelo nariz, tossindo e engasgando enquanto seus olhos reviravam.

A barriga da bandida começou a inchar com o volume absurdo de vômito que Putty despejava para dentro dela. O corpo de Emma amoleceu, seus braços pararam de resistir, e ela simplesmente se tornou uma bolsa de vômito que a alienígena enchia sem parar.

Mackenzie, que se esgueirou despercebida pelos cantos do armazém, agarrou Bibby por trás, imobilizando-a:

— Putty, pare! Assim você vai matar ela!

Putty desgrudou a boca num estalo molhado e deixou Emma ali, toda mole, desfalecida no chão. O vômito todo que ela acabara de beber começou a voltar e sair pela boca aberta da bandida, que engasgava e tossia, gemendo desacordada.

Putty então se aproximou de Bibby, imobilizada por Mackenzie. A loira estava apavorada, tremendo e chorando, com catarro escorrendo sem parar pelo nariz.

Putty acocorou na frente dela. Bibby fechou os olhos, esperando o pior. Mas Putty só deu uma lambida lenta e carinhosa no rosto dela, sugando o catarro que escorria.

Bibby abriu os olhos, ainda temerosa. Putty falou com voz calma:

— Você parece diferente das outras duas... Você não gosta de ser bandida, né?

A loira, soluçando, respondeu:

— Não... Mas a gente é amiga desde pequenas, então... eu... eu...

Putty segurou o rosto dela com uma das mãos:

— Entendi... Vamos fazer o seguinte: eu vou levar minha amiga embora e, se você não resistir, a gente te deixa numa boa, tá?

A loira, ainda choramingando, acenou positivamente com a cabeça. Mackenzie soltou ela. Putty se aproximou novamente do rosto de Bibby:

— Você tá toda melecada de tanto chorar, deixa eu limpar pra você.

Putty então começou a lamber e chupar o rosto de Bibby com calma, sorvendo o ranho grosso que escorria das narinas em fios viscosos. Mackenzie também ajudou, lambendo junto.

As duas davam um banho de língua no rosto da loirinha, que não parava de escorrer catarro do nariz. Putty e Mackenzie sugavam todo o líquido viscoso que saía em profusão, puxando de dentro das narinas mais catarro, mastigando a massa gosmenta que se acumulava em suas bocas.

As três então se beijaram, compartilhando a pasta pegajosa entre suas bocas, gemendo enquanto babavam coriza translúcida.

Margot, ainda amarrada na cadeira, reclamou com a voz rouca:

— Gente... Vocês sabem que eu ainda tô amarrada, né? Será que dava pelo menos pra me soltar pra eu poder participar dessa putaria também?

Putty e Mackenzie pararam de lamber o rosto de Bibby:

— Ops, acho que esquecemos de você, hehe!

Continua...

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