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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 11

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2908 palavras
Data: 20/08/2026 06:55:13

Kelly sorriu de imediato da mais lídima gratidão. Sabia que o motivo do retorno do marido não era ela, mas já era um começo. Antes que ela dissesse algo, o próprio Jerry continuou:

- E faria qualquer coisa por você também, se você realmente se comprometesse e...

Kelly arregalou os olhos. Pela primeira vez em meses, alguém parecia ter ouvido suas preces. Ela não esperou mais e se jogou nos braços de Jerry, beijando-o com sofreguidão. Não queria sexo. Não ainda. Queria apenas deixar claro que ela aproveitaria essa chance como se fosse a última de sua vida. Então, uma voz se destacou:

- ECA! Acho que eu vou voltar para o meu quarto...

[CONTINUANDO]

Os primeiros dias depois que Jerry voltou a dormir em casa foram estranhos de um jeito que nenhum deles sabia explicar direito.

No início, ele o ocupava o quarto de Katie na maior parte das noites. Dizia que era para a menina se sentir segura, e havia verdade nisso. Mas também havia uma estranha comodidade. Dormir ao lado da filha o poupava de enfrentar a cama do casal e tudo o que ela representava. Kelly não contestava. Aceitava, embora ansiasse. Mas não era só isso. Ela também aceitava o silêncio educado no café da manhã, o cumprimento breve quando ele chegava do consultório, a forma como os corpos dos dois se evitavam nos corredores.

Às vezes, quando Katie já dormia, eles se encontravam na cozinha. Conversavam sobre a escola, sobre a febre que não voltara, sobre contas e horários. Nunca sobre o beijo daquela noite. Nunca sobre a muralha invisível que ainda os separava e muito menos sobre a ameaça fantasmagórica de Chuck que teimava em pairar entre eles como uma névoa densa.

A casa, para os vizinhos e para a sociedade, recuperara a aparência de normalidade. Mas era uma normalidade frágil, feita de cuidados excessivos e de palavras medidas demais.

Numa segunda-feira em que a escola de Katie não teve aula, Jerry se permitiu chegar mais cedo do consultório também. Encontrou Kelly na sala, sentada no chão com Katie, as duas desenhando. A menina ergueu o rosto iluminado ao vê-lo chegar:

- Papai! Olha o que a mamãe desenhou: Sou eu... e você!

Jerry se abaixou, examinou o desenho com atenção e elogiou. Realmente Kelly parecia estar despertando um dom que ele pouco conhecia. Quando seus olhos encontraram os dela, houve um segundo de algo que fez um arrepio percorrer toda a sua coluna, uma leveza... Depois a leveza se desfez. Ele se levantou, cumprimentou a mulher com um meneio curto de cabeça e foi se trocar. Kelly ficou olhando as próprias mãos manchadas de giz de cera, sentindo o gosto amargo da querer e não ter, algo que sua terapeuta já havia lhe explicado.

Na terça-feira, aconteceu algo pequeno e revelador. Durante o jantar, Katie derrubou o copo de suco. O líquido se espalhou pela mesa. Kelly se levantou automaticamente para pegar um pano. Jerry também. As mãos dos dois resvalaram uma, duas, três vezes. O contato durou pouco, mas foi o suficiente para que ambos recuassem como se tivessem levado um choque. Katie riu da trapalhada. Os adultos forçaram um sorriso. O resto da refeição seguiu em um silêncio constrangedor.

À noite, depois que a menina dormiu, Jerry ficou na varanda com um copo de grapefruit, olhando a rua. Kelly apareceu na porta, e o observou por instantes. Queria falar, ouvir, abraçar, ser abraçada, mas hesitou, até que uma coragem a tomou:

- Está tudo bem?

- Hã!? Ah, sim. Está. Eu só precisava de ar.

Ela permaneceu mais alguns segundos ali, esperando que ele dissesse mais alguma coisa. Ele não disse.

Quando ele voltou para dentro, Kelly já tinha se recolhido ao quarto. Ele sabe porque a seguiu até lá e a viu pela fresta da porta que ela nunca trancava, talvez numa esperança inconsciente de que ele pudesse decidir entrar. E ele pensou nisso. Afinal, ela era uma mulher que, embora madura e sofrida, ainda continuava linda, desejável, uma típica milf.

Na quarta-feira, a tensão ganhou contornos mais claros. Jerry atendeu uma ligação no final da tarde enquanto brincava com Katie na sala. A voz do outro lado era masculina, profissional. Kelly, na cozinha, ouviu apenas fragmentos: “não, não é necessário”, “eu resolvo”, “depois a gente fala”. Quando ele desligou, ela perguntou, tentando soar casual:

- Foi do consultório?

