Bárbara me olhou assustada e desacreditando da mancha arroxeada que a minha mão causou no rosto dela, ela partiu para cima de mim, o Chris não conseguiu segurá-la e ela segurou meu cabelo, mas eu segurei a mão dela no meu cabelo e mordi seu braço com toda a força, deu um gritou de surpresa, ela atinge meu rosto para fazer parar, soltando meu cabelo para segurar o braço machucado.
O Christian segura ela pela barriga puxando e eu dei um chute na canela dela enquanto era puxada, deixando agora além do braço machucado também mancando. Mas não fui atrás, não descolei os pés da frente da porta onde meu filho dorme.
“Vai embora, Bárbara chega.”, ela estava gritando machucada, mancando, segurando o braço, com o rosto marcado, “EU VOU ACABAR COM VOCÊ KELLY, EU PROMETO…”, ele levou ela para fora, e só quando a porta bateu eu relaxei e sai da frente da porta do quarto.
“Kelly você está bem…”, ele se aproxima para ver se eu me machuquei, mas eu não queria proximidade, me afastei demonstrando isso e ele respeitou, eu vi nos olhos dele, que ele estava preocupado, “Eu só preciso pensar.”, eu falei isso e fui para o quarto ficar com o meu filho, tremendo de raiva, deitei na cama olhando o berço do meu bebê, de vez em quando tocando a criança ou ao seu redor com um sorriso, acabei cochilando de novo.
Acordo com toques na porta… “Entra.”, eu falo com voz sumidinha, ainda chateada, ele abre a porta mas não entra, respeitando meu pequeno santuário ao lado do meu filho, “Vem comer?”, ele pergunta, preocupado e eu o acompanho, me sentindo segura como não me sentia há meses, por ele respeitar pequenas coisas e logo sinto cheiro de pão quentinho, frutas e um chai, eu olho para a mesa, olho para ele, sorrio sem jeito, “Como?... Porque?...”, ele sorri, “Eu só quero garantir que você se sinta bem.”, eu sorrio sem jeito e me sento para comer.
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Comemos em silêncio, aí conversamos sobre bobagem até ele se levantar e se aproximar de mim, estendendo a mão, “Deixa eu ver?”, eu faço que sim, ele afasta meus cabelos do rosto, eu sabia que não estava tão ruim, Bárbara atingiu meu rosto com alguma força, mas nem tanto e bem sem jeito por estar principalmente tentando soltar seu braço da minha boca, “Desculpa anjo, eu…”, não deixo ele terminar, “Christian você não teve culpa ela…”, “Não Kelly, ela é uma racista idiota que te machuca por prazer, eu já não estou falando com ela, não sei nem o que ela veio fazer aqui.”, eu olhei para ele, sorri, senti a conexão entre nós e isso me fez desviar os olhos.
Eu me levanto e ele me acompanha com os olhos, me espreguiço levantando os braços, eu não quero mais esperar, eu quero o Christian, já tirando a blusa, abaixo o shorts sem me virar, junto com a calcinha, ficando nua diante de seus olhos “Acho que preciso de mais um banho.”, me afasto um pouco e olho para trás, com ele parado olhando para mim em choque.
“Você vem?”, claro que eu sabia que não ia precisar pedir uma segunda vez, vou na frente para o banho.
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Quando ele chega no banheiro, eu percebo que ele perde um tempo para me observar, como meus seios estão um pouco maiores, chamativos, com os mamilos e aréolas maiores, chamando atenção, como meu quadril está mais redondo, mais aberto, apesar de ainda pequeno, eu estou toda nua embaixo d’água, os cabelos molhados descendo pelas costas, os cachos desfeitos para lavar, fazem meus cabelos irem até a minha bunda, quase cobrindo ela.
Eu me viro para ele e abro os olhos, vendo a camisinha na mão, o seu pau muito duro, mordo o lábio inferior, demonstrando meu desejo, sinto um friozinho na barriga só de ver ele sem roupas, lembrando o tamanho da tarefa à minha frente…
“Porque demorou tanto?”, falo provocativa alisando meu próprio corpo, me exibindo, ele coloca a mão ao redor da minha cintura, “Desculpa te fazer esperar.”, aos beijos sentindo suas mãos alisando minhas costas e bunda.
