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Me viciando em machos 19 - Indo ao Futebol

Um conto erótico de Paulo Martins
Categoria: Gay
Contém 2523 palavras
Data: 23/09/2026 11:13:27
Assuntos: Anal, Boquete, Foda, Gay

A história que vou contar hoje aconteceu de forma inesperada. Eu tinha ido ver um jogo de futebol com o meu pai e, por uma daquelas coincidências da vida, quem estava sentado ao lado dos nossos lugares era o Jonas, acompanhado da esposa e do filho. O Jonas tinha sido o meu melhor amigo até eu ir para a faculdade; ele não foi porque engravidou a namorada, a sua atual esposa, e teve que casar cedo, o que nos acabou por afastar. Tínhamos sido muito próximos e aprontado muitas coisas juntos.

Quando me viu, ficou radiante, veio logo dar-me um abraço forte e apresentou-me o filho, todo orgulhoso. Passámos o jogo todo a conversar e, no final, ele obrigou-me a prometer que lhe faria uma visita no dia seguinte, em casa dele, pois estava de férias e assim pôríamos a conversa em dia. Como eu também estava de férias, aceitei na hora.

No dia seguinte, lá estava eu na casa dele. Ele tinha tido sucesso na vida, morava numa casa grande e bonita. Recebeu-me com outro abraço forte e foi-me mostrando a casa. Depois, acabámos sentados no sofá a ver televisão. Ele, como sempre abusado, colocou as pernas em cima de mim. Eu sabia que ele era assim, mas o que ele não sabia é que aquelas coisas agora me deixavam louco de desejo, e ele não era exceção; é um homem bonito por quem sempre senti atração, só que na altura eu ainda não entendia bem o que aquilo significava. Estava tudo a correr normalmente, até que o assunto da conversa passou para a sacanagem.

— Tu te lembras, Paulo, de como nós dois éramos safados?

— Se lembro? Estávamos sempre aprontando, hehehe.

— Adorava estar contigo. Sempre arranjávamos algo para fazer. Se não houvesse nada, lá íamos nós ver um filme pornô e bater uma punheta.

— Nem sei como as nossas mãos não ganharam calos, hehehe.

— Isso era porque éramos ingênuos. Dois caras podem se divertir muito bem. — o safadinho do meu amiguinho de infância acariciou a minha perna e subiu a sua mão pela minha coxa acima até chegar ao meu pau e apertou-o.

— Ah, sim... como?

— Ainda continuas ingênuo, Paulo?

— Essa fase já passou há muito tempo.

Fui para cima dele e o beijei. Ele ficou imóvel por um segundo, mas logo correspondeu com um beijo incrível. Jamais passou pela minha cabeça que o meu antigo melhor amigo gostasse de sacanagem com outro cara; a vida é mesmo cheia de surpresas.

— Nossa, Paulo, que beijo foi esse? Tu beijas gostoso demais.

— Não achas que os caras podem se divertir muito bem?

— Acho que fomos uns idiotas na adolescência. Vivemos batendo punheta quando tínhamos um ao outro para fazer algo bem gostoso, sem nenhum tipo de complexo.

— Concordo. E eu que sempre tive tesão por ti...

— Eu também, cara. Adorava bater punheta enquanto olhava para ti fazendo o mesmo.

— Ai, nossa, se eu soubesse... — e o beijei de novo. Desta vez foi ainda mais demorado; era o tesão da adolescência que finalmente estava sendo realizado.

O Jonas, que de início estava tímido, já estava todo assanhado — sempre foi assim — e começou a tirar a minha roupa, primeiro a camiseta.

— Nossa, como tu ficaste gostoso!

— Para um homem casado, tu também não estás nada mal.

— Deixa eu ver se este teu pau ainda é como eu me lembro. — Ele abriu as minhas calças e a minha vara apareceu, já bem dura.

— Nossa, esse pau já era grande, agora está enorme.

— Gostas dele?

— Porra, adoro, está a me dar água na boca. — Nossa, aquele meu amiguinho estava a sair-se melhor que a encomenda, eu fui safado com ele.

— Não é qualquer cara que sabe dar conta dele.

— Mas eu não sou qualquer cara, Paulo... — riu maliciosamente e levou o meu membro à boca.

— Uhmmm... caralho, o que é isso, Jonas? — gemi gostoso; ele sabia chupar um pau.

