Olá, meu nome é Arthur, tenho 37 anos, sou casado e tenho três filhos. Sou branco, tenho 1,75 m de altura, peso 79 kg e tenho aquele corpo bem cuidado de quem faz academia. Meu cabelo é preto, tenho olhos verdes e uso barba. Tudo isso que vou contar aconteceu quando eu era mais novo!
Todo final de ano, minha família inteira se reunia na casa dos meus avós. Eles moravam em um sítio, em uma cidade ao sul do Paraná. Por conta do trabalho do meu pai, nós tínhamos nos mudado para Minas Gerais, então levava um tempão de viagem para chegarmos até lá.
Eu sempre fui muito "punheteiro" (e ainda sou), então, sempre que eu tinha a oportunidade de bater uma, lá estava eu descascando. Como ficamos quase dois dias viajando, não consegui fazer nada no caminho. Quando chegamos, já era de noite. Por enquanto, só tinha chegado o meu tio Carlos (irmão do meu pai) com minha tia e meu primo Léo. Cumprimentei todos. Logo depois, as mulheres foram mexer com a comida e os homens foram para a varanda beber e conversar. Papo vai, papo vem, até que meu avô incluiu eu e o Léo na conversa:
— E vocês dois, já estão comendo alguma bucetinha? — perguntou o velho, rindo.
— Ainda não, vô, mas estou tentando — respondi.
— Eu também estou quase comendo uma — o Léo completou.
— Isso aí, tem que aproveitar enquanto é novo, porque depois casa e fica difícil — falou meu avô, dando risada.
Então meu pai entrou na onda:
— Ainda não está comendo, mas treina bastante, né, filhão?
Tio Carlos riu e emendou:
— Está parecendo o Léo, então. Fica uma hora no chuveiro!
— Vou ter que começar a colocar ele para pagar a conta de luz, porque em casa é do mesmo jeito — meu pai brincou.
Todos rimos e mudamos de assunto, mas eles sempre tiravam sarro da gente por causa disso. Jantamos e logo fomos dormir, exaustos da viagem.
Pela manhã, o restante do pessoal começou a chegar. A casa dos meus avós sempre foi a grande referência da família. Quando eu digo que a família toda se reunia, era realmente todo mundo: meu pai e seus sete irmãos com suas respectivas famílias, além de primos e tios deles. Era muita gente, coisa de umas 50 pessoas!
Esse sítio tinha três propriedades: a casa dos meus avós, que era bem grande; uma outra casa que eles construíram justamente para receber a família; e a casa do caseiro. Esta última ficava trancada porque o caseiro ia visitar a própria família nas festas, exceto pelo banheiro, que ficava com acesso pelo lado de fora. Meu avô pedia para ele deixar aberto justamente para termos mais um banheiro disponível. Enfim!
No dia seguinte, as pessoas foram chegando e aquela bagunça gostosa foi se formando. Eu e meus primos fomos jogar bola, o pessoal já começou a beber e assim passamos o dia todo. Quando começou a escurecer, já estava todo mundo bêbado e cansado. Fizeram a janta e o pessoal foi se ajeitando para tomar banho. Todos os primos que tinham acabado de chegar correram para os chuveiros e foram deitar. Eu e o Léo enrolamos um pouco, sabendo da fila que se formaria.
Passou um tempo e nossas mães nos chamaram. Tomei meu banho, mas não consegui bater minha punheta porque o povo ficava apressando quem estava dentro para o próximo poder usar. Jantamos todos juntos e, com o passar das horas, cada um foi tomando seu rumo. Na madrugada, os únicos "sobreviventes" da bebedeira eram meu pai, meu tio Carlos e três primos deles.
Eu já havia deitado no quarto dos primos. Quando percebi que todos ali já estavam dormindo, levantei com o pau duríssimo para ir ao banheiro. Enquanto saía de fininho, ouvi que meu pai ainda estava lá fora bebendo com os outros. Para não correr risco, saí pela outra porta e desci em direção ao banheiro da casa do caseiro. Como era o mais distante, dificilmente alguém apareceria por lá.
Chegando lá, peguei a revista que tinha levado escondida e comecei a bater. Estava fazendo sem pressa, aproveitando o momento, já que fazia tempo que não gozava. De repente, escutei duas vozes conversando e vindo na direção da casa. A princípio não liguei, mas percebi que eram dois homens. Pensando no tamanho do sarro que me impressionariam no dia seguinte se me pegassem ali, saí rápido do banheiro e me escondi atrás de uma carroça que ficava ali perto.
