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O dia em que Yuri se assumiu pra mim começou como qualquer outro. Eu estava na cozinha preparando o café da manhã quando ele apareceu na porta, o rosto vermelho, as mãos apertando a barra da camiseta. Ele não conseguia olhar nos meus olhos.
— Pai… eu preciso te contar uma coisa.
Sentei na cadeira, apontei a outra pro lado e esperei. Ele demorou, mas finalmente falou, a voz baixa e trêmula:
— Eu sou gay.
O silêncio que se seguiu não foi de choque. Foi de cálculo. Eu já suspeitava há tempos. O jeito que ele olhava pra certos atores, as noites em que travava a porta do quarto, o nervosismo toda vez que eu mencionava namoradas. Mas ouvir a confirmação saiu da boca dele me deu uma onda quente que desceu direto pro meu pau.
Levantei, caminhei até ele e puxei pro meu peito. Abracei forte, beijei o topo da cabeça.
— Vem cá, meu menino. Olha pra mim.
Ele ergueu o rosto, os olhos úmidos.
— Você… não tá bravo?
— Bravo? — eu ri baixinho, acariciando o cabelo dele. — Meu filho, você é a coisa mais importante da minha vida. Eu só quero que você seja feliz. E se ser gay te faz feliz… então tá tudo certo.
Ele soltou o ar que estava prendendo e se agarrou mais forte em mim. Ficamos assim um tempo. Eu sentia o cheiro dele, o corpo quente contra o meu. Minha mão desceu devagar pelas costas, parando logo acima da bunda. Ele não se afastou.
— Tem mais alguma coisa que você quer me contar, Yuri?
Ele balançou a cabeça, ainda escondido no meu peito.
— Eu… nunca beijei ninguém. Nunca fiz nada. Tô com medo de… de não saber.
Foi aí que a ideia se formou completa na minha cabeça. Eu apertei ele contra mim e falei baixo, bem perto do ouvido:
— Então deixa o papai te ensinar. Deixa o papai ser o primeiro.
Yuri se afastou de repente, os olhos arregalados.
— O quê?
— Você ouviu. — Minha voz saiu firme, mas carinhosa. — Eu te conheço melhor do que qualquer um. Eu te amo mais do que qualquer um. E eu quero ser o primeiro homem a te tocar, a te beijar, a te foder. Quero que você sinta na pele o que é ser meu.
Ele recuou um passo, a respiração acelerada.
— Pai… isso é… a gente não pode.
— Pode sim. — Eu me aproximei de novo, segurando o rosto dele com as duas mãos. — Ninguém precisa saber. Só nós dois. E eu te prometo que vou cuidar de você. Vou te tratar com todo o carinho do mundo… e também te foder até você esquecer o próprio nome.
Yuri tremia. Eu via o conflito no rosto dele, o desejo brigando com o certo e o errado. Passei o polegar pelo lábio inferior dele, apertando levemente.
— Me diz que você nunca pensou nisso. Me diz que nunca se tocou pensando no papai.
O silêncio dele foi a resposta. As orelhas ficaram vermelhas. Eu sorri.
— É isso mesmo. Então aceita. Deixa eu ser o primeiro macho da sua vida.
Demorou. Conversamos a manhã inteira. Ele argumentava, eu respondia com paciência, com toques leves no braço, no cabelo, na nuca. A cada “não” dele eu reagia com mais carinho, mais posse.
— Você é meu filho. Meu menino. Minha putinha do papai. E eu vou cuidar de você do jeito que só um pai sabe.
No final da tarde ele cedeu. A voz saiu quase inaudível:
— Tá… tá bom. Mas… devagar.
Eu o puxei de novo pro abraço e beijei a testa.
— Do jeito que você quiser, meu amor. Papai vai com calma.
Naquela mesma noite começamos.
Levei ele pro meu quarto. Fechei a porta, apaguei a luz principal, deixei só o abajur. Yuri estava nervoso, as mãos suando. Eu o sentei na beira da cama e me ajoelhei entre as pernas dele.
— Relaxa. Olha pra mim.
