Olá, meus gatinhos! Franzinha aqui novamente, pra dar continuidade a essa série. Essa é a segunda subparte do último conto. Gostaria de saber de vocês se querem que eu publique fotos que fiz baseadas em mim, pra ilustrar pra vocês como eu estava em cada capítulo dessa série. Se for positivo, eu dou um jeito de criar um álbum e compartilho aqui com vocês. Comentem, deem estrelinhas e me mandem mensagens, porque quero saber se estão gostando! Beijinhos!
PARTE 15 - A FINAL DO CAMPEONATO II
Ao sair do banheiro, com o cabelo bagunçado e a blusinha babada e praticamente transparente por ter tido a boquinha violentada uma última vez pelo Robson, visualizei as arquibancadas. Estava lotado, muita gente veio acompanhar o jogo. Eu procurava em volta, mas ainda não conseguia achar meus pretos. Porém, vi um espaço próximo a entrada da quadra com uma faixa da escola Moretti. Fui até lá, saltitante e feliz, porque essa era minha nova morada. Enquanto me aproximava, via o pessoal da minha escola me olhar torto, sem entender porquê eu além de ter virado uma vagabunda estava indo pra torcida adversária. Notei que a maior parte das pessoas na torcida pelo time dos meus machos eram pessoas pretas e claramente pobres. Um senhor de idade, sentado segurando uma bengala, me cumprimentou e sorriu. Ele se identificou como Jorge, disse que era avô do capitão do time, que naquele momento eu descobri se chamar Marcelo. Como eu não fazia ideia de quem era quem, ele me mostrou uma foto, e vi que era o rapaz que foi me buscar no portão da escola quando fui lá ser fodida por eles. O senhor era muito parecido com o neto: bem preto e muito feio. Porém, era muito simpático e querido. Já era careca e o pouco cabelo que tinha era um branco amarelado, assim como a barba cheia. Ele era desdentado e tinha cheiro de cigarro muito forte. Era um senhor barrigudo, parrudo, dava pra ver que devia ser forte e trabalhado com algo braçal quando jovem, pois suas mãos eram bastante calejadas. Ele usava roupas surradas e tinha um sotaque de interior, com trejeitos bem caipira.
- Você deve ser a Fran, não é? - ele me perguntou, sorrindo com aqueles poucos dentes amarelos
- E-eu? Eu sou sim. - respondi surpresa - Como o senhor sabe quem eu sou?
- Meu neto já me falou de você. Ele inclusive já me mostro uma foto sua.
- E-ele m-mostrou? C-como era a foto? - fiquei vermelha e gaguejando, já que as fotos que sabia que o Marcelo tinha eram as que Robson enviava pra ele, após eu ter chupado a pica dele e dos meninos
- Era uma foto muito bonita. - ele me olhou fundo nos olhos e sorriu de forma sacana - Você é muito linda, mais ainda pessoalmente.
