Cátia ficou parada na frente do espelho do quarto, o corpo ainda molhado do banho quente. Passava o batom vermelho-escuro devagar, como se cada pincelada fizesse parte de um preparo. O vestido preto justo grudava nos peitos grandes, apertava a cintura fina e esticava no quadril largo e nas coxas. Com trinta e quatro anos, ela sabia exatamente o que aquele visual fazia nos homens.
Francisco olhava sentado na beira da cama, cotovelos nos joelhos, mãos apertadas uma na outra. O silêncio no quarto pesava.
— Tá uma puta gostosa — falou ele, a voz rouca. — Esse vestido parece feito pra te tirarem e te foderem.
Ela virou, pôs as mãos na cintura e inclinou a cabeça, sorrindo safada.
— Tá se arrependendo, Francisco?
— Não. Só tô puto de nervoso. Fico pensando nas mãos dele te apalpando. No pau dele te abrindo.
Cátia foi até ele, parou entre as pernas do marido e puxou o cabelo curto dele pra cima, forçando o olhar.
— Foi você que escolheu o Marcelo. Foi você que falou, naquela noite que a gente bebeu vinho e soltou as fantasias, que se eu fosse dar pra alguém, que fosse pro compadre. Tô só cumprindo o que a gente combinou. Lembra o que você falou? “Quero que seja ele. Quero que você volte e me conte tudo. Quero ouvir como ele te fode.”
Francisco engoliu seco, o pau já marcando na bermuda.
— Lembro. E ele sabe de tudo mesmo?
— Sabe. Mandei mensagem ontem de noite, depois que você dormiu. Falei que você topava, que não era traição, que era coisa nossa. Que eu ia chegar no apê dele umas dez e que ele podia me foder do jeito que quisesse. Ele demorou quase uma hora pra responder. Mandou só isso: “Se for verdade, tô te esperando. E vou te foder até você não conseguir andar direito.”
Ela se abaixou e beijou a boca do marido devagar, metendo a língua, sentindo ele reagir na hora. A mão dela desceu e apertou o volume duro na bermuda, apertando e soltando.
— Vou sair agora. Não sei a que horas volto. Quando eu chegar, conto tudo. Cada gemido. Cada posição. Cada vez que ele me chamar de puta. Cada porra que ele jorrar dentro de mim. Quer que eu grave áudio também?
Francisco negou com a cabeça, respirando pesado.
— Não. Quero ouvir da sua boca. Quero ver sua cara enquanto você conta. Vai. Se diverte pra valer. Deixa ele te usar do jeito que ele quiser.
Cátia sorriu, beijou a testa do marido, pegou a bolsa e saiu sem olhar pra trás. Francisco ficou sentado um tempão, coração batendo forte, mão ainda em cima do próprio pau latejando.
O apartamento do Marcelo era no décimo andar de um prédio no centro. Ele abriu a porta de camisa social azul aberta no peito e calça social cinza ainda fechada. Os olhos dele passaram em Cátia de cima a baixo sem vergonha nenhuma, parando nos peitos e depois na buceta.
— Entra — falou só, voz grossa. — Já tava achando que você ia dar pra trás.
Assim que a porta fechou, ele puxou ela pela cintura com força e beijou com fome, empurrando contra a parede do corredor. As mãos grandes desceram pelo vestido, subiram pela saia sem dó e acharam a bunda nua. Marcelo gemeu baixo ao sentir que ela estava sem calcinha. Os dedos dele entraram no meio das nádegas, tocaram a buceta já molhada e apertaram o clitóris com o polegar.
— Porra, Cátia… veio sem nada. Faz quantos anos que eu imagino enfiar a mão assim em você? Desde o casamento de vocês. Sua buceta já tá molhada só de eu tocar.
Ela desceu a mão até o volume grosso na calça dele e apertou forte, sentindo o pau latejar na palma.