— Gostas?

— Caralho, tu mamas bem gostoso.

— Fazia tempo que não pegava num pau, cara.

— Tu és viado, cara?

— Acho que não, porque adoro comer a minha mulher.

— Tu estás a me deixar maluco, cara. Olha que eu não perdoo quando um cara como tu dá em cima de mim.

— Mas não é para perdoares, não. Louco estou eu aqui por ti, és tão gostoso que até estou ficando com calor. — Ele, meio desajeitado, tirou a camisa e eu pude confirmar que ele também estava em forma, todo musculadinho, sem pelinhos e com várias tatuagens, um tesão de homem.

— Tu também és bem gostoso, seu safado.

— Chega cá, esse pau gostoso, Paulo! — Nossa, ele agarrou o meu picão e eu o vi desaparecer na boca dele.

— Aiii, isso! Chupa assim, uhmmmm...

— Aiii, caralho! Que tu és tão bom, quero te ver pelado, tira essa roupa toda! — Me levantei e fiquei totalmente nu; ele ficou doido.

— Puta que te pariu, Paulo, tu és gostoso demais! — Ele me jogou contra o sofá e, enquanto eu estava sentado, ele se ajoelhou à minha frente e começou a chupar. Que puta chupada! Ele sugava o meu pau, eu puxava o cabelo dele, forçando-o a engolir tudo, e ele obedecia.

— Posso gozar na tua boquinha?

— Não! Ainda temos muita foda pela frente.

Ele levantou-se e despiu-se. Ele era mesmo um tesão: corpo magro, porém musculado, tinha uma bunda bem redondinha, o corpo de um verdadeiro macho. O pau dele também era um tesão, praticamente do tamanho do meu.

— Tu também és bem pirocudo — disse a ele, ele já de joelhos à minha frente enquanto eu estava sentado no sofá. Cada um agarrava o pau do outro.

— Quero que me fodas com essa vara — pediu ele.

— Tens certeza?

— Tenho!

Eu não fazia ideia da vida que ele levava, mas ele respondeu com tanta segurança que decidi parar de me preocupar e simplesmente fodê-lo com tudo.

Ele deitou-se no sofá, eu agarrei-o pelas pernas e empurrei-o para a borda. Aquele macho ficou numa posição irresistível. Abri-lhe as pernas e comecei a passar a minha vara pelo seu reguinho, que estava depiladinho. O meu amigo de adolescência gostava de levar vara no cu com frequência.

— Fode-me, Paulo.

— É para já.

Empurrei o meu pau naquele buraquinho e entrou facilmente.

Meu pau deslizou suavemente por aquele cuzinho quentinho, e de primeira encostei minhas bolas na bunda dele.

— Uhmmm, que pica boa! — ele gemeu.

— Este teu cuzinho é muito guloso.

— Nem imaginas o quanto... me come com tudo, Paulo!

— Nem precisas repetir... — Ri, abrindo bem as pernas dele e começando a foder para valer.

— Aiii, isso, Paulo! Uhmmmm...

— Toma, caralho!

Eu segurava as pernas dele enquanto o meu pau entrava e saía com toda a força. O ritmo das minhas estocadas era bem alto, porra, ele adorava. Aquele cu estava mais do que acostumado a levar vara, e o pau dele estava duro como pedra.

— Ai, que maravilha de foda... uhmmm...

— Toma, Jonas! — Empurrei a vara bem fundo. — Tu adoras, né?

— Adoro mesmo... mas também adoro foder.

Assim que sentiu meu pau sair, ele se afastou.

— Qual é, Jonas?

— Agora é a tua vez de experimentar a minha vara.

— Tu és foda, cara.

— Dois machos têm que saber se comer.

O meu amigo estava saindo melhor do que a encomenda. Ele se deitou no chão da sala e apontou aquele picão para mim.

— Vem, senta gostoso no meu pau.

— Não dou o meu cu há algum tempo; nas últimas semanas, tenho sido sempre o ativo.

— Melhor ainda. Vais sentir melhor o meu pau entrar bem fundo nesse cu, e eu adoro foder um cu apertado.

— Safado...

— Vem, senta logo, cara.

De costas para ele, agachei-me. Ele encaixou o pau na entrada do meu cu e deu-me um tapa forte na bunda.