Beijei a boca dele pela primeira vez. Lento, explorando. A língua dele era macia, tímida. Eu suguei o lábio inferior, mordi de leve, e ele soltou um gemido abafado. Minhas mãos subiram por baixo da camiseta, acariciando a pele quente do tronco. Quando tirei a peça, ele se encolheu um pouco, mas eu beijei o peito, o mamilo, a barriga.
— Tão lindo… o corpo do meu menino. Todo do papai agora.
Desci o short e a cueca de uma vez. O pau dele já estava duro, grosso, a cabeça brilhando. Eu envolvi com a mão e dei a primeira chupada. Yuri arquejou, as mãos voando pro meu cabelo.
— Pai… caralho…
— Isso. Gemendo pro papai. — Eu falei com a boca cheia, chupando fundo, lambendo as bolas. — Seu pau é gostoso pra caralho. Papai vai te milkar toda noite.
Fiquei ali um tempo só chupando, sentindo ele tremer, gemer, tentar segurar o gozo. Quando ele estava perto, parei e o deitei de costas. Passei óleo nas mãos, espalhei entre as nádegas dele, massageando o cu com o polegar.
— Vai doer um pouco no começo. Mas papai vai preparar bem. Respira fundo pra mim.
O dedo entrou devagar. Yuri se contraiu, soltou um “ai” agudo. Eu beijei a coxa interna, acariciando a barriga com a outra mão.
— Shhh… é o papai. Você tá seguro. Abre pra mim, meu amor.
Fui adicionando dedos com paciência. Dois, depois três. Alongando, abrindo, falando merda carinhosa o tempo todo.
— Olha como o cuzinho do meu filho tá engolindo os dedos do papai… tão apertadinho… vai ficar viciado nisso, vai ver.
Quando achei que estava pronto, tirei a própria roupa. O pau dele latejou só de me ver nu. Eu me posicionei entre as pernas dele, a cabeça do meu pau pressionando a entrada.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo pela primeira vez.
Empurrei. Lento. Yuri agarrou os lençóis, os olhos marejados. Eu beijei a boca dele pra abafar o gemido e avancei centímetro por centímetro até enfiar tudo.
— Porra… tão apertado. O cu do meu menino foi feito pra rola do papai.
Fiquei parado um tempo, deixando ele se acostumar, beijando o pescoço, acariciando o cabelo. Depois comecei a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. Cada estocada era acompanhada de um “isso, toma a rola do papai” ou “gemendo assim pra mim, minha putinha”.
Yuri gozou primeiro, sem nem tocar no próprio pau. O gozo jorrou na barriga dele enquanto eu continuava fodendo. Eu segurei mais um pouco e gozei dentro, gemendo alto, enchendo o cu dele.
Depois, o aftercare. Puxei ele pro meu peito, limpei o corpo com um pano úmido, beijei a testa, o ombro, a boca.
— Você foi perfeito. Papai tá tão orgulhoso. Descansinha aqui, meu amor.
Ele dormiu colado em mim.
Nos dias seguintes virou rotina. De manhã eu acordava ele com o pau na boca. À noite eu o dobrava na cama, no sofá, no chuveiro. Sempre misturando o carinho com a sujeira.
— Vem cá, meu menino… abre as perninhas pro papai.
— Isso, engole tudo… a garganta do meu filho é uma delícia.
— Papai vai gozar fundo nesse cuzinho… vai ficar vazando o dia inteiro.
Yuri se viciou. Começou a me procurar. A se esfregar em mim quando a gente assistia TV. A pedir “mais uma vez, pai” antes de dormir.
Uma sexta-feira eu chamei os amigos pra um churrasco. Sérgio, Paulo, Diego e Bruno. A gente bebia no quintal, a conversa fluindo. Em algum momento, depois de algumas cervejas, soltei:
— Vocês não vão acreditar no que aconteceu.
Contei tudo. Desde o dia em que Yuri se assumiu até a primeira foda. Os quatro ficaram em silêncio absoluto por uns segundos.
Sérgio foi o primeiro a reagir, a boca aberta:
— Caralho, Ricardo… seu próprio filho?
