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Meu cunhado descobriu o meu segredo [parte 1]

Um conto erótico de AssVelvet
Categoria: Crossdresser
Contém 4334 palavras
Data: 20/08/2026 20:25:19

Ali pelos meus 16 anos, sentia prazer em me vestir de mulher, usar umas calcinhas escondido me deixavam com um tesão gigante. No início, eram somente calcinhas, depois vieram os sutiãs, mais tarde as roupas (saias, shorts, calças, blusas). Sempre fiz isso escondido, enquanto morava com meus pais, usava da minha irmã e da minha mãe. As calcinhas e sutiãs da minha mãe ficavam mais 'larguinhas' porque ela era bem mais gordinha que eu, mas não impedia de usar de todas as cores e jeitos possíveis. Por lá, sempre eram as calcinhas tradicionais, raramente aparecia uma fio dental, rendinha ou coisas assim, entretanto aquele tecido molinho com detalhes se coraçãozinho, florzinhas, listrinhas me deixava doidinho. Minha irmã que naquela época estava com 20 anos, já estava casada e morava em outro bairro, sempre ia na casa dela para visitar e adorava pois ela tinha umas calcinhas bem bonitinhas, e claro acabei pegando 'algumas' com o tempo. E isso virou um vício pois agora eu já pegava calcinhas das minhas primas, tias e até mesmo na casa de amigos, pegava das mães ou irmãs deles, quando estavam no varal, ou aproveitando uma visita ao banheiro ali nas roupas usadas. Não via a hora dos meus pais saírem de casa para poder usá-las livremente, ou então na hora daquele banho demorado e por aí vai. Naquela época, a punheta rolava solta, flor da idade, hormônios gritando.

Mas vamos ao que interessa, hoje tenho 36 anos e há 10 anos, eu estava com 8 meses de casado. Minha esposa e meus sogros foram numa viagem pra praia e ficariam fora por 4 dias. A empresa onde trabalhava não me deu folga pois no meu setor alguns funcionários estavam afastados, e alegaram que estavam com pouca mão de obra e que eu não poderia folgar. Meu cunhado, que na época tinha 20 anos, trabalhava num loja de varejo e como fazia pouco tempo que tinha começado lá, decidiu que não iria para não influenciar na sua avaliação de experiência, e então ficamos nós dois na cidade. Moramos em um 'vila' onde em 2 lotes foram construídas 5 casas, sendo 4 delas na parte inferior e na parte superior a casa dos meus sogros. Das 4 casas que ficam no térreo, moro em uma delas, noutra moram alguns parentes da família dos meus sogros e as outras kitnets eram locadas, uma para um casal e a outra pra um rapaz.

No primeiro dia, ou seja, no dia em que foram viajar saíram de casa as 06:00 e o chek-in deles no hotel seria as 13:00. Quando estavam saindo para viajar me levantei, tomei meu café da manhã, me arrumei e fui para o trabalho, fiquei o dia todo fora de casa retornando somente as 17:00, aproveitei meu horário de almoço para ir numa depiladora me depilar, normalmente só depilava peito e virilha, mas nesse dia eu depilei tudo (pernas, peito, virilha, bumbum) ficando apenas os braços com pelos (que não são muitos). Já meu cunhado começava no serviço por volta das 08:00, almoçava em casa e terminava o expediente por volta das 18:30. O dia foi como de costume, cheguei em casa, tranquei o portão e tomei um banho. Na correria de fazer as malas, minha esposa com a mãe, experimentaram vários biquínis e também as roupas de uso cotidiano (shorts, vestidos, calças e etc), várias ficaram espalhadas no quarto de visitas. Minha sogra, uma coroa bem gostosa, tem medidas bem parecidas com da minha esposa, e em diversas ocasiões, eu já tinha xeretado o guarda-roupas dela, experimentado short, calças, vestidos e até mesmo já tinha olhado sua gaveta de calcinhas.

