Era uma sexta-feira. Minha esposa chegou do trabalho:
— Amor, eu vou ter que ir com minha chefe para São Paulo amanhã cedo e só voltamos domingo. Vamos fechar um acordo para a empresa, e se tudo correr bem, vou ter uma chance de subir de cargo!
Eu falei:
— Ótimas notícias, amor, vai dar certo! Espero que dê tudo certo. Aproveito e fico em casa colocando meu trabalho em dia, que já está bem atrasado.
Ela foi arrumar uma malinha e depois tomou seu banho. Eu tinha preparado o jantar. Minha esposa já veio com um pijama bem sexy.
Eu falei:
— Esse eu não vi ainda!
Ela respondeu:
— Comprei para você, gostou?
— Amei! — Fui e dei um beijo nela, toda cheirosa.
A gente jantou na mesa, tomamos um vinho e, já tarde da noite, ela foi arrumar a cozinha. Eu cheguei por trás:
— Vem, vamos para a cama.
Ela falou:
— Calma, já estou acabada!
Eu fiquei beijando suas costas:
— Aiiii, César, ai, assim eu termino...
Eu fui, já abaixei e enfiei a língua na bunda dela:
— César safado, uhuuum!
Ela já foi empinando, já estava molhada. Passei a língua no cuzinho dela, e ela se contorcia. Puxei ela para a mesa, ela abriu as pernas e eu caí de boca na bucetinha dela:
— Vai, me chupa, aihh, vou gozar, vai, chupa!
Eu peguei, levantei ela, deitei-a na mesa, passei meu pau duro na entradinha dela, fiquei batendo ele nela, fiquei passando... Eu comecei a empurrar, ela gemendo:
— Vai, mete!
Eu comecei a socar com força, e ela:
— Aiii, vou gozar nesse pau!
Peguei ela no colo sem tirar o pau, fui andando até o sofá, sentei e ela foi quicando. Ela já crava as unhas em mim e gemendo, eu estava com tanto tesão! Ela tem uma bucetinha bem apertada.
— Amor, vou gozar! — ela começou a acelerar.
Acabamos que gozamos juntos. Ela ficou sobre mim descansando e disse:
— Vou levantar para dar uma molhada, preciso dormir, amanhã vou de madrugada.
Ela subiu primeiro. Eu demorei uns 10 minutos, fui tomar banho e, quando deitei, ela já tinha dormido.
De manhã cedo ela me chamou, disse que estava indo. Falei:
— Boa viagem, te amo.
Nisso dormi de novo, acordei às 10 horas e decidi passar o dia em casa nesse sábado. Falei: "Vou chamar o Paulo e a Júlia para almoçar", mas o que eu queria mesmo era ver a Júlia, kkk.
Liguei para o Paulo:
— E aí, mano, tudo bem?
— Sim.
— Então, vamos almoçar juntos?
— Aí, cara, hoje não consigo, estou na casa dos meus pais com a Júlia, vamos passar o final de semana aqui, fica para a próxima.
— Tudo bem então, não tem problema.
Aí desliguei.
Aii eu fiquei pensando e resolvi mandar um oi para a Bruna:
— Oiii, tudo bem??
Ela não demorou:
— Oiiii, bem sim, e vc? Rafaela tá me chamando para uma festinha de novo?
Eu já sorri, rsrsrs:
— Não, ela viajou.
— Ah, tô te chamando pra almoçar cmg?
— Uhhum, eu não posso hj pois tô meio q de babá da minha prima, meus tios foram para casa dos meus pais, eu fiquei aqui na casa dela esse final de semana.
Eu falei:
— Que tédio em!!
Ela:
— Eu tô adorando, aqui tem uma piscina com jacuzzi, e minha prima é bem divertida!
— Então tá bom.
Logo chegou uma foto de visualização única delas de biquíni para mim, toda gostosa, com o fio dental enterrado na bunda. Eu respondi que ela queria me matar de tesão, safada! Apertei meu pau na hora. Duas delícias assim, eu não aguento de tesão, kkk.
A Bruna disse:
— César, eu falei com minha prima, perguntei se teria problema eu te chamar para jantar aqui, e ela falou que não, tudo bem. Mas eu disse que ela não podia contar para ninguém.
Ela riu:
— Rlx, eu confio nela.
— Então manda o endereço, vou por volta das 19h. Ok?
— Ok, César. Traz vinho pra gente!
