Stéphanie bateu na porta dos fundos numa terça-feira à noite, quase dez horas. Quando abri, ela estava bem produzida e maquiada, de vestido curto e salto alto. Tinha vindo de um aniversário de criança e chegou na minha casa ainda com toda essa produção. Os olhos estavam vermelhos e inchados. Entrou sem falar nada, foi direto pro sofá e sentou, tampando o rosto com as mãos.
— Eu não aguento mais… — a voz saiu abafada, quebrada. — Esse homem não presta, viu? O Jr não faz uma feira, não compra um sabonete, não dá um real pra eu fazer a unha. A menina pede as coisas e eu fico com vergonha de falar que não tenho.
Ela tirou as mãos do rosto. As lágrimas escorriam sem parar.
— O pai dele que manda a feira básica e um dinheirinho. Aí o Jr pega tudo, gasta com cerveja e com os amigos, e eu fico sem nada. Nem absorvente ele me dá. Eu tenho que pedir emprestado pra vizinha. Você acredita nisso?
Fiquei em pé, encostado na parede, só escutando.
— Eu limpo, cozinho, cuido da menina, lavo a roupa dele… e ele nem me olha direito. Na cama então? Só faz papai e mamãe. Sempre a mesma coisa. Eu queria mais… coisa diferente, mais safada… mas ele não tem interesse.
Ela soluçou forte e continuou, a voz ainda embargada:
— E o pior é que a gente mora em cima da casa dos pais dele. O pai do Jr vive me cantando. Oferece dinheiro pra eu transar com ele, fica falando que eu tenho um rabão lindo, tenta me apalpar toda vez que passa perto… e ainda ameaça que se eu vacilar perto dele ele me pega. Eu não aguento mais esse ambiente.
— Tô cansada de ser humilhada. Tô cansada de não ter um real no bolso. Às vezes eu penso em sumir, mas a menina… eu não posso deixar ela. Hoje cheguei em casa com ela e dormi no sofá com a filha do lado… não aguento mais.
Ficou um tempo em silêncio, limpando o rosto com a barra do vestido. Depois olhou pra mim, os olhos ainda molhados.
— Desculpa desabafar assim… você é o único que ainda me escuta.
Sentei do lado dela no sofá. Esperei ela se acalmar um pouco. Então falei, baixo e direto:
— Eu posso te ajudar.
Ela franziu a testa.
— Como?
— Eu banco tudo. Mercado, roupa da menina, sua unha, seu cabelo, o que você precisar. Todo mês. Em troca, você me satisfaz.
Stéphanie piscou, confusa.
— Satisfaz como?
— Sexo. Oral e anal. Todo fim de semana, de sexta a domingo. Às vezes durante a semana também, se der. Você chupa, eu gozo na sua boca e na sua cara. E eu fodo seu cu.
O rosto dela mudou na hora. Os olhos abriram, a boca ficou entreaberta. Ela se afastou no sofá.
— Você tá brincando, né?
— Não. Estou falando sério.
Ela se levantou de uma vez, a voz subindo:
— Você é um filho da puta! Me oferece dinheiro pra eu te dar o cu e chupar sua rola? Eu sou casada, tenho filha! Que proposta é essa, seu desgraçado?
Bateu a porta com força e saiu xingando pelo corredor. Ouvi os passos dela descendo a escada dos fundos ainda resmungando.
Pensei que tinha acabado ali.
Três dias depois, na quarta-feira à noite, quase onze horas, ouvi batidas leves na porta dos fundos. Abri e ela estava lá. Bem produzida, maquiada, de vestido curto e salto. Os olhos vermelhos, mas secos.
— Posso entrar?
Entre. Fechei a porta. Ela ficou parada no meio da sala, apertando as mãos.
— Eu… pensei muito. O Jr não me dá um real. Nem pra comprar absorvente. O pai dele manda a feira básica e um trocado pro marido, e eu fico com a cara e a coragem. A menina precisa de tudo. Eu preciso de tudo.
