“Agora, eu não consigo tirar ele da minha cabeça. É tão bom sentir o belo cacetão preto dele dentro de mim. Meu marido nem se compara a ele”, era o meu pensamento, o tempo todo, a respeito da aventura que eu tinha tido com o mendigo Joel.
Uma semana depois da visita dele, eu não pude mais me controlar. Deixei minha filhinha na aula de Inglês, e depois fui visitar o meu amante negro, desabrigado debaixo da ponte.
Só fui perceber, que eu estava com a saia mais curta do que o usual, e também os biquinhos dos seios soltos na blusinha, quando desci para o lugar. “Meu Deus, eu estou agindo como uma puta, e por esse mendigo negro!”, foi o meu raciocínio de momento.
– Caralho! Vejam só esta vadia branquela... e gostosa! – exclamou um negro, meio desbotado, ao pé do viaduto.
– Oi, vadia!... quer dizer, gata! Esses negros aqui não acreditam que estamos de caso! – disse Joel, levantando-se em reverência, e apontando aquele, e um outro mais velho, que estava acendendo uma bituca de cigarro.
– Oi, querido! – estiquei a mão para o Joel, já dando uma piscadinha para aquele que me chamou de vadia branquela. “Será que tem preconceito contra madames claras como eu?”.
Demorou algum silêncio no recinto, até que eu entrecortei, perguntando ao Joel:
– O que posso fazer para eles acreditarem que eu sou sua puta?
– Sei lá, dá seus pulos! – respondeu este.
Dei uma encolhida na saia, passando-a para além da calcinha, e inclinado a bunda para os desafortunados, ajoelhei perante a rola do Joel. Já baixando aquilo que ele chama de calça, falei:
– Como quiser, querido!
Comecei a chupar, daquele jeito, sem sentir o cheiro da pica, que era para não ter uma recaída na frescura de madame. Olhei de viés, e a cara dos negros, especialmente a do mais velho, era de ampliar o tesão de qualquer descarada. A Andreia aqui, então,... nem se fala. O negro coroa falou:
– Porra! Eu adoraria meter meu pinto nessa branca gostosa!
– Acredita em mim agora? – disse Joel, se deliciando com a minha boca no seu cacete. E pegando no meu rosto: – Diga a esses negros o que você está pensando agora.
Sem pestanejar, respondi:
– Eles são tão simpáticos! – retirei a blusinha, apresentando os meus peitões inflados – Quero meter com eles também.
Novo silêncio... até que o cara que se apresentou como Artur, exclamou:
– Você o quê?
– Isso, mesmo! Faço o que você quiser... Acho que o meu amante aqui, não se importa.
Olhou para o Joel, que consentia com a cabeça, e perguntou:
– Você pode chupar meu pinto preto?
– Sim, posso. – “Meu Deus, eu me tornei uma puta, mesmo! Estou me oferendo aos mendigos negros”, foi o meu pensamento.
– Você deixa gozar na boca?
– Quanta pergunta! Goza onde quiser! – eu já estava mal-educada de tão impaciente.
Enquanto eu, ajoelhada, desfivelava o moço sem-teto, olhei para o cara mais velho, de aparentes 50 anos, e perguntei:
– E você, rapaz! Não quer me mostrar a tua ferramenta?
Antes dele responder, eu já estava com a do outro na mão, e acabei comentando:
– Você nem é tão preto assim!
A rola ia crescendo, e ele disse:
– Sim. Acho que mamãe traiu o papai com um cara branco.
Depois que eu já estava chupando essa, veio o tiozinho, com a tora na mão, mas disse:
– Não sei... Joel é meu sobrinho, e...
Avancei para abocanhar a jeba. Dei umas chupadonas, e disse:
– Sério, titio? Qual a sua graça?
– Meu nome é Jackson, mas pode me chamar de Senhor Jack.
– Há, há, há... que da hora!
Dali a pouco, não teve mais espaço para conversa, e eu era uma puta casada numa rodinha de boquetes aos cacetes negros. Chupei os paus pretos por mais de meia hora, e depois, com todos eles gozando na minha boca, com a porra escorrendo para o meu queixo, se alojando entre os meus peitões,...
Levantei dizendo que era hora de eu pegar a minha filha na escolinha. Entrei no carro, e só depois de olhar para o retrovisor, vi a minha cara toda gozada. Depois de engatar a segunda, peguei um lenço no console e limpei – bem mal limpado, inclusive. Parti para a escola, e na volta para o veículo, já com a minha filha de 10 anos, vi o mendigo, negro e meio velho, num Chevrolet antigo.
Durante o trajeto, vi que ele me seguia, e a bacorinha pedir rola, quase que imediatamente. Minha filha estranhou:
– Mamãe, você está com um riso esquisito no rosto!
