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Os filhos da floresta - Capítulo 2: Aqueles que permaneceram

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 4285 palavras
Data: 23/09/2026 08:57:02
Última revisão: 26/09/2026 08:08:46

Antes de começar, é sempre bom relembrar.

Os Filhos da Floresta é uma história sobre sofrimento, decadência humana e sobrevivência. Sobre pessoas presas em um lugar que não deveria existir, tentando sobreviver em meio ao medo, à exaustão e à ausência de uma saída. Algumas precisarão escolher entre aquilo que consideram certo e aquilo que precisam fazer para continuar vivas. Algumas resistirão, outras quebrarão. E algumas descobrirão que sobreviver pode ser apenas outra forma de morrer aos poucos.

Nem sempre as decisões dos personagens serão certas, heroicas ou justificáveis. Pessoas exaustas, desesperadas e encurraladas não agem como agiriam em condições normais, principalmente quando estão tentando fugir, perseguidas por algo que não entendem.

Respeite a floresta.

Tenha foco.

Guarde cada detalhe.

Siga em frente por sua conta e risco.

E, acima de tudo... aproveite a leitura!

*

Os filhos da floresta - Capítulo 2: Aqueles que permaneceram

Ato I

Esse lugar... estava ficando cada vez mais bizarro.

Precisava voltar até o Velho, precisava de respostas. Segui pela floresta usando o mapa, o caminho não era difícil, mas eu ainda não conseguia me acostumar com aquele lugar. As árvores pareciam todas iguais, os caminhos se confundiam e, de vez em quando, eu tinha a impressão de estar passando pelo mesmo lugar novamente. Mas logo dei de cara com a cabana entre as árvores. O Velho estava sentado em frente à cabana, assim que me viu, ficou alguns segundos me encarando.

— Olha só quem voltou — ele abriu um sorriso. — Achei que estaria morto, que não passaria da primeira noite.

Ele riu novamente, não parecia estar brincando comigo.

— Você foi até a Vila, não foi? — disse ele. — Eu avisei para não fazer isso.

— Eu sei.

— E mesmo assim você foi.

— Eu precisava encontrar respostas.

— E encontrou? — o sorriso dele desapareceu.

Não respondi. Sentei no banco improvisado em frente à cabana, por alguns segundos, ficamos em silêncio.

— A Vila me odeia, aparentemente — falei finalmente.

— Não é novidade.

— Disseram que Perdidos trazem problemas, principalmente por quererem sair.

— E você quer sair? — ele me observou com atenção.

— Sim.

— Por quê?

— Porque eu preciso.

— Precisa sair para encontrar quem? — o Velho inclinou a cabeça. — Sua família? Seus amigos? Sua casa?

— Eu não sei — admiti.

O Velho não disse nada. O silêncio entre nós pareceu aumentar.

— Mas ainda quer sair.

— Sim, eu sinto que preciso.

O Velho me encarou por alguns segundos, então soltou um suspiro.

— Você já quebrou uma regra, se continuar assim, não vai demorar para aparecer morto. Eu criei elas justamente para ajudar idiotas como você.

— Você fala isso como se fosse inevitável.

— Nesta floresta? — ele deu de ombros. — Quase tudo é.

— Então me conta tudo o que sabe.

— Você vai precisar ser mais específico — ele riu e se ajeitou na cadeira.

— O que é esse lugar? Por que não conseguimos sair?

Dessa vez, o sorriso desapareceu completamente, o Velho ficou olhando para as árvores.

— Isso aconteceu muito rápido, quando tudo começou, ninguém teve tempo de entender o que estava acontecendo — ele apontou para a floresta ao nosso redor. — Alguma coisa caiu do céu, uma coisa que brilhava como o sol. No dia seguinte, as árvores começaram a crescer, não como árvores normais, claro que não, isso demoraria anos.

Sua voz ficou mais séria.

— Elas cresceram rápido demais. Em questão de horas, algumas já tinham alcançado alturas que levariam décadas para atingir. Raízes começaram a surgir por todos os lados.

Ele fez uma pausa.

— E a floresta começou a construir paredes de troncos que ninguém conseguia atravessar — ele olhou novamente para mim. — Naquela época, existiam caminhos por aqui. Lugares que levavam para fora, depois, simplesmente deixaram de existir.

— Tentaram cortar as árvores?

— Sim, mas elas voltavam. Cortavam pela manhã, à tarde já havia novos galhos ocupando o espaço. Algumas pessoas tentaram abrir caminhos à força — continuou ele. — Outras procuraram trilhas antigas. Houve quem passasse dias andando em círculos tentando encontrar uma saída.

— E ninguém conseguiu?

— Não — ele abaixou os olhos.

— Tentaram cavar túneis? Para sair por baixo?

— Tentaram, as raízes cresceram tão rápido que preencheram os túneis, soterraram quem estivesse ali. E quanto mais as pessoas tentavam sair, pior ficava, a floresta reagia. Então as criaturas começaram a aparecer.

Senti um arrepio.

— Quanto mais forçavam uma saída, mais sinistras aquelas coisas ficavam — o Velho respirou fundo. — Depois de um tempo, sem esperanças, todo mundo desistiu.

Pensei na criatura que havia passado pela Vila. Aquela coisa que parecia grande demais para ser um animal. O som de várias vozes saindo de uma única garganta. A maneira como os moradores haviam entrado em pânico.

— Você acha que a floresta criou aquelas coisas?

— Acho que você está fazendo perguntas que eu também gostaria de responder — ele se levantou e caminhou alguns passos. — Eu já vi muita coisa aqui. Mas ver não significa entender.

Fiquei observando ele.

— E tem outra coisa, a floresta afeta as pessoas — ele se virou. — A memória, quanto mais tempo uma pessoa passa aqui, mais coisas ela parece esquecer, chegamos no ponto que todos aqui se esqueceram dos próprios nomes.

— Igual aos Perdidos — falei.

— Igual aos Perdidos — o Velho assentiu. — Por isso fica melhor se dirigir aos outros por características.

Eu havia acordado sem memória. E agora descobri que pessoas que viviam naquela floresta há anos também começavam a perder as próprias lembranças.