— Vai, Paulo, senta logo, quero ver o meu pau desaparecer nesse cu.

Comecei então a sentar naquele mastro; era enorme. Assim que a cabeça entrou, senti aquela pressão de rola grande no meu ânus, mas fui descendo. Eu gosto de ser fodido assim, mas já não estava acostumado a um pau daquele calibre.

— Puta que pariu, tu és muito pirocudo, cara.

— Não reclames e fode logo o meu pau.

Ele agarrou na minha cintura e empurrou com força para baixo; o pau dele entrou todo. Senti uma dorzinha, e o meu pau até amoleceu.

— Ai, caralho, Jonas!

— Deixa de moleza.

Ele começou a me movimentar para cima e para baixo, e não demorou para o meu pau endurecer devido ao prazer daquela metida.

— Já estás duro outra vez, né?

— Sim, uhmmm.

— Então fode-me outra vez.

Saí logo de cima dele, adoro comer assim um cara macho. Ele colocou-se de quatro no sofá e eu, sem dó nem piedade, enfiei o meu pau todo de uma vez.

— Aiii, caralho, que bommmmmm…, isso, Paulão!

Agarrei-o pela cintura e continuei a fodê-lo com tudo. Nossa, o Jonas rebolava bem gostoso aquela bundinha carnuda no meu pau. Eu metia e tirava o meu pau daquele cuzinho como queria e ele continuava com o dele bem duro, o pau dele até babava e o safadinho estava sempre a gemer, mas, ao fim de algum tempo, ele fugiu novamente para a frente, veio logo para trás de mim e enfiou a mão na minha bunda.

- Agora prepara-te, que não vou ser meigo – disse ele, rindo, e enfiou um dedo no meu cu, que já estava bem soltinho.

- O meu cuzinho já sabe o tamanho do teu pau.

- Espero bem que sim, porque não vou ter dó dele.

Os dois de pé, ele empurrou-me um pouco para a frente.

- Arrebita bem esse cu.

Curvei-me ligeiramente, empinei bem a bunda e senti logo a vara dele a entrar no meu cu.

- Isso, mete essa pica grande.

- Cuzinho gostoso, ainda está bem apertadinho.

O pau dele custava a entrar, mas eu já só tinha tesão; e caralho, como é bom ser fodido por um cara que sabe foder.

- Podes enfiar tudo, seu safado.

- Então toma – ele abraçou-me e começou a bombear o meu cu. Nossa, que maravilha, o meu pau estava a explodir, cada estocada dele era um prazer, o meu pau babava também... Que foda gostosa.

- Ai, porra, que tesão, Jonas!

- Empina a tua bundinha para mim, empina.

- Soca, soca bem gostoso essa vara.

Empinei a bunda como ele pediu; ele abraçou-me e começou a meter o pau bem fundo.

- Isso, caralho, que delícia de cuzinho!

Enquanto ele me fodia, agarrou no meu pau, que estava duro como pedra e todo babado, e ele começou a dar estocadas ainda mais fortes.

— Tu também adoras uma boa pirocada nesta bunda, seu safado!

— Para caralho!

— Puta que te pariu, és perfeito — e ele saiu de dentro de mim — vem me foder de novo, vem;, mete essa piroca gostosa toda em mim, que tu és tesudo demais e eu estou quase gozando. Eu quero gozar com a tua piroca me arrombando!

— Mas que putinho mais safado que tu me saíste... vou estourar esse teu cu, seu safado!

Joguei-o no chão da sala, coloquei-o de lado e enfiei o meu pau bem fundo naquele cu guloso dele.

— Aaaah, caralho! Que delícia de piroca, eu não vou aguentar a minha gozada por muito mais tempo, não!

— Eu vou estourar esse teu cu até gozares, seu safado!

Comecei a socá-lo; o meu pau entrava e saía a toda velocidade naquele cuzinho. O Jonas se transformava quando eu o fodia, uma autêntica putinha, se contorcendo todo enquanto começava a berrar:

— Aii! Fode, fode, fode! Uhmmm, que piroca gostosa! Vou gozar!

— Goza, seu safado!

O meu amigo se contorcia todo, urrava muito e começou a gozar sem sequer tocar no próprio pau. Que tesão ver um cara daqueles a gozar assim, com o meu pau atolado no cu dele.

