Queridas leitoras e caros leitores.
Com muito prazer, anuncio o lançamento do meu novo livro: Eduardo e Rebeca - Edição Especial
São 24 contos eróticos ilustrados, totalizando mais de 180 páginas de puro prazer!
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Aproveitem a leitura!!
Era uma sexta-feira chuvosa. Acordei às quatro horas da manhã, pois iria viajar a trabalho. Como já tinha deixado a mala pronta no dia anterior, me troquei rapidamente e comi um pão com manteiga antes de ir. Já estava quase no horário combinado para encontrar o motorista da empresa na frente da portaria do meu prédio, então me despedi de Rebeca com um beijo suave em sua testa, para não despertá-la. Aproveitei para apreciar sua beleza mais uma vez antes de ir. O shortinho soltinho do pijama deixava à mostra a popa da sua deliciosa bunda e a saliência dos bicos dos seios transparecendo através da blusinha fina compunham uma imagem de dar água na boca. Pensei: “Sou um cara de muita sorte por ter uma esposa assim!”
Ainda restavam alguns minutos, então resolvi deixar um bilhete demonstrando minha gratidão àquela mulher maravilhosa, que eu tenho o privilégio de chamar de esposa. Peguei um papel e uma caneta e escrevi o tal bilhete, que deixei sobre a mesa do café da manhã.
“Bom dia, amor da minha vida! Quando estiver lendo isso já estarei na estrada, mas queria que soubesse o quanto te amo e o quanto sou grato por ter uma esposa maravilhosa como você! Beijos e uma excelente sexta-feira. Nos vemos amanhã à noite."
Peguei o guarda-chuva e fui até a portaria. Para ser sincero, não estava muito animado com a tal viagem. Fui indicado para participar de um congresso pela empresa que duraria a sexta-feira e o sábado inteiros e o pior de tudo é que o evento seria realizado em uma cidade que fica a mais de três horas de carro de onde eu moro. Pelo menos, todos os custos seriam arcados pela empresa, mas a viagem seria cansativa de qualquer jeito.
Quando o carro da empresa chegou, entrei rapidamente para a chuva não molhar o interior do carro e cumprimentei os colegas. No banco da frente estavam o motorista, Cláudio, e um rapaz chamado Anderson, que eu conhecia apenas de nome. No banco de trás, além de mim, duas moças: Marcela e Andressa. Marcela já havia trabalhado comigo em alguns projetos, mas não éramos nada além de colegas, só que meu coração disparou quando vi quem era a tal Andressa.
Durante o processo de descoberta do estilo de vida cuckold, certa vez cheguei de pau duro no trabalho, devido a provocações da minha esposa logo pela manhã. Acontece que, naquele dia, uma moça pegou o elevador comigo e percebeu minha ereção. Essa moça era a Andressa. Nunca tive a oportunidade de conhecê-la até então e não sabia se ela lembrava do ocorrido ou sequer se tinha de fato visto que eu estava excitado.
Passei a maior parte da viagem de ida dormindo. No pouco tempo que fiquei acordado, troquei algumas palavras com os colegas, no sentido de nos conhecermos. Andressa não demonstrou nenhuma atitude diferente ou que desse a entender que ela lembrava de mim o daquela ocasião, então fiquei mais tranquilo. Passando das oito horas, chegamos ao hotel. Teríamos pouco tempo até o início da primeira palestra, que estava marcada para às nove.
Ficaríamos todos em quartos individuais. Peguei meu cartão e corri até meu quarto, apenas para deixar as malas e tomar um banho antes de iniciar de fato o dia. Chequei o celular e havia uma mensagem de Rebeca:
“Adorei o bilhete, gatinho! Aproveite a viagem. Amo você”
Por conta do horário apertado, respondi apenas com um “também te amo, beijos” e um "Ah, sabe quem também veio nessa viagem? Aquela moça que eu acho que me viu de pau duro no trabalho, quando você estava de rolo com o Francisco, lembra?”. Logo na sequência fui ao encontro dos colegas para irmos até o local do evento e não olhei mais o celular por um bom tempo.