— Quantos vieram antes de mim? — quebrei o silêncio.

— Não sei.

— Mas você viu outros?

— Alguns.

— E o que aconteceu com eles?

— Alguns tentaram sair e outros morreram, pelas criaturas ou pelas mãos dos moradores da Vila.

— De onde os Perdidos vêm? — perguntei.

— Não sei.

— Eles simplesmente aparecem?

— Ah, caralho! Você faz perguntas demais. Eu já te contei boa parte das coisas que eu sei e você ignorou coisas importantes.

Fiquei em silêncio. Realmente, não segui uma das regras e quase acabei sendo linchado.

— Existem outras pessoas além de nós dois e as pessoas da Vila?

— Existem — ele sorriu. — Felizmente, existem. A floresta é grande, é muito maior do que você imagina. Existem pessoas vivendo sozinhas, você vai conhecer figuras bem engraçadas e outras, amedrontadoras. Algumas vivem em lugares que você provavelmente nem conseguiria encontrar.

Ele riu, eu suspirei. Quanto mais conversávamos, mais eu percebia o tamanho da minha ignorância.

— Mais algo que eu deveria saber?

— Já contei bastante, só lembre de não ignorar os meus conselhos para se manter vivo, entendeu?

Ato II

Deixei a cabana do Velho pouco depois de nossa conversa. Não queria voltar para a Vila, sabe Deus o que aquela gente faria comigo se me vissem novamente. Preferi continuar sozinho. Segui um pouco à frente, sem rumo, até me deparar com uma pegada. Era sutil, mas claramente humana. O barro ainda estava úmido e, olhando ao redor, percebi mais algumas marcas entre as folhas.

Segui por alguns metros e encontrei uma pequena armadilha feita com cordas e galhos presa entre duas árvores. Mais adiante, havia cortes profundos nos troncos, feitos de propósito. Também encontrei restos de animais, ossos deformados e limpos, alguns ainda presos a pedaços de pele escura e mais grossa que o normal. Alguém esteve caçando naquela região, e não fazia muito tempo.

Cheguei a uma pequena clareira e então a vi. Uma mulher estava parada entre as árvores, a uma distância considerável. Usava roupas simples, gastas pelo tempo, e carregava um arco nas costas. Ela parecia me observar há um tempo, não parecia surpresa em me encontrar. Ela caminhou na minha direção. Não demonstrava pressa. Parou quando chegou perto o suficiente para falar.

— O que faz aqui?

— Explorando.

— Essa região não é para explorar — ela olhou para o mapa na minha mão e depois olhou para mim.

Eu não respondi, ela continuou me encarando.

— Sangue novo, é um Perdido.

Não parecia surpresa, já sabia disso antes mesmo de perguntar.

— Foi você? Você que levou o monstro para a Vila?

— Não.

— Ele apareceu depois que você chegou.

— Foi um mal-entendido.

— Um mal-entendido? — ela estreitou os olhos.

— Eu entrei na Vila. A criatura apareceu. Eles acharam que eu tinha levado aquilo para lá.

— E levou?

— Não, claro que não.

Ela assentiu, me olhou de cima a baixo.

— Vou chamar você de Esquisito.

— Meu nome não é Esquisito.

— Não importa se você tem um nome ou não, você mal chegou e causou um problemão — ela levou a mão para trás e puxou o arco. — Aqueles monstros costumam evitar a Vila.

Meu corpo reagiu antes que minha cabeça entendesse o que estava acontecendo. Ela disparou contra mim, e eu consegui desviar por pouco. Corri pela floresta enquanto ela me perseguia, disparando novas flechas. Tentei usar o mapa para encontrar a cabana, mas a floresta parecia diferente e logo percebi que estava perdido.

As trilhas se fechavam, as árvores pareciam todas iguais e aquela desgraçada continuava me cercando. Reconheci uma árvore marcada com três cortes e tentei mudar de direção, mas ela continuou me perseguindo, acertando flechas cada vez mais perto.

Meu corpo começou a pesar, enquanto ela parecia não se cansar. Finalmente encontrei a cabana, mas, quando me levantei depois de passar por um galho, ela já estava diante de mim. Não tive tempo de reagir.

Senti um golpe na cabeça e tudo ficou escuro.

Ato III

Acordei deitado numa cama, levei alguns segundos para entender onde estava. Minha cabeça estava pesada, tentei organizar os últimos acontecimentos.

Eu não estava sozinho.

Aquela mulher estava sentada próxima à parede, mantendo os olhos em mim. O arco continuava com ela, mas não estava apontado na minha direção. Sua postura também era diferente daquela de quando havia tentado me matar na floresta, estava mais relaxada.

Tentei me sentar, a dor percorreu todo o meu crânio. Passei a mão pelo rosto e olhei ao redor. Minha mochila estava ali, o taco também, a cama, minhas poucas coisas. Ela havia me trazido de volta para a cabana onde havia passado a noite.

— Muito prazer, Esquisito. Pode me chamar de Caçadora.

— Desistiu de tentar me matar?

A Caçadora permaneceu em silêncio por alguns segundos.

— Sua bolsa caiu.

Franzi a testa.

— Quando você caiu, sua bolsa foi parar no chão. Eu vi o mapa — ela olhou fixamente nos meus olhos. — Onde conseguiu?

— Foi o Velho que me deu.

— Aquele merda — o rosto dela mudou imediatamente, uma expressão de desprezo.

Não sabia o que responder. Até aquele momento, o Velho havia sido a única pessoa que tinha me dado alguma orientação desde que eu acordei naquela floresta.

— Perdidos... — ela balançou a cabeça. — Vocês só trazem problemas.

— O que você sabe sobre os Perdidos? — ajeitei a postura imediatamente.

— O que o Velho contou para você? Ele contou que também é um Perdido?

Apenas a encarei. O Velho, ele disse que era um dos moradores.

— Ele foi um dos primeiros — ela se recostou na parede. — Quando a floresta se fechou, muitos Perdidos apareceram por aqui naquela época.

— E o que aconteceu com eles?

