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A cunhada safada parte 2

Um conto erótico de Confessando
Categoria: Heterossexual
Contém 1305 palavras
Data: 20/08/2026 10:08:55

Minha cunhada safada - Parte 2

Continuando… Saí de casa como combinado, já de pau duro. Eu pensava em chegar na casa dela, gozar rápido para ir trabalhar. Saí às 7h de casa e dava um minuto até a casa dela. Entrei e a porta estava como ela havia combinado: era só entrar, trancar a porta e partir pra cima.

Entrei no quarto dela, mas antes olhei nos outros cômodos para ver se as outras duas crianças estavam dormindo. Mesmo com medo de acordar, percebi no quarto dos meninos que só tinha um deles; o outro, mais velho, estava na casa do avô (esse era meu sogro, e meu trabalho seria com ele após essa missão que eu tinha que fazer). Não os vi, mas fui até o quarto acordar minha cunhada, porque não podia perder tempo.

Chamei ela passando a mão na perna, ela se mexeu, despertou e falou:

— Tu veio mesmo?

Eu disse:

— Tô aqui para te dar café da manhã.

E ela disse que só queria meu leite.

Então começa a sacanagem com a cunhada já ofegante, falando besteiras, dizendo que está louca pelo meu pau. Eu retribui dizendo que queria meter naquela buceta gostosa. Então, eu já com as calças arriadas e ela nua, montei em cima ao estilo papai e mãe. Ela gemia muito:

— Ahh, ahhh, ahhhhiiiinnn!

E eu metia forte. Ela estava cada vez mais molhada, e meu pau, que é bem grosso, estava se afogando naquela buceta deliciosa. Botei ela por cima e ela gemia mais e mais gostoso. O barulho da sentada dela e da buceta molhada era alto. Daí vi um movimento num sofá-cama pequeno ao lado; percebi que eram as duas crianças, meus sobrinhos, e ela não dava bola para nada.

Eu falei:

— As crianças!

E ela disse que eles não acordavam cedo e que também eles estavam na noite anterior no quarto, o que me deixou assustado: se eles víssem e falassem para o corno, tudo ia por água abaixo. Ela falou para eu relaxar e gozar.

Daí botei ela de quatro e metia na buceta, e ela gemia me olhando e falava para meter forte. Então resolvi botar o dedo no cuzinho dela, e ela agora gemia mais alto e o barulho era mais alto ainda. Olhei pro lado, a filha dela estava nos espiando, mas daí eu já estava nessa situação e não pensei em mais nada, só pensei em meter no cuzinho dela. Apontei no cu e meti para dentro, fodi o cu dela uns minutos, mas o tempo estava passando, então resolvi que era hora de gozar.

Ela gemia alto:

— Fode meu cuzinho, cunhado!

E eu dizia:

— Que cuzinho delicioso que tu tem, gostosa!

Tirei do cu e botei na buceta, e ela falou:

— Goza na minha boca, eu quero leitinho!

Enquanto eu metia, a sobrinha estava olhando direto para mim, quieta, sem falar nada. Então veio meu gozo quente e grosso. Neste momento, ela já estava abocanhada no meu pau, recebendo muito leite e tomando tudinho; parecia que ela tinha um orgasmo só por tomar leite quente, ela adorava. Olhei pro lado, a sobrinha estava olhando e fechou os olhos para a mãe não ver. Me ajeitei, dei um beijo na boca bem gostoso e falei que ela era a cunhada mais gostosa que eu já tinha comido, kkk.

Daí fui trabalhar. Era umas 11 horas, faltou o material necessário, então iria voltar para casa mais cedo. Quando minha esposa, minha sogra e meu sobrinho mais velho passaram no serviço e disseram que iriam ao posto de saúde, passar no centro, etc., minha esposa estava bem tranquila, o que significa que não estava desconfiada de nada.