As palestras da manhã demoraram a passar. Eu estava cansado da viagem, o que não colaborava muito e ainda estava com aquela pulguinha atrás da orelha sobre a Andressa. Resolvi que precisava deixar essa história de lado e me concentrar mais no período da tarde.
Na hora do almoço retornamos ao hotel, pois as refeições estavam inclusas no pacote. Me juntei aos colegas do trabalho e ficamos papeando sobre o evento. Antes das atividades da tarde teríamos um tempinho, então me despedi deles e fui até o quarto para descansar um pouco e recobrar as energias. A sós, mandei uma mensagem para Rebeca, perguntando como estavam as coisas por lá. Ela tinha visualizado a mensagem sobre a Andressa, mas não tinha respondido nada. Para minha surpresa, ao invés de responder a mensagem ela iniciou uma chamada de vídeo.
Oi, gatinha! Como estão as coisas por aí?
Estranhei, pois parecia que ela estava com os cabelos molhados.
Oi, amor! Tudo ótimo, e aí? Está no hotel?
Reparando em seus ombros, não vi sinais de que ela estivesse usando roupas.
Ah, está meio tedioso, para ser sincero. Viemos almoçar no hotel, mas logo voltaremos para mais uma enxurrada de palestras. E você? Não foi trabalhar hoje? Posso estar enganado, mas acho que não era pra você estar pelada em horário de serviço.
Fui trabalhar sim, amor! Também estou no horário de almoço e resolvi relaxar um pouco. Olha quem está aqui comigo!
Rebeca virou a tela do celular e me mostrou um colega do trabalho dela. Seu nome era Renan. Ela já tinha tido um caso com esse cara no passado. Eles trabalhavam juntos há vários anos e ela me contou que trepou algumas vezes com ele quando ainda morava com o ex dela, antes de me conhecer.
Desde que havíamos assumido os papéis de cuckold e hotwife, Rebeca já tinha comentado algumas vezes sobre ainda sentir tesão pelo Renan, principalmente quando ele a cumprimentava com um abraço e ela podia sentir o perfume dele, mas até então, eles não tinham transado novamente.
E aí, Eduardo! Como está a viagem? - Renan perguntou, quebrando o gelo.
Um tédio. Aposto que você está se divertindo bem mais - respondi.
Vi de relance que ele ria, enquanto a câmera voltava a focar o rosto de Rebeca.
Sem dúvidas, né? - brincou ela - Estou aproveitando muito bem a sua viagem. Você devia fazer o mesmo!
Safada, não perde uma oportunidade de me botar chifre, né? Mas me diga, vou aproveitar como, gatinha?
A tal moça que te viu de pau duro, por que não dá em cima dela?
Amor, não quero outra mulher.
Você devia tentar. Não precisa trepar com ela se não quiser, mas experimente flertar. Te garanto que é uma delícia, você vai ver. É a melhor parte das viagens a trabalho, faço isso desde sempre.
Tá, vou pensar. Mas só porque você está falando.
Faça isso, amor. Depois você me conta. Agora vou desligar, porque o Renan já está de pau duro de novo. Tenho que dar um jeito nisso e voltar ao trabalho.
Divirta-se, gatinha. Amo você.
Amo você, corninho. Se flertar com ela, prometo te contar todos os detalhes de como o Renan me comeu hoje.
Quando Rebeca desligou, pensei no que ela tinha me sugerido. Senti um friozinho na barriga. Era estranho pensar em paquerar outra mulher, mas a sensação era gostosa, admito. Passei a maior parte da tarde bolando um jeito de abordar a Andressa e tentando tomar coragem para isso, mas era mais difícil do que eu imaginava, pois eu nunca fui bom de flerte. Fiquei ainda mais admirado com a facilidade que minha esposa tinha em seduzir outros caras por aí e comecei a entender o porquê dela gostar tanto daquilo.
Durante o último evento da sexta-feira, resolvi aproveitar que estava sentado ao lado da Andressa e que ela não parecia muito interessada na palestra. Me inclinei em sua direção e sussurrei:
Que cara chato, não aguento mais ouvir ele falando - e percebendo que ela sorriu, complementei - Saindo daqui, topa tomar um drink comigo? Para dar uma animada nessa ‘sexta-sem-graça’?
