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A bucetinha loira e o amante do pauzão

Um conto erótico de Evelyn
Categoria: Heterossexual
Contém 2465 palavras
Data: 22/09/2026 22:19:08

A Evelyn, naquele dia de muito calor, ao descer para a praia, desviou-se do caminho principal e pegou uma trilha estreita que contornava os pedrais. Foi então que o avistou. O sol da tarde ainda batia forte nas costas dela, no biquíni branco que quase sumia no meio daquela bunda redonda e das coxas firmes. Aos 26 anos, na flor da idade, a pele bronzeada brilhava de protetor e suor. Os olhos verdes, claros e safados, varreram a praia deserta até travarem nele.

Diogo estava de pé, com a água nos joelhos, de frente para o mar, segurando uma vara de pesca. Só de cueca branca. Quando ele se virou, Evelyn travou. A cueca fina e apertada não escondia nada. O volume era monstruoso: um tubo grosso e pesado descendo pela perna esquerda, marcando o tecido de um jeito obsceno. A cabeça larga e cabeçuda do pau já se desenhava claramente, e a bola esquerda, pesada e cheia, empurrava o pano para o lado. Evelyn sentiu a buceta latejar e a boca secar. O sorriso safado e gostoso dela apareceu sozinho.

Ele se virou por completo, orgulhoso do impacto que causara na Evelyn. No alto de seus 40 anos, ombros largos, peito peludo e escuro, barriga definida e coxas grossas de macho. Rosto marcado, queixo forte, olhar de quem sabe que tem um pau de cavalo. Quando viu o olhar dela colado na cueca, deu um sorrisinho safado.

- Evelyn.

A voz grave, baixa, de quem já queria enfiar naquela gata.

- Diogo... - ela respondeu sem conseguir desviar os olhos daquela mala fenomenal. - Não sabia que você pescava por aqui.

Ele riu baixo. Ajustou a vara e o pau balançou pesado dentro da cueca, esticando ainda mais o tecido.

- Moramos perto pra caralho. Às vezes venho aqui pra tirar o stress. Sua amiga, minha mulher, já falou de você pra mim... e pelo jeito dela, aposto que falou de mim também, né?

Evelyn engoliu seco. Sim, a amiga tinha falado. Tinha dito, rindo de vergonha, que o marido era um cavalo de verdade. Que o pau era grande demais, grosso demais, cabeçudo demais, que doía pra caralho no começo e que ela às vezes fugia dele. Evelyn nunca esqueceu aquela descrição que ela achou super interessante.

Agora o objeto daquelas palavras estava ali, a poucos metros, quase nu, confirmando tudo.

Conversaram assuntos aleatórios. Falaram de bairro, de tempo, de porra nenhuma. Mas os olhos dela não saíam da cueca. Diogo percebia e ficava cada vez mais de pau duro. A cabeça grossa do pau começou a furar o elástico, quase saindo. O tecido já estava molhado de pré-porra.

Ele largou a vara na areia, e nesse movimento a cabeça do pau ultrapassou os limites da cueca ficando exposto à visão da Evelyn.

- Tá olhando, né? E tá gostando pra caralho, seus olhos estão brilhando de tesão.

Não era pergunta, era afirmação.

Evelyn levantou os olhos verdes, já totalmente molhada.

- É muito grande, muito imponente. Chama atenção pra porra.

Diogo deu um passo. Agarrou o próprio pau por cima da cueca, apertou forte e mostrou o tamanho real. Já estava completamente duro, curvado pra cima, a cabeça roxa e grossa já escapado pra fora.

- Aposto que minha mulher te contou tudo, né? Que eu sou um cavalo, que meu pau é exagerado, que ela foge dele.

Evelyn não negou. Só respirou fundo e sorriu aquele sorriso gostoso que desmontou o Diogo.

Ele se aproximou. A mão livre subiu no rosto dela, o polegar passando nos lábios carnudos. A mão cheirava a macho, cheirava a pênis, uma delícia.