— Alguns tentaram sobreviver. Outros quiseram encontrar uma saída. Muitos morreram, alguns simplesmente desapareceram. Alguns sem rastros e sem cadáver para enterrar, alguns bateram as próprias cabeças nas árvores até morrerem — ela suspirou. — O Velho, ele foi inteligente. Aprendeu vendo os outros errarem, mas, acima de tudo, é um covarde, um verme, um...

A Caçadora mordeu a boca. Seu olhar se desviou para a janela.

— Ninguém fica aqui por tanto tempo sem perder alguma coisa, ele já viu muitos Perdidos chegarem — continuou ela. — Mais do que você imagina.

Ela respirou fundo.

— Os moradores me contaram que você esteve na Vila.

— Eles me culparam pela criatura — suspirei.

— Claro que culparam.

— Por quê?

— Eles têm motivos para temer os Perdidos, qualquer desgraça que acontece nessa merda de lugar é mais fácil culpar vocês.

— E você? Acha que sou culpado de alguma coisa?

— Eu sou uma moradora da Vila também, mas eu não sou ignorante como eles.

A Caçadora se levantou e caminhou lentamente pela cabana. Seus olhos percorreram as paredes, os móveis e os poucos objetos que eu havia espalhado desde que cheguei.

— Essa cabana era do Kiev.

— Kiev? — olhei ao redor, por algum motivo, aquele nome era familiar.

— Era um Perdido também — ela passou os dedos por uma das tábuas da parede, como se estivesse procurando alguma coisa. — Gostava de esconder coisas.

Ela olhou para mim, um pequeno sorriso apareceu no canto da boca dela.

— Kiev foi diferente dos outros, foi o único Perdido que não causou problemas enquanto esteve aqui, muitos o consideravam um herói — um breve sorriso tomou conta de seu rosto, ela caminhou até a janela e espiou a floresta por alguns segundos, o sorriso sumiu. — Até enlouquecer.

— O que aconteceu?

— Ele tentou enfrentar a floresta, mas de um jeito... diferente — a Caçadora virou o rosto na minha direção. — Você já viu o que acontece com quem tenta enfrentar a floresta?

— Ainda não.

Ela se afastou da janela e pegou uma garrafa de água que carregava consigo. Retirou a tampa e bebeu alguns goles, fiquei observando.

— Você quer? — ela estendeu a garrafa na minha direção.

— Não estou com sede, obrigado.

— Eu sei — ela sorriu de leve, bebeu novamente e guardou a garrafa.

Ficamos em silêncio por alguns instantes.

— Kiev era músico — ela se sentou novamente. — Ele tinha algumas fitas, gravava músicas nelas junto com aquele violão velho e desafinado.

Ela balançou a cabeça, sua voz mudou um pouco quando disse aquilo. A Caçadora abaixou os olhos.

— Ele gravava músicas para mim, eram bonitas, me faziam esquecer da floresta por alguns minutos — ela passou o polegar pela lateral da própria mão, distraidamente, uma lágrima escorreu pelo seu rosto, ela rapidamente a enxugou. — Se encontrar alguma delas...

Ela respirou fundo antes de continuar.

— Se encontrar algumas das fitas, pode trazer para mim? Podemos fazer uma troca, tenho bastante coisa útil que eu acho em alguns corpos antes de serem absorvidos completamente pela floresta. Alguma coisa pode ser útil para você.

Então levou a mão até a própria bolsa, ligeiramente se levantou, deixando o arco no mesmo lugar e se sentou ao meu lado na cama. Ela abriu a bolsa e retirou um pequeno toca-fitas, antigo e bastante gasto. Em seguida, tirou uma fita protegida por uma caixinha transparente.

— O Kiev gravou isso para mim — ela segurou a fita entre os dedos por alguns segundos, olhando para a etiqueta.

Introduziu a fita e apertou o botão, o aparelho produziu um estalo seco. Por alguns segundos, só ouvimos chiados e pequenos ruídos da gravação. Então o som de um violão surgiu pelo pequeno alto-falante. Era uma melodia simples, com algumas notas claramente desafinadas.

— Ele nunca aprendeu a afinar aquele violão — ela soltou uma risada baixa.

A música começou. Realmente, na voz daquele homem havia algo, algo que me fazia esquecer de onde estava.

Durante a música, a Caçadora ficou imóvel a todo momento, não entendia exatamente o que aquela gravação significava para ela, mas bastava observar seu rosto para perceber que aquela não era apenas uma música.

— Faz muito tempo que não escuto isso — ela abaixou os olhos quando a música acabou.

Nossos braços se encostaram por acidente, nenhum dos dois se afastou. A Caçadora continuou olhando para o aparelho, mas percebi que sua respiração havia mudado. O toca-fitas continuou reproduzindo apenas o chiado. Ela estendeu a mão para desligá-lo, mas parou no meio do caminho. Seus dedos tocaram os meus, ela olhou para nossas mãos. Depois levantou os olhos para mim.

— Você me lembra um pouco ele... — foi a última coisa que ela disse antes de se aproximar, devagar.

O beijo foi breve. Quando se afastou, permaneceu sentada ao meu lado, ainda próxima o bastante para que nossos ombros continuassem encostados. Ela respirou fundo e finalmente desligou o aparelho.

Ato IV

Mal deu tempo de processar tudo aquilo, ela se jogou em mim novamente. A mão dela pousou no meu peito, os dedos levemente curvados, como se estivessem a um segundo de me empurrar ou de me puxar para mais perto. Então, ela fez isso de novo, se inclinou e me beijou. Os lábios firmes dela se pressionaram contra os meus com certa força. A mão que estava no meu peito deslizou para o meu pescoço, os dedos se entrelaçaram no meu cabelo na base da minha nuca, me puxando para ela. Foi nesse momento que a minha própria compostura se quebrou. O instinto de sobrevivência, a cautela, a raiva de tudo o que ela me tinha feito, tudo se dissolveu no calor daquele beijo.

