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Fetiche de irmãs - PARTE 01

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1187 palavras
Data: 20/08/2026 08:13:46
Assuntos: Heterossexual

Rafaela estava de fio dental preto, o tecido fino entrando fundo entre as nádegas e marcando o formato arredondado da bunda. Os peitos de silicone firmes e altos quase saltavam do top. Amanda, ao lado, usava fio dental azul, ainda mais revelador; o rabão dela maior e mais empinado esticava o tecido no limite, e os silicones também saltavam generosos.

Eu estava de sunga pela primeira vez. O volume marcava sem disfarce. Diogo, o marido de Rafaela, olhou, riu e soltou:

— Porra, isso aí é uma beringela que tu botou aí dentro ou tu é filho de um jumento, cara.

Todo mundo riu. Ele continuou, ainda rindo:

— Tua irmã tá sofrendo na vara, Rafa!

A gargalhada foi geral. Rafaela me olhou de relance e passou a língua nos lábios devagar. Fiz de novo alguns minutos depois. Ela repetiu o gesto, mais devagar ainda, sem desviar o olhar.

Aproveitei quando ele se distraiu. Puxei a cabeça do pau pra fora da sunga, bem do lado de Amanda. Ela olhou, sorriu de canto e começou a alisar a glande com o polegar, devagar, escondida pela posição.

Quando Diogo levantou e foi ao banheiro, Amanda não perdeu tempo. Puxou a sunga pra baixo de uma vez, tirou o pau inteiro e segurou na frente de Rafaela.

— Olha o tamanho — murmurou.

Rafaela arregalou os olhos.

— Puta que pariu…

Amanda se ajoelhou um pouco, abriu a boca e tentou engolir. A cabeça entrou fácil, mas o volume grosso travou na entrada da garganta. Ela forçou, engasgou leve, puxou o ar pelo nariz e empurrou de novo, mais fundo. Depois de alguns segundos de luta, o pau passou a garganta de uma vez. Um gemido abafado saiu da garganta dela no mesmo instante, e o volume grosso ficou marcado claramente no pescoço, a pele esticando a cada centímetro que ela engolia. Segurou fundo, tremendo, saliva escorrendo pelos cantos da boca, depois subiu devagar, engasgando de novo, e enfiou o pau de volta na sunga antes de Diogo voltar. Quando ele reapareceu, os três estavam rindo como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde, na churrasqueira, me encostei atrás de Rafaela enquanto ela mexia no fogo. Encostei o pau duro na bunda dela por cima da sunga. Ela empurrou de volta, sentindo o volume. Na segunda encoxada, a mão dela foi pra trás, apalpou por cima e depois tentou enfiar os dedos por dentro do elástico, escondida de Diogo.

Ele se afastou de novo por alguns minutos. Rafaela aproveitou, puxou a sunga, envolveu o pau com a mão e começou a bater rápido, apertado. Em menos de um minuto a mão dela já estava escorregadia de pré-gozo.

— Caralho… é muito grande — sussurrou, sem parar o movimento. — A Amanda aguenta engolir isso tudo até o talo?

Amanda apareceu atrás dela nesse momento, viu a cena e soltou uma risada baixa. Rafaela soltou o pau na hora e puxou a sunga de volta.

Amanda se aproximou e falou baixo, só pra nós dois:

— Quero mamar com ela. Sempre foi meu fetiche de adolescente… as duas juntas.

Diogo bebeu demais e acabou dormindo pesado no sofá, exatamente de frente pra onde eu estava. Amanda saiu pra comprar pão; a padaria ficava um pouco longe. Rafaela saiu do banho só de toalha, sentou do meu lado na sala, me olhou de cima a baixo e falou:

— E aí?

A mão dela já foi direto pro volume na bermuda, alisando devagar por cima do tecido. Em poucos segundos o pau endureceu completamente. Ela puxou a bermuda pra baixo, tirou ele pra fora e soltou baixo:

— Porra…

Começou a bater devagar, apertando a glande, depois se inclinou e tentou chupar. A boca quente envolveu a cabeça, a língua rodando, mas o volume grosso não passou daí. Ela engasgou leve, subiu, desceu de novo tentando forçar, mas a garganta não abria como a da irmã.

— Não sabia que você era tão safada quanto a Amanda — falei.

Ela riu com a boca cheia e continuou chupando do jeito que conseguia, só até a cabeça, mão apertando o restante do pau. No meio do boquete levantou o olhar, olhou pro sofá onde Diogo dormia e perguntou baixo:

— Será que ele acorda?

Perguntei se podia gozar na boca dela. Ela tirou a boca só o suficiente pra responder:

— Pode.

— Então não se assusta com a quantidade.

Rafaela voltou a engolir a cabeça com mais vontade. A língua dela pressionava a parte de baixo da glande enquanto a mão subia e descia no pau inteiro, molhado de saliva e pré-gozo. Eu segurei o cabelo dela com as duas mãos e comecei a empurrar a cabeça pra baixo com mais força. Ela engasgou forte, os olhos marejaram na hora.

— Abre a garganta… — ordenei baixo.

Ela tentou relaxar, mas o pau grosso travou de novo. Eu forcei mais. A cabeça passou a barreira da garganta de uma vez, o volume entrou quase inteiro, e o formato do pau ficou marcado claramente no pescoço dela, a pele esticando e pulsando a cada centímetro. Rafaela abriu os olhos desesperada, as mãos bateram na minha coxa, ela tentou puxar a cabeça pra trás, mas eu segurei firme e continuei enfiando até quase a base.

Um som abafado e úmido saiu da garganta dela, misturado com falta de ar. Lágrimas escorriam, saliva e ranho pingavam no chão. Eu segurei fundo por alguns segundos, sentindo a garganta dela se contrair em volta do pau, desesperada por ar.

Quando soltei, ela puxou a cabeça pra trás engasgando violentamente, cuspindo saliva e puxando o ar com dificuldade.

— Porra… quase morri sufocada… — falou rouca, a voz quebrada, ainda ofegante. — Caralho, isso não entra…

Mesmo assim ela voltou a colocar a boca, mais safada e derrotada ao mesmo tempo. Eu forcei de novo. O pau penetrou a garganta dela outra vez, quase todo, o volume marcando o pescoço de novo enquanto ela se contorcia, as unhas cravando na minha perna, o corpo inteiro tremendo de falta de ar. Eu fodi a garganta dela com movimentos curtos e fundos, ouvindo os sons molhados e engasgados, até sentir o tesão estourar.

— Vou gozar…

Segurei a cabeça dela no fundo e jorrei direto na garganta. O primeiro jato veio grosso e forte. Ela engasgou ainda mais, tentando engolir enquanto eu continuava pulsando. A quantidade era muita; parte vazou pelo nariz e pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos de silicone. Eu só soltei quando terminei de esvaziar. Rafaela caiu pra trás ofegante, cuspiu o que sobrou, a voz ainda rouca:

— Quase morri… puta que pariu… nunca tinha engasgado tanto na vida.

A porta da sala estava entreaberta. Amanda estava parada ali, sacola da padaria na mão, observando tudo em silêncio. O olhar dela descia do pau ainda semi-duro e molhado de porra até a Rafaela ajoelhada, queixo sujo, peitos manchados, respiração ofegante. Um sorriso lento surgiu no rosto de Amanda.

Ela entrou sem fazer barulho, fechou a porta atrás de si e falou baixo, a voz carregada de tesão:

— Eu disse que queria mamar com ela…

Olhou pra mim e depois pra irmã.

— Agora é a minha vez de ver de perto como você engasga nisso.

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