- Então ele confessou: sempre tive um tesão do caralho em você, Evelyn. Desde a primeira vez que te vi. Sempre imaginei como seria foder essa bucetinha e essa bunda maravilhosa. E agora você tá aqui, olhando pro meu pau como se quisesse engolir ele inteiro. Hoje esse pauzão é todo seu, e você vai ser toda minha.

Evelyn, safada e decidida, não falou nada. Olhou em volta, confirmou que não tinha ninguém, colou o corpo nele e meteu a mão direto dentro da cueca. Os dedos envolveram aquele cacetão grosso. Quente. Monstruoso. Mais grosso do que a mão dela conseguia fechar. Apertou e sentiu a veia grossa latejar na palma da mão.

Diogo soltou um gemido alto. Assistiu ela puxar a cueca pra baixo num movimento só. O pau saltou pra fora, pesado, batendo na barriga dela e melando a pele com pré-porra. Longo, grosso da base até a cabeça larga e brilhante. Veias salientes. Bolas pesadas e cheias balançando. O cheiro de macho, de porra e de tesão subiu forte entre os dois deixando a Evelyn fora de si.

A Evelyn, sempre decidida e ligeira, não pensou duas vezes. Ajoelhou na areia molhada, agarrou a base daquele pau com as duas mãos e abriu a boca ao máximo que conseguiu. A cabeça grossa e roxa enfiou entre os lábios, esticando-os ao extremo. A língua passou com força na fenda, chupando o gosto forte e salgado da pré-porra. Diogo segurou o cabelo loiro dela com as duas mãos e empurrou o pau mais fundo. A cabeça do cacetão bateu na garganta. Evelyn engasgou, os olhos marejaram, baba escorreu farta pelo queixo e pingou nas bolas dele, mas ela não recuou. Pelo contrário: forçou a garganta, engolindo mais alguns centímetros, enquanto a língua trabalhava embaixo do tronco. O barulho era obsceno e gostoso ao mesmo tempo - saliva, engasgos, o som molhado de boca sendo fodida. Ela chupava com fome de puta, subindo e descendo, a saliva escorrendo pelos dedos dela e pelas bolas pesadas de Diogo. De vez em quando puxava o pau pra fora só pra respirar e lamber a cabeça inteira, chupando a glande com barulho alto, antes de engolir de novo até quase vomitar.

Diogo gemia alto, olhando pra baixo, quase não acreditava que estava vendo aquela boca linda se abrir pro pau dele.

- Isso, porra... engole tudo... essa boca de putinha linda...

Ele a puxou pra cima quando não aguentou mais. Rasgou o biquíni dela com pressa. O sutiã caiu, os peitos saltaram. A calcinha foi puxada pro lado e rasgada de vez. Evelyn ficou pelada, totalmente entregue. A bucetinha pequena, completamente depilada, rosada e encharcada de tesão, se abria sozinha. Lábios inchados e molhados, o buraquinho apertado pulsando.

Diogo virou ela de frente pra rocha. Ela apoiou as mãos na pedra quente, a bunda empinada para receber aquele macho monstruoso. Ele se posicionou atrás, agarrou o pau e esfregou a cabeça grossa de cima a baixo na bucetinha, espalhando a saliva e a pré-porra, lubrificando tudo. Depois encaixou e empurrou com tesão e carinho.

A cabeça larga forçou a entrada com dificuldade. Evelyn soltou um gemido alto, quase um grito. O pauzão começou a entrar devagar, abrindo a bucetinha rosada centímetro por centímetro. A pele esticava, os lábios se abriam ao máximo ao redor do tronco grosso. Era demais. Ela sentia cada veia, cada polegada invadindo. Diogo segurava a cintura dela e empurrava com paciência, curtindo a resistência. Quando enfim cravou até o fundo, as bolas bateram forte na bunda dela e Evelyn tremeu inteira em espasmos de tesão.