“Me fode que eu desculpo…”, os beijos se tornam mais insistentes me arrancando gemidos e suspiros, suas mãos apertaram meus seios e tomaram um tapa com força… Ele me olha surpreso, “Tah sensível e dolorido.”, explico em tom de desculpas ele sorri e me beija, “Tudo bem anjinha.”, suas palavras me fazem relaxar de novo.
Ele me sobe para seu colo, minhas pernas ao redor da sua cintura, meus braços ao redor da sua nuca, ambos os corpos quentes de desejo, de saudade, de vontade, me sinto muito molhada. Meu próprio peso me empala no seu pau eu aperto os olhos em um gritinho mudo sem som, apertando ele com braços e pernas, enquanto ele começa a me foder, me fazendo gemer e me contorcer.
“Vai Cris me fode.”, ele começa a me foder, mais rápido e mais forte, eu suspirando e gemendo nos braços dele, controlando minha voz, por causa do meu filho, tremendo, arrepiada, sentindo ele socar sem pena, gozando nos braços dele, uma duas, vezes, olhando para o teto, revirando os os olhos tremendo inteira aí sinto ele gozando dentro de mim forte, delicioso, me tirando de órbita.
Fico toda molinha e manhosa nos braços dele, no colo dele, “Que saudade de ser fodida assim.”, ele sorri, um risinho tímido e safado, “Já esgotou essa gatinha.”, eu sorrio e olho para ele safada e com uma indignação fingida… “Está arrumando desculpas para não me foder mais é?”, ele me solta no chão, “Então aguenta mais, safada.”, me vira de costas e me dá um tapa na bunda, com as duas mãos no vidro do box, olhando para o espelho do outro lado do banheiro, vendo nós dois dentro do box, o homem atrás de mim, me preparando.
Ele me acaricia me alisa, suas mãos são quentes e maravilhosas, me fazendo arrepiar com um mero toque, estremeço inteira, enquanto ele estimula minha bocetinha me prepara para foder mais e logo ganho um outro tapa ardido, me arrancando um gritinho, do ouro lado da bunda, estremeço inteira dobrando uma das pernas e nem consigo reclamar, por que ele me invade de uma vez me arrancando um gritinho.
“Filho da Puta.”, eu consigo dizer, sendo fodida, ele segura meu quadril e judia da minha bocetinha, judia muito, socando com força, com muita força, comigo tremendo e gemendo, dificultando que eu consiga controlar a voz, fazendo eu morder minha mão de vez em quando, “Era isso que essa gatinha queria…”, babando, lacrimejando, apoiada no vidro, bundinha empinada, levando pau com força na bocetinha, sentindo machucar deliciosamente fundo, com ele me segurando pelo quadril.
“Mais… Fode mais… Acaba com a sua indiazinha.”, ele não deixa eu repetir, fodendo com muita força, cada pancada da virilha dele na minha bunda, ecoa pelo banheiro, babando e lacrimejando, eu chego a levantar um pé do chão, sentindo que não vou aguentar, tah judiando bastante de mim eu gozo, me contorcendo, ele me segura e continua fodendo eu gozo de novo, ameaço cair, ele me segura, me puxa para ele endireitando meu corpo, me segurando com uma mão no pescoço, ele goza e solta meu pescoço eu quase caio tremendo inteira gozando violentamente nos braços dele.
Quase desmaiando de tanto gozar, com ele me segurando, me deixando tremer e me contorcer, sem me derrubar no chão, eu fico esgotada, com as mãos na parede, ele encosta as costas, olhando para mim, olho por cima dos ombros, sorrindo, ambos esbaforidos, fazia tempo que não fodíamos com tanta brutalidade e ao mesmo tempo tanto amor e carinho.
Eu me virei e abracei ele, nos beijamos com carinho, com muito carinho, olhando nos olhos dele, seus cabelos molhados são lindos, sua barba, que dá um ar de homão que sabe o que é o que têm, minhas mãos passeiam pelo seu corpo, pelos seus músculos, sorrio, sentindo suas mãos na minha bunda, nas minhas costas e cintura.