Quando caiu a noite, e enquanto ia experimentando tudo o que podia e mais um pouco, aproveitei que era 'a dona de casa' para organizar o quarto guardando o que tinha ficado esparramado. Liguei pra minha esposa, conversamos, ela fez um tour me mostrando o hotel que estava com os pais. Por volta das 21:00 nos despedimos, desliguei a ligação e pensei 'Já que hoje sou a mulher da casa, vou me vestir lindamente'. Fiquei pensando no que vestir, se seria um pijama ou um baby-doll, mas estava um pouco frio, então seria melhor usar algo mais quentinho mas não estava afim de calça e blusa de moletom. Peguei então uma calça legging preta, uma calcinha fio dental preta com dois lacinhos na frente, coloquei um sutiã também preto pra 'combinar com a calcinha' e uma blusa dessas de lã rosa com manga long. Enquanto isso eu conversava com meu cunhado por mensagens, e ele me perguntou se eu queria jantar pois ia preparar comida, respondi que já tinha lanchado e agradeci. Ficamos conversando sobre mais algumas coisas de trabalho e carros, e por volta das 21:20 ele me chamou pra dormir lá dizendo ‘vem dormir aqui em cima!’, imaginei fosse porque a casa é bem grande, e que não era acostumado a ficar lá sozinho. Segundo contavam, ele sempre foi muito próximo da família e não costumava ficar sozinho em casa. Eu já tava todo montado, uma verdadeira mulherzinha, com um fio dental enfiado meu bumbum, uma calça legging me rachando e a parte de cima bem arrumadinha, com a sutiã e a blusa de lã rosa, tinha até colocado brincos e um colar, e passado um batonzinho. Tava quentinho, enrolado numa cobertinha, vendo TV deitado na cama, e não queria me desmontar pra poder subir pra dormir lá na casa dele.

Meu cunhado um cara comum mas bem aparentado, com algo perto de 1,75 de altura, magro, branco, pés bem avantajados (tamanho 43) e mãos com dedos bem grandes. Não era feio, mas também não é um Deus maravilhoso. Enquanto trocávamos mensagens, ele me chamou de novo pra subir pra dormir lá, ‘cê não me respondeu! Vem dormir aqui em cima’. Eu tava lisinho, sem pelos, já que tinha me depilado todinho coisa que tinha feito poucas vezes até então e num momento de muita loucura, respondi pra ele 'eu até vou, mas só se for com o que eu to vestindo agora! Tá frio hoje! Kkkkkkkkkk' e ele logo respondeu perguntando 'como assim? aqui tem cobertor nem precisa trazer', daí eu respondi pra ele 'to com roupa quentinha de mulher, rs'. Ele respondeu 'kkkkkkkkkkkk! Vamo parar de palhaçada sô! vou lá destrancar o portão então, não demora porque já tá tarde'. Organizei algumas coisas em casa, e por volta das 21:40 ele já tinha mandado mensagem de novo 'cê já tá vindo? To querendo tomar banho, e se não for vir me fala que vou trancar o portão!'. Respondi pra ele 'já to indo moço! só terminando de organizar meu uniforme aqui e já subo, pode deixar que o cobertor eu levo, já subo direto lá pro quarto de visitas, pode ficar tranquilo. Quando chegar eu fecho o portão e te aviso', pensei que ele estava fazendo charme pra eu subir logo. As 4 casas da parte de baixo tem uma área em comum, usamos ela como garagem, ou seja, se eu saísse daquele jeito (legging, blusa feminina, batom, colar e brincos) sem nada pra cobrir, corria um grande risco de alguém me ver e seria um belo 'game over'.

O portão pra entrar na casa dos meus sogros fica direto pra rua, então eu tinha que andar alguns metros na área em comum das 4 casas, sair pra rua e então ir para a casa dele. O coração estava batendo a mais de milhão com a adrenalina! Não conseguia nem respirar direito, mas me enrolei, abri o portão da minha casa com cuidado pra não fazer barulho, saí de mansinho e fechei o portão novamente trancando-o. Eu tinha que atravessar 10 metros onde os parentes e os inquilinos poderiam me ver. Em um descuido, deixei as chaves caírem no chão, prendi a respiração, parei por alguns instantes, analisei ao redor pra ver se alguém sairia pra ver o que tinha acontecido, já que todas as janelas estavam fechadas e apenas uma luz estava acesa numa das casas. Comecei a caminhar bem devagar, sem fazer barulho até chegar na rua. Ufa! A primeira parte eu já tinha passado agora eram mais 5 metros sem ninguém me ver e tudo estaria bem. Antes de realmente sair na rua, pouco antes de sair pro passeio eu ouvi o barulho de um carro na rua, fiquei quieto no escuro encostado na parede e esperei, quando ele passou saí e fui em direção a casa dele. Abri o portão, entrei e tranquei sem fazer barulho. Continuei pelo corredor da casa e vi que a porta do quarto dos meus sogros estava fechada, e ouvi o barulho do chuveiro ligado na suíte deles e pensei, 'meu cunhadinho não tava mentindo, rs'. Era 22:00 quando entrei no quarto que eu disse que iria ficar, a luz da sala estava acesa o que iluminava bem pouco o quarto onde eu estava. Me deitei na cama e fiquei com a bunda virada pra porta, me cobri até a cabeça, deixando praticamente só meu rosto de fora e mandei mensagem pra ele 'já cheguei viu? Vou deitar pra dormir, o portão já está trancado'. Menos de 05 minutos depois de ter me acomodado na cama ele me respondeu com somente um 'ok'. Pensei e ri ao mesmo tempo 'to aqui depiladinho, com esse fio dental atolado na bunda atoa, devia ter procurado outra opção pra me satisfazer'.