Ela deu uma risada silenciosa e me respondeu baixinho:
Eduardo, vou poupar seu tempo. Nem adianta dar em cima de mim. Você é casado e eu sou lésbica. Mas aceito o convite para o drink, vai ser uma boa oportunidade para você me contar porque estava de pau duro no elevador do trabalho naquela manhã.
Aquilo me pegou totalmente de surpresa. Eu tinha certeza que iria tomar um fora e tinha só uma pequena faísca de esperança de levar aquela moça bonita para um quarto de hotel e ter uma noite de muito sexo, mas nunca imaginei que ela era lésbica e muito menos que ela seria tão direta assim sobre o dia em que me viu excitado no trabalho, logo pela manhã. O que será que ela pensava de mim? Com certeza me achava o maior pervertido. Fiquei sem reação e mantive o convite.
Combinado então, saindo daqui, vamos ao bar!
Eu devo ter ficado vermelho de tão envergonhado, nem eu nem ela falamos mais nada durante os últimos vinte minutos de palestra e quando finalmente acabou e todos começaram a esvaziar o auditório, Andressa me disse, longe do ouvido dos demais colegas:
Vou para o quarto tomar um banho. Te encontro às oito no bar do hotel.
Concordei com um aceno de cabeça e tomamos rumos diferentes. No horário marcado fui até o bar e, como cheguei antes, escolhi uma mesa mais reservada para o tal “encontro”. Andressa não demorou a chegar e logo se sentou. Quando o garçom foi nos atender, pedi uma dose de uísque. Ela pediu o mesmo. O garçom, muito esperto, perguntou se deveria trazer a garrafa. Em sincronia, eu e Andressa respondemos “Manda ver!!!”.
Rimos com a coincidência e isso foi o suficiente para quebrar o gelo. Começamos a conversar e surpreendentemente a conversa fluiu muito bem, como se fossemos velhos amigos. Depois de muitos papos e alguns drinks ela resolveu perguntar:
Então, Edu - já tínhamos estabelecido uma certa intimidade - não pense que você vai escapar. Pode ir contando a história daquele dia.
Não sei se por conta do álcool, mas eu estava bem à vontade em contar para ela sobre o meu fetiche e como ele se tornou um estilo de vida. Quanto mais eu falava, mais me empolgava, e Andressa demonstrava muito interesse. Depois de uma breve explicação, dei mais detalhes sobre o fatídico dia.
Naquela época, eu e minha esposa ainda estávamos descobrindo essas novas experiências. Rebeca estava trocando mensagens com um cara chamado Francisco, que ela paquerou em um bar. No dia que você me viu de pau duro, ela tinha me dado uma carona para o trabalho e estávamos conversando sobre isso. Quando fui descer do carro ela se despediu de mim dizendo que estava só flertando por mensagens e que me avisaria “quando” fosse transar com o cara. Aquilo me pegou de jeito. Fiquei excitado demais, do jeitinho que você viu.
Dizendo isso, reparei que a história tinha instigado muito minha nova amiga. Ela visivelmente estava excitada.
Nossa, que delícia de história, Edu! Não imaginava que o motivo daquele pau duro era um fetiche assim.
Confesso que no começo eu achava estranho, mas quando resolvi deixar os medos de lado e mergulhar de cabeça nessa nova experiência, pude desfrutar de momentos deliciosos.
Ela deu um sorriso e, por impulso, investi.
Às vezes é bom fazer umas coisas diferentes, sabia? Por exemplo, eu sei que o que eu tenho no meio das pernas não é da sua preferência, mas dizem por aí que eu tenho uma boa língua e prometo que não vai se decepcionar se quiser experimentar algo novo.
Assim que falei, imediatamente pensei: “Maldito álcool! A amizade estava indo tão bem, eu tinha que estragar tudo fazendo uma besteira dessas…”. Mas para minha surpresa, ela virou o restinho do copo que estava bebendo, bateu com ele na mesa e se levantou de supetão.