Respirei fundo, esperando.
— Você falou sério naquele dia? — perguntou ela, voz baixa. — Sobre… me ajudar com as coisas e eu te satisfazer?
— Falei. Todo fim de semana, de sexta a domingo. Oral e anal. Às vezes durante a semana também, se der. Eu banco o que você precisar: mercado, roupa, unha, o que faltar. Em troca, você me dá o que eu quero.
Ela engoliu seco. Olhou pro chão, depois pra mim.
— E… como seria? Você vai querer gozar onde?
— Na sua boca e na sua cara. Sempre. E no cu. Quero foder seu cu até você acostumar.
Ela fez uma careta.
— Tenho nojo disso… gozar na boca e na cara. Mas se você realmente me ajudar, eu faço com prazer.
Stéphanie ficou quieta uns segundos. Vi o peito dela subir e descer mais rápido. Depois ela ergueu o olhar, direto nos meus olhos.
— E se eu aceitar… você realmente vai me ajudar? Não vai sumir depois que me foder?
— Vou. Pode confiar. Eu ganho bem, mais de vinte mil por mês. Consigo te ajudar sem problema.
Fui até a gaveta do criado-mudo, abri, peguei três mil reais em notas e estendi pra ela.
— Aqui. É pro mês. Pode pegar.
Ela olhou o dinheiro, hesitou um instante e pegou.
— Você só precisa aparecer, abrir a boca e o cu, e deixar eu gozar onde eu quiser.
Ela mordeu o lábio inferior. Ficou em silêncio mais um pouco. Então falou, quase num sussurro:
— Tá. Eu aceito.
Ainda com a voz baixa, continuou:
— Mas vai com calma no começo… eu nunca fiz anal. O Jr nunca nem pediu. Vai ser a primeira vez.
Sorri.
— Vou com calma. Na primeira vez a gente só faz você chupar e eu gozo na sua cara. Depois a gente vai abrindo esse cu aos poucos. Você vai aprender a gostar.
Stéphanie baixou a cabeça, mas não saiu. Ficou ali, parada, como se ainda estivesse processando o que tinha acabado de falar. Então ergueu o rosto de novo e perguntou:
— Quer que eu comece agora?
— Quero. Só oral mesmo. O Jr e a menina estão em casa?
— Tão. A menina já dormiu e ele tá no sofá vendo TV.
— Você tá com pressa? Porque eu quero gozar pelo menos duas vezes.
— Tá bom… mas não demora muito.
— Eu demoro mais de uma hora pra gozar. Foi por isso que perguntei se você estava com pressa.
Ela respirou fundo, ainda em dúvida, mas balançou a cabeça.
— Tá… vamos.
Mandei ela ficar de quatro no meio da sala. Stéphanie obedeceu, ajoelhou no chão e baixou o tronco, apoiando as mãos no piso. O vestido curto subiu sozinho, deixando o rabão enorme esticado na minha frente, só a calcinha fina separando. Puxei a calcinha pro lado e enfiei o rosto ali.
Comecei chupando o cu dela, passando a língua em círculos lentos, molhando tudo. Ela tremeu na hora.
— Ahh… que isso…
Lambreli o cu com força, enfiei a ponta da língua e chupei ao mesmo tempo. Depois desci pra buceta, abri os lábios com os dedos e chupei o clitóris, chupando e lambendo sem parar. Ela começou a rebolar pra trás, empurrando o cu na minha cara.
— Assim… continua… por favor…
Chupei o cu de novo, depois a buceta, alternando, molhando os dois buracos, enfiando a língua fundo. Os gemidos dela foram ficando mais altos e desesperados. Em poucos minutos o corpo inteiro tremeu, as pernas fraquejaram e ela gozou gostoso, escorrendo na minha boca e no queixo.