- O-obrigada! - eu falei, muito feliz com o elogio e sorrindo. Não consigo resistir a alguém me elogiando, como vocês sabem bem
- Que bom que você veio torcer pela gente hoje, mocinha. - o velho me olhava de cima abaixo, com uma cara de tarado sem vergonha
O velho seguiu falando comigo e me contou várias coisas sobre o time que eu desconhecia. A escola Moretti fazia parte de um programa de governo pra estudantes da periferia e de baixa renda, focado em pessoas pretas. Também tinha inclusão de imigrantes, dois rapazes do time eram haitianos. O alojamento que eu conheci era bancado pela escola, e eles recebiam um auxílio pra que continuassem estudando e se dedicando ao esporte. Porém, os 9 jogadores do time eram repetentes ou que abandonaram a escola em algum momento, nenhum deles tinha idade escolar. Essa era uma das condições do programa também, reinserir as pessoas na escola pra que voltassem a estudar. Marcelo era o mais novo e já tinha 24! Os outros tinham entre 28 e 36 anos! Eu fiquei muito chocada, isso explicava porquê eles eram tão feios, estavam mal cuidados e desgraçados pelos problemas da vida. E por incrível que pareça, eu me senti ainda mais excitada e apaixonada por eles em saber disso, porque sentia que estava dando um conforto e trazendo algo de bom praqueles homens tão sofridos. Eu era uma novinha de 18 anos, toda branquinha e macia, nas mãos de pretos judiados com até o dobro da minha idade. Não podia ficar mais feliz com a vida ter feito nossos caminhos cruzarem, porque eles precisavam de mim e eu precisava deles. Ele me contou quem era quem e suas idades: Marcelo (24), capitão do time, Rafael (29), André (32), Wellington (28), Jackson (28), Digão (36), Nando (30) e os dois haitianos, Jonah (31) e Clarence (30). O velho também me falou dele, disse que tinha 65 anos e era viúvo. Vivia sozinho, numa casa pequena em frente a escola. Disse que desde o ano passado, quando teve uma queda, tem muita dificuldade de andar e precisa usar bengala, além de não conseguir cuidar da casa como precisa. Ele inclusive pediu ajuda pra tirar o casaco que estava, coitado. Fiquei com tanto dó daquele senhor, e quando ia dizer que iria me mudar pro alojamento com os rapazes e seríamos praticamente vizinhos, os times vinham chegando pra entrar na quadra. O ginásio foi a loucura, muita festa e barulho. A equipe de Robson parecia acuada, com medo, nervosa. Já o meu time de pretos vinha de cabeça erguida, confiantes. Eu desci rapidinho enquanto eles passavam pra que me vissem e desejar-lhes boa sorte, e simplesmente TODOS me abraçaram, beijaram e apertaram minha bunda. Um a um, eles me beijavam de língua e entravam na quadra. O pessoal nas arquibancadas ficou olhando com os olhos arregalados, principalmente as mulheres. Eu via o olhar de nojo e reprovação por eu estar deixando aqueles homens feios me beijarem daquela maneira. Eu conseguia sentir a repulsa, o asco. E eu sorria e ficava na ponta dos pezinhos pra beijar aquelas bocas com aquelas línguas enormes, com saliva espessa e hálito ruim. Como era uma delícia ser amada! Não me importava se a maioria delas não gostava, eu me sentia uma deusa por essa forma tão incrível de ser vista por aqueles feiosos famintos como se eles tivessem acesso livre ao meu corpo em qualquer lugar. Voltei pro meu lugar ao lado do senhor Jorge e ele me olhava com uma cara de sem vergonha muito maior do que antes. Fiquei de pé ao lado dele, pra que eu pudesse enxergar a partida.
O jogo começou intenso, com muita velocidade e habilidade. O time de Robson errava passes fáceis, tomavam roubadas de bola bobas, e o time Moretti aproveitava pra fazer várias cestas, principalmente de três pontos. Digão era um monstro nisso, colocava a bola com a maior naturalidade na cesta, não importava a distância. Cadu e Dio se estranharam na quadra por erro técnico, Robson teve que intervir. Estava sendo um massacre. A cada ponto do time Moretti, eu vibrava, comemorava, sorria e interagia com o Seu Jorge, que também estava bastante animado. De repente, em uma das cestas feitas pelo Marcelo, enquanto eu saltitava feliz, senti a mão do velho Jorge passando de leve de forma descuidada e rápida na minha bunda por cima da saia. Eu me surpreendi com aquilo e travei com os olhos arregalados. Não estava esperando um velho barrigudo daqueles me tratar daquela maneira. Olhei de canto pra ele e ele fingia que não havia feito nada, sorrindo e olhando pra quadra, enquanto batia palmas. Achei que talvez tenha sido apenas um acidente, talvez ele quisesse tocar nas minhas costas ou bateu de forma involuntária, e fiquei concentrada olhando o jogo. Mais uma