Camila chegou na casa de Andrea e Marcelo um pouco depois das dez da noite. A festa de aniversário da Andrea tinha acabado há algumas horas. Os últimos convidados foram embora por volta das oito, e a casa ficou em silêncio, só restando cheiro de vinho e perfume no ar. Logo depois que a festa terminou, a Andrea resolveu viajar naquela mesma noite pra casa dos pais, em outra cidade — tinha combinado de passar o resto do fim de semana com eles. Marcelo, de bermuda e camiseta frouxa, abriu a porta e olhou pra ela com aquele sorriso safado que Camila conhecia bem demais.
Camila tinha ido até lá porque o próprio Marcelo mandou mensagem logo depois da Andrea sair: “A casa tá vazia. Vem.” Ela não pensou duas vezes. Sabia exatamente o que ia rolar.
— Entra. Ela não tá aqui.
Camila entrou. Não perguntou porra nenhuma. Não precisava. O tesão entre os dois já vinha há meses, escondido atrás de risadas, olhares safados e conversas que sempre terminavam perto demais. Marcelo fechou a porta atrás dela e, sem falar mais nada, a puxou pelo corredor até o escritório no fundo da casa. A porta se trancou com um clique seco.
Camila estava de vestido preto curto. Marcelo a empurrou contra a mesa de madeira, as mãos grandes subindo pelas coxas dela.
— Porra, Camila… você não faz ideia do quanto eu fiquei de pau duro pensando nisso hoje — murmurou ele contra a boca dela, a voz rouca de tesão.
— Então para de falar merda e me fode logo — respondeu ela, já puxando a camiseta dele pra cima.
Ele arrancou o vestido dela de uma vez só. Camila ficou pelada na frente dele.
Os peitos dela apareceram pesados e generosos, redondos e cheios pra caralho, desafiando a gravidade. A pele era lisa, clara e macia pra porra, com veias finas e azuladas aparecendo por baixo, principalmente perto da base. Os mamilos, já duros de tesão, eram de um rosa escuro e carnudo, meio alongados, com a aréola larga e granulada, cheia de pontinhos sensíveis que se contraíam só de ele olhar. Quando Marcelo apertou aqueles peitos, a carne cedeu macia entre os dedos, o peso generoso se amoldando na mão dele, enquanto os mamilos ficavam ainda mais duros, pedindo pra serem chupados com força.
Mais embaixo, entre as coxas que ela abriu sem vergonha nenhuma, estava a buceta. Os lábios de fora eram carnudos e bem definidos, de um rosa que escurecia nas beiradas, cobertos por uma fina camada de pelos pretos bem aparados que emolduravam o monte sem esconder porra nenhuma. Quando ele abriu os lábios com os dedos, apareceu o interior: a fenda toda molhada e brilhando, as paredes internas de um rosa vivo e inchado, já encharcadas de tesão. O clitóris estava inchado pra caralho, proeminente, uma geminha rosada e sensível latejando debaixo do capuz de pele macia. A entrada da buceta era apertada, redonda, a mucosa molhada e pulsando, como se já estivesse pedindo pra ser arrombada. Um fio transparente de porra escorria pela fenda, brilhando na luz, descendo pela parte de dentro da coxa. Era uma buceta feita pra ser chupada, esticada e fodida até o fundo — carnuda, encharcada e safada pra porra.
Marcelo engoliu em seco e puxou a própria bermuda pra baixo. O tecido caiu nos pés dele.
O pau dele se ergueu ali, poderoso e insolente, como uma afirmação viva de tesão.
A porra da haste era grossa, de uma espessura que enchia o olho e prometia encher muito mais. A pele, de um tom rosado que escurecia em alguns pontos sob a luz, mostrava veias saltadas e irregulares, traçando caminhos azulados pelo comprimento, latejando com o sangue quente que inchava aquilo tudo. Não era só longo — embora fosse bem acima da média —, era denso, cilíndrico, com uma densidade que fazia a mão tremer de antecipação só de imaginar ele entrando.
O prepúcio, ainda presente, tinha se recolhido pra trás, formando anéis de pele macia e enrugada na base da cabeça, como se estivesse se oferecendo de propósito. E a glande… porra, a glande. Vermelha, brilhante, úmida de porra, arredondada e carnuda, com a borda coronária bem marcada, quase provocando. Ela brilhava na luz, coberta por um verniz natural de tesão, a fenda da uretra entreaberta, pronta e insolente.
Na base, os pelos escuros e densos emolduravam a raiz, contrastando com a pele mais clara da barriga e das coxas. Ele pulsava levemente, quase imperceptível, como se tivesse vida própria, como se soubesse o efeito que causava.
Era um pau feito pra ser olhado, chupado e enfiado. Grosso o bastante pra esticar qualquer buceta, longo o bastante pra bater fundo, e com aquela cabeça generosa que prometia pressionar cada ponto sensível. Um instrumento de foda que não pedia licença — só se apresentava, duro pra caralho, veias latejando, cabeça molhada, esperando ser usado.
Camila desceu de joelhos sem pensar duas vezes.
— Deixa eu chupar esse pau grosso… — murmurou ela, a voz já molhada de tesão.