“Que saudades de fazer isso com você.”, ele fala e eu sorrio, olho para ele e mordo o lábio, percebo o brilho do seu olhar, me vendo olhar para ele com safadeza nos olhos, saio do banheiro, convidativa, nua, rebolando devagarinho, olho para trás e ele me segue, sem dúvida curioso com o que pretendo até chegarmos na sala. “Gostou de me foder Chris?”, eu olho para ele, sedutora, provocante, “Amando muito.”, ele consegue responder sem jeito olhando meu corpo todo.
Eu dou um risinho sapeca provocante, me ajoelho no carpete que é quentinho e deito meu corpo para frente com o rosto no chão depois abro minha bunda para ele com as duas mãos, “Então vem acabar comigo… Acaba o que começou...”, ele se ajoelha atrás de mim, entre minhas pernas, eu começo a tremer toda, medo, ansiedade, desejo, tesão, sinto sua língua, me arrancar um gemido, bem no meu cuzinho.
Gemendo baixinho, abrindo bem minha bunda para sua boca, logo já sinto um dedo, dói, eu estremeço, mas aguento, ele percebe e continua me preparando, depois pega lube e continua brincando comigo, me fazendo acostumar, me fazendo relaxar, com sua língua e seus dedos, me fazendo tremer inteira, de olhos fechados, com o rosto no chão e bunda empinada, com as mãos segurando aberta para ele, suspirando de prazer
Quando sinto o rosto dele se afastando eu sei que chegou a hora de levar um pau grande e grosso no meu cu… Estremeço arrepiada de medinho, mas tão excitada, que minha mão não sai do lugar, mantendo minha bunda bem aberta, com ele atrás de mim, ele me segura firme pela cintura e aí sinto o cabeção no cuzinho todo babado, molhado e tão preparado, que até abriu um pouquinho.
Sinto ele encaixar e empurrar, doeu, doeu mais do que eu esperava, mais do que eu lembrava, eu dou um grito e me contorço toda, mas entrou, sinto meu corpo estremecer chorando, “Kelly tudo bem?”, ele pergunta, sinto a preocupação na sua voz, estremeço inteira, com as mãos que por reflexo agora estão no carpete arranhando, “Sim… Gentil por favor…”, ele começa o vai e vem, doendo infinitamente menos depois da dor de entrar e me abrir,
Respiração acelerada, me acostumando o vai e vem lentinho, alisando minhas costas, minha cintura, tremendo toda, mas sinto que ele percebe que já estou me acostumando e está mais fácil, ele me dá um tapa na bunda, “Saudades desse seu rabo zkelly.”, ele fala e já qcomeça a acelerar estremeço toda começando a me tocar com uma das mãos.
Já não dói, mas começa arder mais, só que é um tesão mesmo ardendo, sentindo ele afundar em mim, minha mão na minha bocetinha me masturbando, “Que delícia Chris, fode meu cu.”, ele segura meus cabelos, com uma mão a outra na minha barriga e puxa do chão me fazendo ficar ajoelhada, meio sentada no calcanhar tomando no cu de baixo pra cima
Ele fodeu meu cu… Não há outra forma de dizer o que aconteceu, enquanto ele judiava do meu cu, eu mordi uma mão, continuando me masturbando com a outra, sentindo como é o pau enorme dele entrando e saindo, parecendo um pistão acelerando em força máxima, comigo chorando, tremendo, sentindo ardendo tudo por dentro, até ele gozar, enchendo meu cu por dentro, me fazendo revirar os olhos e gozar em seguida tremendo dos pés a cabeça.
Quando ele tira, eu deito no chão chorando, manhosa, me sentindo frágil e sensível, ele deita atrás de mim, me abraçando de conchinha, me acariciando, esperando eu me acalmar, ainda tremendo, ainda arrepiada, ainda com a minha mão na minha bocetinha sensível, ele espera e me ajuda a me acalmar com beijos e carícias e eu gozo uma segunda vez…
Depois disso tomamos um banho de verdade para ir dormir, no banho ele me tratou como uma princesa, alisando, acariciando, me dando beijinhos, falando gracinhas me fazendo sorrir, até todo o excesso que eu sentia no meu corpo desaparecer, ficando só a deliciosa sensação de estar bem fodida.