- Foi.

Mais nada. A resposta seca ficou pairando. O mais estranho é que ele não pareceu dizer a verdade. Kelly voltou a cortar os legumes com uma força desnecessária. Mais tarde, enquanto colocava Katie na cama, a menina perguntou de súbito:

- Mamãe, você e o papai estão brigados de novo?

Kelly sentiu o peito apertar. Mas sorriu genuinamente, afinal, sabia que isso não era verdade:

- Não, meu amor. A gente só está meio cansado. A vida de gente grande, às vezes, cansa a gente, sabe?

- Mas vocês não se abraçam mais.

A observação, dita com a simplicidade cruel das crianças, ficou ecoando na cabeça de Kelly muito depois que a filha adormeceu.

Foi na quinta-feira à noite que as pequenas fissuras se juntaram.

Katie dormira mais cedo que o normal, esgotada de uma tarde inteira de atividades físicas na escola. A casa estava silenciosa. Jerry surgiu na porta da sala, onde Kelly folheava distraída um livro ilustrações, buscando uma inspiração qualquer. Vestia uma camiseta simples e calça de moletom. O rosto denunciava o cansaço acumulado de semanas:

- Podemos conversar? – Perguntou ele.

Kelly se surpreendeu com o contato e encarou, ficando apenas parada por segundos. Depois, fechou o livro calmamente, apesar do coração que pulava no peito sem saber o que esperar:

- Claro.

Jerry não se sentou ao lado dela. Preferiu a poltrona, mantendo deliberadamente uma distância. Ou apenas queria ficar de frente para ela. Talvez... Ficou alguns segundos em silêncio, os cotovelos apoiados nos joelhos, as mãos juntas com força. Quando começou a falar, sua voz saiu baixa e controlada, mas carregada de uma gravidade que fez Kelly ficar ereta no sofá:

- Eu tenho pensado muito. Sobre a gente. Sobre a Katie. Sobre o que aconteceu e sobre o que a gente está fingindo que não aconteceu.

Kelly sentiu o estômago contrair, já esperando o pior, mas não o interrompeu:

- Eu voltei para casa por ela. Isso você já sabe. E eu não me arrependo. Vê-la dormir tranquila, ou correr até mim quando chego… isso importa. Mas eu não consigo mais fingir que o resto não existe. Toda vez que olho para você durante o dia, ainda vejo o que aconteceu. Toda vez que a gente se toca por acidente, eu sinto meu corpo inteiro tensionar. E toda vez que vejo a Katie feliz porque o pai está em casa, me pergunto até quando a gente vai conseguir sustentar essa mentira sem que ela perceba de vez.

Kelly abraçou o livro e o apertou contra o peito. Seus olhos começaram a se umidificar sem controle. Mesmo sem saber se deveria, ela quis fazer um aparte:

- Eu sei que errei. Eu sei que a confiança não volta só porque eu quero desesperadamente que volte. Mas eu estou tentando, Jerry. Estou tentando de verdade. Todos os dias.

- Eu vejo que você está tentando. - Ele passou a mão pelo rosto, num gesto de exaustão profunda: - E é justamente por isso que eu preciso falar uma coisa antes que isso me consuma por completo. Porque viver assim está me destruindo aos poucos.

Houve uma pausa longa. O relógio da sala parecia a fanfarra da High School onde Jerry estudara, marcando cada segundo com uma clareza quase cruel. Lá fora, um cachorro latia à distância. Dentro da casa, o tempo parecia ter congelado:

- Eu não sei se consigo voltar a ser seu marido do jeito que éramos antes, Kelly. - Disse ele, por fim.

A frase não havia terminado, mas saiu lenta, como se cada palavra tivesse sido um peso que doesse na alma. Kelly tomou a dianteira:

- Por favor. Eu entendo você e eu aceito isso. Mas eu só queria ter a chance para consertar tudo.

Jerry levantou uma mão, pedindo que ela parasse. Ele suspirou profundamente, às vezes a encarando, às vezes desviando o olhar:

- Eu sei que você quer fazer as coisas certas, Mas talvez eu nunca consiga ser o mesmo. A confiança que eu tinha em você quebrou de um jeito que eu ainda não sei se dá para consertar. Às vezes, eu acordo no meio da noite e, por alguns segundos, lembro de tudo. Daí não durmo mais, com medo de que aquilo venha a se repetir e...