Rápido, vamos pro meu quarto antes que eu mude de ideia.
Por sorte, a conta dos pedidos do bar era paga apenas no checkout, então saímos às pressas do bar, levando o que restava da garrafa de uísque, e corremos para o elevador. Outras pessoas também estavam subindo, então nos fizemos de comportados, mas assim que entramos em seu quarto, parti pra cima dela e comecei a beijá-la, aproveitando para soltar suas peças de roupa, uma a uma.
Naquele momento, eu estava tomado pelo tesão. Há anos eu não sentia outra mulher que não fosse minha esposa. Andressa tinha um corpo enxuto, ornamentado por diversas tatuagens. Era uma mulher linda, gostosa e estava em minhas mãos.
Quando terminei de tirar sua roupa, a joguei contra uma parede e ela empurrou meus ombros para baixo, me guiando até sua buceta. Mostrei a ela que não era só papo furado. Modéstia a parte, sou muito bom em dar prazer com a língua e com ela não foi diferente.
Com uma mão, separei seus grandes lábios, abrindo caminho para que eu pudesse percorrer cada centímetro daquela buceta com a minha língua. Eu sugava seu clitóris e alternava com lambidas. Quando percebi que ela estava totalmente lubrificada de excitação, a penetrei com dois dedos, provocando estímulos duplos.
Andressa mantinha as duas mãos em meus cabelos, acariciando-os, e gemia prazerosamente. Suas reações me levaram a intensificar meus movimentos, tanto da língua quanto dos dedos, e os incentivos mútuos a levaram ao ápice do deleite. Senti suas mãos pressionarem minha cabeça contra a sua buceta, que latejava em êxtase.
Mesmo que estivesse ficando sem ar, mantive o ritmo constante da sucção em seu clitóris, até sentir o corpo de Andressa estremecer e suas pernas ficarem bambas. Após o orgasmo intenso, ela desabou na cama. Com um sorriso no rosto sussurrou para mim:
Você estava certo, as vezes é bom provar coisas novas. E sua língua está aprovada.
Retribuí o sorriso, sem saber como prosseguir. Percebendo minha confusão, ela disse:
Vem, deixa eu te sentir.
Tomado pelo impulso, tirei minhas roupas e me posicionei sobre ela num clássico ‘papai-mamãe’, lentamente começando a me movimentar e acelerando o ritmo ao passo que a excitação crescia. Os gemidos de Andressa aumentavam a cada estocada, me instigando a foder com mais força. Ela estava totalmente entregue à mim e eu me sentia um animal selvagem, atacando uma presa indefesa.
Quando senti que iria explodir num orgasmo, tirei meu cacete de dentro dela no último segundo, despejando diversos jatos de porra sobre seu corpo praticamente desfalecido. Quando a última gota de esperma pingou em sua barriga, me larguei na cama ao seu lado. Ficamos deitados, olhando para o teto. Depois de alguns segundos se recompondo, Andressa quebrou o silêncio:
Sabe, Edu, eu te julguei mal. Olhando pra você, nunca imaginei que fosse assim na cama.
Tudo bem, depois que me contou que era lésbica, eu também não imaginei que iria gemer tanto assim transando com um homem. Estamos quites.
Ela riu espontaneamente. Virei a cabeça em sua direção e ela fez o mesmo, de modo que nossos olhares se cruzaram.
Eu nunca tinha sentido um pinto que não fosse de borracha. - ela confessou, empolgada, como quem acaba de contar um segredo.
Gostou? - perguntei, genuinamente curioso.
É… diferente dos de borracha. Mas ainda prefiro buceta.
É, buceta é bom demais, né?
Novamente, caímos na gargalhada. Definitivamente parecíamos mais amigos do que amantes. Ficamos mais alguns minutos deitados na cama, rindo e falando besteiras, até que Andressa foi tomar um banho para se limpar e eu acabei pegando no sono.