Me deitei ao lado dele na cama, ambos se olhando, e eu admirando, esse homem, seus cabelos, sua barba, seus olhos, eu sorri que nem boba, sentindo todo o impacto da sua presença que não sentia a meses, até estendi a mão e alisei o rosto dele devagar, para ter certeza que era real, que não estava sonhando, no final dormimos abraçados…
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Quando acordo me sinto incomodada com o que aconteceu, não com o sexo em si, mas com o “efeito Christian”, que eu só senti agora, é irritante se descobrir a mulher que só precisa ser fodida para ficar tudo bem, eu fico muito irritada comigo mesma e escuto meu bebê “falando” no berço, ele acordou, possivelmente, foi ouvir sua voz que me acordou.
Levanto, troco meu bebê, vou para a sala brincar com ele, usando um jeans e uma camiseta simples, enquanto penso nisso, penso no que acho de mim mesma nesse momento…
Mas aí minha memória me “pega pelo pé”, vamos colocar assim, eu já tive isso antes, Jonathan, ele tinha esse efeito sobre mim, Alberto uma vez disse para a Samantha que eu tinha um olhar, expressivo, ela adorou a palavra e disse que isso definitivamente cumpria como se sentia olhando para mim… Jonathan e seus amigos sempre comentário do meu olhar, Jonathan sempre diz que quer aquele olhar de volta.
Enquanto penso nisso o Chris entra na cozinha, com uma camiseta cinza clarinho, uma calça jeans preta que deixa ele com um ar bem esportivo, tênis, olho para ele sorrio, ele olha e sorri também, com seus cabelos em tranças longos, sua barba perfeitamente feita, nossos sorrisos se encontram e é aí que meu cérebro soma o 1+1 que poderia ter mudado toda a minha história…
Não é ele, sou eu… Eu amava e desejava o Jonathan quando era mais nova e o que ele via em meus olhos, fazia eu ver nele o desejo que isso causava, eu amo e desejo o Christian e o que vejo em seus olhos, é sua própria oferta de amor, seu próprio desejo, seu próprio carinho.
Nunca houve efeito Christian é apenas como eu comunico o meu amor e a resposta óbvia que recebo de volta… É só o meu jeito de amar e só agora, uma mulher adulta, com o meu filho no colo, vim a entender, que isso é amor, que eu o amo e sei que estou amando e que só não tinha isso horas antes, porque eu mesma estava defensiva, ferida, machucada, mas no momento que deixei ele sentir que eu o amo, ele correspondeu por pura empatia de um com o outro.
Eu fico toda vermelha, percebendo que olhei por tempo demais, desvio os olhos, ele sorri, um sorriso perfeito que me deixa de coração quentinho e pernas bambas, “Eu estava com tanta saudade desse olhar.”, ele sussurra e beija meus lábios com carinho, “É o olhar de quem te ama.”, eu sussurro de volta, agora me deixando sentir isso plenamente, sentindo que entendo uma parte única de mim mesma, o fato de saber que esse amor é mais forte que tudo.
Finalmente pronta, agora que entendo, para lidar com esse amor, como uma mulher adulta, a mulher que ele precisa e espera de mim.
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Conversamos um pouco mais e aí a campainha tocou de novo, eu olhei para a janela e já era noite, quando escutei uma voz calma falando com o Christian, eu fui até a mulher que conversava com ele, em um tom claro e direto, sorri olhando para os dois e ouvindo com atenção as instruções.
“Prazer Kelly, meu nome é Raquel.”, eu sorri reconhecendo o nome das coisas que o Chris falou, “Secretária do Sr. Jiang.”, eu completo, ela sorri e acena positiamente, “Secretária e noiva do Sr. Jiang, vamos indo.”, eu faço que afirmativo, vou pegar o moisés para levar o Breno, ela sorri vendo que estávamos prontos.
“Você vai gostar do quarto que a Jaqueline preparou para o Breno na casa alugada.”, eu sorrio contente, “Vocês ficarão escondidos lá até pegarmos o Jonathan.”, o Christian é quem responde, “Por mim ok, espero que possamos seguir em frente logo.”, eu sorrio, “Eu também.”...