Os dedos dela envolveram a base e deslizaram até a cabeça, sentindo o calor e a rigidez. A língua passou pela fenda úmida, depois desceu pela haste, lambendo cada veia saltada com fome. Ela engoliu o máximo que deu, a garganta se abrindo com dificuldade, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele empurrava devagar, fundo.
— Porra… sua boca é quente pra caralho — gemeu Marcelo, a mão nos cabelos dela. — Isso… engole mais. Chupa forte, porra.
Camila obedeceu, a cabeça subindo e descendo, a língua pressionando a veia de baixo enquanto a mão apertava a base. O som molhado e nojento de saliva e sucção enchia o escritório. Marcelo gemia baixo, o quadril avançando um pouco mais a cada movimento.
— Se continuar assim eu vou gozar na sua boca — avisou ele, a voz já falhando de tesão.
Ela se afastou, um fio de saliva ainda ligando os lábios à cabeça vermelha.
— Não. Quero sentir você me esticando primeiro.
Marcelo a puxou pra cima, virou ela de costas e empurrou contra a mesa. A cabeça grossa esfregou entre os lábios encharcados dela, subindo e descendo, espalhando aquele tesão todo.
— Olha como essa buceta tá molhada… — murmurou ele, a voz baixa e suja. — Tá escorrendo porra só de me ver.
— Para de provocar e mete logo — pediu Camila, já arqueando as costas.
Ele enfiou de uma vez. A glande carnuda forçou a entrada apertada, esticando ela devagar e sem dó. Camila soltou um gemido alto, as unhas cravando na madeira.
— Porra… é grosso demais…
— Aguenta — respondeu ele, a voz tensa. — Você consegue. Sente como eu tô te abrindo essa buceta.
Ele avançou centímetro por centímetro até enfiar tudo. O volume denso preenchia cada milímetro dela, a cabeça pressionando fundo, as veias latejando contra as paredes internas. Marcelo ficou parado alguns segundos, só sentindo as contrações da buceta dela apertando o pau.
— Caralho, Camila… você tá apertando tanto…
— Mete — ela pediu, a voz rouca de tesão. — Me fode forte, porra.
Ele começou a se mover. As primeiras estocadas foram lentas e profundas, a haste grossa saindo quase toda e entrando de novo até o fundo. O som úmido e obsceno de pele batendo em pele enchia o ambiente. A cada investida, a glande batia exatamente no ponto que fazia as pernas de Camila tremerem.
— Assim… mais fundo — gemeu ela. — Ahh… do jeito que eu gosto, porra.
Marcelo acelerou. As mãos firmes nos quadris dela, os dedos afundando na carne macia enquanto empurrava com força. Os peitos pesados de Camila balançavam com o movimento, os mamilos duros roçando a madeira fria da mesa. Ele se inclinou sobre ela, uma mão subindo pra apertar um peito, o polegar roçando o mamilo, enquanto a outra descia pra esfregar o clitóris inchado.
— Sua buceta tá engolindo meu pau inteiro… — murmurou ele no ouvido dela. — Tá tão molhada que eu quase escorrego, porra.
— Porque eu quero mais — respondeu Camila, a voz quebrada de prazer. — Mais forte, Marcelo. Me fode como se eu fosse só sua puta.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram rápidas, brutais, o som de pele batendo ecoando pelo escritório. Camila gemia sem se importar com o volume, o corpo inteiro tremendo a cada investida profunda. O clitóris latejava sob os dedos dele, a buceta se contraindo cada vez mais forte em volta da haste grossa.
— Eu vou gozar… — avisou ela, a voz falhando. — Não para… não para, porra…
— Goza no meu pau — ordenou Marcelo, a voz rouca. — Quero sentir você esguichando em volta de mim.
O orgasmo a atingiu como uma porra de onda violenta. A buceta se apertou em contrações ritmadas e fortes, espremendo a haste dele enquanto um jato quente e transparente escorria pelas coxas. Camila gritou baixo, o corpo inteiro se contorcendo em cima da mesa.
Marcelo não parou. Continuou metendo através das contrações dela, o pau latejando, a base dos pelos escuros batendo contra a pele molhada dela.
— Porra… eu também vou gozar…
— Goza dentro — pediu Camila, ainda ofegante. — Quero sentir você pulsando fundo, enchendo minha buceta.
Ele empurrou até o limite e se soltou. A haste latejou forte pra caralho, jatos quentes e espessos enchendo o interior dela. Marcelo gemeu baixo, o corpo tenso, enquanto continuava empurrando devagar, milímetro por milímetro, descarregando tudo o que tinha.
Os dois ficaram parados por longos segundos, ofegantes, o pau ainda enterrado e pulsando dentro dela. Quando ele finalmente tirou, um fio grosso de porra escorreu pela fenda inchada e vermelha de Camila, descendo pela parte de dentro da coxa.
Marcelo a virou e a beijou, mais devagar agora, os dedos ainda roçando de leve o clitóris sensível e os mamilos duros.
— Andrea não pode saber — murmurou ele contra a boca dela.
Camila só assentiu, ainda sentindo o corpo latejar e a porra escorrendo entre as pernas. Vestiu a calcinha, ajeitou o vestido e saiu do escritório em silêncio. No corredor, a casa continuava quieta.
Camila abriu a porta da frente e saiu pra noite. O cheiro de sexo e de Marcelo ainda estava nela. E, por enquanto, era o bastante.