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Meu querido caseiro

Um conto erótico de Katy Lanna
Categoria: Heterossexual
Contém 462 palavras
Data: 22/09/2026 13:03:37
Assuntos: Heterossexual

Me chamo Mara, tenho 22 anos e moro em um sítio no interior de Minas Gerais com meus pais. Sou filha única, e talvez por isso, nunca pensei em ir embora pra cidade. Ajudo em tudo no sítio, cuido das criações ( porcos, galinhas, vacas...) ajudo no plantio de milho, feijão e horta e fazemos queijo pra vender na feira. O trabalho é muito e com a idade dos meus pais avançando resolvemos arrumar alguém pra nos ajudar na lida do dia a dia. Falamos com alguns amigos e logo chegou em nosso sítio o Antônio, homem de 32 anos, negro, alto e forte. Ficou combinado que trabalharia pelo salário, moradia e alimentação. O serviço do Antônio era impecável. Muito bom de trabalho e também muito prestativo e educado, embora muito calado. Ele dormia em um barracão que fica perto do celeiro, onde preferia também comer e tomar o banho. Meu pai sempre levava a comida do Antônio e aproveitava pra conversar com o rapaz e beber uma pinga juntos. De casa eu e minha mãe sempre ouvíamos as risadas dos dois. Em um dia de compras na cidade, o carro do meu pai deu problema e ele e minha mãe tiveram que pernoitar por lá. Ficamos eu e Antônio no sítio. Preparei o jantar e fui levar pra ele. Quando entrei no barracão, a porta do banheiro aberta e ele estava tomando banho. Eu nunca havia visto um homem nu na vida. Assustei com o que vi. Um pênis enorme, preto e muito grosso. Parecia um cavalo. Eu não conseguia desviar o olhar. Quando dei por mim, o Antônio estava na minha frente, completamente nu. Gostou do que viu menina, Antônio me perguntou já pegando em minha mão e me levando pro quarto. Eu estava hipnotizada, não resisti. Ele começou me beijando e alisando meu corpo. Tirou toda minha roupa e começou a me chupar, me fazendo sentir coisas que nunca havia sentido antes. Foi quando eu disse a ele que ainda era virgem. Foi a vez dele assustar. Mas eu queria ser daquele homem e pedi pra ele não parar. Antônio atendeu meu pedido e começou a me penetrar. Com muita dificuldade ele entrou todo dentro de mim. Senti muita dor, mas também um prazer enorme com aquele mastro deflorando minha virgindade. Sangrei, chorei, gemi, e pedi mais quando gozava. Você será pra sempre minha, dizia em meu ouvido em cada estocada que dava. Mamava meus seios, oque me deixava cada vez mais excitada. Me colocou de 4 e entrou na minha bucetinha novamente enquanto esfregava com os dedos meu grelo. Não aguentei e gozei novamente. Ele também não resistiu e gozou dentro de mim. Caímos na cama exaustos e dormimos juntos aquela noite e muitas outras que depois contarei aqui.

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