Estávamos saindo do prédio eu fui a primeira que viu, o cara vindo em nossa direção mudando de velocidade, apertando o passo, eu protejo o bebê com o meu corpo, sem deixar de olhar para ele, logo o Chris também percebe o taser na mão, ele posiciona o corpo dele entre o agressor e eu, de frente para o cara, pronto para tentar algo.
Mas é a Raquel quem age primeiro, o peito do pé dela atinge a mão do cara jogando a arma longe, no mesmo giro, assim que o pé dela toca o chão a outra perna levanta e atinge a mandíbula dele deixando completamente atordoado dando um passo para trás e antes dele se recuperar, ela planta uma bananeira, com os joelhos dobrados e quando estica a perna a sola do pé se encaixa por baixo na mandíbula do agressor, jogando ele para o alto e para o chão desacordado.
Eu e o Christian estávamos olhando paralisados para essa mulher em ação, “Entrem no carro!”, ela ordenou e nós obedecemos, uma vez dentro do carro eu ainda nervosa, “Calma Kelly.”, ela diz, “Esse carro é blindado.”, eu consigo relaxar depois disso, “Você têm certeza que não é segurança?”, pergunta o Christian ainda abobado com o que acabou de acontecer, “Sr. Christian, uma garota precisa saber se defender.”, eu dou um risinho, mas faço que positivo com a cabeça, aceitando que é um fato.
Depois disso Raquel nos explicou que o caminho seria contra-intuitivo de propósito para despistar qualquer pessoa que estivesse nos seguindo… O carro foi rumo a Zona Sul, depois mudou para direção do Centro em seguida para a Zona Norte, quando finalmente parou de zig zaguear pela cidade e seguiu para o Campo de Marte. (Um aeroporto particular na Zona Norte, já peguei táxi aéreo aqui para shows.)...
O helicóptero voou por dentro da zona de controle aéreo, sentindo Norte Sul mas depois, virou para Oeste e em seguida Noroeste, demonstrando que isso também foi enganação, breve já não tinha mais referências para saber a direção, mas estávamos a caminho…
=== === === CARLOS === === ===
Claro que com a fuga da Kelly precisarmos ir com mais pressa atrás do Jonathan, precisava que trouxessem ela a noite para distrair os agentes do Jonathan, para que ele não visse vindo o que faríamos, Raquel conseguiu ajeitar a logística e segurança do casal, junto da Jaqueline as duas são realmente muito boas com isso, enquanto isso, Alberto preparava o laboratório novo, com ajuda de cientistas da Marinha e do Jiang, Kelly e Christian fugindo serviram de distração para ter a atenção do idiota…
A noite quando a Raquel foi buscá-los estávamos acompanhando pelo gps, o carro tinha ordem de despistar todo mundo pelo centro, depois seguir na direção do pouso de marte, onde um helicóptero iria pegá-los em um voo planejado atravessar o espaço aéreo de São Paulo, forçando qualquer perseguição mesmo pelo ar a ter que ficar para trás, depois ganhar altitude e seguir para o interior, onde estaríamos esperando eles.
Quando ela chegou, esperamos ela se sentir segura para finalmente conversarmos, Raquel, Samantha e Jaqueline foram conversar com ela, duas opções, apesar de tudo Alberto dizia saber qual seria a escolha da filha.
Basicamente eram, usar os remédios feitos pelos Jiang, ou tentar a cura completamente, processo invasivo de um mês, que talvez ela não sobreviva. A decisão do Alberto e da Samantha é aceitar a decisão da Kelly, seja ela qual for.
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“A gente não pode deixar isso acontecer!”, quem dizia era o namorado dela, “A escolha tem que ser dela.”, pelo menos nisso eu concordo com o Alberto. “Senhores, não adianta discussão, a Kelly precisa decidir o que quer para o seu futuro.”, Jiang fala de forma calma e prática, lembrando a todos que a decisão não nos cabe…
Quando as quatro mulheres saíram da sala de reunião, pelos olhos da Jaqueline eu já sabia qual decisão Kelly tinha tomado, eu respirei fundo e fechei os olhos sabendo que isso ia ser difícil.