Quando eles chegaram mais perto, vi que era o meu tio Carlos e o Gean, um primo dele e do meu pai. Pelo que ouvi da conversa, eles tinham ido buscar um alicate para trocar um chuveiro que havia queimado. Ambos estavam bem bêbados, e eu estava superansioso para que eles pegassem logo a ferramenta e fossem embora. Eles conversavam normalmente, até que, de uma hora para a outra, começaram a sussurrar. Achei aquilo muito estranho e estiquei o pescoço para olhar.
— Vai, só um pouquinho... — insistia Gean.
— Já falei que não, tem muita gente, é perigoso — respondeu Carlos.
— Vai, rapidinho e já voltamos.
— Tá, rapidinho, mas fica olhando.
Nisso, Gean desabotoou a calça e colocou o pau para fora. Estava meia-bomba; não era um pau enorme, mas depois de duro devia ter uns 16 centímetros. Meu tio abaixou, colocou o pau dele na boca e começou a chupar. Eu gelei na hora. Jamais imaginaria uma cena daquela na minha vida. Meu tio ia chupando e a rola ia endurecendo cada vez mais dentro da boca dele.
Na época, Gean tinha uns 45 anos, era branco, tinha aproximadamente 1,76 m de altura e uns 85 kg. Timo um porte físico médio, com uma barriguinha, poucos pelos e o cabelo bem curto, começando a grisalhar. Já o tio Carlos tinha uns 38 anos, também branco, com cerca de 1,79 m e pesava entre 90 e 100 kg. Mas ele não era gordo: era forte, tinha ombros largos, braços grossos, uma barriguinha de chopp, o peito e o abdômen bem peludos, cabelo preto e usava barba.
Eles ficaram ali por pouco tempo, acho que não deu nem um minuto. Meu tio se levantou, Gean guardou o pau nas calças e os dois voltaram rindo e conversando como se nada tivesse acontecido.
Levei um tempo processando tudo aquilo. Relembrando as cenas na minha cabeça, comecei a ficar com muito tesão. Ali mesmo, no meu esconderijo, bati uma e gozei forte, lembrando do meu tio mamando o primo. Voltei para o quarto sem ser visto e dormi.
No dia seguinte, passei o dia todo observando os dois discretamente. Eles agiam normal, bebendo, falando alto e jogando baralho. Eu nunca tinha prestado atenção no meu tio daquela forma, mas, olhando bem, notei como a bunda dele era grande e redonda. Bati várias punhetas ao longo do dia pensando nisso. Naquela noite, porém, ambos foram dormir cedo e nada aconteceu. Fiquei meio triste, pois estava na maior expectativa de ver o repeteco. Saí escondido para a minha punheta noturna no banheiro do caseiro, mas dessa vez nem quis saber da revista; batia lembrando do meu tio mamando o Gean e no formato daquela bunda... gozei me imaginando no lugar do Gean.
O terceiro dia já era véspera de Natal, então a família não começou a beber cedo porque todos estavam ocupados com os preparativos da ceia. Em certo momento do dia, vi os dois indo em direção a um barracão que servia de depósito atrás da casa dos meus avós. Dei um perdido no meu primo Léo e segui os dois. Achei uma fresta na parede de madeira e espiei.
— Hoje vai dar certo, então? Não vejo a hora — perguntou Gean, dando um aperto na bunda do meu tio.
Meu tio respondeu, segurando o pau do Gean por cima da bermuda:
— Sim! Consegui achar a chave da casa do caseiro. Depois que todos apagarem, vamos para lá aproveitar.
Cara, eu fiquei muito eufórico. Ali mesmo, atrás do barracão, dei uma descascada vendo os dois conversarem. Meu pau já estava ficando até dolorido de tanta punheta. Eu precisava ver o que eles fariam à noite.
Voltei sem ser percebido. Naquele resto de dia, acho que pelo tesão acumulado, eu conseguia ver os dois se olhando e se desejando o tempo todo, mas de forma muito discreta. As preparações terminaram, todos se arrumaram, a mesa estava linda e a comida uma delícia. Mas o que me importava de verdade era não perder os dois de vista.
O tempo foi passando, o povo bebendo e festejando. Quando já passava da madrugada, o ritmo diminuiu e o pessoal começou a ir deitar. O Léo quis ir dormir e eu tive que ir junto para não dar bandeira. Do quarto, eu escutava o resto do povo conversando lá fora. Quando a música finalmente parou e o barulho sumiu, soube que era a minha hora. Pulei a janela para evitar qualquer flagra e fui me escondendo até a casa do caseiro.