cesta de 3 pontos do Marcelo e senti novamente a mão do velho alisar minha bunda, dessa vez mais demorada, o que me fez ver que era de forma consciente. Ele realmente estava fazendo isso por querer. Eu fiquei chocada, não sabia o que fazer, mas lembrei que ele tinha me chamado de linda antes. E poxa, era um senhor tão simpático, estava com dificuldades pra andar. Não teria mal nenhum permitir que ele apalpasse a bunda redonda de uma novinha branquinha como eu, né? Além disso, era uma forma muito bonita de demonstrar que ele torcia pelo neto e que respeitava a nova puta do time, mesmo sem saber que eu iria assumir esse papel. Talvez ele só quisesse demonstrar carinho por mim, vai saber o que o Marcelo tinha falado pra ele. Decidi não me importar e permitir que ele fizesse isso, mas me fazendo de inocente e fingindo que não percebia, acho que era esse o jogo que ele queria jogar. No próximo ponto que o Marcelo fez, quando ele colocou a mão na minha bunda, eu empinei pra que ele alisasse bastante e dei umas leves reboladinhas como se estivesse comemorando. Olhei por cima do ombro e o velho estava com os olhos brilhando sem acreditar. Quando ele tirou a mão, eu me virei pra ele e sorri bastante, me abaixei perto do ouvido dele e falei "tomara que o Marcelo faça bastante pontos pra que a gente possa comemorar, né?". Jorge sorriu sacana e concordou com a cabeça. Me voltei pra quadra novamente e fiquei provocando, mexendo o quadril pra lá e pra cá, o vovô provavelmente estava hipnotizado com meu rabo grande balançando na frente dele e super acessível pra que ele alisasse. Quando um novo ponto do Marcelo saiu, Jorge perdeu qualquer receio e enfiou a mão sem medo na minha bunda. Apertou com vontade, gostoso, fazendo meu rabo balançar. Ele deve ter interpretado o que falei como um sinal verde pra avançar e foi com tudo. Eu continuei olhando pra quadra e gritando pra comemorar, mas aquilo me deixou com muito muito tesão. Empinei na mão dele e rebolei mais. Quando ele tirou, me inclinei e disse, pra provocar "adoro quando o Marcelo faz cesta, mas a gente tem que comemorar muito os pontos de todos, não só os dele". Eu pude ver o fogo nos olhos daquele preto velho entendendo o recado. A partir daquele momento, a cada cesta que o time Moretti fazia, o velho apertava minha bunda sem pena. Como ele sabia que eu estava gostando, já que empinava a cada apertada, ele não teve problema nenhum de enfiar a mão por baixo da saia e alisar diretamente a minha pele macia. Eu estava adorando aquilo, sentindo aquelas mãos calejadas e ásperas de macho afofando minha carne. E era extremamente excitante estar ali, no meio de tanta gente, com um velho grisalho abusando de mim e eu me fazendo de louca como se não soubesse o que ele estava fazendo. Ele começou a ousar e apertava com mais força, afastava minhas nádegas e alisava meu cu por cima da calcinha, descia os dedos até minha buceta, que por sinal já tinha deixado a calcinha completamente molhada. Cada vez que eu olhava pro seu Jorge ele estava com uma cara mais de tarado, e não foi difícil notar que a pica dele estava muito dura enquanto fazia isso. Dava pra ver o volume sob a calça de moletom, acho até que ele estava sem cueca. Era uma pica visivelmente grossa, comprida, típica de negrão. Eu salivava imaginando aquilo, queria pegar na rola dele e atestar o tamanho, o gosto, o cheiro. Aquele jogo de excitação com ele alisando minha bunda durou até o final do jogo, quando o juiz apitou o fim do último quarto e o ginásio explodiu com a vitória do Moretti. Ajudei o Jorge a levantar pra que olhássemos a vitória do time do neto dele, e "acidentalmente" alisei aquela pica por cima da calça. Era dura como pedra, minha imaginação foi longe ao sentir o quão veiuda era ela, mesmo com o tecido grosso da calça. A partida estava encerrada e meus machos tinham sido campeões. Foi realmente um massacre, uma diferença de mais de 70 pontos. Robson e os meninos estavam desolados, de cabeça baixa, e Marcelo e meus pretos, pelo contrário, comemoravam efusivamente, com os punhos pro alto, se abraçavam, ouviam os gritos e os aplausos do ginásio. O velho voltou a ficar com a mão por baixo da minha saia e enfiou a ponta do dedo no meu cuzinho. Eu olhei pra ele sorrindo, feliz demais por meus machos terem saído campeões, e ele sorrindo, gentilmente disse "agora desce lá e vai comemorar com eles no vestiário, minha bonequinha". Eu sorri, dei um beijinho no rosto dele e empurrei minha bunda pra trás pra que o dedo dele entrasse mais no meu cu, e saí pra recepcionar meus homens na saída, aos gritos de "é campeão" por todo mundo que veio assistir.