Christian se adianta com a pergunta, “Me diz que você escolheu os remédios…”, a troca de olhar deles é linda, Kelly definitivamente o ama muito e ele também ama ela, “Own meu amor…”, ela se aproxima e o beija, “Christian eu não posso conviver com a sombra de outra crise…”, “Mas…”, ele até tenta mas ela já decidiu, “Se eu engravidar terei outra crise, mesmo se me cuidar sempre existirá a sombra e ainda tem a questão dos remédios, sempre necessários.”, ambos começaram a chorar.
“Mas e eu e o Breno?”, ela respirou fundo e olhou para todos nós antes de voltar a olhar nos olhos dele, “Meu amor, eu sou Kelly Franco eu sobrevivi e vou sobreviver, não duvida disso agora.”, ela fala sorrindo e chorando, depois quis abraçar o filho e conversar longamente com ele.
O mais dolorido é que toda a cena teve um clima de adeus…
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No dia seguinte, enquanto Jonathan dizia na imprensa que sua namorada psicologicamente instável, que havia engravidado de outro, desapareceu e ele mesmo traído se preocupava com a pobre garota, por estar fora de si e poder fazer uma besteira… Nós deflagrávamos a Operação Capitão América em seus laboratórios, aprendendo material e tirando suas cobaias de lá.
Alberto e Samantha assinaram sua confição, nos deram informações e devem pegar pelo menos uns 10 anos de prisão, mas seus depoimentos podem colocar Jonathan bem mais do que isso na cadeia, inclusive, somando manter a Kelly em cativeiro e o fato de ter transado com ela quando era menor. Como ela têm menos de 25, esse crime não caducou, basta ela sobreviver e depor…
Tristemente, no décimo dia de tratamento Kelly teve uma convulsão violenta, ela foi colocada em coma, Alberto e Samantha estão até mais magros perdendo noites de sono para salvar sua menina, nós outros, incluso Christian, só podemos rezar.
=== === === JONATHAN === === ===
Quando descobri que a Kelly tinha fugido eu estava em Nova Iorque, eu precisei voar emergencialmente, para para o Brasil, o tempo todo tentando imaginar qual era a ideia dessa índia burra! Sem os remédios ela vai só morrer, ela precisa de mim, ela precisa da InGen, a única opção é que ela pretende esconder a criança.
Tudo bem, eu prometo que quando eu encontrar essa filha da puta eu pretendia dar uma lição que ela nunca mais iria esquecer…
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“Então deixa eu ver se entendi. Você fodeu com a minha mulher, ela roubou sua arma, te derrubou com ela e usou seu carro para fugir e poder abrir os portões inteligentes…”, o idiota olha para mim como o mais puro gado, eu deveria usar ele de treino para jiu jitsu, mas o medo pode ser um ótimo motivador.
Eu me aproximei dele, falando baixo, “Você vai atrás da vagabunda, vai achá-la e trazê-la para mim sã e salva, não importa o que tenha que fazer, ou nunca mais vai trabalhar com segurança nem em festinha de quermesse de bairro…”, depois disso, eu dispensei o idiota.
Alberto e Samantha não estão atendendo os telefones, isso me deixa bem nervoso… Talvez devesse destruir todas as outras cobaias para garantir que não haja provas. Mas aí o Pentágono pode decidir retirar o suporte e o dinheiro de vez. Essa pesquisa já queimou milhões, não é assim que ela deve acabar.
Quando descobri que a Kelly fugiu em um sedã, eu obviamente entendi que o Alberto aprontou alguma. Minha prioridade passou a ser encontrar os três, Alberto, Kelly e o Bastardinho, há qualquer custo, por isso apelei até para programa de TV no dia seguinte.
Consegui uma reportagem no dia seguinte, falar da Kelly como uma mulher que pariu um bebê de um relacionamento extraoficial e está mentalmente instável, usar a fama dela para ter pistas, conseguir a simpatia do público para o pobre corno, que a vagabunda da noiva pariu um filho de outro homem e estando mentalmente instável fugiu de casa, eu só estou tentando cuidar dela e do bastardinho por ser uma boa pessoa. kkkkkk.