Não demorou muito, a porta do quarto onde ele estava abriu, ele foi na cozinha. Voltou pro quarto, e eu ali deitado com um monte de pensamentos na cabeça do tipo 'putz! essa preparação toda atoa!' e já desiludido da vida, logo chegou uma mensagem respondendo aquela que eu tinha enviado pra ele anteriormente em que eu falava 'to com roupa de mulher' com 'é brincadeira né? kkkkkkkk'. Vendo que ele estava curioso, desafiei ele com um 'tá duvidando, rs? vem conferir então'. Silêncio total, e logo ouvi ele se levantando da cama e caminhando até o quarto onde eu estava, eu continuava enrolado na coberta e de costas com a bunda virada pra porta quando ele chegou fazendo uma sombra na parede pra onde eu estava olhando, ficou ali parado um tempinho enquanto eu ouvia a sua respiração e caminhou na minha direção, chegou perto da cama e perguntou de novo 'é brincadeira né?' e então falei baixinho 'confere aí então uai' balançando o bumbum iniciando exatamente o que ele deveria ver. Ele puxou a coberta pra cima, então viu a calça preta passou a mão alisando e tateando, acho que para sentir meu corpo ou o pra entender o que eu realmente estava vestindo. Senti que ele tava trêmulo, porque tateou as coxas e então falou 'você tá de calça de academia? como assim?' então aproveitei a brecha que ele abriu e falei 'te falei que tava vestido de mulher uai! to de calcinha, calça, sutiã, blusa e até maquiagem'. Ele ficou paralisado quando respondi isso, e então pensei 'pronto, ele agora vai sair daqui igual um tiro'. Graças a Deus eu estava errado, ele me desenrolou do cobertor, confirmou que eu não estava brincando, passou a mão sobre blusa conferiu o sutiã e falou 'como assim? e essa blusa? ce ta de sutiã e calcinha mesmo?'. Eu ri, acenando com a cabeça que sim e disse 'olha aí'. A calcinha que eu usava era daquelas que a lateral é só a tirinha, como estava bem justinha apertava a lateral do meu quadril e marcava um pouco sob a calça coladinha. Ele não fez cerimônia e logo puxou a calça para baixo de uma vez, mostrando minha bunda branquela com o fio dental atolado. Levantei um pouco a bunda melhorando a posição e facilitando para que ele deixasse meu bumbum totalmente a mostra, fiz questão de deixar ele mais a vontade, para que ele visse direitinho que 'sim, eu estava com uma calcinha'.