- Não vai! Eu prometo isso para você. Nunca mais eu...

Novamente, Jerry levantou a mão, fazendo Kelly se calar sem concluir seu raciocínio:

- O problema é esse: A lembrança dói. Só que eu também não sei se consigo olhar para a Katie e aceitar a ideia de desmontar essa família de vez. Ela já sentiu demais. Já teve febre e ninguém vai me convencer que não foi por causa da gente, por que ela já perguntou coisas que uma criança de três anos não deveria perguntar...

- Perguntou... o quê?

- Se você e o tio Chuck são apenas amigos. Ou se é por causa dele que eu fiquei morando longe por um tempo. Coisas assim...

Kelly engoliu em seco. Os olhos ardiam, mas ela se recusou a chorar naquele momento:

- Tá. Eu... sei que fiz uma merda sem tamanho. Errei. Pronto! O que você quer que eu faça para você me perdoar?

- Já falei que não se trata apenas de perdão. Trata-se de voltar a confiar também.

- E o que você quer que eu faça, Jerry? Aliás, eu não estou entendendo essa sua conversa...

Ele sustentou o olhar e a encarou diretamente. Estava claramente exausto. Estava magoado também. Mas havia algo mais, uma clareza amarga, resignada:

- Não estou dizendo que vou embora. Aliás, estou dizendo justamente que estou disposto a ficar. A tentar de verdade. Mas eu não posso fazer isso se estiver carregando esse fantasma. Então eu preciso de uma coisa sua. É uma condição...

Kelly esperou, o coração batendo alto demais no peito:

- Chuck... não teve culpa do acidente ter acontecido... Ninguém teve! Mas aconteceu. Sei que foi traumático. Sei que doeu. Acho que dói até hoje em você. Mas nem eu, nem a Katie, temos culpa disso. Não podemos ficar à mercê dessa situação.

- Eu sei. Eu entendo...

- Eu pedi que o Chuck sumisse e ele aparentemente sumiu, não foi? Ou vocês tem conversado sem eu saber?

- Não, Jerry. Desde aquele dia, nunca mais nos falamos.

- Melhor assim... – Jerry suspirou: - O problema também é esse, porque eu sinto que você não está feliz. Parece que você sente falta dele...

Kelly sabia o que precisava falar. Mas sabia também que soaria falso demais. Jerry a encarava, ansioso por uma resposta, mas ela não vinha. Então, ele baixou a cabeça e a balançou negativamente. Quando parecia prestes a falar, Kelly tomou a sua frente:

- Eu sinto falta do Chuck sim.

Jerry levantou a cabeça e a encarou surpreso, com os olhos abertos, atentos. Kelly mordeu os lábios e continuou:

- Quando aconteceu o que não podia ter acontecido, eu... não sei explicar... Acho que eu estava em busca de um sinal, uma confirmação de que as coisas poderiam ser como antes, sabe?

- Está falando da...

- É. Da transa, Jerry. – Concordou Kelly, balançando os ombros: - Só que... É estranho. Eu pensava que fosse encontrar o mesmo clima de antes, a mesma paixão, o sentimento que nos unia, mas o que eu encontrei foi algo totalmente diferente...

- Diferente como? – Jerry a interrompeu.

- Não sei explicar. Só não era igual.

- O sexo foi ruim, é isso?

- Não exatamente. Mas foi... desconectado, mais instintivo, carnal. Não sei... Foi estranho.

- Então, por que você ainda sente falta dele?

- Eu vivo me perguntando isso, Jerry. E a terapeuta tem trabalhado para me ajudar a entender. Mas até agora nada...

Jerry coçou o queixo, confuso. Ele não esperava aquela revelação da esposa. Ele julgava que ela amava Chuck, mas agora ela própria parecia ter suas dúvidas. Isso era bom! Mas por outro lado, essa confusão aparente de Kelly continuava sendo um complicador na reconciliação do casal. Ele então decidiu partir para o tudo ou nada:

- Tá. Você sente falta dele, mas não sabe direito o que sente por ele. Foi isso que eu entendi...

Kelly apenas deu de ombro, sem saber como explicar:

- Eu preciso que o Chuck desapareça de verdade da nossas vidas. Não só por enquanto, mas de uma forma definitiva. Sem ligações, mensagens, nada de “só para saber se ele está bem”. Se a gente for tentar qualquer tipo de reconciliação, de reconstrução, ele não pode continuar existindo nem mesmo como uma sombra. Sei que parece que eu estou sendo frio, considerando tudo o que ele passou, mas com ele aqui, simplesmente não dá, Kelly.