E foi aí que eu achei que as coisas iam melhorar e elas pioraram. Por que enquanto estava falando da Kelly na TV, os aliados do imbecil do Alberto e sua Vagabunda de criação, vieram atrás de mim.
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Uma operação da Polícia Federal que não foi prevista, aliados rapidamente foram presos ou caíram nas investigações o nome irônico de Operação Capitão América… Eu deveria ter ordenado o sumiço das cobaias e provas quando tive a primeira desconfiança.
Tentei meus contatos no pentágono mas cancelaram minhas credenciais, cobrei favores, para descobrir o que estava acontecendo e descobri que quem me pegou foram os inúteis da ABIN, eu achei que esses caras só coletavam bancos de dados…
O Pentágono não pretendia se meter para não se sujar, não saírem de donos do projeto a InGen teria que segurar essa… Se fosse um país de verdade eu estaria fodido, mas meu pai foi esperto é o Brasil, depende da jogada.
Mas o que mais me irrita são as pessoas sendo hipócritas.
O mesmo programa de reportagem que há um mês atrás. Não mais que isso! Fez uma reportagem sobre ‘O Problema das Crianças de Rua!!!’, cooptadas pelo tráfico, cometendo pequenos crimes... Na reportagem abordam PROBLEMA com o grande número que o crime possui para escolher as mais espertas, mais sobreviventes, mais inteligentes para suas fileiras, além é claro, dos milhares de caso de prostituição e tráfico humano que isso alimenta. Agora fala de crime desumano contra inocentes.
O Vereador Pastor Bernardo, que me chama de nazista, eugenista, seguidor dos passos do Mengele, é o cara que cobra para baixar a maioridade penal geral para doze anos, uma criança de doze anos, dividindo a cela, com 5 presidiários entre 30 e 40 anos, mas agora… Agora que ele está surfando no escânda-lo da InGen, são criancinhas de Cristo e não uma ameaça a sociedade… Me poupe, até ontem o Sr. Bernardo me perguntava quando seria a próxima festa no Yatch.
Por fim, o próprio Dr. Policial Federal que deu a entrevista, se dizendo chocado com o caso e eu duvido que está indo atrás dos políticos envolvidos em trafico humano, que existem aos montes no Brasil, mas usam sua ‘proteção parlamentar’, para sequer serem investigados, vão a merda… Todos fingem agora preocupações com essas crianças, que são normalmente tratadas como um problema para a sociedade, na porra dos melhores discursos.
Deveriam estar ao menos ficando quietos pela InGen, ter impedido 50 dos melhores deles, (porquê também não pegamos qualquer um), de serem um problema além de ter planos de expandir para mais, já pensou se acabarmos com o ‘problema’ das crianças de rua, que orgulho todos teriam do Brasil?… Cinquenta e Um na realidade, mas parece que ninguém achou os dados da Kelly.
O que me faz pensar que já há acordos contra mim e eu preciso fugir dessa porra de república dos bananas, antes que acabe preso por um bando de imbecis hipócritas… Mas antes um real compromisso, que poderia mudar toda essa cascata de eventos, afinal, a sorte está do lado de quem têm o poder e o dinheiro para fazer sua própria sorte, o que significa do meu...
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Eu tinha marcado com meu novo contato em um restaurante de alto padrão, não quero chamar a atenção para essa reunião… Quando finalmente vejo meu contato, não consigo deixar de sentir a boca cheia d’água, um mulherão, uma negra incrivelmente linda, com cabelos em cachos luxuosos até os ombros, o corpo em forma e belo.
Após as conversas iniciais chegamos aos negócios que nos trouxeram a essa aliança improvável, mas que em seus olhos e lábios lindos existe a promessa de ser, altamente prazerosa.
.”Eu te ajudo a capturar a Zo… A índia, mas em troca o bebê fica com a minha família e você deixa meu primo em paz.”, eu dou risada, ela é realmente dura na queda, espero que seja assim também para levá-la para a cama, será mais prazeroso, “Srta Bárbara, seu primo realmente foi um calhorda e separar a Srta Franco do bebê, não é tão fácil.”, ela olha para mim com um sorrisinho.