Eu sentia a mão dele tremendo, a respiração ofegante e não demorou pra ele apertar minha bunda, uma mão eu sentia na minha bunda e a outra imagino que estava segurando o pau. Com certeza meu bumbum ficou vermelho porque ele estava apertando com força e eu sou muito branco. Depois de alguns minutos ele foi passando o dedo no meu cofre cada vez mais forçando acompanhando o fio dental, chegou nas minhas pregas e forçou dedo e fio dental juntos contra o meu cuzinho. Eu já tava com o cuzinho piscando, num tesão louco, e ele mudou a posição sendo que agora segurava com uma mão nos peitos apertando também o sutiã, e logo encostou o pau duro nas minhas costas, sentia um membro de volume bem avantajado pulsando, mas tentei não esboçar nenhuma reação. Com a outra mão ele 'ajeitou' o fio dental pro lado e começou enfiar o dedo no meu cuzinho, me pegou de surpresa, estava seco e eu acabei soltando um gemido mais alto e involuntariamente travei as pregas o que fez ele puxar o dedo pra fora rapidamente e me repreender 'fala baixo! os vizinhos vão te escutar!', morrendo de medo que os vizinhos ouvissem o que estava acontecendo, já que o quarto tem uma janela que dava diretamente para a área em comum das casas. Me soltou e eu fiquei muito envergonhado, aquela altura já estava com a calcinha molhada de gozo, o meu cu piscando surpreso por causa do dedo que penetrou do nada, e agora com ele me repreendendo indo até a janela pra ver se alguém estava por lá. Acabei me vestindo rapidamente, sem deixar transparecer que tava doido pra dar a bunda pra ele e ir embora com umas 3 pregas a menos do que tinha chegado. Ele foi pro quarto dos pais dele, e então já peguei o cobertor embaixo do braço e saí sem nem pensar se ia ter alguém na rua ou até mesmo me ver descendo pra casa. Nem me enrolei, apenas coloquei o cobertor embaixo do braço, destranquei e abri o portão, graças a Deus não tinha ninguém vindo e já saí em direção ao portão da minha casa. A única coisa que eu pensava era 'que mancada foi essa? ele sabe do meu segredo'.

Passei pela garagem como um vulto, andando rápido mas sem fazer barulho, destranquei o portão entrei e fechei. Escorei na parede pensando na merda tremenda que tinha feito, no que aconteceu, com uma vergonha tremenda, afinal, o dedo nem tinha entrado direito e eu já tinha gemido igual uma vadia. Me recompus, tranquei o portão passei pela cozinha tomei um copo com água e fui pro quarto. Já eram 22:40, eu vestido igual mulher, com uma experiência que não tinha sido legal, mas que com aquele tesão todo acumulado eu queria que tivesse chegado até o final. Não conseguia dormir e meu telefone vibrou com duas mensagens 'o portão tá aberto?' e a outra 'vou dormir aí embaixo', respondi que tava trancado, mas que iria lá abrir e que o quarto de visitas estava com a cama arrumada, poderia dormir lá. Levantei da cama e abri o portão, voltei pro quarto onde estava vendo TV, e ouvi o portão abrir e logo se fechar, as luzes estavam apagadas e só tinha deixado a luz do quarto onde ele dormiria acesa. Ele entrou, vi pela sombra que fazia quando ele passava em frente a porta e ao corredor, escutei um barulho como se estivesse tirando o colchão da cama, mas não falei nada afinal ele que iria dormir lá e não eu. Continuei vendo a TV e senti que ele estava vindo ao meu quarto, parou no meio do caminho e voltou, logo chegou a mensagem, 'vem aqui!. Fiquei sem entender, porque eu não sabia se ele queria continuar o que paramos ou se iriamos apenas conversar ou coisa assim, mas na minha cabeça a ideia de pegar naquele cacetão dele era bem grande e fui como estava não tinha me desmontado.

Cheguei no quarto, agora sem cobertor vestido igual uma mulher, ele me olhou da cabeça aos pés pelo menos umas 3x, e eu perguntei com um 'o que foi?’ sem entender se ele tava gostando ou não. Logo ele me respondeu 'meu Deus, ce ta de mulher mesmo! isso é um teste? Fala a verdade! meu pai te pediu pra me testar? Ele acha que eu sou gay?', em algum outro momento eu teria xingado mas naquela hora respondi com sarcasmo 'teste? Você acha que eu to vestido igual uma mulher pra te testar? Como assim gay? afinal pensa um pouquinho, quem ta de calcinha, sutiã e ainda teve um dedo entrando no cu? Espera, eu te respondo, EU né? Eu não faço ideia do que você tá falando, a única coisa que eu sei é que gay aqui nessa situação tá sendo eu!’ ele riu e eu continuei em pé na porta esperando pra ver se ele iniciaria alguma coisa, seja falando ou até mesmo demonstrando o que pretendia, ele estava segurando o pau sem tirar a roupa, como quando queremos controlar o tesão e então falou ‘deixa eu ver direito porque lá no quarto estava muito escuro’, me fiz de desentendido e perguntei ‘ver o que? Como assim?’. Ele se levantou do colchão que estava no chão, veio até mim e eu não conseguia tirar o olho do volume que aquela rola fazia no short, me segurou pela cintura com a mão esquerda, fez questão de encostar o pau em mim enquanto com a mão direita me deu um tabefe bem forte na bunda que estalou e disse bem no meu ouvido ‘quero ver isso aqui direitinho’. Se afastou e me disse pra tirar a calça, que ele queria ver aquela calcinha enfiada no meu rabo branquelo. Relutei um pouco, afinal eu queria que aquele macho tirasse não só a minha calça, mas que me destruísse, arrombasse meu cuzinho. Ele colocou o pau pra fora e disse ‘mostra essa bunda pra mim, deixa eu ver se minha mão ficou bem marcada nela’. Tirei a calça devagarzinho, fiz questão de ficar de costas olhando pelo espelho do guarda-roupas a expressão dele vendo minha bunda empinando enquanto eu me abaixava e tirava o restante da calça nos pés. Joguei a calça pro lado, me virei de frente pra ele, e ele ficou espantado e também elogiou ‘cadê seus pelos? Você depilou? Essa bunda tá lisinha, suas pernas também! Que bunda branquela gostosa