Marcelo e o resto do time carregavam a taça, e quando me viram, começaram a gritar eufóricos, felizes. Digão me pegou no colo e me colocou no ombro dele como se eu fosse um papel, com todos eles indo em direção ao vestiário. Por estar em cima do ombro dele, minha saia subiu, revelando meu rabo com a calcinha atolada no cu pra todo o ginásio ver. Fora que estava molhada por tudo que o Seu Jorge fez comigo durante o jogo. Quando entramos no vestiário, estava parecendo uma extensão do alojamento deles na Moretti. Estava fedido de suor, bagunçado, com as coisas atiradas por todos os lados. Quando todos entraram, André trancou a porta. Era apenas o time e eu ali dentro. Eu me sentia tão especial, eles queriam dividir aquele momento tão lindo e vitorioso comigo. Eles estavam ensopados de suor, os uniformes completamente molhados e, obviamente, estavam bem fedorentos. Eles todos tiraram as roupas e os calçados, jogaram tudo no chão e fizeram uma rodinha abraçados. Aquelas rolas balançando e eu completamente intoxicada com aquele aroma de pica suada. Eu fiquei no meio e tentei sair, mas Marcelo pediu pra que eu ficasse ali e pediu a palavra.
- Caralho, pessoal. - ele ainda estava muito esbaforido e visivelmente emocionado - Eu não tenho palavras pra descrever a alegria que tô sentindo de ter conquistado esse título com vocês. Só a gente sabe o quanto nós batalhamos pra isso acontecer, foi um caminho suado, mas a gente conseguiu. E eu queria dedicar essa vitória a nossa musa aqui, a Franzinha
- O-oi? E-eu? Mas por que? - falei surpresa, sem entender nada, enquanto todos berravam meu nome
- Fran, a gente muitas vezes não tinha motivação pra treinar, não víamos possibilidade desse sonho aqui se tornar real, mas foi graças a você e o seu namoradinho Robson que buscamos esse título - Marcelo falava com ar de confiante, punho pro alto e recebendo incentivos dos outros rapazes - Porque quando ele começou a mandar fotos suas pra gente, se gabando de ter uma branquinha como você, a gente sabia que íamos ter que massacrar o timinho dele. Colocamos você na nossa parede e fizemos um pacto entre nós: iríamos roubar você dele.
- Nossa, rapazes... - eu disse, emocionada e feliz de ouvir isso - Eu não sei nem o que dizer. E-eu... Ninguém nunca me valorizou tanto assim.
- Por isso fizemos o acordo com ele, Fran - Nando tomou a palavra, enquanto coçava a barba cheia que tinha - Combinamos de pegar leve em troca dele mandar você dar pra gente, mas nunca planejamos cumprir nossa parte do acordo.
- É, gata. Agora os negão da Moretti é campeão e a Franzinha é toda nossa, porra! - Marcelo berrou e geral começou a pular com gritos de "hey, hey, hey" em torno de mim
Esses pretos podiam ser horríveis, mas o coração deles era lindo! Foi a maior prova de amor que eu já tive. Eles me salvaram, me deram um novo propósito de vida. Não poderia ser mais grata. Enquanto eles pulavam em volta de mim eu sorria feliz por saber que agora teria 9 machos pra me cuidar e pra que eu cuidasse deles. Eu estava no paraíso! Queria ser deles pra sempre!