Acordei no meio da madrugada e levei alguns segundos para lembrar onde eu estava. A ressaca já batia forte e percebi que Andressa dormia ao meu lado. Cobri seu corpo nu com um edredom, me vesti e fui para o meu quarto. No caminho, chequei o celular e vi que havia algumas mensagens não lidas de Rebeca:
“E aí, gatinho, rolou?”
“Amor, tá aí?"
“To achando que se deu bem, nem viu minhas mensagens…”
“Vou dormir, gatinho. Boa noite e até amanhã, depois me conta como foi”
Sorrindo, respondi com uma mensagem de texto:
“Oi, amor, desculpe a demora. Obrigado pela dica, depois te conto os detalhes. Amo você!”
Me joguei na cama e aproveitei para dormir durante as poucas horas que restavam até o amanhecer.
O dia seguinte passou bem mais depressa. Eu estava mais animado e ansioso para voltar para casa e compartilhar minha experiência com a Rebeca. Troquei algumas mensagens com minha esposa durante o dia, mas não tocamos no assunto da noite anterior. Andressa, ao longo do dia, não mencionou uma palavra sequer sobre nossa aventura sexual e agiu como se nada tivesse acontecido.
Finalmente, quando o evento acabou, pegamos a estrada de volta para nossa cidade. Quando desci do carro em frente ao meu prédio, depois de me despedir de todos, Andressa deu uma piscadinha discreta e pude ler em seus lábios um “obrigado” sem som, seguido de um sorriso discreto.
Já era noite, entrei em casa animado e cheio de tesão. Rebeca me aguardava no sofá, assistindo séries. Ela abriu um grande sorriso quando me viu e foi logo dizendo:
Bem vindo de volta, gatinho!
Joguei a mala de lado ali mesmo, na sala, e subi no sofá. Dei um beijo apaixonado em Rebeca, puxando-a pelos quadris e colocando ela por cima de mim, sentada em cima do meu pau, mostrando para ela que eu estava muito excitado.
Caralho, amor. Já está duro desse jeito?!
Não estou me aguentando de saudades de você…
Saudade ou tesão? Você ficou fora só uma noite.
Não respondi. Apenas tentei tirar sua blusinha. Ela me impediu, se afastou um pouco e disse:
Pode parar de me agarrar, mocinho. Quero que me conte o que rolou com a tal moça do trabalho. Aliás, você nem me falou o nome da vadia.
Ela chama Andressa, gatinha. Mas não é vadia não. Vadia é você que me liga do motel em plena sexta-feira, pelada e de cabelo molhado junto com um amigo do trabalho. Não tem nada pra me contar não?
Eu conto depois que você contar!
Então aí vai…
Contei toda a história para Rebeca, nos mínimos detalhes. Ela se divertiu com o susto que tomei ao saber que Andressa era lésbica, se interessou quando falei das tatuagens e se excitou quando contei sobre o sexo oral no quarto do hotel.
Você tinha razão, amor. A viagem ficou muito mais divertida.
Ainda não aprendeu, Eduardo? Eu sempre tenho razão! Agora vem, me chupa igual você fez com a Andressa!
Não precisou falar duas vezes. Joguei minha esposa no sofá, tirei sua calcinha e caí de boca em sua buceta. A sensação de sentir novamente aquela buceta em minha boca foi maravilhosa. Pude sentir a diferença entre as duas mulheres. Rebeca e Andressa reagiam de forma diferente aos meus estímulos, além disso, aproveitei muito mais aquele sexo oral, depois de ter provado outra mulher, prestei mais atenção aos detalhes, como o sabor, o aroma e a textura daquela buceta que eu já havia devorado tantas vezes. A paixão com a qual eu conduzia aquela chupada levou Rebeca a gozar intensamente, tal qual fora com a Andressa na noite anterior.
Puta que pariu, que delícia, amor! Desse jeito vou te colocar pra chupar outras bucetas todo dia.
Viu só? Agora você entende porque fico com tanto tesão quando você trepa com outros caras por aí?
Me joguei ao lado de Rebeca, que, olhando para mim, começou a acariciar meu peito.
Agora é a sua vez, gatinha. Me conta, como foi com o Renan?
Foi uma delícia, corninho. Eu estava com saudades daquele pau.