! Que calcinha bonitinha! Agora tira essa blusa, deixa ver se esse sutiã também é bonito’. Tirei a blusa de frente pra ele, o sutiã e a calcinha na cor preta em contraste com meu corpo branco lisinho totalmente sem pelos, e ele continuava alisando o pau enquanto me olhava.

Logo se sentou no colchão e disse ‘vem cá, deita aqui pra eu analisar direito’. Me deitei no colchão com o bumbum pra baixo e logo ele veio passando a mão, começou pelas minhas pernas, e foi subindo aos poucos, logo já estava com a mão nas minhas coxas, passou a mão por todo o meu corpo, me virou e começou a me beijar, sentia a barba dele roçando nas minhas costas e descendo, enquanto me beijava suas mãos alisavam meu bumbum, foi beijando cada pedacinho até parar pertinho das minhas nádegas, e naquele momento se afastou um pouco e disse ‘que delícia essa bunda com minha mão tatuada’, mal fechou a boca, puxou a calcinha pro lado e já enfiou a cara na minha bunda, beijando e lambendo minhas pregas como se não houvesse amanhã. Eu já estava em êxtase total, que língua gostosa, coloquei a cara no travesseiro e gemi abafado, porque naquele ritmo eu ia fazer barulho e ia acordar todos os vizinhos.

Então, me virou de frente, começou me beijar novamente só que ao contrário agora, beijou minha virilha, e a essa altura meu pau e a calcinha já estavam totalmente babados de tesão, veio subindo me beijando, com uma mão me segurava levantando meu bumbum do colchão e a outra com um dedo já enfiando no meu cuzinho. Que delícia era aquilo! Ele enfiou o dedo todo dentro do meu rabo e logo chegou na minha boca, me deu um beijo de língua e falou ‘então você quer ser mulherzinha? Então quer dizer que eu tenho é uma cunhadinha? Não sabia que minha irmã tinha casado com uma mulher’ voltando assim a chupar meus peitos, eu estava ainda de sutiã e calcinha!

Me beijou o corpo todo, até chegar no meu pau, deu umas chupadas nele enquanto aquele dedo me levava ao céu! Lambeu minha costura, chupou meus ovos como ninguém fez até hoje! E aquela mão apertando minha bunda enquanto a outra movimentava aquele dedo no meu cuzinho, que neste momento já piscava mais que luzes de Natal. Parou de chupar a minha virilha e voltou pro meu cuzinho, deixou bem molhado com bastante baba mesmo e logo tirou o dedo. Ficou ali passando dois dedos no meu cuzinho enquanto eu já nem sabia o que estava sentindo. Veio em minha direção, e enquanto me beijava enfiou dois dedos até a metade, eu queria gritar, tinha doído um pouco mas minha puta interior queria sentir mais! Chupei a língua dele com muita vontade, e ele entendeu, continuou enfiando até encostar o dorso da mão no meu rego.