— É. E ele tá viciado. Pede toda noite.
Paulo riu, nervoso no começo, depois com um brilho sujo nos olhos.
— Porra… que tesão do caralho. Filho viado, pai comendo… é assim que se trata mesmo.
Diego bateu a mão na mesa.
— Você fode o moleque e ainda conta pra gente? Tá de sacanagem.
— Tô falando sério. Ele goza só de eu chupar. E o cu dele… apertado pra caralho.
Bruno, o mais quieto, só balançou a cabeça, mas eu vi a mão dele ajustar o pau na calça.
A conversa mudou. Do choque inicial eles passaram a perguntar detalhes. Como era o gemido do Yuri. Se ele engolia. Se eu gozava dentro. Eu respondia tudo, sem filtro, e via os quatro ficarem cada vez mais excitados.
— Vocês deveriam ver. Ele fica de quatro pedindo a rola do papai. Chama de “papai” enquanto eu meto fundo.
Sérgio passou a língua nos lábios.
— Porra… se um dia você quiser compartilhar…
Eu ri.
— Por enquanto é só meu. Mas quem sabe.
Yuri apareceu no quintal pra pegar uma bebida. Os quatro o olharam de um jeito diferente. Ele sentiu, mas não comentou. Só me deu um beijo rápido na boca na frente deles e voltou pra dentro. O silêncio que ficou depois foi carregado.
Naquela noite, depois que os amigos foram embora, eu fodi Yuri no sofá da sala. Ele de quatro, eu atrás, metendo forte, falando:
— Seus tios viram você me beijando. Viram que você é a putinha do papai. Gostou disso, hein?
Ele gemeu alto, empurrando a bunda pra trás.
— Gostei… porra, pai, mete mais fundo…
Gozei dentro de novo e depois o limpei com a língua, chupando o próprio porra que escorria do cu dele. Depois o carreguei pro quarto e dormimos abraçados.
As semanas passaram. O vício de Yuri só aumentava. Ele já não pedia só pra ser fudido. Começou a explorar meu corpo também. Uma noite, enquanto eu o chupava, a mão dele desceu e apertou minha bunda. Devagar no início, só uma massagem. Eu ignorei, continuei chupando. Na noite seguinte ele fez de novo, mais firme, o dedo deslizando pelo meio das nádegas.
— Pai… deixa eu te tocar também?
— Pode, meu amor. Toca o que quiser.
Ele explorou. Passou o dedo no meu cu, pressionou de leve. Eu gemi com o pau na boca dele e ele ficou mais ousado. No dia seguinte, enquanto eu o fodia de quatro, ele olhou por cima do ombro e falou:
— Quero te comer também.
Eu parei no meio da estocada.
— O quê?
— Quero enfiar em você. Quero foder o papai.
Ri, mas a risada saiu tensa.
— Não, Yuri. Papai fode. Não é fudido.
Ele não insistiu naquela noite. Mas a partir daí a mão dele nunca mais saiu da minha bunda. Toda vez que a gente se pegava, ele apertava, espalhava, enfiava a ponta do dedo. Uma noite, depois de eu gozar no rabo dele, ele me virou de barriga pra baixo e começou a beijar minhas costas, descendo até a bunda. Lambuzou o dedo de saliva e enfiou devagar.
— Só um dedo, pai… deixa…
O dedo entrou. Eu gemi, surpreso com a sensação. Yuri ficou em cima de mim, beijando a nuca, falando baixinho:
— Tá quente… apertado… deixa o seu menino te abrir um pouco.
Eu deixei. Um dedo, depois dois. Ele foi devagar, carinhoso, mas determinado. Quando tirou os dedos e pressionou a cabeça do pau dele contra a minha entrada, eu virei o rosto.
— Yuri… não.
— Por favor, pai. Eu quero tanto. Você me comeu primeiro… agora deixa eu te comer também.
— Não. Papai não dá o cu.
Ele não forçou. Só ficou ali, esfregando, beijando meu ombro, sussurrando:
— Um dia você vai deixar. Eu sei que vai.