— Ahhh… gozei…
Deixei ela respirar um pouco. Stéphanie se virou, ainda ofegante, e veio pra cima de mim. Beijou minha boca com vontade, passando a língua, sentindo o gosto dela mesma. O beijo foi molhado e demorado.
Depois ela desceu, ajoelhou na minha frente e começou a apalpar meu pau por cima da calça. A mão dela parou, sentindo o volume. Ela ergueu o olhar, estranha.
— Que isso… ???
Abriu o botão, puxou o zíper e tirou meu pau pra fora. A rola pesada saltou e bateu forte três vezes seguidas no rosto dela. Stéphanie deu um pulo:
— Aí!
Os olhos arregalaram. Ela ficou parada um segundo, a boca entreaberta.
— Tô fudida…
Olhou o pau de cima a baixo, pegou com as duas mãos e falou, a voz baixa e incrédula:
— Porra, teu pau é grande… só vi assim em filme pornô com negros. E você é moreno, parece um índio…
A mão dela tentou fechar em volta. Não conseguiu nem pela metade. Ela usou as duas mãos, uma em cima da outra, e ainda assim os dedos não se tocavam. A cabeça parecia que ia estourar de tão grossa e vermelha. Baba escorreu da boca dela naquele momento.
— O Jr só tem doze centímetros. Eu já medi com a fita. Depois eu quero medir o seu… se é que a fita vai dar conta.
Passou a língua devagar na cabeça vermelha, lambendo em volta, sentindo a textura.
— Tô com medo… sério. Isso aqui não vai caber na minha boca direito… e no cu então? Vai me dilacerar.
Mesmo falando, ela abriu a boca e tentou engolir. A cabeça grossa só entrou a pontinha. O resto ficou de fora, impossível de avançar mais. Ela puxou o ar pelo nariz, os olhos marejados, e começou a chupar do jeito que dava.
No começo o ritmo era lento e cuidadoso. Stéphanie só trabalhava a ponta com a língua, girando em círculos apertados, depois chupava com força só a glande, soltando com um estalo molhado. Parava, respirava fundo, olhava o pau latejando na frente do rosto e voltava, agora mais rápida, a cabeça subindo e descendo em movimentos curtos. A saliva começou a escorrer sem parar pelo queixo. Ela mudou de novo: largou uma das mãos e usou só a boca, tentando engolir um pouco mais, engasgando baixinho, os olhos marejando. Depois voltou com as duas mãos, masturbando a base com aperto forte enquanto a língua lambia a fenda sem pressa, como se estivesse saboreando. O barulho mudava conforme o ritmo — ora um chupar fundo e molhado, ora só o som da língua deslizando. De vez em quando ela parava completamente, deixava o pau escorregar na bochecha, respirava ofegante e falava baixo:
— Continua não entrando… mas tá gostoso de chupar…
E voltava com mais vontade, agora num ritmo médio e constante, a cabeça balançando, o cabelo grudando na testa suada. O pau dela brilhava inteiro de saliva. Ela gemia no fundo da garganta enquanto chupava, às vezes mais devagar e pesado, às vezes rápido e curto, sempre voltando para aquela cabeça grossa que mal cabia entre os lábios.
Eu segurei o cabelo dela com uma mão e comecei a meter a ponta com mais força na boca. Ela engasgou baixinho, mas não tirou. O pau latejava pesado, as bolas cheias e pesadas batendo no queixo dela.
— Continua chupando… assim mesmo…
Ela obedeceu, chupando mais rápido, a mão apertando a base, a língua forçando contra a fenda. O prazer subiu rápido. Senti as bolas encolherem, o pau inchar ainda mais na boca dela.
— Abre a boca… e o rosto… agora…
Stéphanie abriu a boca o máximo que conseguiu, a língua de fora, os olhos fechados. Eu puxei o pau para fora e a primeira jato saiu forte, grosso, direto na testa dela. O segundo acertou o nariz e a boca. O terceiro, o quarto, o quinto… uma sequência interminável de porra quente e branca que não parava.