Me senti à vontade o suficiente para beijá-la de volta, para corresponder à sua intensidade com a minha. Avancei contra ela, o meu corpo se pressionando contra o dela até que as suas costas bateram suavemente na parede atrás de si. Um som baixo saiu da garganta dela, um gemido abafado que vibrou nos meus lábios, um som de surpresa. A pessoa que tentou me matar, que me caçou pelas trilhas estreitas entre as árvores como um animal, agora estava entregue a mim. As suas mãos, que seguraram o arco com a intenção de me matar, agora me agarravam as costas, as unhas me arranharam, desesperadas por contato.

Sem soltar os lábios, ela me guiou, me empurrando com uma força considerável. Caí para trás e bati as costas no colchão. Ela não perdeu um segundo, me seguiu para cima, subiu em cima de mim, cobrindo meu corpo com o seu próprio. O seu casaco de couro raspava contra a minha pele, e o peso dela sobre mim era tudo o que eu queria sentir naquele momento. Ela se sentou sobre mim, as suas coxas robustas me prenderam pela cintura. Ela olhou para mim de cima, algumas mechas do cabelo caiam pelo rosto, o peito passou a subir e a descer, aos poucos, ofegante. Era interessante como em todos os momentos desde que me encontrei com ela, ela sempre parecia acima de mim. Talvez em força, em experiência, em saber coisas que eu não sabia. Era ela que me guiava. Aqueles olhos de âmbar me fitavam, não demonstrando nenhuma hesitação. Tinha apenas uma fome tão selvagem quanto ela própria.

Com movimentos rápidos, ela começou a lutar com as suas próprias calças. O material rígido e justo cedeu lentamente, e ela puxou para baixo o máximo que conseguiu, expondo a pele firme e queimada do sol de seus quadris e coxas. O ar frio do quarto bateu na pele exposta, fazendo-a estremecer e arrepiar. Depois, as suas mãos ágeis foram para a minha calça. Desabotoou-a com um único movimento, puxou o zíper para baixo, fazendo o meu pau já duro e pulsante saltar para fora.

Não houve preliminares, não houve saliva, não houve mais beijo e sequer palavras. Ela ergueu os quadris, se alinhando e depois desceu. O meu pau foi direto até à sua buceta melada e quente, tão acolhedora, pronta para mim. O aperto foi incrível, ensandecedor, uma contração muscular que me agarrou pela base e me sugou para dentro. Ela gemeu alto, um som primitivo de prazer e alívio, e a cabeça dela se inclinou para trás. Por um momento, ficou apenas assim, se ajustando, me sentindo dentro dela, sentindo meu pau inchar dentro de si, pulsando, latejando.

Depois de alguns segundos nada demorados, começou a se mover. Ela cavalgou forte, sem delicadeza, sem reservar sua energia. Cada movimento era para baixo, profundo e me possibilitando sentir o colo do útero. Seu quadril subia e descia com força, num ritmo feroz, provocando uma sequência de batidas selvagens e ferozes que ecoavam o som das nossas peles se chocando. As minhas mãos encontraram sua cintura e a agarraram com força, sentindo os músculos trabalhando sob a pele macia. Olhei para cima, para a mulher que me tinha caçado, a observando agora a usar o meu corpo para o seu próprio prazer, assim como um brinquedo. A boca aberta emitindo um longo e gutural gemido, a cabeça lançada para trás, os lábios entreabertos, os peitos balançando mesmo sob o tecido da camisa suja. Era a imagem mais poderosa e erótica que eu já tinha visto desde que acordei naquela maldita floresta.

O ritmo dela acelerou, os seus movimentos tornaram-se mais erráticos, mais desesperados. Podia sentir o corpo dela se tensionando, assim como as contrações de sua buceta melada e apertada. Ela ficou tensa, nitidamente se aproximando do próprio clímax. Os gemidos dela também ficaram mais altos, mais desesperados e erráticos. As suas unhas se cravaram no meu peito através da minha camisa, uma dor afiada que só aumentou o meu prazer. Eu estava perdido no calor, no aperto, no som, no cheiro floral e selvagem dela. O mundo fora daquela cama tinha deixado de existir por um momento.

Então, finalmente, ela atingiu o orgasmo. O corpo dela se arqueou, um grito agudo escapou dos lábios enquanto a sua buceta se contraía em espasmos violentos à volta do meu cacete. As ondas de prazer percorreram todo o seu corpo e eu senti tudo, cada contração, cada tremor. Foi essa visão, essa sensação de total perda de controle por parte dela que me empurrou para o meu próprio abismo. O meu próprio orgasmo explodiu de mim, uma torrente de esperma que despejei dentro dela. Fui fundo, o mais fundo que pude, puxando ela através de sua cintura contra mim enquanto a minha porra a enchia, marcando-a por dentro.

Ela desabou sobre mim, o corpo pesado e mole, a respiração ofegante contra o meu pescoço. Ficamos assim por um longo tempo, os nossos corpos ainda ligados, o suor arrefecendo na nossa pele.

O silêncio que se seguiu era diferente do de antes, um pouco mais constrangedor, um silêncio entre duas pessoas exaustas, porém, satisfeitas. A Caçadora, a minha breve inimiga, estava deitada sobre mim, com a minha semente dentro de si. Até que ela decidiu se mover, subiu até meu pau escapar de dentro de si e puxou a calça para cima novamente, se sentando na cama, eu a acompanhei, subi a calça e me sentei na cama.

Ato V

A Caçadora ficou mais alguns segundos sentada ao meu lado antes de se levantar. Pegou a bolsa e começou a guardar suas coisas. O toca-fitas desapareceu para dentro dela, junto com a fita que havia me mostrado anteriormente. Eu permaneci sentado na cama, observando-a.

— Quando eu te trouxe para cá, eu te revistei — a Caçadora segurou a alça da bolsa e me encarou por alguns segundos. — Você tem um brasão tatuado, nas suas costas.

Levei a mão até as costas, tentando alcançar o desenho. Fiquei em silêncio, eu nem sabia que aquela tatuagem existia.

— Eu já vi antes — a Caçadora desviou o olhar por um instante, ela colocou a bolsa sobre o ombro. — Kiev tinha um igual, exatamente o mesmo, mas o dele, embaixo, estava escrito “Kiev”, por isso chamávamos ele assim, mas no seu só tem o mesmo brasão.