Nas noites seguintes a insistência cresceu. Ele me chupava, me dedava, me pedia de novo. Eu negava, mas o corpo respondia. O pau endurecia toda vez que o dedo dele entrava. Uma noite, depois de uma foda particularmente intensa, ele me deitou de lado, se encaixou atrás de mim e falou no ouvido:
— Deixa só a cabecinha. Só um pouquinho. Eu prometo que paro se doer.
Eu estava cansado, excitado, o cu ainda sensível dos dedos anteriores. Cedi.
— Devagar… bem devagar.
Yuri empurrou. A cabeça entrou. Eu soltei um gemido rouco, a mão apertando o lençol. Ele ficou parado, beijando minha nuca, acariciando meu peito.
— Tá dentro… o pau do seu filho tá dentro do papai. Porra, que apertado…
Ele avançou mais um pouco. Eu gemi de novo, o corpo se abrindo contra a vontade. Yuri meteu até o fundo com uma lentidão quase torturante. Quando enfiou tudo, ficou quieto, só respirando, o peito colado nas minhas costas.
— Te amo, pai. Te amo tanto.
Começou a se mexer. Estocadas curtas no início, depois mais longas. Eu gemia, o pau duro, pingando no lençol. Yuri falava no meu ouvido o tempo todo:
— O cuzinho do papai tá engolindo a rola do filho… tão gostoso… vou gozar dentro, pode?
— Goza… porra, goza dentro do papai.
Ele acelerou, gemeu alto e gozou fundo. Eu senti o jato quente me enchendo. Yuri ficou dentro, abraçado, beijando meu ombro enquanto a respiração acalmava.
Depois ele saiu com cuidado, me virou de frente e limpou tudo com a língua. Chupou o próprio gozo que escorria, depois subiu e me beijou. Eu puxei ele pro peito e acariciava o cabelo.
— Você… você me fodeu.
— E você deixou. — Ele sorriu contra meu peito. — Agora a gente se fode. Os dois.
A partir daí virou troca. Eu o fodia, ele me fodia. Às vezes na mesma noite. Sempre com o mesmo misto de carinho e sujeira.
— Vem cá, minha putinha… senta na rola do papai.
— Isso, mete no papai… fode o cuzinho do seu pai.
— Goza pra mim, meu menino… enche o papai.
Os amigos continuavam vindo. Toda vez que a gente bebia, eu contava mais detalhes. Eles já não fingiam choque. Sérgio perguntava se Yuri gemia alto. Paulo queria saber se o cu dele apertava forte. Diego e Bruno só ouviam, os olhos vidrados, as mãos inquietas.
Uma noite Sérgio soltou:
— Porra, Ricardo… você criou um viciado. E ainda por cima tá dando pra ele. Isso é tesão demais.
Eu ri, bebi mais um gole e respondi:
— Ele é meu. Do jeito que eu quiser. E eu quero ele de todas as formas.
Yuri, do outro lado da mesa, só sorriu pro seu prato. Depois, quando os amigos foram embora, ele me empurrou contra a parede da cozinha, ajoelhou e me chupou até eu gozar na boca dele. Em seguida me virou, me abriu e me fodeu ali mesmo, em pé, a mão na minha boca pra eu não gritar.
— Seus amigos sabem que o papai dá o cu pro filho… e gostam. — Ele falou no meu ouvido enquanto metia. — Todo mundo sabe que você é meu também.
Gozei de novo só com as estocadas. Depois ele me carregou pro quarto, me limpou, me beijou e dormiu abraçado em mim.
Assim ficou. Eu e Yuri. Pai e filho. Amante e amante. Eu o chamava de meu menino, de minha putinha, de amor do papai. Ele me chamava de pai, de papai, de puto gostoso. A gente se fodia, se cuidava, se limpava, se beijava depois.
E toda vez que eu contava pros amigos mais um detalhe, via nos olhos deles o mesmo brilho sujo. O mesmo desejo. Porque, no fim, era exatamente assim que se tratava um filho viado.
Com amor.
Com carinho.
E com a rola do papai até o fundo.