O esperma cobriu a testa, escorreu pelos olhos, entrou no cabelo, tapou as sobrancelhas, encheu as bochechas, escorreu pelo queixo e pingou no peito. Em poucos segundos o rosto inteiro dela estava coberto por uma máscara branca espessa. A porra era tanta que escorria em fios grossos, como cera derretida escorrendo por uma blusa preta. O cabelo grudou, os cílios ficaram pesados, a boca aberta recebia ainda mais jatos que ela tentava engolir sem conseguir.
Quando a última fisgada saiu, Stéphanie ficou parada, ofegante, o rosto completamente desfigurado de esperma. A máscara branca cobria tudo. Só os olhos piscaram por baixo da camada grossa.
Ela abriu a boca devagar, a voz saindo abafada e molhada:
— Que quantidade é essa…? Nunca vi um homem gozar tanto na vida…
Passou a língua nos lábios, engolindo o que tinha caído dentro da boca.
— Tá amargo… grosso… parece leite coalhado quente… a textura gruda em tudo…
Ela tentou limpar um pouco com a mão, mas só espalhou mais.
— Parece que tomei um banho de porra… tá escorrendo no cabelo, nos olhos, no pescoço… tá pesado… suas bolas devem ser enormes pra jogar tanta coisa de uma vez…
Stéphanie ficou ali de joelhos, o rosto branco, piscando com dificuldade.
— Preciso de um banho antes de ir pra casa… não posso chegar assim… o Jr vai perceber na hora…
Olhei pra ela, o pau ainda semi-duro, coberto de saliva e resto de esperma.
— Tá incomodando muito a porra no seu rosto?
Ela soltou um risinho nervoso, a voz ainda embargada pela máscara branca.
— Tá sim… tenho nojo… repulsa mesmo… parece que meu rosto derreteu de porra… tá escorrendo pro nariz… o cheiro é forte… me dá vontade de vomitar, mas ao mesmo tempo… não sei…
— Deixa mais um pouco. Fica de quatro pra mim. Quero colocar só a cabeça do pau no seu cuzinho e ficar olhando esse rostinho desfigurado de esperma enquanto faço isso.
Stéphanie hesitou alguns segundos, a respiração ainda acelerada. Depois obedeceu. Virou de quatro no chão, o vestido subindo, o rabão enorme exposto. O rosto branco e brilhante de porra ficou virado pra trás, me olhando por cima do ombro, a máscara escorrendo pelos cantos da boca.
Eu me posicionei atrás dela, segurei as nádegas grandes e apertei a cabeça grossa e ainda molhada de porra contra o cuzinho apertado. Só a ponta. Empurrei devagar, sentindo o anel resistir.
Ela se mexia, incomodada.
— Para… já tá doendo… e essa porra no rosto tá me incomodando pra caramba… escorre pro olho… tenho nojo… me deixa ir tomar banho…
Empurrei com mais firmeza. De repente a resistência cedeu. A cabeça grossa e vermelha entrou de uma vez.
Stéphanie soltou um grito agudo que ecoou pela sala:
— Aiiiiiii!!! Sai!!! Tá entrando!!! Meu Deus do céu!!!
O corpo dela tremeu inteiro. As unhas arranharam o chão. Eu avancei mais um pouco até uns dez centímetros sumirem dentro dela.
— Não!!! Era só a cabeça!!! Você meteu mais!!! Tá esticando demais!!! Ai, queima!!!
Ela gemia alto, a voz quebrada, o rosto branco contorcido. Eu segurei a cintura e comecei a bombear devagar, puxando quase até a cabeça sair e enfiando de novo.
— Ahh… ahh… tá grosso demais… meu cu não foi feito pra isso… dói de um jeito estranho…
— Você é gostosa demais pra eu conseguir parar… — falei baixo, mantendo as estocadas lentas. — Mas não vou colocar mais. Infelizmente meu pau não tem ombros… não tem onde travar.