Eu não lembrava sequer do meu próprio nome. Agora havia alguém naquela floresta que tinha uma marca igual à minha.

Nem a vi abrindo a porta e indo embora, me levantei e fui para fora. A Caçadora já caminhava entre as árvores. Em poucos segundos, seu corpo começou a desaparecer entre os troncos, até que restou apenas o movimento distante da vegetação. Fiquei parado observando, olhei para o céu. Os primeiros tons alaranjados começaram a surgir por entre as copas. Já estava anoitecendo.

Tapei as janelas e empurrei a cômoda velha para a porta. Então comecei a procurar. Se Kiev havia vivido ali, talvez tivesse deixado alguma coisa útil para trás. Passei a vasculhar a cabana, procurando qualquer coisa que pudesse ser útil. Encontrei um revólver escondido em uma caixa e, depois, um rifle com uma pequena quantidade de munição. O mais estranho era que eu sabia exatamente como manusear as armas, inclusive desmontá-las e montá-las rapidamente. Limpei as duas e contei a munição antes de guardá-las.

Também encontrei uma lanterna e duas fitas com pequenas etiquetas escritas à mão. Guardei tudo que pudesse, quando terminei, já estava escuro.

Apaguei a lanterna e fiquei parado no centro da cabana. Sentia novamente aquela presença da noite anterior. Era como se alguma coisa grande estivesse do outro lado das paredes. Peguei o revólver e me aproximei das frestas, não vi nada. Nenhum movimento, nenhuma sombra, nenhum som. Apenas a escuridão absoluta da floresta.

— Volta...

A voz surgiu como um machado cortando a minha cabeça. Havia algo estranho nela, um chiado baixo e uma interferência que lembravam o som de um rádio antigo. Não parecia vir de um ponto específico. Era como se algum rádio estivesse ligado em algum lugar próximo, mas eu não conseguia descobrir de onde vinha.

— Venha... você precisa voltar — a estática do rádio cortava as palavras. — Você precisa!

Levei as mãos à cabeça, aquela voz não estava apenas sendo ouvida. Eu sentia que as palavras atravessavam minha mente. Como se alguém estivesse tentando falar diretamente dentro do meu cérebro. Me afastei das janelas, por alguns segundos, permaneci parado, respirando rapidamente.

Uma luz surgiu do lado de fora. Voltei para a fresta e vi a floresta iluminada por um fogo alaranjado que se espalhava entre as árvores sem que houvesse vento. Porém, tão rapidamente quanto surgiu, desapareceu, deixando apenas a escuridão.

Pouco depois, ouvi uma respiração fraca e irregular. Alguém estava lá fora, agonizando. Segurei o revólver, mas não abri a porta. Permaneci no centro da cabana até a respiração desaparecer.

A noite passou lentamente, o sol surgiu.

Ao amanhecer, saí e fui até o local onde havia visto o fogo. Encontrei um corpo humano completamente carbonizado. Enquanto observava, percebi que a terra ao redor dele estava se movendo. Raízes surgiam do solo e se enrolavam no cadáver, enquanto a terra parecia engoli-lo lentamente.

Quando percebi que apenas o tórax e a cabeça ainda estavam para fora, lembrei do que a Caçadora havia dito.

“... tenho bastante coisa útil que eu acho em alguns corpos antes de serem absorvidos completamente pela floresta...”

Agora eu sabia o que ela queria dizer, a floresta estava comendo aquele corpo. 

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Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 68Seguidores: 50Seguindo: 15Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade. Email: ghaedrig@gmail.com

Comentários

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Nossa...

Estou amando, o clima está assustadoramente fascinante e cada acontecimento bizarro me deixa mais elétrica.

Muito bom.

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Me veio uma palavra a mente sobre o brasão...

Tunguska.

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O que é isso, não sei e não pesquisei?

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Explosão no ar: Um asteroide ou cometa de cerca de 40 metros de diâmetro explodiu a uma altitude de 5 a 10 quilômetros.Sem cratera: Como o objeto se desintegrou antes de tocar o solo, nenhuma cratera de impacto foi formada.Destruição em massa: A onda de choque derrubou cerca de 80 milhões de árvores em uma área de mais de 2.000 quilômetros quadrados na floresta siberiana.

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Como está por lá biogeograficamente falando os dias de hoje?

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Floresta recuperada: A vegetação cresceu novamente na maior parte dos 2.000 quilômetros quadrados que foram devastados.Ausência de cratera: Como o meteoro explodiu a cerca de 8 a 10 quilômetros de altitude, o solo não foi atingido diretamente por um corpo sólido, não existindo uma cratera de impacto.

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Existem estudos.

É uma reserva florestal acompanhada por cientistas sobre o crescimento da floresta após um evento de extinção total da área.

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Afloresta de Tunguska é proibida para visitação, só cientistas com permissão da administração da reserva podem entrar

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E outro fato. No Interior da Rússia e Sibéria, que é longíssima, ainda se vive o espírito da antiga União Soviética. Virou uma coisa cultural.

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Há quem diga, na Rússia que a União Soviética foi feita a imagem da Sibéria e da Rússia de Kiev.

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Terra de extremos, resiliência, controle e obscuridade, até hoje por sinal, a União Soviética não existe no Papel, mas a ordem é que até hoje todo o antigo território trata como Mãe Rússia, se houver o atrevimento de discordar acontece o que estamos vendo há cinco anos, imagina nesses lugares que além de longissimos, a temperatura chega a ficar 50° negativos ou mais no inverno, para mim isso é inconcebível, somentes alienígenas 👽👽👽👽 sobrevivem a isso kkkkkkkkkkkkkkk

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A questão é que o império russo nunca deixou de existir.

Existem mais de 150 etnias com seus próprios territórios dentro do que ainda é Rússia.

Fora os que conseguiram independência por apoio internacional.

Mas dentro da história de um império. Não existe ex território completamente.

Tanto que Canadá e Austrália ainda são Comon Wealth, mesmo não sendo mais United Kingdom.

