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Meu irmão gêmeo

Um conto erótico de Havi
Categoria: Gay
Contém 742 palavras
Data: 23/09/2026 17:54:39
Assuntos: Foda, Gay, Incesto, irmão

Meu nome é Havis, na época tinha vinte anos e o corpo de quem está há sete meses na academia: peito marcado, ombros largos, coxas firmes e a pele sempre bronzeada pelo sol de Arraial do Cabo. Meu cabelo é cacheado, loiro de sol, e meus olhos são pretos. Thiago é o meu irmão gêmeo monozigótico. Somos idênticos até na respiração. Desde criança fazíamos tudo juntos: banho, dormir na mesma cama, compartilhar segredos. Temos uma ligação muito forte até hoje.

Eu tinha muito medo de me assumir gay pra família. Até que, com uns dezesseis anos, Thiago pegou meu celular e viu umas mensagens que eu mandava pra um paquera. Nada demais, mas meu coração foi parar na boca quando ele me chamou pra conversar. Pra minha surpresa, ele aceitou bem tranquilamente. Conversamos, ele disse que achava que eu deveria contar pra nossa mãe. Foi o que eu fiz. A família aceitou de boa. Desde então sou assumido, e como de costume eu e Thiago continuamos fazendo quase tudo juntos: treinar, estudar, cursos, praia…

Foi numa dessas, já com dezoito anos, que eu, Havis, conheci o Luís. Ele tinha dezenove, era gato pra caralho, tinha ido conhecer Arraial e ia ficar só uma semana. Eu levei ele pra casa. Minha mãe estava no trabalho e eu já tinha armado pra Thiago sair… meio que expulsei ele.

Chegamos e a casa estava vazia. Entramos e já fomos direto pro meu quarto. Eu joguei o Luís na cama, ele caiu sentado. Puxei o short e a pica já pulou pra fora, dura, grossa e veiuda. Eu caí de boca sem dó, engolindo até a base, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte de macho. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta com vontade, me fazendo engasgar, baba escorrendo pelo queixo e pingando no peito. Depois o Luís levantou, me beijou com fome, me jogou na cama de bruços, tirou minha bermuda e abriu minha bunda com as mãos. Chupou meu cu com voracidade, enfiando a língua bem fundo, lambendo, cuspendo e chupando até eu gemer alto e rebolar na cara dele. Quando ele pôs a cabeça do pau na minha entrada, eu já estava babando. Foi enfiando bem devagar, centímetro por centímetro, até o saco bater no meu. Começou a socar com força, o pau grosso abrindo meu cu, fazendo barulho molhado a cada estocada. Depois tirou, me colocou na posição de frango assado, enfiou de uma vez só e me beijava ao mesmo tempo, gemendo no meu ouvido.

Nessa posição eu tinha visão da porta que eu tinha deixado aberta sem querer. E eu vi. Meu irmão estava nos observando. Thiago estava de pau duro, passava a mão por cima do short alisando o volume grosso, o olhar fixo no meu cu sendo arrombado. Eu confesso que aquilo me deixou ainda mais louco. Gemia mais alto, pedia pro Luís foder com força, rebolava no pau dele… e o Thiago não tirava o olho da gente. Até que o Luís falou que ia gozar, tirou o pau do meu cu e gozou na minha cara e na minha boca, jatos quentes e grossos escorrendo pelo queixo. Thiago se escondeu. Eu e o Luís fomos tomar banho. Mais tarde o Luís foi embora. Thiago fingiu que tinha acabado de chegar. Eu fingi acreditar.

No dia seguinte minha mãe ia pra um encontro e falou que talvez não voltasse pra casa, mas avisaria. A gente que se virasse com a comida. Escolhemos pizza. Minha mãe é nova, bonita, inteligente e gosta de farra. Thiago já tinha falado que, se ela não voltasse, ia comprar umas cervejas pra gente beber.

Às 23h40 chegou a mensagem confirmando o que a gente já sabia:

“Queridos, não volto hoje. Se cuidem e se comportem. Mãe ama vocês.”

Thiago já foi pedir a cerveja. Quando chegou, ficamos bebendo na varanda do segundo andar. Bebíamos e conversávamos… e dessa vez eu bebi de verdade. Uma, duas, três latas. A cabeça começou a girar, o corpo ficou pesado, a voz enrolada. Thiago percebeu.

— Acho melhor pararmos. Você já tá bem bêbado, Havis.

Ele levantou, passou o braço por cima dos meus ombros e me ajudou a andar até o quarto. Eu mal conseguia ficar em pé. Ele me deitou na cama com cuidado, tirou meu short e me deixou só de sunga e camiseta. Eu já estava quase apagando, os olhos pesados, a respiração lenta.

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