Kelly não concordou. Mas também não negou. Apenas deixou o silêncio inundar a sala, ao ponto de quase se tornar insuportável. Ela sentiu o peso da proposta. Sabia o que significava concordar. E mais: Sabia que ele tinha razão. Mas sabia também que uma parte dela, ainda doía com a ideia de um corte tão limpo e irreversível:

- Eu já pedi para ele se afastar... – Ela respondeu com a voz baixa e rouca: - Naquele dia... Eu te contei...

- Eu sei. - Jerry se recostou na poltrona, como se a fala tivesse tirado de uma vez boa parte da energia que lhe restava: - Mas eu preciso ouvir de novo. E preciso acreditar que dessa vez é de verdade. Porque se vamos tentar, Kelly, tem que ser por inteiro. Eu não vou viver o resto da vida me perguntando se um dia o telefone vai tocar e vai ser ele, ou se você vai sair e se encontrar com ele, ou se vocês vão... – Jerry se calou antes de certamente ofender a esposa: - Ou se um dia você vai olhar para o nada com aquela expressão que eu já reconheço.

Ele fez uma pausa, escolhendo as próximas palavras com cuidado doloroso:

- Eu não estou oferecendo o casamento perfeito de antes. Esse, eu acho que morreu no dia em que você entrou naquele hotel com ele. Estou oferecendo a possibilidade da gente não destruir o que ainda tem a Katie no centro. Estou oferecendo tentar construir alguma coisa nova com o que restou. Se for pouco para você… eu entendo. Mas é o que eu consigo fazer agora.

Kelly ficou olhando para ele por um tempo longo. As lágrimas finalmente vieram, silenciosas, sem soluços. Não eram só de tristeza: Eram de um alívio misturado ainda com medo. Havia a consciência clara de que aquela era, talvez, a última porta verdadeira que ele estava disposto a abrir. E havia também o peso de saber que aceitar significava enterrar de vez uma parte de si mesma. Ela enxugou uma lágrima com o dorso da mão antes de falar:

- É mais do que eu merecia depois do que fiz. E eu aceito, porque eu nunca tive dúvida sobre você. E vou fazer o que for preciso para você acreditar de novo, mesmo que demore.

Jerry não sorriu. Teve vontade, mas não sorriu. Não se levantou para abraçá-la. Apenas a observou por longos segundos, como se avaliasse a sinceridade por trás das palavras. Depois acenou uma única vez, lento, como alguém que acaba de assinar um acordo cujo preço ainda não sabe calcular por completo:

- Então, vamos fazer dar certo. - Falou.

- Eu... posso te dar um abraço? – Perguntou Kelly.

Jerry desviou o olhar dela por um instante, temeroso com seus próprios sentimentos. Mas se ele havia feito a proposta e ela aceitado sem condicionar, não seria justo atende-la. Ele então deu dois tapinhas no próprio colo e abriu os braços para ela.

Kelly se levantou e foi correndo para o colo do marido, o primeiro contato carinhoso, sincero e intencionado entre ambos em muito tempo. Jerry a acolheu nos braços e a apertou forte, como se dissesse que ele não iria larga-la nunca mais. Lágrimas correram soltas pela face dela, num misto de arrependimento e gratidão. E lá eles ficaram, em silêncio, apenas se sentindo, tentando se reconectar.

Do corredor, a porta do quarto de Katie rangeu levemente, mas eles não notaram. Continuaram onde estavam, tentando superar a distância que havia surgido e por meses de dor acumulada. Katie se aproximou da porta do corredor, arrastando seu elefantinho de pelúcia pela orelha. E viu os pais juntos. Realmente juntos. E um sorriso brotou em seu rosto angelical.

E mais do que isso, correu em direção a eles, abandonando o elefantinho no meio do caminho:

- Também quero colo!

Não houve tempo de nenhum deles a atender, pois ela própria subiu no sofá, depois na perna de Jerry e, por fim, no colo da mãe. A família estava enfim completa. Machucada. Trincada. Mas completa.

Lá fora, a noite estrelada seguia indiferente as nuvens da tempestade que ainda havia densa ali dentro. Mas, pela primeira vez, existia um caminho traçado e duas pessoas dispostas a trilhá-lo juntas.

Era estreito? Sim.

Arriscado? Sim.

Mas era um caminho. Algo que existia de verdade. E eles sabiam, cada qual a seu modo, que a partir daquele momento qualquer passo em falso poderia destruir aquela família de vez.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 413Seguidores: 791Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Grande Dr. Mark da Nanda!