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Verdade!

E a cultura e o DNA russo nunca mudou. Na China também.

Sabe, acho que tudo isso deve ser Espiritual, sei lá. Gerações e mais gerações não são capazes de mudar a essência dos lugares em que vivem.

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São Impérios tão antigos e os reinos em volta também culturas e identidades tão antigas.

Que a nossa sociedade moderna ocidental para eles é modinha.

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Exatamente!

Acho a história da Rússia completamente truculenta. A China não é diferente, mas a cultura e costumes chineses são muito mais valorizados por eles mesmos do que os Russos, que sempre foram um povo extremamente práticos no seu modo de viver.

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Uma necessidade...

Dizem, (lenda Russa), que quando o Príncipe de Kiev, queria escolher qual seria a religião nacional do seu império ele recebeu delegação do Catolicismo, Cristandade Ortodoxa e Islamismo.

A primeira foi descartada no ato por não querer outra autoridade sobre a Rússia além dele.

Aí ele escolheu a Ortodoxa, porque um russo jamais aceitaria uma religião que proíbe o álcool.

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E tbm pq membros da família real russa poderiam ser santificados!

O que foi o caso da família do ultimo Czar. Eles meio que copiaram o Anglicanismo de Henrique VIII.

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O contrário né anjo...

O Anglicanismo de Henrique VIII é de 1534.

A Igreja Ortodoxa Russa do Príncipe Vladmir o Grande é de 988.

Não tem como os russos terem copiado os ingleses 600 anos antes nem com tarô e bola de cristal.

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Mais fácil o Henrique VIII ter copiado os russos.

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Kkkkkkkkkk

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Eu via no Youtube uma moça russa, acho que o nome é Uma russinha no Brasil, algo assim. Muito interessante ela comparando a vida daqui com a de lá!

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Houve então recuperação, interessante, um meteoro com material radioativo poderia ter causado todas as anomalias inclusive em seres alienígenas que sobreviveram devido a crisálidas ultra resistentes de transporte interestelar e agora estão conduzindo a expansão de seu habitat natural e com experiências com o povo local, transformando eles em criaturas regenerativas por osmose devido ao consumo da carne da Criatura Mãe, até por isso é chamada assim, para toda essa massa de manobra servir de alimento no futuro para toda a raça alienígena, por sinal, o Sem nome é um extraterrestre que foi enviado como pioneiro para testar sua evolução alternativa de não precisar consumir carne regenerada, mas sim ser auto suficiente como as plantas, por isso a experiência da Árvore da Morte e Vida, seria um experimento de sustentar um corpo humanóide somente com mesmos nutrientes que as plantas, por isso o Sem Nome não está sentindo sede ou fome em primeiro momento., está em transição.

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Quero essa receita de café, o meu está fraco.

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk você não precisa de Cafezin não, sua capacidade criativa é acima da média e é totalmente Linear, no qual é o mais importante para criar estórias críveis, a minha capacidade criativa é até satisfatória mas é disruptiva demais e irregular demais, tornando tudo até interessante, mas inverossímil e até impraticável, ou seja, acho que eu sou doido demais para escrever textos longos com começo meio e fim. Rsrsrsrs

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Kkkkk você é fofo

Um dia você se arrisca ainda conto com isso.

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Eu sabia que aqui vc ia soltar a franga mental meu amigo!

Até ia comentar com nosso Lenhador que seriam dois contos, o dele e o nosso nos comentários! hahahaha

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Literalmente Soltando a Franga Mental tá doido demais, então é a Seara perfeita para esse exercício, ativa uma parte do cérebro que as vezes fica esquecida.

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Kkkkkkkkkkk e eu que estou terrível

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Eu pensei o mesmo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Hoje vc tá terrivel!!!!!!!!!!!!!!!!

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"O Evento de Tunguska foi uma explosão colossal na atmosfera da Sibéria, na Rússia, ocorrida em 30 de junho de 1908"

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E de tempos em tempos aparece em histórias de ficção científica. Porque estamos falando da Rússia Imperial do Kzar, desnecessário dizer quantas lendas surgiram em volta do evento.

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Fato, e principalmente nessa época o Kzar era fraquíssimo e Rasputin, um esótérico louco, comandava nas sombras.

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"Naquele dia, alguma coisa brilhante caiu do céu no meio da floresta"

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Sim!! Fato!! Me lembrei!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk prevejo que sexta-feira que vem, eu vou fazer um churrasquinho de neurônios kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkk

Ok. Ansiosa.

Mas ainda tenho que ler o 3.

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Foi isso que me fez pensar em Tunguska após o Brasão de Kiev.

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Eu não posso falar muita coisa sem entregar spoilers, então vou me abster...

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Olha meu querido Lenhador!

Se abstenha mesmo por favor!!

Vc notou??? 115 comentários!

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FUCDC deixando a presença marcantes, acho que o máximo de comentáriosque eu tive num conto foram 21 ou 22 kkkkkkkkkkkkkkkkkkk esses últimos três tiveram 41, 117 e 84.

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Pois é, vocês estão fazendo todo o trabalho das teorias kkkkkkk eu tô gostando

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Está um luxo essa trama... cara que mistério bacana de acompanhar. Tenho a mania de ler as coisas e ficar formando algumas cenas na cabeça... a floresta eu imaginei algo no estilo da floresta da "Lenda do cavaleiro seu cabeça" kkkkkkk.

Realmente estou adorando... e lógico que minha mente tenta fica traçando paralelos estranhos... indo de Lost a Toy Story...kkkkk

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Opa, interessante. É uma floresta bem macabra, escura e ameaçadora, né? É legal ver o ponto de vista do leitor, as vezes é diferente do que eu imagino para a história kkkkkkk

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Gosto muito disso... Um terror onde o "mal" é a natureza. E o lance da "floresta do mal" sempre me atrai.

Tem aquele filme "As ruínas"... achei a ideia bacana (apenas a ideia kkkk). Quando a gente fala de algo ameaçador, dificilmente pensa em plantas... mas quem já entrou numa floresta a noite sabe a atmosfera massa que é...