Resolvi tomar banho em casa e aproveitei para passar na cunhada. Cheguei lá, ela me chamou, tomei um mate com ela. Os sobrinhos brincavam no quarto; a espiã que me viu me deu um beijo e um abraço, que era de costume, e não falou nada. A cunhada mandou ela ir brincar e me chamou para o seu quarto:

— Cunhado! Vem aqui!

Eu fui, ela puxou minha mão, botou na buceta dela e disse:

— Eu tô o dia inteiro assim!

Senti a buceta dela molhada, praticamente pingando. Ela me falou que tomou banho frio e não adiantou, daí eu disse para ela que precisava tomar banho também, já de pau duro. Ela convidou para eu tomar ali, então fui em casa buscar roupas e tal. Voltei, entrei no banho, me lavei bem, já sabendo. Ela entrou, eu beijei ela, eu completamente nu, carícias, amassos, etc. Ela disse que queria mais leite, que estava viciada no gosto da minha porra. Fiquei espantado e deixei ela me chupar; ela me olhava nos olhos com seus olhos verdes e chupava com aquela boca carnuda, mas demorou muito, eu não conseguia gozar.

Então sentei no vaso e botei ela para ser espetada no meu pau. Ela veio de costas e eu via meu pau entrando e saindo, tinha aquela visão da bunda grande, cintura fina e a buceta molhada e gulosa entrando e saindo. Ela gemia baixinho e sentava gostoso.

Então escutei um barulho, era o sobrinho entrando no banheiro. Ela saiu correndo e eu entrei no box. Ela voltou depois de um tempo ofegante, parecia que ia ter um ataque cardíaco, kkk. Acalmei ela e botei ela de pé mesmo, empinando ela para meter. Fodi a bucetinha da cunhada por uns minutos e vi ela se estremecer, gozando no meu pau. Então fui para gozar, segurei a cintura dela forte, beijei o pescoço dela e perguntei se ela ia tomar meu leitinho. Ela disse, gemendo, que sim.

Então assim fiz: meti, meti, até gozar, e virei ela, e ela tomou tudo me olhando nos olhos. Me arrumei, saí de lá, fui para casa e esperei minha esposa. Mais tarde, minha cunhada veio nos ver como se nada tivesse acontecido e me falou de canto para eu ir na madrugada de novo lá comer ela ou pela manhã. E assim fiz durante uns 4 meses, sempre que dava: era às 3 da manhã, às 7h, ou na volta do trabalho, próximo ao meio-dia.

Algumas vezes, o sobrinho mais velho estava em casa usando o celular e eu entrava e fodia a mãe dele; não via eu entrar nem sair, minha esposa não via eu sair e nunca desconfiava de nada. Até que um tempo foi esfriando e aquele fogo foi apagando, mas eu ainda comi uma última vez. Fui lá, ela já estava acordada e vi que não estava mais afim de arriscar, mas eu forcei a barra, chamei ela para o quarto dos filhos em pleno meio-dia, só ela em casa. Botei ela de quatro e ela se fazendo um pouco. Seu marido nessa época estava em casa, mas não vinha ao meio-dia, e ela me falou que o corno tinha feito sexo com ela antes de sair. Não dei bola para isso e meti na buceta usada pelo dono, kkk.

Ela gemia baixinho, falando que dava, que chega, que iriam nos pegar, mas mesmo assim rebolava no meu pau de quarto até que eu botei no cu e meti mais forte. Ela me olhava com cara de safada, eu claramente estava obrigando ela a fazer sexo e falei:

— Calma que é a última vez.

Daí tirei do cu, enfiei na buceta e meti gostoso. Em pouco tempo senti o gozo vindo forte, e ela botou na boca, mas vi que não engoliu pela primeira vez.

Então acabou ali nosso sexo… Tivémos umas sacanagens durante outras épocas, mas nunca o ato em si. Gostávamos de conversar sobre isso e falar das nossas experiências sexuais por fora do casamento; era bem legal poder conversar com quem não te julga ou não poderia fazer, kkk.

E assim foi o relato totalmente real da minha cunhada safada. Espero que gostem.

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