Essa trama tá muito boa!

O comentário do Manomano....

Sei não Hem.

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Li todos os comentários e não observei nenhum levantando a possibilidade da Katie ser filha do Chuck. Vejam a menina tem 3 anos mas não diz quantos meses. O chuck ficou náufrago 4 anos.....

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Não meu amigo, o que foi aventado é de Jerry e Kelly terem tido um caso antes do acidente do Chuck, o que eu particularmente não acredito.

É que Katie tem 3 anos completos mais 9 meses de gestação.

Sendo assim, Kelly e Jerry em 3 meses apos o acidente ja re lacionavam sexualmente.

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Para essa possibilidade levantada pelo Manomano ser Crível....

Kelly teria engravidado na última vez que esteve com Chuck antes do adcidente e Jerry ter assumido a paternidade de Katie com a promessa de Kelly, um pacto entre eles que fariam de tudo para que "todos" SEMPRE achassem que Katie era filha de Jerry, se afastando do convívio dos parentes e familiares por cerca de no mínimo 1 ano e meio...

Com esse raciocínio a teoria passar a poder ser verdadeira...

Mas aí teríamos duas fragilidades na História:

1ª) Puta sacanagem a Chuck escondendo isso dele;

2ª) O Spoiller que Mark deu que o norteador da história seria o sexo / traição a Jerry fica sem sentido!!!!

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Essa postagem do amigo Manomano pode ter feito toda a diferença amigo Zanon!!!

Sobre o norteador da cena de sexo, eu vi lá e Kelly confirmou que o que ela talvez imaginasse que existisse não existe mais que o amor carnal que ela sentia por Chuck.

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Talvez Katie ser filha de Chuck é a supresa que Id@ falou...

SERÁ???

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Seria um golpe muito forte na vida do Jerry.

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Dei pitaco na sua teoria mais abaixo!!!!

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Mas temos 3 meses aí que não se encaixam. Keely precisaria ser uma "Égua" para o filho ser de Chuck.

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Como teorizei... eles mudam a data de nascimento de Katie e ficam fora do convívio de parentes e amigos até a criança ter em torno de um ano e meio, pois aí tu pode "mentir" sobre a real idade da Criança.. como uma criança mais desenvolvida que a média das outras!!!

Mas reafirmo que seria:

1ª) Puta sacanagem a Chuck escondendo isso dele;

2ª) O Spoiller que Mark deu que o norteador da história seria o sexo / traição a Jerry fica sem sentido!!!!

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Mas veja bem!!

Se Katie fosse filha do Chuck, Kelly nunca esconderia esse fato, principalmente Katie sendo um pedaço de Chuck que ficou para ela.

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SERÁ????

Ela pode ter feito um pacto com Jerry e para não traumatizar Katie decidiu não contar a ele na sua volta!!!

"Estou sendo o advogado do Diabo"!!! kkkkk

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Ah não eu Bidú!!

Katie seria uma jóia muito preciosa para Kelly. Nunca ela esconderia quem foi seu pai biológico!

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Aguardemos o próximo capítulo meu bom Faraó!!!

kkkkkk

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Sim!!

Meu Bidú!!

A arruaça no Obetão ta gigante!!

Ajuda eu lá quando der!!

Até Obetão entro na dança!!

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Eu pensei nisso tb, mas não disse. É possível... Mas seria fim de tudi para o Jerry, perder a mulher e a filha para o ex defunto... que cruz🙌

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Kelly nao escolhe o que o coração dela de fato quer, ela escolhe o dever de mae, escolhe carregar o resto da vida a culpa da traição.

Eu intrrpreto uma despedida da Kelly da seguinte forma: Oi Chuck, tudo bem ? Eu te amo, pq eu sei disso ? Pq voce me deixa em dúvida quando do outro lado da balança está a minha família. Pq é muito mais fácil eu dizer "eu te amo" pra você, do que para o Jerry. Pq se nao fosse o maldito acidente, voce seria a minha família e não ele.

Mas infelizmente o acidente aconteceu, e diante isso eu me casei com ele e tive o melhor presente da minha vida, que é a minha filha.

Eu nao escolho seguindo meu coracao, eu escolho seguindo o meu dever de mãe.

Talvez um dia, quando a Katie ja estiver de maior, ja tiver maior discernimento, ja for dona de si mesma. Quem sabe nesse dia, se o destino permitir nao podemos nos encontrar e iniciar uma vida juntos ?