Imagino, amor. Você já me disse várias vezes que sentia tesão por ele. Não sei porque demorou tanto pra trepar com ele de novo.
Ah, sei lá. Acho que por medo do pessoal do serviço perceber e ficar comentando.
Entendi. Bom, mas o importante é que rolou.
Ela esticou uma das mãos até meu pau e começou a me masturbar lentamente.
Amor, pra variar, ele veio me cumprimentar de manhã com um abraço e aquele cheiro de perfume de homem que me deixa louca. Até aí, tudo bem, só mais um dia. Na hora senti aquele fogo na buceta, mas depois passou. Só que no meio da manhã aconteceu um problema no serviço e eu fui ajudá-lo a resolver. Puxei uma cadeira ao lado do computador dele e ficamos umas duas horas ali, trabalhando lado a lado. Eu estava me esforçando para manter o foco no trabalho, o que já não era muito fácil com aquele cheiro de perfume, aí de repente ele pegou minha mão e levou até o pau dele.
No meio da sala? Alguém viu?
Sim, no meio da sala. Mas como já estava perto da hora do almoço a sala estava meio vazia e ninguém viu. Assim que toquei o pau dele por cima da calça, puxei minha mão de volta, no susto. Olhei feio pra ele. Ele riu. Voltei a atenção para o trabalho novamente, mas a merda já estava feita, aquilo me atiçou. Quando percebi que ninguém estava olhando, deslizei minha mão para baixo da mesa e acariciei o pau dele novamente. Daí em diante foi uma troca de carícias e provocações, até que dei um basta. Disse para pararmos com aquilo e focar em resolver o problema, assim poderíamos almoçar juntos pra comemorar o serviço terminado. Não preciso nem dizer que ele entendeu o recado. Meia hora depois saímos para almoçar e fomos direto pro motel.
Então, Rebeca veio para cima de mim, encaixando meu pau em sua buceta e dando uma sentada gostosa, estilo cowgirl. Começou a se movimentar, em um lento vai e vem, e continuou contando.
Primeiro ele me comeu assim, amor. Pulamos as preliminares, que já tinham começado na cadeira do serviço. Que saudades que eu estava dele. Do jeito que ele me fode. Da pegada. O tesão era tanto que nós dois gozamos rápido.
Aquele movimento junto com a historia sendo contada me fez gozar e encher minha esposa de porra. Sem sair de cima de mim, Rebeca continuou, tanto a contar a história quanto a cavalgar no meu pau.
Depois de gozar, peguei o celular para ver quanto tempo ainda tínhamos, acabei vendo a sua mensagem e liguei para você. Depois que nos falamos no telefone, o Renan já estava pronto pra outra. Ele gostou daquilo, de me ver falando com você enquanto ele estava ali pra me comer. Assim que desliguei o celular ele já estava com outra camisinha no pau e voou pra cima de mim. Começou a me foder bem gostoso e não economizou palavras. Enquanto metia, me chamava de puta, vadia, vagabunda e te chamava de corno manso. Ele gozou mais uma vez e assim que isso aconteceu, ele tirou o pau de mim e desceu com a boca, sem deixar o tesão esfriar. Dessa vez demorei para gozar, mas ele não perdeu o fôlego nem por um segundo.
Que tesao, meu amor!
Eu que o diga, corninho. Fiquei com as pernas bambas a tarde toda.
Estou até vendo, vão transar toda semana.
Não sei não. Quando traí meu ex com ele, ficamos poucas vezes. Ele não aguentou a culpa de comer uma mulher casada.
Talvez dessa vez seja diferente, com ele sabendo que eu não me importo. Pelo que contou, ele ficou excitado em me chamar de corno.
Talvez. Mas pau fixo já tenho o seu, meu amor. Eu quero mais é dar pra todo mundo.
Dizendo isso, ela me beijou profundamente e me chamou para tomar um banho antes de irmos dormir. Rebeca e Renan ainda tiveram algumas aventuras sexuais juntos, mas não com a frequência que eu imaginava, pois ela realmente focou naquilo que me disse: Dar pra todo mundo!
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