Acabei que almoçuei em casa, fiz meus trabalhos do escritório. Por volta das 18h, tomei um banho, passei um perfume cheiroso, vesti uma simples bermuda branca e uma camiseta apertada. Passei na distribuidora, peguei dois vinhos e fui.
Cheguei lá era 19h20. Uma bela casa, o portão abriu com um jardim lindo, deixei o carro na garagem. Bruna estava com um shortinho bem curto, só de biquíni. Me deu um abraço e um selinho. Bruna é bem gostosinha! A casa era de 2 andares, e logo vi a prima dela descer.
A Bruna disse:
— Essa é a Taty, tô cuidando dela, kkk.
A Taty respondeu:
— Não sou criança, tenho 18 anos, me respeita, sua safada!
A Taty veio e me deu um abraço. Não tenho olhos para uma menina de 18, mas era um pecado, toda gostosa, parecia ter 18 anos, baixinha, bunda redondinha e cabelo longo loiro. Ela estava com uma sainha curta por cima do biquíni.
Eu disse:
— Pode ficar sossegada, eu sou um poço de segredos, não vou falar para ninguém que você veio aqui!
— Obrigado, César — falou a Taty.
Fiquei meio sem graça, e nisso a Bruna foi colocar os vinhos para gelar.
Bruna chamou:
— César, vem, vamos para a cozinha.
Sentei lá na mesa com ela. Nesse momento, o celular vibrou no bolso: era mensagem da Rafaela.
“Oi, amor, saudades! Chegamos bem, fui para uma reunião e depois fomos almoçar. Agora chegamos no hotel, vou tomar banho pois temos outra reunião agorinha à tarde. Quando eu tiver tranquila, eu te ligo, bjss.”
Logo a Taty sentou na mesa e começou a falar com a Bruna sobre o colégio e outras coisas. A conversa ia fluindo, e eu fui pegar o vinho, servindo para a Bruna e para mim.
A Taty reclamou:
— Ei, cadê o meu? Hummm!
A Bruna brincou:
— Taty, você aguenta? Se você passar dos limites, eu te bato, kkk!
A Taty respondeu:
— Relaxa, eu bebo escondida, já tomo vinho há muito tempo.
A Bruna serviu o jantar. A gente ficou conversando, rindo, eu contando histórias, e a Taty ficava vidrada em mim. Foi bem legal! Já era 22h, falei que era melhor eu ir.
A Bruna:
— Não vai não, pode parar de bobeira!
A Bruna ligou o som e a gente foi para a área perto da piscina, começou a dançar:
— Vem, prima!
Elas já estavam bem alegres. A Bruna começou a dançar se esfregando em mim, toda safadinha, e eu já via o fio-dental enterrado na Taty. A Bruna se esfregava em mim olhando para trás.
Nisso, o telefone da Taty tocou: era a mãe dela. Ela foi lá para dentro atender.
A Bruna disse:
— César, vem, vamos sentar na beirada da piscina.
Fui chegando perto, e ela me empurrou para dentro da água!
— Caralho, Bruna! Não tenho outra roupa! Molhou minha carteira, sua ninfa do caralho!
Ela abaixou o short, aparecendo aquele biquíni vermelho, e eu fiquei doido. Eu já ia saindo da piscina, e ela veio:
— Relaxa, César, vamos se divertir!
A Taty voltou e perguntou:
— E aí, você já está aí dentro?
Eu falei:
— A safada me empurrou!
A Taty ficou rindo e contou:
— Minha mãe ligou perguntando se estava tudo velha... quer dizer, se estava tudo bem. Eu falei que sim, que a gente já tinha jantado e estava vendo um filme, logo já ia dormir. Ela disse "tá bem, filha" e desligou, kkk.
A Bruna chamou:
— Vem, prima!
A Bruna abaixou a saia, mostrando o biquíni rosa. Meu pau estava bem duro.
A Bruna falou:
— César, tira esse short e essa camisa, vou colocar para secar.
Eu olhei para a Taty, que estava olhando para mim de lado. Tirei a camisa e o short; a cueca estava bem marcada, não tinha como esconder. Falei:
— Então vai lá colocar, pois não tenho outra, e seca minha carteira também.
Nisso, a Bruna foi lá para dentro. A Taty estava mergulhando; a água era clarinha, azul, e dava para ver tudo.
A Taty disse:
— Gostou da água? É bem morninha.
