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Capítulo 23: A Armadura Fodedora

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 1893 palavras
Data: 20/08/2026 05:43:35

Aviso: Este é o vigésimo terceiro capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 22: A Fúria do Vômito!

A multidão fugia em pânico total, com os corpos inteiramente encharcados e grudentos pelo vômito viscoso de Putty, que escorria e colava nas roupas rasgadas ou arrancadas durante a fuga, pingando das bocas abertas em gritos desesperados.

O cheiro acre, azedo e nauseante dominava o ar matinal, misturado ao fedor forte de mijo fresco que jorrava das bexigas soltas de terror puro.

Muitos vomitavam em golfadas violentas, fazendo o ácido estomacal se misturar ao vômito uns dos outros, enquanto o chão virava uma lama escorregadia de fluidos corporais.

Putty os alcançou em segundos, saltou por cima do grupo como uma predadora faminta e caiu com um baque molhado bem na frente deles, bloqueando qualquer rota de fuga. Os invasores pararam abruptamente, ofegantes, com os olhos arregalados de pavor.

Sem dizer uma palavra, Putty virou de costas, ficou de quatro no chão enlameado, empinou o cu redondo e abriu as pernas bem largas, soltando um rugido gutural de prazer misturado com raiva. Um jato explosivo de diarreia escaldante irrompeu do seu traseiro com a mesma força e pressão brutal do vômito anterior.

A merda líquida atingiu o grupo em cheio, arremessando corpos para trás como bonecos de pano molhados. Pessoas rolavam no chão melecado, bocas escancaradas engoliam involuntariamente litros da bosta quente que invadia suas gargantas e narinas.

Alguns tentavam cuspir, mas acabavam vomitando descontroladamente uns nos outros, fazendo o líquido ácido misturar-se à diarreia que escorria pelos rostos, pescoços, tetas e bundas expostas.

As pessoas se mijavam de pavor, enquanto algumas mulheres gozavam só com o impacto humilhante da merda enchendo suas bocas, tremendo de prazer forçado, com as coxas convulsionando enquanto a pasta fedorenta transbordava.

— Socorro! Tá entrando na minha boca!

— Eu não consigo respirar... tá tudo fedendo!

— Me tira daqui... por favor...

Putty não parou. Ela avançou sobre eles um por um, agarrando seus rostos sujos e melados com as mãos fortes, forçando bocas escancaradas e enfiando a língua para sentir o gosto do medo antes de vomitar jatos grossos, ácidos e intermináveis direto nas gargantas.

— Engulam tudo, seu bando de vadias imundas! Sintam o gosto da minha raiva escorrendo pra dentro de vocês!

Estômagos inchavam visivelmente, transbordando pelo nariz e escorrendo pelos peitos e barrigas. Alguns desmaiavam com seus corpos convulsionando e os olhos revirados pela sobrecarga sensorial, enquanto vomitavam e se cagavam sem controle, seus intestinos se esvaziando pelo gramado.

Para os que se arrastavam pateticamente pelo chão tentando escapar, Putty simplesmente sentava o cu melado, aberto e suado bem em cima do rosto. O orifício se dilatava sobre a boca aberta e disparava diarreia fervente direto para dentro, enchendo a cavidade oral até as bochechas inflarem como balões.

Ela rebolava devagar e sensualmente, esfregando o cu fedorento no rosto todo, gemendo alto de tesão enquanto ouvia os gorgolejos abafados, os engasgos molhados e os gemidos involuntários debaixo dela.

— Isso... chupa meu cu enquanto eu te encho de merda, sua porca imunda... goza sentindo meu cheiro no teu nariz!

Algumas mulheres foram agarradas pelas coxas, e viradas de bruços com as bundas empinadas à força. Putty vomitava com força bruta direto dentro dos cus dilatados e das bucetas meladas, enchendo-as até o limite.

O gozo cremoso jorrava misturado ao vômito e à diarreia, escorrendo pelas pernas trêmulas. Elas gozavam descontroladamente, gritando de prazer com tanto estímulo, seus corpos convulsionando em poças de fluidos antes de desmaiarem com as bocas abertas, babando vômito e merda.