— Então para de imaginar e começa a me foder, Marcelo. Meu marido mandou eu me divertir. E eu quero sentir esse pau grosso me abrindo.
Ele carregou ela até a sala fácil, tirou a camisa rápido e depois a calça e a cueca de uma vez. O pau grosso, pesado, cheio de veia, balançou livre, a cabeça já molhada. Cátia se ajoelhou no chão sem precisar de ordem. Envolveu a boca nele e chupou devagar no começo, a língua rodando na cabeça, lambendo a fenda, depois com mais vontade, engolindo quase tudo, babando, olhando pra ele enquanto a garganta abria.
— Isso… chupa fundo — gemeu Marcelo, segurando o cabelo dela com as duas mãos e empurrando a porra do quadril. — Sua boca é quente pra porra. Francisco sabe que você engole pau tão bem? Continua. Quero ver você engasgando nesse pau.
Ela tirou a boca só pra falar, a voz enrolada de saliva escorrendo no queixo:
— Ele sabe. E vai saber de cada detalhe quando eu chegar em casa. Inclusive de como seu pau grosso enche minha boca.
Marcelo puxou ela pelo cabelo, virou de quatro no sofá de couro e enfiou a cara no meio da bunda sem aviso. Lambeu tudo com fome: a buceta molhada, o clitóris inchado, o cu apertado. A língua entrava e saía, chupava, voltava várias vezes até Cátia tremer e gemer alto, sem se importar com o barulho. Dois dedos grossos entraram nela enquanto ele chupava o clitóris, abrindo e fechando, fazendo barulho molhado.
— Porra, como você tá molhada… — ele falou contra a pele. — Isso tudo por minha causa? Quer que eu te foda agora?
— Quero… continua lambendo… e depois me fode com força.
Ele se colocou atrás, segurou a cintura com as duas mãos e enfiou de uma vez só, até o fundo, as bolas batendo. O pau grosso abriu a buceta dela com dificuldade no começo, depois entrou mais fácil. As estocadas eram pesadas, profundas, diferentes do jeito do marido. Cada porrada fazia o sofá ranger e o corpo de Cátia ir pra frente, os peitos balançando.
— Mais forte — pediu ela, olhando por cima do ombro, boca aberta. — Me fode como se eu fosse sua puta. Enfia tudo.
Marcelo obedeceu. Segurou o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra, metendo com força, o barulho molhado das peles batendo enchendo a sala. O pau saía quase inteiro antes de enterrar de novo, a cabeça batendo no fundo. Cátia gemia alto, o corpo todo tremendo.
— Sua buceta aperta gostoso — ele rosnou. — Francisco te fode assim? Tão fundo?
— Não… o seu é mais grosso… continua…
Depois ele virou ela de barriga pra cima, pôs as pernas dela nos ombros e fodeu mais devagar, olhando no olho, o pau saindo quase inteiro antes de enfiar de novo, rebolando. Uma mão desceu e esfregou o clitóris em círculos firmes.
— Goza pra mim — mandou. — Quero sentir essa buceta apertando meu pau. Goza agora.
Cátia gozou duas vezes seguidas, o corpo se contraindo forte em volta dele, gemendo sem vergonha, unha cravada nas costas de Marcelo. No final, ele sentou ela no colo de costas, fez ela quicar no ritmo que ele queria, as mãos apertando os peitos e puxando os mamilos, e gozou dentro, fundo, gemendo o nome dela no ouvido enquanto jorrava porra pra caralho, enchendo ela toda.
Ainda ofegantes e suados, foram pro chuveiro. Lá ele fodeu ela de novo, de pé, contra a parede molhada de azulejo, segurando as pernas dela bem abertas, o pau entrando e saindo fácil por causa da porra anterior. A água escorria nos corpos, o barulho das estocadas ecoando no box.
— Você vai voltar pra ele cheia da minha porra — falou Marcelo, mordendo o ombro dela e metendo fundo. — E eu quero que você conte cada segundo. Cada vez que eu te abri. Cada gozada.