— É uma delícia — falei.
— E o meu biquíni? Kk
— Ficou lindo em vc.
— Obrigada, foi a rosa ou a vermelha que te deixou duro assim?
Eu só sorri, k.
A Bruna voltou. Ficamos um tempo na água, até que a Taty falou:
— Gente, vamos entrar, vou mostrar o quarto de vcs.
Só subimos.
A Taty:
— Vc podem dormir aqui, o banheiro fica no corredor.
Entramos no quarto.
A Bruna falou:
— Vem, vamos tomar banho pra gente deitar. Minha prima falou que eu tinha que dar algo em troca pra vc vir pra cá. Então agente vai tomar banho, vou deixar a porta um pouquinho aberta e vamos dar um showzinho para ela, tá bem?
Eu falei:
— Tudo bem.
Ligamos o chuveiro. A Bruna já foi chupando o meu pau bem guloso, ela já engasgava nele.
Meu pau duro feito pedra continuava sendo chupado por aquela putinha, quando, de repente, olho para o lado e vejo a Taty na porta, segurando as toalhas. Ela soltou um:
— Oiiiiihh... — já mordendo os lábios, e saiu de fininho rápido.
Terminamos o banho e saímos do banheiro. Eu deitei na cama e a Bruna foi até o quarto da Taty. Logo ela voltou, deixando a porta do quarto um pouco aberta.
— Então, César, eu prometi pra Taty que deixaria ela ver a gente — disse a Bruna, já deitando na cama só de calcinha.
Não perdi tempo. Deslizei para cima dela e comecei a chupar sua bucetinha, que já estava toda melada. A Bruna gemia alto com a minha língua:
— Aiii, César, assim eu vou gozar logo... Aiiii, huuum, chupa mais, vai! Eu fui para cima dela coloquei uma camisinha meu pau na entradinha dela ,,ela já se meche por baixo ,ao pouco meu pau foi entrando ,eu socando bem de vagar em segundo ela tinha gozando ,eu comecei colocar mais fundo ela ,ela gemia, Como o quarto não estava totalmente escuro por causa da luz do LED azul, olhei para a porta e vi a Taty ali de roupão, com a mão se tocando enquanto nos olhava fixamente.
— Temos visita, Bruna — avisei.
A Bruna abriu um sorriso safado e chamou:
— Taty, vem ver de perto como um homem come uma putinha!
A Taty veio devagar, hesitando um pouco. Meu coração estava disparado de tesão, mas fiquei em silêncio e continuei chupando a Bruna sem parar. A Bruna olhou para a amiga e ordenou:
— Taty, deixa esse roupão cair e vem sentar na minha cara para eu te chupar!
A Taty obedeceu. Olhei para aquele corpo lindo quando o roupão caiu, toda gostosinha, uma verdadeira delícia. Ela foi subindo em cima da Bruna, encaixou o rosto e começou a chupar. Logo o quarto foi tomado por gemidos altos, até que a Taty deu um grito e gozou em cima da Bruna, toda trêmula.
Eu saí de cima da Bruna e chamei:
— Vem, Taty.
A Taty, com os olhos brilhando de tesão e respirando fundo, disse:
— Essa é a minha segunda vez, mas agora é a minha vez... Eu quero sentir ele dentro de mim sem camisinha!
Eu já estava deitado na cama, e a Taty foi logo tirando a camisinha do meu pau com pressa. No mesmo segundo, as duas caíram de boca no meu membro ao mesmo tempo.
— Puta merda, desse jeito eu vou gozar rápido... —
A boquinha da Taty chupando devagar era uma sensação indescritível, nossa, que delícia.
A Bruna, vendo a cena, incentivou:
— Vai, senta nele logo, amiga!
A Bruna ajudou a guiar a Taty, que se ajeitou em cima de mim. Ela posicionou a entrada na cabeça do meu pau e gemeu:
— Aiii, que pau grosso... Isso quase não entra!
Mas ela já estava bem molhada, escorregando todinha,
Eu fiquei parado, apenas deixando ele esfregando na entrada. Ela já estava muito excitada e, aos poucos, foi encaixando.
— Aiiii, você vai rasgar minha bucetinha... — ela gemia.
A Bruna, assistindo de perto, incentivava:
— Rebola nesse pau gostoso, deixa ela acabar com você!
A Taty começou a rebolar e gemer alto:
— Ai, vou gozar! Aiii, que delícia!