Nao te peço para esperar, pq apesar de pendar nisso, eu vou tentar amar o Jerry como se fosse o homem da minha vida e espero conseguir fazer que ele ocupe esse lugar. Nao sei se sera possivel.

Mas eu torço com todas as minhas forças que voce se de a oportunidade de encontrar alguém especial,alguém que te faça feliz e que te complete.

Pois nessa situação a única coisa que eu posso fazer por nós dois é desejar felicidade."

Acho que esse pensamento encerraria a historia e a escolha de acordo com o que eu li ate aqui.

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Fiquei com receio do Mark inventar, mas não, gostei demais. 10 como sempre Mark !!!

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E eles viveram felizes para sempre...

🤗

🤔

Será!?

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Nossa Musa Nanda!

Além de nossa Musa Suprema vc é baita Fofoqueira!! Vc nos orgulha demais!!

Vai lá vai...não se segura não!! Dá um spoiler aí!!

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Ficou bem claro, Kelly sabe muito o que quer, mas não sabe o que não quer. O próprio Jerry já observou que ela não superou o Chuck, que ele voltou para embaralhar os sentimentos de sua esposa, ela não superou uma situação que deveria ter ficado no passado, a fila anda, os dois estão jogando com o sumiço/distanciamento do Chuck, mas, ja combinaram isso com ele? Ele vai aceitar? Por mais vontade que o Jerry possa ter de voltar pra casa, a simples ameaça da volta do Chuck, desmancha tudo que ele tenta esquecer.

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Eu queria realmente acreditar que essa família se manteria firme, mas creio que não vai rolar, Kelly ainda está muito dividida e não está sendo honesta em seus sentimentos e creio que o Jerry sabe disso. Aquela ligação que ele recebeu, de uma voz masculina, no mínimo deve ser de um advogado (será o Dr. Mark? Kkkk) preparando os papéis do divórcio. Como disse o Jerry, a filha e ele não podem estar alheios a tragédia que assolou ao Chuck.

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Que isso... Po, a explicação da Kelly foi perfeita pro Jerry. Ela fez mas o que mais ia embolar o meio campo era se tivesse havido conexão. E não houve. Ele foi traído mas pelo menos nesse ponto, ele sabe que seja lá o que houve, não foi amor o que eles fizeram... Não é um grande consolo mas quem vive numa situação atípica dessas, é o que define e o que faz servir

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Olha!!

Uma certeza é absoluta aqui e vc levantou esse ponto muito bem!!

Dr. Mark não foi!!!

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Conhecendo o Mark já é no proximo o anuncio da gravidez consequente da transa com o Chuck ou demora mais uns 2 capitulos?

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Po, isso vai ser mó crueldade...

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Esse conto definitivamente trata de várias coisas...

Amor, família, interações familiares, amor paternal / fratenal, fidelidade ou infedelidade, remosos, arrependimento, reconstrução...

Mas o que menos é!!! É um conto sobre sexo!!! atração sexual!!!

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E não ter sexo esta sendo a melhor coisa desse conto!!

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Começo a questionar uma gravidez e minha atenção esta agora com quem Jerry conversou por telefone. Uma voz masculina...

Acho que uma gravidez tiraria Jerry completamente da equação, pelo que ele nos mostrou até aqui ele não iria conseguir conviver com Kelly como marido e mulher.

E não vejo Kelly tendo a intenção de ter uma vida com Chuck. Os sentimentos dela são quase totais a antes do acidente.

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Caro Faraó

Você e outros leitores tem citado a possível gravidez de Kelly...

Minha intuição diz que o desenrolar da trama não necessarimente possa passar pela gravidez!!!

Relembrando!!!

Mark disse que a transa entre Chuck e Kelly era o mote do conto!!!

E o que pareceu até agora que foi um "Ato Carnal" e não teve nenhum encanto!!!

No capítulo de ontem Mark comentou...

"Acabei de mandar um "tequinho" do capítulo de sexta-feira para Ida."

E Id@ escreveu... "GENTE !!!!! VOCES NÃO VÃO ACREDITAR !!!! E TAMBÉM NÃO PERDEM POR ESPERAR !!! UHUHUHUHU"

Isso é referente ao capítulo de amanhã (Mark tem postado todos os dias)...

Acho que se fosse Gravidez!!! na minha humilde opinião seria "óbvio demais"

juntando as duas coisas e lembrando o que Sensatez ventilou de pela ausência de Churck antes do acidente já tivesse ocorrido algo entre Jerry e Kelly antes da queda do avião... o que justificaria a rápida união entre eles logo depois do acidente e a gravidez de Kelly e o nascimento de Katie... Não esqueçamos que o acidente de Chuck faz 4 anos e Katie tem 3 anos!!!