Quando o último caiu inconsciente, mergulhado na lagoa gigantesca e fedorenta de vômito, merda, mijo e gozo que cobria o campo inteiro, Putty se levantou devagar, lambendo os lábios melados e murmurou:

— Isso foi só o aquecimento... Agora a verdadeira vadia vai sentir na pele o que é ser fodida de verdade.

Ela disparou correndo rumo a Gozópolis, nua, com o corpo brilhando pelas camadas grossas de fluidos escatológicos, o cu ainda pingando diarreia a cada passo, deixando um rastro fedorento pelo caminho.

Nas ruas da cidade, as pessoas que tinham visto o Jornal da Manhã avistavam Putty passando como um demônio melado e fugiam, berrando histéricas:

— É ela! A alienígena tarada!

— Corre! Ela vai nos encher de merda!

Putty nem olhava para os lados. Seu único alvo era o prédio imponente da Alexa Corp.

Na entrada principal, Soldadas armadas tentaram barrá-la. Putty atravessou como um míssil humano, chocando o corpo nu contra elas com força brutal, fazendo seus corpos voarem para todos os lados.

Ela estourou a porta de vidro blindado em mil pedaços e subiu as escadas e corredores com velocidade absurda, derrubando qualquer obstáculo com socos, chutes e empurrões.

Finalmente chegou à porta do escritório de Alexa. Peggy, sentada à recepção, ergueu os olhos enormes por trás dos óculos redondos e perguntou com a voz esganiçada:

— A senhora tem hora marcadaaaaa?

Putty parou por um segundo, surpresa com a pergunta absurda:

— Hein? Eu... não...

Peggy continuou, animada:

— Deseja marcar um horáááário para uma reuniãooo? A agenda da senhora Alexaaah está lotada, mas talvez em umas duas semaaaanas...

Putty balançou a cabeça, recuperando o foco:

— Não, peraí... Eu não vim pra uma reunião! Vim pra fazer aquela careca filha da puta vomitar até as tripas de tanta bosta que vou enfiar no rabo dela!

Peggy piscou devagar:

— Ahhhhhhh, nesse caso entãoooo... Talvez a senhora Alexaaaah tenha um horário ainda esta semanaaa...

Putty ignorou e avançou. Deu um chute na porta do escritório, que voou para dentro com um estrondo. Peggy tentou se levantar para impedir, mas Putty só deu um empurrãozinho leve. A secretária caiu sentada no chão.

— Aiiin... Isso foi rudeeeeh!

Dentro do escritório, Alexa estava nua no divã de veludo cinza, com uma perna esticada languidamente. Iza, ajoelhada à sua frente, chupava metade do pé da mestra com devoção obscena, gemendo alto e molhado, babando saliva grossa misturada a catarro que escorria do nariz, enquanto a buceta vazava em profusão, pingando no chão. O som viscoso da sucção ecoava pela sala, misturado aos gemidinhos abafados de Iza.

Alexa ergueu os olhos calmamente ao ver Putty entrar, sem se alterar.

— Como eu imaginava... Seja bem-vinda. Imagino que veio tirar satisfações, não?

Putty caminhou com passos pesados, furiosa:

— Vim aqui pra enfiar nessa tua cabeça de ovo podre o que acontece quando mexe com minhas amigas! Larga essa porra de boneca sem alma que tá te chupando porque eu vou socar teu cu tão forte que você vai vomitar as próprias tripas!

Peggy gritou da porta arrombada, ainda no chão:

— Foi o que ela me disseee que ia fazer agora mesmoooo, dona Alexaaah!

Alexa retirou o pé da boca de Iza com um estalo molhado:

— Entendo... Iza, por favor, inicie o Protocolo Anti-Putty.

Iza pegou o controle remoto que estava sobre a mesinha e apertou um botão. Sons metálicos ecoaram. A iluminação mudou para um verde doentio. Uma armadura futurista verde se materializou sobre o corpo nu de Alexa, cobrindo-a completamente e moldando-se perfeitamente às suas curvas.

Putty olhou para as roupas verdes de Iza, dobradinhas no divã, depois para a armadura, para a iluminação do escritório, e riu:

— Você gosta mesmo da cor verde, né?

Alexa confirmou com frieza:

— Eu acho uma cor bonita desde que assisti O Exorcista...

Putty deu de ombros:

— Não sei do que você tá falando, mas isso não importa! Vim aqui pra foder você até não aguentar mais!