“Olha… Ele é meu primo, calhorda ou não e você terá sua índia, eu sei que ela possivelmente é uma das suas mutantes, mas o bebê fica com a minha família, você pode fazer outros filhos nela.. Ela pode parir um montão de novas cobaias, eu só quero o que têm meu sangue.”, eu dou risada, o ódio dessa mulher é definitivamente muito grande, vendendo outra garota, para ser encarcerada e parir um montão de filhos…
“Ok, você venceu, mas ainda deve me ajudar a localizá-la.”, ela sorriu, com o ar de quem já planejou essa parte, “Não se preocupe, Kelly Franco será sua.”, isso era perfeito, com a Kelly em meu poder, poderia desviar o foco, fazer o Alberto se entregar como responsável e salvar a InGen do escândalo. “Combinado.”, o aperto de mão selou minha aliança com Bárbara.
O plano é simples e direto, usar a Kelly fazer o Alberto retirar o suporte e assumir a culpa, depois desaparecer com a Kelly porque ela sabe demais, viu de mais e é perigosa a sua própria maneira por ser famosa, não queria chegar a tanto, mas Kelly têm que morrer…
=== === === A GRANDE NOITE === === ===
As pessoas do show estão elétricas, Coelha Primordial é uma música bem sexy, mas aí começa Temporal Cor-de-Rosa e eu sei o quão sugestiva essa música é, eu rebolo, enlouqueço, vejo os brilhos nos olhos, vejo as garotas, imitando meus passos, seus namorados enlouquecendo…
Penso no meu começo com o Christian, no ônibus, no motel, penso em nós como amantes, todas as nossas loucuras conforme vai chegando a parte quente da música…
🎵Seja meu namorado
Quero desperdiçar minha juventude
Vamos sair juntos e fazer tudo dar errado
Me envolva mais profundamente
Essa posição…
Você sabe que é a melhor né?🎵
Olho para o Chris mais uma vez animada, os olhos dele chegam a brilhar, a promessa de que após colocar o Breno para dormir eu vou ser devorada, pedacinho por pedacinho, de que ele não vai deixar eu sair andando daquele quarto… Mas se a própria música, já é insinuante, o refrão quentíssimo vem para literalmente levantar todos os casais.
🎵Baby temporal cor-de-rosa
Baby temporal cor-de-rosa
A visão pela janela de vidro é um escândalo
Baby temporal cor-de-rosa
Baby temporal cor-de-rosa
A moça canta amor, hum…
Quero que você faça do seu jeito…🎵
Aguardo uns segundos para última parte sussurrada ao microfone que é recebida com gritos, pela música que escrevi para o Christian, não o Chrstian que precisa saber meus segredos, não o namorado idealizado, mas o homem que me dá prazer e me faz querer fazer loucuras… Gravada junto com Diamante trincado para esse disco.
Me viro para olhar nos olhos do Christian quando falo…
🎵Não para…🎵
Meu sussurro é recebido com gritos. E o olhar do Christian é de quem quase perdeu uma nota novamente com o meu sorriso encantador voltado para ele.
=== === === … … … FIM DA FAIXA 3 … … … === === ===
Música: Pink Monsoon
Intérprete: Sheryl Nome (voz de May’n)
Enquanto Kelly passa pelo tratameto para quebrar a dependência dos remédios, nós temos um real problema, já que Bárbara e Jonathan agora estão agindo juntos para atormentar o casal e tentar contra-atacar, mas o mais principal é?... E se… Pela primeira vez a decisão contra a vida da protagonista foi tomada, mesmo se não matá-la, o que ele fará se Bárbara jogar ela para ele, poderá a coalizão impedir o que virá?
Pink Monsoon também foi traduzida e adaptada como tempestade cor-de-rosa. 😉
Fico muito feliz, estamos definitivamente entrando em uma reta final. Mas os próximos serão horríveis, eu prometo.
Essa série deu muito mais trabalho do que imaginei que daria, mas estou muito contente com ela.
Se chegaram até aqui, votem, comentem, façam uma autora feliz.