Então eu "chuto" que o babado é maior que Kelly estar grávida agora de Chuck!!!

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Sim meu Bidú!!

Comentei sobre isso um pouco antes...gravidez seria muito óbvio!

Sobre a transa não ter amor até postei o trecho do conto. E naquele capitulo foi a primeira coisa que comentei, não teve amor.

Só vejo uma saida agora...Wilson se impor com Chuck! Ou ela ou eu!!

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Só vejo uma saida agora...Wilson se impor com Chuck! Ou ela ou eu!!.. kkkkkkk

Mas e a teoria FUCDCista que tinha rolado algo entre Jerry e Kelly antes do acidente??? O que pensa???

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Não sobrou nada dessa teoria!!

Pois se tivesse tido uma traição antes do acidente Jerry seria o cara mais hipócrita dos contos do Mark!

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Sim e Não!!!

Não digo que tenha rolado Traição... coisa carnal... entende???

Mas poderia ter rolado um Affair...

Não poderia ter tido algo??? Uma demonstração de interesse de Jerry

por Kelly???

Senão porque Katie tem 3 anos???

ou seja ela foi concebida 3 meses depois do acidente!!!

Tu não acha muito rápido para quem ainda amava o Chuck???

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Essa cronologia realmente é estranha mas será amigo Zanon???

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Nada que não seja motivo para mais uma teoria maluca do FUCDC...

Vamos honrar nossas origens e fazer umas Fofoquinhas... kkkk

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Poderei ser desmentido caegoricamente amanhã.. kkkk

Mas não aposto nenhum centavo na Gravidez com Chuck!!! kkkk

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Gravidez tbm descarto totalmente (até amanhã)!!!

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Assim como ela demonstrou estar emocionalmente abalada com a volta do BA ela também estava abalada com o sumiço do BA, só que ela tinha o Jerry por perto e ele não perdeu tempo e consolou ela direitinho rsrsrsrs

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Oi amigo Kiquinho!!

E não é!!

Jerry fou perfeito até o momento! E honeto!

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O Amor venceu. O Mark é muito família e deve querer manter essa família unida. É isso que deve acontecer, eu acho.

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A Katie aparecer no corredor, puxando pela orelha seu elefantinho de pelúcia com a tromba arrastando pelo chão, ver seus pais novamente agindo com intimidade e carinho, faz seu rostinho angelical se transformar em uma carinha de Domingo Feliz, corre até os pais largando no chão seu amigo e tesouro, demonstrando em sua "Inocente Verdade", que para ela, nada é mais importante que o Amor de Família.

O Mark é "Phoda" escrevendo, mas quando se trata de interações familiares...

Cara agradeço muito, é disso que venho falando desde sempre, o Jerry pode até ter sido uma muleta emocional no início, mas agora ele é o pilar de um Amor de Família, que é um amor tão grande ou maior que qualquer outro, mas no fundo a Kelly ainda não tomou a decisão final dela, pois o Amor que ela sente pelo Chuck é também é grande e vem de uma parte decisiva do sentimento humano, a necessidade de viver aquilo que não viveu, essa necessidade acaba gerando uma ansiedade poderosa que é difícil de controlar, ainda mais por tudo que representa o Chuck, a sua resiliência e a sua obstinação em conseguir sair do Mundo dos Mortos com a mensagem que um amor consegue ultrapassar QUALQUER barreira, até a de vida ou morte, isso tem um apelo emocional sem igual, ou seja, não queria ter a necessidade de ter que viver o que a Kelly está vivendo, complicado até o fim.

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Sobre a menina Katie, é ela a protagonista desse conto nesse momento!

Mark não é Phoda!! Mark "SINO" Markavélico é p Mestre dos PHODAS!!

Uma criança de 3 anos de idade protagonizando um conto no CDC não é para poucos, é só ele que consegue!!

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Quando o Mark deu a dica que a transa era a chave do que poderia acontecer, voltei a ler com cuidado essa parte e comentei que, ao meu ver, o ato sexual foi muito "carnal", não senti amor ou paixão.

Partindo da confirmação da Kelly neste capítulo, de que a transa foi um momento de desejo sexual, mas que ela ainda sente falta dele, talvez o autor tenha achado solução para o "casal". Talvez a Kelly não sinta falta do Chuck especificamente, mas de uma transa com uma pessoa diferente...? Quem sabe ao invés de mais uma transa com o Chuck, como alguns comentários sugeriram abaixo, o casal pense na possibilidade de uma vida liberal...?