Que maravilha era aquilo! Ele se afastou um pouco e rodou aqueles dedos dentro do meu cu enquanto fazia um vai e vem que me deixou a ponto de gozar! Então colocou aquela rola enorme na minha cara, sério eu não acreditei quando vi de perto, umas veias enormes e uma cabeça cogumelo brilhante, um saco que parecia de boi de tão grande! Tinha apenas um defeito, ele não depilava, tinha mais pelos que o Tony Ramos. Comecei chupar ele, enquanto ele brincava com o meu cuzinho, não demorou e eu quase cortei os dedos dele com o cu enquanto gozava. Minha vontade era morder aquela rola enquanto eu gozava! Continuei chupando e punhetando ele rapidamente e ele encheu minha boca de porra. Muita porra mesmo, não sabia se engolia ou se deixava escorrer na minha cara. Mas pelo movimento que ele fez, entendi que era pra eu engolir pois forçou a rola com tudo pra dentro da minha boca, quase vomitei na hora, mas empurrei ele um pouco pra cima e engoli tudo.

Eu tava com o cu ardendo, os dedos dele eram grossos igual o meu pau, então era como se eu tivesse me comido, e te falar a rola dele era muito mais grossa que a minha. Em comprimento não perdia por muito não, mas aquela cabeça de cogumelo brilhante me deixava no chinelo. Ele se levantou e a rola saiu da minha boca com uma liga de porra até arrebentar e pingar na minha cara. Ele deitou ao meu lado, eu tava com a barriga suja da minha própria porra e agora com o estômago já bem alimentado com aquela quantidade de leite que eu bebi.

Se deitou ao meu lado, e conversamos bastante, me abri com ele, disse que sempre que podia me vestia assim, que nunca tinha tido relação com homens sendo a fêmea, que já tinha comido muitos cus, mas que o meu nunca tinha sido explorado. Tentei deixar o clima mais leve, porque era uma situação um pouco constrangedora, meu cunhado tinha acabado de foder meu cu com os dedos e fodido a minha boca com aquela rola enorme! Além de me fazer engolir aquele leite todo.

Fiquei com a mão segurando a rola dele, que praticamente se manteve dura, enquanto a gente papeava e ria. Me levantei e fui ao banheiro pra me limpar, e daí já ia pro quarto pra vestir uma camisola ou baby-doll pra dormir, ele me chamou de novo e falou: ‘onde você tá indo? A noite nem começou ainda! Você quer ser uma mulher, hoje eu vou te fazer bem mulherzinha!’. Falei pra ele, tentando explicar ‘to com o cu ardendo e essa rola grossa com essa cabeça enorme não vai entrar em mim não.’

Ele riu e falou ‘vem logo, se eu não comer essa bunda hoje, pelo menos você vai ter que me fazer gozar mais umas vezes, até porque esse boquete foi muito bom e sei que você está com fome né putinha?’, o recado foi dado ou seja, se ele não gozasse dentro da minha bunda teria que gozar na minha boca. Voltei pro colchão, e o pau dele já tava trincando de novo. Comecei a beijar ele, a mão passando na minha bunda, apertando e já com o dedo na portinha, mas tava ardendo, aquela virada com os dedos no meu cu pra enfiar o pau na minha boca deixaram meu cu bem dolorido.

Quando ele colocou o dedo segurei o pau dele com força e falei ‘é sério! Hoje não vou conseguir aguentar mais nada aí! Mas sobre a fome, tá grande mesmo e um leite quente faz bem pra saúde’, deixei ele deitado no colchão e me ajoelhei entre as pernas dele, mamei muito aquela rola. Ele segurava minha cabeça, tentava enfiar ela toda, mas eu mal conseguia abocanhar metade. Fiz ele gozar outra vez e pra deixar ele feliz engoli até a última gota, dessa vez limpando bem pra não sobrar nada.

Deitei ao lado dele, já era quase 01:30 e tínhamos que acordar cedo. Ele vestiu o short e a camisa, enquanto eu ia no quarto pra vestir uma camisola, já que imaginei que ele passaria a noite comigo, ele se levantou e foi embora. Mandei mensagem perguntando o que tinha acontecido e ele só me respondeu ‘você é muito putinha! Dorme bem pra descansar’. Fiquei intrigado, porque não ficou e dormiu agarrado comigo? Mas tudo bem, antes de deitar, passei uma pomada pra assadura e fui dormir.

Essa é a primeira parte dos 4 dias que tivermos, vou postando aos poucos pra vocês entrarem na onda. Comentem o que acharam.

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