Ele começou a foder. Primeiro devagar, puxando quase o pau inteiro pra fora - a cabeça larga quase saindo - e enfiando de novo até as bolas. O barulho era obsceno: a bucetinha maravilhada com aquele pauzão, molhada, engolindo e cuspindo o pau. Depois ele meteu bronca, mais rápido. Segurou a cintura com força e começou a bater forte. Cada estocada fazia a cabeça grossa bater no fundo, o pau inteiro sumindo e reaparecendo coberto de mel. A bucetinha rosada ficava vermelha, esticada, os lábios puxados pra dentro e pra fora a cada porrada. O mel escorria pelas coxas dela e pingava na areia. Diogo gemendo, xingando baixo, fodendo com vontade de cavalo.

Virou ela de frente, ergueu uma perna e enfiou de novo, agora olhando nos olhos verdes enquanto beijava aquela boca linda suja de baba e pré-porra. O pau grosso sumia dentro dela, a bucetinha pequena engolindo tudo com dificuldade, os lábios rosados grudados no tronco. Diogo lambeu o pescoço, mordeu o ombro e fodeu mais fundo, mais bruto.

- Porra - beijando e lambendo a pele dela. - Você é muito melhor do que eu imaginava, caralho. Essa bucetinha loira, rosada e apertada é perfeita. Resistente pra porra. Engole meu pau inteiro e ainda aperta como se quisesse ordenhar até a última gota. E essa boca maravilhosa, boca de putinha que beija e chupa como ninguém.

Evelyn gozou primeiro. O corpo inteiro travou, a bucetinha esmagou o pau dele em espasmos fortes, quase o expulsando. Ele não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, mais rápido, mais tesudo. Quando gozou a primeira vez, foi fundo e grosso. O pau latejou forte e jorrou jato atrás de jato de porra quente e espessa, enchendo-a até transbordar. Evelyn sentiu o calor invadir o fundo da barriga e a porra começar a vazar mesmo com o pauzão dele ainda dentro. Ele continuou empurrando enquanto gozava, forçando tudo pra dentro.

Momentos depois, já de pau duro novamente, deitou ela na areia. Abriu as pernas e enfiou de novo no papai e mamãe. A porra anterior escorreu misturada com o mel dela, fazendo a entrada ainda mais molhada e barulhenta. Ele fodeu com força, bolas batendo, pau fazendo um som excitante e gostoso a cada estocada. Evelyn gemia sem parar, unhas cravadas nas costas dele, a bucetinha já frouxa de tanto levar pau e ainda assim apertando. Diogo gozou de novo, ainda mais. O pau latejou violentamente, despejando mais porra dentro dela. Sobrou. Escorreu mesmo com ele dentro, descendo pela bunda e pingando na areia em fios brancos e grossos.

Ele tirou o pau devagar, apreciando aquela fêmea gostosa. Ainda semiduro, brilhando de porra e de mel. A bucetinha de Evelyn ficou aberta, destruída, lábios inchados e vermelhos, um fio grosso de porra branca escorrendo sem parar, pingando na areia.

Diogo olhou pra ela, respirando pesado e feliz.

- Eu quero mais dessa porra. Muito mais. Quando o André sair, eu vou na sua casa. Quero te comer na sua cama até você não aguentar mais.

Evelyn, ainda tremendo, só assentiu. O sorriso safado voltou, os olhos verdes brilhando de tesão puro.

Eles combinaram. E cumpriram.

Nas semanas seguintes, Diogo aparecia sempre que André saía para trabalhar ou viajava. Entrava pela porta dos fundos já de pau duro e a encontrava esperando. Às vezes de roupa, às vezes de roupinha minúscula feita pra deixa-lo louco de tesão, às vezes já pelada. Fodiam em todo lugar: sofá, mesa da cozinha, chuveiro, cama. O pau grosso dele já entrava com mais facilidade e confiança, mas a bucetinha loira, rosada e apertada ainda quase rasgava a cada estocada. Ele gozava nela várias vezes por encontro. Ela voltava pra rotina com as coxas sujas de porra, a calcinha encharcada e o cheiro de macho impregnado. E ela adorava manter assim. Queria ficar com aquele cheiro de porra e de pau nela.

Os dois ficaram viciados pra caralho.