Eu estou bastante empolgado com essa série... bastante mesmo...

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Atos IV e V

Kiev!!!

Rapaiz!!! Extremamente bem escrito, impressionante.

Meus contos preferidos são os bem elaborados, com detalhes espalhados que se ligam e explicam tudo. Obetão é o mestre nisso e Carlão tbm usando detalhes escondidos de forma sublime.

Aqui já da para perceber que será igual!!

Mas precisamos de um fio agora para começarmos os trabalhos de teorias e fofocas!!

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Isso daqui vai ser um puta de um quebra-cabeça. Eu gosto também dessas coisas, de ir juntando os detalhes. Às vezes descobrimos coisas que já estavam explícitas desde o início, mas não tivemos a mesma ótica de quando chegamos ao final.

Mas vou te falar o mesmo que falei no comentário do Bayoux, os mistérios vão se acumular cada vez mais, algumas respostas vão surgir cedo e a maioria delas vão explodir somente no final.

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Me amigo Haedrig,

Eu senti para mim que a grande virtude de seu conto é ser extremamente bem escrito! Isso vai facilitar e também confundir.

Vamos em frente! Adorando a experiência!

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Obrigado, meu amigo Ramses! Uma boa escrita, fluida e fácil de acompanhar, é imprescindível para mim, ainda mais com esse tipo de tema cheio de mistérios. Eu não quero que você se perca na história por causa das palavras difíceis, quero que você se perca tentando entender o que está acontecendo!

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Está excelente meu amigo!!

Parece que estou lendo um belo livro de mistério sobrenatural!

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Oi Haedrig! Continua muito bem, abrindo mistérios e prendendo a gente. Três coisas me ocorrem:

- Cuidado com mistérios demais: Lost foi terrível, abriu tantos mistérios e no final miou… um trauma.

- Coudado com mistérios demais 2: minha finada serie Fugaz pecou por isso, outro trauma, rs

- Cuidado com mistérios demais 3: Já leu “O Céu da Selva”? Eu odiei, talvez por isso esteja com o pé atrás, rs

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Essa é uma série com começo, meio e fim. Tudo será explicado na medida do possível, mas creio que os mistérios vão se acumular cada vez mais. Algumas respostas vão sendo soltadas pouco a pouco, mas é no final que tudo vai explodir, igual a minha cabeça explodiu enquanto eu escrevia.

Mas fiquei muito satisfeito com a série inteira. Tem um grande detalhe que eu só vou poder comentar quando o último capítulo for postado, e acho que, quando chegar lá, todos vão compreender melhor o meu intuito com essa série.

Mas até lá, quero que você fique preso na escuridão da floresta, muahahaha.

E nunca li O céu da selva, mas pela premissa, tem semelhanças com Os filhos da floresta...

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Eu acho que vou continuar comentando Ato a Ato para eu não me perder nos meus pensamentos.

E sim, muitos detalhes e muitas coisinhas.

Mas por enquanto é só mistério. Largados e Pelados + Lost + The Witcher!!

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KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Largados, mas não pelados. Eu pensei em deixar o protagonista no meio da floresta sem roupa, mas isso seria maldade. Imagina se uma formiga entra no... no... Bom, você entendeu. Daí coloquei uns trapos velhos nele.

E eu separei por atos justamente por isso também, para eu próprio não me perder enquanto escrevia. Achei uma boa!

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kkkkkkkkkkkk

Mas bixo!!! Sapato sem meias na floresta é pior que pelado!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Alguém tem que se foder né kkkkkkkkkkkkk

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Pois é!!

Ja to vendo que os monstros foram inspirados em vc mesmo!!!

Seu fofoqueiro maldoso!!! hahahahaha

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Kkkkkkkkkk espere o capítulo 5 para falar isso, hehehehe

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Em "O Céu da Selva", a floresta deixa de ser o cenário para ser o personagem principal, com vontade própria. Essa é a semelhança.

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Eu estou encafifado com esse mapa e essa mochila.

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Mas eu acho mesmo que o Perdido Esquisito e o Kiev são a mesma pessoa.

Ele volta e morre, volta e morre e vai deixando pistas para ele mesmo.

A Noiva cadáver se lembra dele e ela tem a musica lá.

O Velho e a Chata não conseguem se lembrar dele.

Vou nessa teoria!

É um Loop do personagem.

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Acho que é isso mesmo!!

Ele esta juntando pistas e materiais para ele mesmo!

Notem que o Velho não tem apego pelo taco de baseball e nem pela mochila.

As armas escondias na cabana que ele sabe usar!!

Vamos lá Haedrig!!! FUCDC aceita o desafio!!!!!!!!!

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Minha teoria mucho loca: os Perdidos são enviados por uma corporação para explorar aquela região que apresenta anomalias estranhas desde que um meteoro alienígena caiu por lá. Não são reencarnações, são andróides humanoides, e por isso se parem uns aos outros. As tatuagens são o logo da corporação e o Velho foi plantado lá por eles para receber os exploradores. Toda informação colhida é subida por um upload na hora em que morrem, mas Kiev sofreu uma singularidade, se tornou quase humano e o upload não funcionou. Às pressas, a corporação enviou outro droide para saber o que houve, e por isso nosso herói não tem o nome gravado nas costas.

Os mano pira, kkkk

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Isso é muito Detroit become human kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

O jogo é sobre androides que criam consciência e se tornam divergentes. Sua teoria lembra bastante.

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A favor dele ser um androide é que ele não sente nem sono, fome ou sede, mas ele sente medo e tem prazeres sexuais.

Minha expansão da minha teoria de que existe um loop de reencarnações, é que ele nas primeiras deveria ser todo tatuado e a cada volta uma parte delas se apaga.

Isso quer dizer que esse ciclo é limitado e ele corre contra o tempo para achar uma saída.

Ele fica sabendo disso pois dentro da Floresta existem algumas pessoas que se lembram dele, mas cada uma dessas pessoas tem as memorias fragmentadas.

Os mano pira muito!!! kkkkkkkkkkkkk

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O dia em que decidir escrever um livro, já sei quem serão meus consultores, kkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Está indo em uma linha parecida com a minha...