Minha lembrança foi para as rolas, e a roda de boquete que eu protagonizei. Depois do devaneio, respondi:
– Que isso, filha? Impressão sua!
Desci, e mandei a menina subir para o quarto, logo após destrancar a porta. Eu sabia que ela iria imediatamente para a internet, se esquecendo da vida. Virei e vi o Senhor Jack parado no portão…
Dali a pouco, eu entrava na suíte com o negão apalpando a minha bunda. Ele colou no meu ouvido, e disse:
– É aqui que a piranha mora? Bela casa!
– Sim, Senhor Jack!
Era hora de tomar no cu. Debrucei na cama, e enlaçando a minha tanga com as duas mãos, ele puxou, de um jeito jamais vivido por mim. Sorte que a rola veio lubrificada, e toda a jeba de uns 23 centímetros adentrou o meu reto sem muitos problemas. Em meio às minhas gemidas, ele perguntou:
– Seu marido está em casa?
– Ai,… Não querido! Por que ele estaria?
O mendigo negro me deu uma cuspida, por trás mesmo, mas que senti as gotículas, dizendo:
– Responde direito, sua vaca!
– Sim. Me desculpe, senhor!
Ele me soltou, e me virando, perguntei:
– Qual a sua idade?
– 52. Mais alguma pergunta?
– Idade perfeita! E aquele carro?
– Tenho minhas economias. Sou aposentado… por invalidez.
Ele entrou no banheiro, enquanto eu raciocinava. Fui atrás, e o encontrei, já mijando no vaso.
– Que pena! Queria que fizesse na minha boca! – e a minha buça umideceu novamente só de eu falar isso. – Que invalidez pode ter toda essa virilidade?
Ele me olhou com uma cara de raiva, percebendo que eu misturava assuntos de sexo com, sei lá,... de trabalho. Avançou, me puxou pelo coque do cabelo, e mergulhou a minha cara no vaso, dizendo:
– Quer apreciar a minha urina? Vai lá.
Achei a atitude muito sexy, e fiz questão de apresentar submissão. Fui para trás, afim de lamber a bunda dele. Ele percebeu e me mandou uma bofetada, antes de consentir. Arcou, e eu já mais calminha, abri a bunda do negão, e com carinho, lambi o cu dele.
O colega Artur tava gritando no portão, e não sei como, mas minha filha veio me bater na porta, avisando:
– Mamãe, tem um cara mal-encarado, acho que pedindo esmolas lá fora.
Saí de toalha para atender o desalojado, quando ele entrou em festa, me apalpando a bunda. Já dentro do quarto, ele me deu umas dedadas no cu, e saiu para a sala novamente.
Trouxe a poltrona da sala, encostou na porta, e me puxou de encontro a ele para comer a buceta. Achei lindo e romântico, o gesto. E enquanto eu cavalgava na bacorinha, o pau médio, Seu Jack resolveu comer o meu traseiro, em simultâneo.
Era dupla penetração, e minha pregas foram para o saco de vez. O mendigo mais velho me tapava a boca para eu não gritar, mas fui para o céu de delícias das casadas ordinárias, e violadas por trás.
Depois disso, eu precisava tomar alguma porra, e foi isso que aconteceu: permaneci com a boca aberta, esperando. Artur masturbou e esguichou uma dose farta na minha língua. Esperei a esporrada do Senhor Jack, e ela veio inundante. Fiquei e boca cheia, e gargarejei antes de engolir. Exclamei:
– Hum, que bom! Que consistência!
– O corno também goza assim? – perguntou Artur.
Franzi a sobrancelha antes de responder:
– Não sei. Nunca provei.
– E o Joel? – perguntou Senhor Jack.
Fiquei confusa naquela hora:
– Quem é Joel, querido?
– Há, há, há,… – os dois riram ao mesmo tempo, quando recobrei o sentido.
– Ah, o Joel. Diga a ele, que o amo… ou melhor, acho que amo mais o senhor agora, Senhor Jack. – e olhei com admiração para a ferramenta negra.
Antes deles saírem, preparei um jantar, estando só de calcinha. Mas vi que minha filha desceu, e os mendigos também já saíam do banho, vestindo roupas do meu marido, botei o vestido. Ela comentou:
– Você é muito caridosa, mamãe!
Subiu para o quarto, e não quis jantar com a gente.
Lá pela onze, meu marido chegava:
– Querida, cheguei! – com um sorrisão no rosto.
– Oi, papai! – disse minha filha.
– Como foi o trabalho? – perguntei.
– Nada de novo. E por aqui?
– Nada diferente! – respondi, mas pensando: “Exceto pela melhor foda que eu tive na vida”.
2 dias depois: “Eu queria que meu marido viajasse logo, para eu poder ter mais tempo com os meus mendigos negros”, era o meu pensamento.