Não demorou muito e o meu tio chegou. Ele abriu a porta com a chave e entrou direto para o banho. Enquanto ele estava no chuveiro, entrei de fininho na casa e me escondi na despensa. Com o meu tio ainda tomando banho, Gean chegou. Ele entrou na casa, tirou toda a roupa e sentou no sofá, completamente nu. Logo em seguida, meu tio saiu do banheiro e trancou a porta da sala. Nessa hora eu pensei: "Como é que eu vou sair daqui depois?", mas o tesão era tanto que logo esqueci o problema.
Meu tio estava apenas com a toalha na cintura. Ele soltou o pano, deixando-o cair, e foi em direção ao Gean. De onde eu estava, vi aquela bunda branquinha, peluda e redondinha. Na mesma hora, meu pau endureceu na bermuda. Meu tio se abaixou na frente dele.
— Que saudade que eu estava de fazer isso — disse meu tio, com a voz abafada.
E começou a mamar o Gean, que já estava de pau duro. Gean segurava a cabeça do meu tio, se deliciando com a mamada.
— Pois é, desde o último encontro no ano passado... Agora aproveita! — respondeu Gean.
Meu tio mamava com vontade, e Gean aproveitava cada lambida na sua rola. Depois de um tempo, meu tio se levantou. Foi aí que consegui ver o pau dele: duro feito uma rocha, era maior que o do Gean, devia ter uns 19 centímetros. He sentou ao lado do Gean e se inclinou para continuar deitando o primo na boca, enquanto Gean ia punhetando o pau do meu tio devagar.
Aí o Gean parou, levou a mão até a bunda do meu tio, e o meu tio empinou na hora em que sentiu o toque. Gean ficou ali brincando com o cu dele por um tempo enquanto recebia a mamada. Nessa hora, o meu pau já estava na minha mão, babando como nunca.
Em seguida, meu tio se levantou e pediu:
— Coloca em mim.
Ele se debruçou no sofá, deixando a bunda bem empinada e o cu totalmente à mostra. Gean se posicionou atrás dele e foi colocando devagar. Eu via a bunda do meu tio se movimentando para frente e para trás conforme o Gean o fodia. O ritmo foi acelerando até ele começar a socar bem forte. Os dois gemiam baixo e de forma controlada para não fazer barulho, mesmo sabendo que a casa ficava longe das outras. Gean metia com vontade, segurando o meu tio firme pela cintura.
— Nossa, que saudade que eu estava de comer esse cuzinho! — exclamou Gean, arfando.
— E eu com saudade dessa rola gostosa no meu rabo... — respondeu meu tio.
— Sente a rola do seu macho, vadia!
— Isso, vai... mete com força!
Gean parou por um momento, sentou-se direito no sofá e pediu:
— Agora faz daquele jeito que eu gosto.
Tio Carlos ficou de costas para ele. O pau dele estava durão, com a cabeça brilhando e babando de tesão. Ele sentou em cima da pica do Gean e começou a cavalgar. Dava para ver na cara dele o quanto ele estava aproveitando cada centímetro daquela rola dentro dele e o quanto gostava daquilo. Enquanto ele sentava, o próprio pau batia na sua barriga feito uma pedra. Ele rebolou na vara por um tempo enquanto Gean dava uma leve punhetada nele.
Logo mudaram de posição novamente. Meu tio deitou de barriga para cima no sofá e Gean veio para comê-lo na posição de frango assado. Gean metia com muita vontade, se deliciando enquanto batia uma para o meu tio.
— Isso, vai, mete gostoso... fode sua putinha — pedia meu tio, entregue.
— Gosta, né, safada? Gosta da rola do seu macho?
— Urummm... — respondeu meu tio, gemendo alto.
De repente, meu tio anunciou que ia gozar. Gean acelerou os movimentos e continuou batendo para o meu tio até fazê-lo gozar, ao mesmo tempo em que Gean também descarregava e enchia o cu dele de porra. Enquanto os dois gozavam, deram um leve beijo cheio de tesão.
Eu acompanhava tudo aquilo freneticamente do meu esconderijo. Não aguentei e gozei na parede inteira da despensa.
Gean saiu de cima do meu tio. Dava para ver o cu dele escorrendo porra, e a barriga e o peito de ambos todos lambuzados. Gean se levantou, foi ao banheiro se limpar e subiu para o quarto sem falar mais nenhuma palavra. Meu tio se levantou logo em seguida e entrou para o banho. Enquanto ele estava debaixo do chuveiro, aproveitei para sair da casa escondido e voltou correndo para o meu quarto.
Naquela noite, ainda precisei ir ao banheiro outras vezes. Eu simplesmente não conseguia parar de pensar no que tinha visto.
Continua….
Galera esse é meu primeiro conto, aceito sugestão e críticas para melhorar, e vir melhor na continuação.