Eram quase duas da manhã quando Cátia chegou em casa.
Francisco estava na sala de bermuda cinza, a TV ligada sem som. Levantou assim que ouviu a chave na porta. Cátia entrou descalça, o vestido amassado grudado no corpo, o cabelo bagunçado, o batom borrado nos cantos da boca e cheiro de sexo ainda na pele.
Ela foi até ele sem falar nada no começo, sentou no colo e beijou a boca dele com calma. Francisco sentiu o gosto diferente nela. Sentiu também o cheiro de outro homem misturado no perfume.
— Conta — pediu ele, a voz rouca. — Conta tudo. Não esconde nada.
Cátia passou a língua no lábio dele e começou a falar baixo, colada na boca, enquanto a mão descia pra dentro da bermuda do marido e pegava o pau já duro pra porra, apertando e mexendo:
— Ele me beijou assim que eu abri a porta. Me empurrou na parede e enfiou a mão por baixo do vestido. Quando sentiu que eu tava sem calcinha, gemeu e falou que imaginava isso há anos. Os dedos dele entraram em mim ali no corredor. Depois me levou pro sofá, tirou a roupa e eu me ajoelhei. Chupei o pau grosso dele até babar. Ele segurou meu cabelo e meteu na minha boca com vontade, até eu engasgar. A cabeça batia na minha garganta.
Francisco gemeu baixo, a mão apertando a coxa dela forte.
— Continua… não para…
— Depois me virou de quatro e lambeu tudo. Buceta e cu. A língua dele é grande. Ele me comeu com a boca até eu tremer e gozar na cara dele. Aí enfiou o pau de uma vez só. É mais grosso que o seu. E ele mete com mais força. Eu senti ele abrindo tudo. Gozei duas vezes só de quatro. Ele puxava meu cabelo e me chamava de puta enquanto as bolas batiam em mim.
Cátia apertou mais o pau do marido e passou o dedo na cabeça molhada, espalhando o líquido.
— Depois me pôs de barriga pra cima, pernas nos ombros dele, e fodeu bem devagar, olhando no meu olho. O pau saindo quase inteiro e entrando de novo. Quando gozou, gozou dentro. Todo. Eu senti cada jato enchendo. Escorreu na coxa no caminho de volta pro carro. No chuveiro ele me fodeu de novo, de pé, contra a parede. Segurando minhas pernas abertas. Mordeu meu ombro e falou que eu ia voltar pra você cheia da porra dele. E eu voltei.
Francisco tava ofegante, os olhos escuros de tesão, o pau latejando na mão dela.
— E você gostou? Gostou de ser comida pelo meu compadre? Gostou de sentir outro pau te abrindo e te enchendo de porra?
— Gostei — respondeu ela sem duvidar, a voz rouca. — Gostei de sentir outro pau me abrindo. Gostei de gozar com ele me xingando. Gostei de sentir a porra dele escorrendo enquanto eu dirigia de volta. E gostei ainda mais de saber que você tava aqui imaginando tudo.
Ela deslizou pro chão, ajoelhou entre as pernas do marido e puxou a bermuda pra baixo. O pau de Francisco saltou livre, latejando, a cabeça brilhando.
— Agora eu quero chupar o pau que ainda tem gosto do Marcelo na minha boca — falou Cátia, olhando pra cima, a língua passando nos lábios. — E enquanto eu chupo, você pergunta o que quiser. Pode ser? Quer que eu conte de novo como ele gozou dentro de mim enquanto eu engulo o seu?
Francisco passou a mão no cabelo dela e assentiu, a voz falhando:
— Chupa. E não para de contar. Quero ouvir tudo de novo enquanto você me mama.
Cátia envolveu a boca nele e desceu devagar, engolindo tudo, a língua apertando a veia de baixo, enquanto a cabeça de Francisco se enchia das imagens que ela tinha acabado de contar.