Toda apertadinha, ela já encaixava ele quase todo, até que teve um orgasmo intenso pela primeira vez. Ficou toda mole e deitou do meu lado, recuperando o fôlego.
Nisso, a Bruna já virou para mim, começou a me chupar e pediu:
— , que q vc gozar no meu cuzinho...
Coloquei ela de quatro, chupei o cuzinho dela bem gostoso e fui colocando um dedo, logo alargando e assentando dois dedos ali dentro.
— Isso, vai, me come, acaba com a sua putinha! — a Bruna gemia, pedindo mais.
Eu falei:
— Relaxa para eu colocar
Passei o pau na buceta dela que estava encharcada e bem molhada, e fui empurrando a cabeça devagar no cuzinho
— Aiiii, tá doendo, para, espera... — ela pediu.
Deixei paradinho para ela se acostumar, e ela foi se mexendo devagar até que já tinha passado a metade.
— Aí, me fode, vai! — gritou a Bruna.
Comecei a meter naquele cu apertado, socando forte até o fundo. Ela gritava alto:
— Aiiiiii, isso, vai, vaiiiiii!
A Taty estava ali do lado, olhando tudo e se masturbando, esfregando a sua bucetinha enquanto murmurava:
— Que putaria gostosa...
Eu já estava quase no limite para gozar. Soquei com mais força por mais alguns minutos e gozei tudo dentro dela, uma delícia. Tirei meu pau devagar, e a Bruna desabou na cama, completamente esgotada, com o líquido escorrendo do cuzinho que estava todo vermelhinho.
— Vou tomar um banho — falei.
Entrei no banheiro, liguei o chuveiro e deixei a água cair sobre mim. Logo a porta do box se abre e a Taty entra.
— Posso banhar com você? — perguntou ela.
— Sim, pode, vem.
Aquela delícia entrou, passou a mão no meu peito e disse:
— Ai, você me fez gozar muito gostoso hoje...
Nisso, ela segurou meu pau, que ainda estava meio mole, e começou a me punhetar com carinho, logo indo com a boca para cima dele. Meu pau endureceu instantaneamente naquela boquinha quente. Ela olhava para cima com aquele olhar safado; ela realmente sabia como chupar um pau.
Não aguentei, peguei ela no colo e a encostei na parede do box, alinhando bem a entrada. Fui colocando nela, que subia e descia até embaixo, gemendo sem parar no meu ouvido:
— Eu sou toda sua...
Coloquei ela no chão e virei ela de costas, apoiada na parede do box, e avisei:
— Agora vou socar forte em você!
Comecei a empurrar com força, fazendo aquele barulho abafado de pele com pele ecoar pelo banheiro.
— Aiii, aiii, aiii, haa, haaa, aiiio! — ela gritava, totalmente entregue ao ritmo acelerado enquanto eu metia fundo.
— Tô gozando de novo, não para, acaba comigo! — implorava a Taty.
— Eu vou gozar... — avisei.
— Pode gozar, me enche, eu já não aguento mais, mas segura! — pediu ela.
Descarreguei tudo, enchendo ela de porra com intensidade. Sem forças nas pernas, ela desabou e sentou direto no chão do banheiro, completamente mole e ofegante. Olhando para mim com um sorriso bobo, ela sussurrou:
— Você é incrível, César... Da próxima vez quero que você coma meu cuzinho igual fez com minha prima.
Saímos do banheiro juntos. A Bruna já estava dormindo profundamente na cama, exausta. Ainda naquela madrugada, não resisti, acordei a Bruna de novo e comi ela mais uma vez, gozando bem dentro dela. Enquanto fazia aquilo, pensei rapidamente: "Onde é que eu estava com a cabeça indo meter e gozar sem dó nessas meninas?", mas o tesão era maior que qualquer razão.
Acordamos no dia seguinte e já passava das 10 horas da manhã. No meu celular, tinha duas ligações perdidas da minha esposa, junto com uma mensagem dizendo que já voltava no fim da tarde e que estava morrendo de saudades de mim.
Fiquei com as meninas até a hora do almoço. Depois, passei rapidamente na farmácia e comprei a pílula do dia seguinte para cada uma delas tomar, pois eu não queria arriscar de jeito nenhum. Logo depois, me despedi e fui embora para casa, com a cabeça a mil após aquela noite simplesmente inesquecível.