- Agora, Franzinha cachorra - Marcelo disse, assim que passou a euforia de todos eles, me fitando com uma expressão bem séria - Vamos te dar o tratamento de princesa que você merece. Ajoelha pros seus criolo, sua cadela!
Marcelo me puxou pelos cabelos e me jogou no chão ajoelhada. No mesmo instante, aquelas 9 toras pretas saltaram diante dos meus olhinhos verdes e eu abri um sorriso gigante de satisfação. Eles estavam fedendo muito, com aquele cheiro de macho empregnado, misturado com o odor de suor depois de um jogo intenso. Eles se aproximaram e começaram a bater com aqueles mastros bem duros no meu rostinho. Eu ria, feliz, realizada, plena. Comecei a punhetar e chupar aqueles pretos, olhando pra cima com olhar de pidona, querendo demonstrar minha eterna gratidão por serem tão carinhosos comigo. Eles estavam ainda mais ferozes do que na noite anterior. Me seguravam pelos cabelos, davam tapas fortíssimos no meu rosto e socavam as picas alternadas na minha goela, esfregavam meu rostinho nas bolas pentelhudas deles. Eu engasgava, tossia, ficava com os olhos vermelhos e lacrimejando. Chegava a dar ânsia de vômito de tão fundo que eles atingiam minha garganta com aqueles paus. Eles me olhavam com uma expressão de raiva e diziam olhando nos meus olhos que eu era "apenas um conjunto de buracos pra que eles socasse o pau". Eles fodiam minha boca e perguntavam se eu não concordava. Eu de boca cheia de pica apenas murmurava em concordância. A minha calcinha estava completamente ensopada, o melzinho escorria sem limites. Digão puxou meu quadril pra cima, me fazendo ficar inclinada com a cara nas picas, e veio por trás de mim. Afastou a minha calcinha e cuspiu no meu cu, seguido de uma sessão de linguadas bem fundas. Eu sentia aquela língua quente percorrer a entradinha do meu rabo de uma forma voraz, sedenta. Em seguida ele ficou de pé e pincelou a cabeça daquela rola enorme na minha buceta, apenas pra lubrificar com o meu suquinho, e foi enfiando devagar no meu cu. Eu sentia ele me alargar, gemia muito com a boca ocupada, tentando ainda me adaptar ao tamanho das rolas dos meus novos comedores. Ele começou a bombar com força e eu percebi que seria novamente impalada naquelas picas maravilhosas. Eu não conseguia mais esconder: eu amava dar o cu, mas pra eles era muito mais. Eu sentia uma necessidade imensa de sentir os 9 socarem sem pena no meu cuzinho, queria ficar larga e com as pregas acabadas por toda a fome e vontade daqueles pretos feios em foder o rabo de uma novinha branca. Eu amava tanto ter meu cu devorado por ele que comecei a gemer e rir ao mesmo tempo, em êxtase por ser tão bem tratada daquela forma. Eu olhava pra trás sorrindo, vendo o tesão nos olhos daquele negrão arrebentando meu cu rosinha, e voltava deixar os outros foderem minha boca. Eles gritavam coisas como "vai, Franzinha cadela", "de punheteira a chupadora de cu", "vadia dos preto pobre do Moretti". Eu ficava me sentindo uma completa deusa na mão daqueles machos, me babava toda e ria muito ouvindo essas obscenidades. Um dos haitianos, o Clarence, me pegou no colo como se eu fosse uma pluma, sentou numa cadeira que tinha no vestiário e me botou sentada em cima dele, de costas. Comigo apoiada no peitoral suado e musculoso dele, eu arqueei minhas pernas enquanto sentia aquela pica gigante adentrar meu cu que já estava fervendo por tantas pirocadas que o Digão me deu. Na mesma hora, André e Wellington vieram dos lados e me botaram pra chupar, revezendo nas picas deles. Eu olhei de rabo de olho pra frente e vi o Nando rindo e se aproximando, enquanto se punhetava. Eu imaginei que ele fosse socar na minha buceta, mas não. Ele enfiou devagar junto com o Clarence, o que me fez arregalar os olhos com a dorzinha aguda que isso me causou e dar um gritinho abafado pela rola do André. Se uma piroca daquelas já me deixava completamente preenchida e arrombada, imagina duas. Mas eu AMAVA isso. Era como se meu cu fosse feito pra ter dois paus deles juntos me arrombando. Eu nem ligava se eu ia ficar com dificuldade pra sentar depois, o que me importava era eles foderem o meu cu em dupla do jeito que preferissem. Eles começaram a bombar sincronizadamente e Nando segurando meu pescoço com força. Eu fui a loucura com aquilo tudo e gozei de me tremer. Senti um calor por dentro e cheguei a esguichar na barriga dele, que ria junto com os outros. Eu estava entorpecida com tanto tesão.