Quando saíam, Evelyn voltava pra casa com as coxas ainda escorrendo. A porra de Diogo descia quente e grossa. Cada passo lembrava o tamanho daquilo dentro dela, como abria até o limite, a força das porradas, o peso das bolas batendo. O corpo ficava saciado de um jeito profundo, viciante.

O desejo só aumentava.

Só de pensar nele a bucetinha pequena e depilada ficava molhada de tesão. Os olhos verdes se fechavam imaginando a voz dele dizendo que ela era a mulher mais gostosa que ele já tinha fodido. O sorriso aparecia sozinho quando a mensagem chegava: “O André saiu? Vou aí.” A boca que beijava como ninguém se abria só de lembrar o gosto daquele pauzão maravilhoso.

Diogo também não largava.

Sempre teve tesão nela. Desde o primeiro olhar. O que começou como fantasia e punhetas virou necessidade. A mulher dele - a amiga de Evelyn - fugia do pau grande e cabeçudo. Fazia cara de dor, pedia pra ir devagar, inventava dor de cabeça, etc. Com Evelyn era outra história. Ela era uma putinha maravilhosa. Loira, olhos verdes, sorriso que desmontava qualquer um, boca que beijava e chupava com desejo extremo. E a bucetinha rosada, pequena, depiladinha, apertada de um jeito que parecia feita sob medida pro pau dele. Resistente. Sensível. Engolia tudo e ainda apertava como se quisesse sugar até a última gota.

Diogo olhava pra esposa e via a falta. Olhava pra Evelyn e via exatamente o que sempre quis: uma mulher que recebia o pau inteiro, sem medo, sem limite, com aquele sorriso safado e aqueles olhos verdes brilhando de tesão. Cada vez que enfiava nela, tanto na bucetinha quanto no cuzinho, sentia que tinha achado o lugar certo. A prova de que ainda era desejado daquele jeito - bruto, grande, sem precisar se segurar.

Os dois ficaram presos num ciclo erótico e delicioso.

A excitação do encontro. O orgasmo forte. A euforia de se foder de novo. Depois a vontade de repetir. A ansiedade. E quando a mensagem chegava, a porta se abria e Diogo já entrava de pau duro, o cheiro de macho invadia a casa. A bucetinha de Evelyn já estava escorrendo. Ela se ajoelhava, chupava, se oferecia inteira. Enquanto ele a fodia com brutalidade, só existia o pau grosso abrindo caminho, o orgasmo em espasmos e a sensação de ficar cheia de porra. Depois, quando ele gozava a segunda ou terceira vez e ela ficava deitada com o sêmen escorrendo, a mente só pedia mais.

Evelyn mudou. Ficou mais safada, mais gostosa, mais consciente do próprio corpo, mais exigente de porra. O sorriso aparecia mais. Os olhos verdes brilhavam diferente. A boca que beijava como ninguém agora sabia exatamente como engolir aquele pau enorme até ele tremer e explodir em gozo. Diogo carregava o segredo como um tesouro. Cada vez que entrava na casa dela, sabia que estava vivendo algo raro, luxúria plena. E mesmo assim não conseguia parar.

Não era só sexo. Era a certeza de que o desejo, quando encontra uma bucetinha perfeita como a de Evelyn, vira vício. E vício daquele tipo não para quieto.

A esposa dele, Noêmia, desconfiada, percebera tudo, estava convicta do que acontecia. Mas disfarçava e, no fundo, se sentia aliviada de não ter que aguentar aquele pauzão todo dia. Por isso se aproximou ainda mais de Evelyn. Quando André viajava, Noêmia pedia pra Diogo dormir lá e fazer companhia à Evelyn. Outras vezes trazia Evelyn pra dormir na casa deles, e o marido, sorrateiro, ia pro quarto da vizinha gostosa e fodia a noite inteira. A Evelyn, esperta como era, tinha certeza de que a Noêmia fazia vista grossa e permitia tudo. Por isso, se sentia completamente à vontade para trepar o quanto queriam, na casa do casal, sem nenhuma preocupação de ser flagrada pela amiga.

evelyneandre100@hotmail.com

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