Quanto ao Chuck, sinto muito, entendo o sofrimento dele, mas se tiver que optar, sempre estarei ao lado da estabilidade familiar. Ele vai se recuperar, vida que segue.

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Amigo Xandão!!

Eu posso ter que comer minhas palavras a seco, sem um golinho d"agua, mas desde a primeira linha esse conto não tem nada de liberal.

E definitivamente Kelly não tem interesse nenhum de transar com uma pessoa diferente.

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Sim, realmente não se tratou disso abertamente se usando a palavra "liberal"... mas, ao meu ver, houveram indícios... Não me lembro em qual capítulo o Jerry sugeriu uma conversa franca entre os 3 envolvidos e que se deixasse rolar o que fosse, mas que se qualquer um do casal não se sentisse bem, parariam com tudo. Isso me deu a impressão que ele estaria disposto a algo mais que conversa... Mas após a Kelly afirmar que o sexo com o Chuck teve uma pegada voltada apenas para o prazer sexual, sem paixão ou amor, uma relação liberal se torna potencialmente solução. Mas, no meu ponto de vista, não com o Chuck, pois envolve muitos sentimentos além do sexo. Já houve uma traição envolvida e um histórico de amor entre a Kelly e o Chuck, isso deixaria o Jerry inseguro e com dificuldade de recuperar a confiança na Kelly. Mas posso estar totalmente errado, vai depender do que o autor pensou para esse conto.

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Entendo seu ponto sim e ele é valido sim!

Mas principalmente agora nessa parte do conto ja vimos que isso é impensavel para Jerry e tbm para Kelly.

Só aconteceu essa "interatividade" que vc citou pelo fato de Kelly e Chuck estarem juntos, eles eram uma casal antes do acidente.

Bacana demais amigo Xandão...vamos continuar a fofocar.

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😂Há, Xandão não, pelo amor de Deus.🙌😂

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ri alto agora!!!!

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Na minha opinião p enterrar de vez, Kelly precisava de um último encontro com o Chuck para ter cura,mas uma última transa,aí sim ela voltaria plena e confiante p Jerry,com o passado enterrado

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Oi,

Bom comentário!

Seria uma bela saida para Kelly. Ela conseguiria enfim se resolver.

Mas Jerry iria se acabar de vez...

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Bom dia Bianca12@, interessante sua proposta, mas querendo ou não, certo ou errado, essa transa já aconteceu, além disso, eu acho que essa hecatombe existencial que afligiu esses personagens, vai muito além do sexo, seja ele ruim, bom ou de outro mundo, é ainda mais profundo, talvez uma intimidade sexual conseguisse um lenitivo, mas não a cura, a resolução final desse sentimento entre a Kelly e o Chuck, essa situação necessita de muita terapia em grupo e individual, com honestidade total de sentimentos, muito diálogo até chegar a um entendimento, ou simplesmente um dos envolvidos sumir para SEMPRE, pois o tempo apaga tudo, não completamente, mas o suficiente para seguir em frente.

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Mais um excelente capitulo!

Bem centrado nessa montanha russa de sentimentos contraditórios existentes.

Mas o principal para mim foi que Kelly confirmou para Jerry uma passagem da cena da transa entre ela e Chuck:

"Aquilo até podia parecer amor, mas não era, era instinto primitivo. Não havia delicadeza, apenas uma necessidade crua de se reencontrar, se entender."

Sigamos em frente...

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Bom dia, as melhores coisas da vide vem após os caminhos mais difíceis.Meus parabéns pelo conto.

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Agora vai !!!

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Poxa Ida, voce disse que haveria tempestade.

Foi apenas mais um capitulo de sentimentos e reconstrução...

:/

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Exato, Zanon !!!

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Desculpe ae Ida.

Mas só pra gente sentir o clima, qual o resumo do capitulo de sexta ?

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Sorry 😢😢😢🤐🤐🤐

Prometi para o Mark !!!

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Segundo o Mark disse é no capítulo de Sexta, amanhã...

"Acabei de mandar um "tequinho" do capítulo de sexta-feira para Ida."

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Simplesmente não consigo imaginar o que possa ser essas emoções que veremos!!

Tô me sentindo igual ao Wilson quando ele cai no mar!!

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Tudo bem,até Chuck aparecer novamente e estalar o dedo pra ela. Não se consegue superar nada com a sombra de um cara que voltou das trevas. Kelly continua hesitante,como uma alma indecisa,ciente da vida que quer,mas vacilante sobre a vida que foi.

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