- (slurp) I-isso, meus machos. Arregacem o meu cu com vontade - eu falava enquanto mamava as rolas que me davam na boca - Não fiquem acanhados, p-podem socar o quanto quiserem (slurp) Eu amo essas rolas enormes, eu pertenço a elas.
- Essa piranha é muito idiota mesmo! hahaha - Nando falava enquanto tirava o pau do meu cu, dando lugar ao outro haitiano, o Jonah - Hoje vai ser só no cu, viu branquinha
- Aaaah, sim sim sim! - eu falava gemendo manhosa enquanto sentia a pica de Jonah me preencher junto com a de Clarence, as duas eram as maiores entre os 9 - O-obrigada por isso! O meu cu merece, vocês merecem o meu cu!
- Vuxê gosta di dar esse cu, sua putenha? - Jonah falava com aquele sotaque característico enquanto dava muitos tapas no meu rosto, me deixando toda vermelha
- Aaaah eu amo! E-eu amo demais! Eu quero sempre que vocês alarguem meu cu como preferirem! Façam como quiserem, podem sempre socar duas picas nele. Eu aguento, eu quero!
- Puta, idiota, piranha! - Jackson falava enquanto socava o pau cabeçudo na minha boca
- (slurp) S-sim, eu sou! Eu sou a mais cadela de todas, eu não tenho valor nenhum além de servir de buraco pra vocês! - eu falava sorridente, toda babada, completamente acabada - (slurp) hoje eu vou me mudar pra lá e isso aqui vai ser a nossa rotina. Todo o meu corpinho branco vai estar a disposição de vocês, me fodam quando, onde e como quiserem, seus pretos!
Eles se empolgavam tanto com essa ideia de me ter morando com eles que conseguia perceber nitidamente que me fodiam com mais vontade. Trocamos de posição e eu fiquei de 4 em cima de um deitado no chão, enquanto o outro vinha ajoelhado por trás. Foram várias rodadas de duplo anal, eu sinceramente não sei como meu cu aguentou tanto. Sentia ele largo já, saindo pra fora. Todos faziam questão de me humilhar, socavam as pirocas dentro do meu cuzinho e diziam que eu estava arrombada, que meu cu estava virando uma buceta. Eu sorria e agradecia, me sentia esplêndida por proporcionar isso pros meus machos. Aos poucos, eles foram gozando um a um. Era porra na minha boca, no meu rostinho, no meu cabelo, nas minhas costas, nos peitos, mas principalmente no cu. Ficava uma lambança completa e eles seguiam metendo. Ao fim daquela nossa comemoração, depois dos 9 pretos terem me encharcado de porra e deixado minha buceta quietinha, eu estava exausta, acabada, toda melecada e suada. Eu sentia a porra escorrendo do meu cu e dava beijinhos na cabeça do pau de cada um, dizendo "obrigada por acabar com meu cuzinho". Até que Marcelo então pegou a taça do campeonato e me entregou, e eu fiquei segurando ajoelhada, rodeada por picas semi duras, depois de ter esvaziado aqueles sacos bolotudos. Ele tirou uma foto minha dando um sorriso largo e fazendo o sinal de vitória. Ele disse que ia mandar pro Robson, pra ele ver o que perdeu: o campeonato e a putinha branca. Agora eu pertencia aquele time, e não podia estar mais feliz com isso tudo!
CONTINUA