— Gozaaaaa, que prazer, seu safadão, eu também estou quase a encher esse cu de porra.

— Ai, aguenta um pouco, Paulão, deixa eu terminar essa gozada deliciosa, quero receber o teu leitinho na minha boca.

Tive que abrandar as estocadas, senão gozaria direto no cu daquele safado. Ele se acalmou, estava todo melado com a própria porra, que ainda pingava da piroca dele, mas levantou-se rápido e deitou-se no sofá de barriga para cima.

— Vem me dar o teu leitinho, vem, Paulão.

Tudo naquele dia parecia surreal. Ver o Jonas ali, de boca aberta, esperando pelo meu pau, fez com que eu tivesse que me controlar para não gozar naquele instante. Fui em sua direção e enfiei o meu pau goela abaixo nele. Senti o meu pau bater no fundo da sua garganta e, então, comecei a foder aquela sua boquinha. O safado ficou duro de novo e se punhetava freneticamente; e eu, em poucas estocadas naquela gulosa, estava pronto para gozar. E o safado, prevendo isso, tirou o meu pau da sua boca e começou a lamber minhas bolas, mas eu estava no meu limite e ia gozar.

— Ahhh, vou gozar, Jonas! — gritei, sentindo o primeiro jato sair disparado para cima do seu corpo.

— Mete na minha boca, caralho, quero tomar o teu leitinho — berrou ele, aflito.

Enfiei novamente o meu pau na sua boquinha e gozei o restante do meu leitinho nela. O Jonas tomou tudo, sempre gemendo de prazer enquanto engolia o meu leite. O safado gozou novamente e, caramba, eu vi aquele pauzão dele jorrar muito leite sobre o seu peito e, caralho, ver o peito dele cheio de leite me fez crescer água na boca. Não resisti, curvei-me sobre ele e comecei a lamber o peito; uma delícia, a porra dele estava misturada com a minha, e eu lambi aqueles peitões até deixá-los bem limpinhos. Terminamos com um beijo; nossas bocas sabiam a porra. Demos um beijo bem demorado e depois ficamos na conversa.

— Caralho, Jonas, quando foi que tu ficaste com um viado tarado? — sorri bem sacana.

— Vou te contar — e o meu amigão também sorriu bem malicioso — foi quando o pai da Raquel soube que ela estava grávida. Ele quis falar comigo em particular, estava furioso, era um homem grande e forte, e, para me castigar por ter engravidado a filha dele, primeiro me deu uma surra e depois me fudeu, sem dó. O problema? Eu adorei, o velho também, e passei a ser o putinho dele.

— Que puta de história!

— A mais pura verdade: até hoje ele ainda me fode, ele sabe que eu gosto, e o safado do velho também gosta. E tu quando te tornaste um viado?

— Acho que sempre fui viado, um dia o meu primo se atirou a mim, comi aquele pontinho e a partir daí nunca mais parei...

— Na nossa adolescência, nunca imaginei que gostasses de pau. Sempre foste muito macho e sempre rodeado de namoradinhas, mas ali no estádio te topei na hora; embora tu aparentes ser um cara hétero, um cara que gosta de caras sempre se topa.

— Mas eu não te topei, cara.

— Isso é porque tu sempre foste ingênuo, Paulinho.

— Vai te foder.

— Uhmmmm, é o que mais quero.

Começamos a nos beijar e só terminamos quando gozamos novamente no cu um do outro; nem precisava dizer que a nossa amizade foi reatada e agora nós nos encontramos com muita frequência...

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Comentários

Foto de perfil de Mirellysub

PS: Nunca me enrabaram, ambos são Alfas, apenas me amamentam Bazuca, negão com sua mamadeira 23cm, e Magno eu com 21. Amo...

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Foto de perfil de Mirellysub

*Delííííícia...sou viciadíssima em leite de Macho. Aliás sou depósito do Bazuca e do Magno dois leiteiros que me amamentam há mais de cinco anos. Como já disse em outro comentário com um Bibita - 5cm ainda bem que não atrai Macho algum, se não perco o tesão e saio fora. Catcm82 tuas narrativas são excitantes ... parabéns!

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Foto de perfil de Jota_

Mais uma foda deliciosa sua! Casado no sigilo, esses são os mais famintos por rola hahah

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