Alexa fez uma careta de decepção:

— O esperado de uma criatura inculta como você... não conhecer um clássico como O Exorcista... Mas não se preocupe, vou lhe explicar sobre o que é o filme.

Em um piscar de olhos, impulsionada pelos propulsores da armadura, Alexa avançou até Putty e ficou cara a cara.

— Tem uma cena no filme que eu amo. Vou te mostrar.

Ela agarrou o rosto de Putty com força e colou a boca na dela. Um jato poderoso de vômito ácido esverdeado explodiu direto na garganta da alienígena.

Putty engasgou, arregalando os olhos:

— Ela tá muito mais rápida e forte! E essa quantidade de vômito? Isso não é normal!

Iza, no canto, com um leve sorriso satisfeito, informou:

— Minha mestra fez com que desenvolvessem uma armadura capaz de simular os seus poderes. Agora você não tem mais nenhuma vantagem sobre ela, criatura inferior.

O jato verde enchia o estômago de Putty, inchando sua barriga. Seu cu começou a vazar vômito misturado à própria diarreia. Apesar do desconforto, o tesão tomou conta e Putty jorrava gozo e mijo da buceta, enquanto tremia de prazer.

Recuperando as forças por causa do orgasmo, ela contra-atacou. Forçou o próprio vômito para cima, empurrando o de Alexa de volta. O fluxo se inverteu entre as bocas coladas. Agora era Alexa quem engolia o vômito quente e ácido da alienígena.

Alexa tentou se soltar, mas Putty agarrou sua cabeça com força, impedindo-a. O vômito jorrava para dentro da careca, enchendo garganta e estômago.

Iza correu para intervir, mas Alexa esticou a mão para pará-la... mesmo sufocando, ela ainda protegia sua assistente.

Então Alexa usou sua carta na manga: enfiou a mão no cu de Putty, disparando um tentáculo grosso e pulsante que se esticou através das entranhas da alienígena como uma serpente. Invadiu intestino, estômago, esôfago, até sair pela boca aberta dela, todo coberto de bile, merda e fluidos internos, balançando como um verme gigante.

Putty vomitava para o alto em um chafariz grotesco, com o tentáculo esmerdalhado balançando de um lado para o outro.

Alexa riu, triunfante:

— Hahaha! Eu venci, agora você vai ter que se contentar em me servir como uma ferramenta para meus propósitos!

Putty riu também, mesmo vomitando e com o tentáculo saindo pela boca:

— Hahaha! Você que não entendeu ainda... Eu que venci!

Ela agarrou o pulso de Alexa que estava enfiado em seu cu e apertou com força brutal. A armadura amassou e os circuitos estouraram em faíscas. O mecanismo entrou em curto-circuito, se debatendo descontrolado no interior do corpo da alienígena.

Putty grudou a boca novamente na de Alexa, enfiando o tentáculo defeituoso direto na garganta da careca, enquanto vomitava com força redobrada.

A alienígena estava literalmente fodendo a garganta da careca com o longo caralho robótico que saia de sua boca. O tentáculo rodopiava e chacoalhava toda a merda e vômito que eram jorrados dentro do corpo de Alexa, como se fosse um liquidificador escatológico. Ela tentou recolhê-lo, mas os controles não funcionavam.

Iza correu para ajudar, mas Putty deu um empurrão que a jogou no divã.

Alexa desmaiou, quase se afogando, e caiu inerte na poça gigantesca de vômito que cobria o chão do escritório.

Putty puxou o tentáculo para fora do corpo, gemendo alto enquanto ele a atravessava inversamente agora, retornando pra dentro da boca e saindo pelo cu.

Ela virou-se para Iza, que olhava com ódio puro:

— Quando ela acordar, avise que se mexer com alguma amiga minha novamente, eu não serei tão piedosa e isso aqui vai parecer uma simples brincadeirinha de criança... Ela não terá uma segunda chance!

Para manter a tradição, Putty atravessou a enorme janela blindada do escritório com um salto. Estilhaços voaram, e ela desapareceu entre os prédios de Gozópolis.

Iza, levantando-se do divã, viu Peggy na porta arrombada, sentada, se masturbando furiosamente, gozando e gemendo alto.

Ofegante, Peggy olhou para o rosto furioso de Iza:

— Que foi? Taaava muito excitante, uééééh...

Continua...

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