Continuei no mesmo ritmo. Stéphanie soltava sons diferentes a cada movimento: um gemido rouco, um soluço, um “ai” prolongado, um “para um pouco” que se transformava em respiração ofegante. O cu dela apertava e soltava, tentando se acostumar.
— Tá latejando lá dentro… sinto cada veia… ai, cuidado… mais devagar…
O prazer subiu de novo. Senti as bolas pesarem.
— Vou gozar dentro… segura firme…
— Não, dentro não… por favor… ahhh! ... Vai ficar escorrendo a noite toda.
O primeiro jato saiu forte. Continuei metendo enquanto enchia o cuzinho. Stéphanie arquejou, o corpo inteiro tremendo:
— Quente… tá enchendo… sinto inchando lá dentro… demais… ai…
Gozei sem pressa, jato atrás de jato. Quando já estava no fim, puxei o pau de uma vez. Ainda gozando, mais jatos acertaram as costas dela, subindo pela coluna até a nuca. Ao mesmo tempo o que estava dentro começou a vazar, um fio grosso escorrendo pelo rego, enchendo a fenda inteira e descendo pelas coxas.
Stéphanie ficou de quatro, ofegante, o rosto ainda branco e agora as costas e a nuca cobertas. O rego do rabão estava cheio, a porra se acumulando entre as nádegas.
— Tá saindo tudo… sinto escorrendo… costas molhadas até o pescoço… você goza que nem uma torneira…
Eu fiquei atrás, o pau ainda pingando, olhando o estrago: o rabão aberto, o rego branco, as costas brilhando e o rosto desfigurado.
Ela se levantou devagar, as pernas tremendo, e foi pro banheiro. O chuveiro ligou. Quando saiu, cabelo molhado, rosto limpo, vestido no lugar, só falou:
— Me leva até o portão?
A rua estava deserta. Nenhuma luz, nenhum carro. Paramos em frente ao portão dela.
— Obrigada pelo dinheiro… de verdade. Vou conseguir comprar as coisas da menina e o que faltava em casa.
A mão dela subiu e começou a alisar meu pau por cima da calça. Apertou o volume, depois enfiou a mão dentro, segurou a rola e apertou com força, respirando fundo.
— Nunca vi um cacete tão grande… e nunca vi homem gozar tanto. Parece que essas bolas não esvaziam…
— Vai logo pra casa. Se ficar apertando assim eu te coloco de joelhos aqui mesmo.
Ela soltou um risinho curto, mas ainda segurou um pouco.
— Não aguento mais tanta porra hoje. O Jr tem um pintinho que mais cospe do que goza… doze centímetros e fraco. Depois de você não tem comparação.
Apertou mais uma vez e soltou. Ajeitou o vestido e atravessou a rua. Subiu a escada dos fundos sem olhar pra trás.
No dia seguinte o celular começou a vibrar no meio da tarde. Primeiro veio uma foto de várias sacolas no carrinho do mercado. Depois outra com a carne, as frutas, os produtos de limpeza e até uns supérfluos: caixa de chocolate, um perfume barato, biscoito que a menina gostava. Em seguida a mensagem longa:
“Comprei tudo que precisava e ainda sobrou pra umas coisinhas que eu não comprava faz meses. A geladeira vai ficar cheia de verdade. Muito obrigada. Faz tempo que eu não saía do mercado sem deixar nada pra trás. Tô feliz pra caramba. Se você quiser, quando chegar do trabalho eu passo aí. Te faço uma massagem nas costas pra relaxar… e se der vontade a gente faz algo mais. Só me avisa o horário que eu me organizo.”
Fiquei olhando as fotos e a mensagem por um bom tempo. O acordo não era mais só uma proposta. Tinha começado de verdade, e ela já estava do outro lado, esperando a próxima vez.
CONTINUA...