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O começo do meu treino em castidade

Um conto erótico de Philo
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1135 palavras
Data: 20/08/2026 05:51:33

Martha era a minha namorada em tempos que eramos estudantes universários. Ela tinha uma amiga, a Carla que sempre me tinha chamado a atenção. Carla era independente, sem namorado, defensora dos direitos das Mulheres, a sua atitude revolucionária e "superior" despertavam a minha curiosidade.

As aulas entraram em periodo de férias e como estudavamos longe das nossas casas, a minha namorada aproveitou e foi passar duas semanas com os pais, ficando eu sozinho no campus universitário.

Sempre fui boémio, e aproveitei esse tempo sem aulas para algumas saidas noturnas.

Numa das minhas saídas encontrei Carla num bar. Estava sozinha como habitualmente, toda vestida de preto e como nos conheciamos perguntei lhe se lhe podia pagar uma bebida.

Ela aceitou. Uma, duas, três bebidas e a conversa foi ficando mais animada.

Perguntou me pela Martha e expliquei lhe que estava sozinho porque ela tinha ido á terra passar 2 semanas.

Carla sorriu... era tão raro ver um sorrisso nela e ganhei coragem para a desafiar para alguma diversão em algum local mais sossegado.

Carla sorriu novamente

- E a Martha deixa-te?- perguntou-me ela em jeito ironico

-Deixa, se não souber de nada- respondi eu em tom provocador

Ela sorriu de novo e disse-me

-Vamos até minha casa, acho que me vou divertir muito- disse me ela enquanto piscava o olho

Saimos do bar juntos. Sentia o meu Ego aumentado, sabia que estava a errar ao trair a Martha mas tinha a certeza que seria um segredo bem guardado.

Chegados a casa da Carla a minha tesão crescia e ainda mais cresceu quando ela em tom autoritário me mandou despir e deitar a cama.

Obedeci prontamente... ela ao ver-me nu e ereto riu e disse

-Que mal comportado que é este menino

Com a mão firme apertou me as bolas o que me causou um gemido de dor

-Meninos maus só pensam com as bolas- disse ela em tom sério que me começava a deixar desconfortavel

Movido pela tesão e escuridão do quarto nem me apercebi do tom ameaçador.

Carla ajoelha se á vinha frente, coloca a sua mão no meu pau ja duro, eu olho para o tecto movido pela imaginação da chupada que se avizinha, ate que sinto algo frio e metalico e ouço um CLAP.

Quando olho, Carla está a minha frente segurando uma chave e tenho o meu pau fechado numa gaiola da castidade.

-que brincadeira é esta Carla, tira-me ja isso- ordenei eu quase a gritar

Carla agarrou me pela orelha e com a outra mão deu me duas fortes bofetadas no meu rosto

-ATENÇÃO AOS MODOS COMO FALAS COMIGO- disse ela cheia de raiva

Ainda agarrando me a orelha fez me ajoelhar perante ela

-Vou entregar a chave á Martha daqui a duas semanas, depois ela decidirá o que fazer contigo. Estou curiosa como irás justificar que outra mulher teve acesso ao teu pau para o trancar numa gaiola- disse Carla sorrindo e mostrando prazer com a situação

-Carla, pf não... eu prometo que aprendi a lição- supliquei eu quase a chorar. Percebi que estava a falar de maneira mais calma porque na verdade e de forma inconsciente estava com medo de levar mais bofetadas como as anteriores

-que lindo, ainda ha pouco davas uma de machão e agora choras como uma menina... es ridiculo- disse Carla

-Vou te dar uma hipotese. Estes 15 dias que tens a namorada fora e julgavas ser de putaria, vão ser de treino... treino severo para te tornares um homem delicado, obediente e respeitador. Se passares no treino talvez daqui a 15 dias te abra a gaiola e isto fica entre nós. Caso contrario entrego as chaves á Martha com a sugestão de ter deixar fechado durante muito tempo- disse Carla

A minha unica hipotese era aceitar as condições na esperança que esse meu deslize ficasse em segredo e salvasse a minha relação com a Martha

-Boa escolha, parece que afinal sempre me vou divertir- disse Carla a sorrir

Ordenou que me levantasse e junto á minha gaiola colocou um anel. Curioso perguntei o que era isso

-Caso tentes algo estupido comigo ou em caso de faltas de respeito basta-me carregar neste pequeno comando e sofres um choque eletrico nas tuas bolas... vai ser bom para te manter disciplinado mas espero que nao me faças ter que usar muitas vezes- disse Carla

-Nao te quero na minha casa nu, enquanto nao tens uniforme, veste isto- disse Carla, dando me um avental rosa dela com padrão de cupcakes que ela usava para cozinhar

Senti me verdadeiramente humilhado. Nu, de pé, com uma gaiola de castidade e com um avental feminino para vestir

-Carla pf nao... nao é necessario tanta coisa- tentei argumentar

Ela furiosa avançou na minha direção e agarrou-me a orelha ja vermelha e enquanto puxava disse-me:

-Primeiro tens que aprender que nao estás em situação de me dizer não a nada, por isso VESTE A PORCARIA DO AVENTAL antes que me enerve e te encha a cara de bofetadas- disse me ela em tom agressivo

Novamente sem opção vesti o avental como me foi ordenado

-muito bem, está muito linda a minha "AMÉLIA", se não te sabes comportar como Homem na rua, vais te comportar como Senhora em casa... aliás, já nem pau tens- disse ela a sorrir

-Vamos definir ja as regras básicas da casa... fazes o que eu mandar, quando eu mandar sem argumentar nem hesitar, entendido?

-Sim- disse eu a medo

-SIM SENHORA, deves me sempre tratar por Senhora, sou tua superior e tu estás nas minhas mãos. Para além disso nunca me deves olhar nos olhos a não ser que eu mande... deves sempre olhar para o chão, entendido? - Perguntou ela

-Sim Senhora- disse eu já olhando para o chão

-Muito bem, vejo que temos avanços. Para além disso, como boa serviçal que serás, quando te chamar deves sempre fazer-me uma reverência. Quero uma reverência delicada e cuidada, vamos treinar- ordenou-me ela

Desajeitado, olhei para o chão, dobrei ligeiramente as pernas e com as minhas mãos levantei ligeiramente o avental.

- Não está má, mas vamos melhorar com o treino- disse-me ela a sorrir

Carla tirou a sua calcinha e colocou na minha boca em jeito de mordaça

-Agora que durante muito tempo não terás buceta vais ter que te contentar com o cheiro. Quero te ajoelhado naquele canto virado para a parede para pensares no que fizeste e no que te vai acontecer. Só sais de la quando eu mandar e ai de ti que tires os olhos da parede- ameaçou me Carla.

La estava eu, ajoelhado para a parede, com uma gaiola de castidade e um avental rosa. Com o rosto e orelhas a arderem fruto de bofetadas e puxões e com uma calcinha na boca.

Era o primeiro dia o meu treinamento. Os restantes 14 dias seriam duros...

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