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Você me lembrou uma frase que uma vez ouvi em uma mesa de RPG:

"Pistas voam como nuvens de morcegos e de repente seus jogadores saem da mesa para ir jogar videogame."

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Ato II e III

A Noiva estava ouvindo uma musica tbm. E agora a Caçadora!!

Até o momento se tiver uma musiquinha tem sexo!!

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Música, rádio, toca-fitas...

O que será que essas coisas tem em comum?

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O que essas coisas tem em comum é que são instrumentos de comunicação de um passado recente de nossa realidade que estão em um mundo distópico, sobrenatural ou psicodélico.

Uma pergunta básica, essa Floresta tem energia elétrica, se não qual a fonte de energia? Seria sobrenatural?

Seriam baterias que aparecem sem explicação em pontos aleatórios?

Por que o Sem Nome não sente sede e nem fome, sobrenatural ou processo químico?

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Seja muito bem-vindo às teorias, Sensatez! KKKKKKKKKKKK

Essa eu acho que posso responder, messo sentindo que tô pisando em ovos. A floresta não gera a própria energia e também não existe uma fonte sobrenatural de eletricidade. Dá para encontrar pilhas e baterias durante a exploração, vasculhando lugares abandonados e fazendo aquela boa e velha scavenger, mas elas são bem escassas de qualquer maneira.

Sobre a sua última pergunta, vamos deixar em aberto...

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Eu achava que a eletricidade pudesse ser gerada de uma energia sexual.

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Energia sexual usei na série "O estigma da bruxa"

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Vou ler tudo seu!

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Acho que nunca escrevi algo com tanto sentimento quanto essa série, às vezes me pego lendo ela. A escrevi num momento sensível da minha vida.

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Aí é que é bom meu amigo!

Todo mundo deveria ter uma válvula de escape saudável para momentos mais intensos na vida!

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O nosso é Fofocar com o FUCDC kkkkkk

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Verdade!!!!!!!!!!!!!

Olha, esse conto caiu do Céu para nós!!

E nossa ideia de maratonar outras series juntos tbm, pois vamos ter uma entressafra de contos com o fim da Giz e do Carlão!

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Continuando!!

Temos o Velho que estava com a mochila e o taco de baiseball.

A Chata que foi a unica que deu informações para o Esquisito.

A Noiva Cadaver que estava esperando o Esquisito.

E a Caçadora que conheceu o Kiev que pode ser o Esquisito!

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Exatamente, tenho a impressão que não se trata só do Sem Nome, tem pessoas com "vidas" distintas, e ainda houveram outros como ele.

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Exatamente, mas alguma "anomalia" fas o Esquisito ir ligando os pontos de loop em loop.

E ele vai deixando essas informações para ele mesmo.

Olha o Mapa! O Velho não ta nem aí para o mapa, mas ele sabe das marcações e indica o que é perigoso ou não.

E as armas que o Esquisito acha e sabe usar.

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Sim o Sem Nome ou Esquisito sei lá, tá em casa, não há dúvidas, minha dúvida é que não se trata só dele, tem narrativas paralelas.

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Com certeza!

Ja da para notar que dentre muitas pessoas nessa Floresta, algumas tem de certa maneira uma clareza mental maior.

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Isso, tem a massa de manobra, mas tem os pensantes também.

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É descobrir se esses pensantes são uma anomalia ou se são peças colocadas para confundir nosso herói que usa sapatos sem meias em uma floresta.

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Tô gostando do papo, só acompanhando hehehehehe

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Vc não viu nada ainda!!

Uma vez eu e o Sensatez alopramos falando de Destino, Providencia e Livre Arbitrio na página do Mark! Fora no Betão que é mais interessante esse assunto pois faz parte da história do casal.

Amigo!!!! Foi doido!

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Eu acho que tem estória aí para todos os personagens. Se liga por exemplo no Mundo de Oz, quem era o ser Supremo que guiava a vida de todos, o Próprio Mágico de Oz que era praticamente uma Fraude que deu Certo ou a Rainha Louca de Copas do País das Maravilhas, que tinha poder terreno pleno, mas não tinha idéia de como usá-lo sem causar o Caos?

Ps. Sem falar nos outros personagens desses mundos distopicos que são um espetáculo a parte, então eu acho que teremos algo nesse sentido.

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Só sei que esta tudo muito bem montadinho!

A escrita excepcional do Lenhador esta ajudando muito!

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Agora estou com uns BOs no trampo e não consigo ler o cap 3. Mas assim que eu liberar aqui vou devorar.

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Já tô lá.

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Vai lá, assim que der eu vou!

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PQP!!!!!!

nem eu acredito na minha declaração como Embaixador para a Musa Nanda!!!

FICOU BONITO DEMAIS!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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4F Lifestyle

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Eu vi!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkk

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Corrigindo 5F é ainda melhor kkkkkkkk

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Se divirta meu Presidente!!!

A Onça ta afim!!!

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Ato I

Interessante, o Velho conta que algo caiu do Céu. Então por enquanto deduzo que não é o Umbral!

Ele não sabe o nome dele mas sabe de muita coisa! Ele deve ser parte da Floresta então, Afinal, ele deu o mapa e a mochila para o Perdido.

Esse Velho sabe muito! Acho que a Chata tbm!

Seguindo....

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Aqui não tenho muito o que dizer sem dar spoiler, mas será que alguém tem a resposta para o que está acontecendo?

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Confesso que, assim como o protagonista, eu também estou completamente Perdido.

Quanto mais respostas aparecem, mais perguntas surgem… e esse brasão do Kiev só fez minha bússola interna quebrar de vez.

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Senti uma estranha satisfação lendo isso, pois é, de fato, desse jeito que eu quero que o leitor se sinta, hehehe.

Prometo entregar cada vez mais mistérios e cada vez menos respostas...

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Logo logo chegamos aqui meu amigo!!!!

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Essa série vai ter umas bizarrices bem anormais, leia por último kkkkkkkkkkk

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Bizarrices é com a gente!!! hahahaha

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