A campainha tocou.
Os três nos viramos ao mesmo tempo. Meu coração acelerou. O Guto ficou imóvel, a mão ainda dentro da calça, o peito subindo e descendo pesado. A Raquel sorriu de um jeito lento e cruel.
Passos na escada. Devagar. O salto batendo no concretoA porta se abriu.
A Carol entrou.
O top estava torto, um mamilo quase escapando. A mini saia amassada, subida demais de um lado. O cabelo grudado na testa e no pescoço de suor. A boca… a boca dela estava vermelha, inchada, brilhante de saliva e de algo mais grosso. Um fio branco ainda escorria do canto dos lábios até o queixo.
Ela parou no meio da sala. Não olhou para nenhum de nós diretamente. Só ficou ali, ofegante, as pernas levemente abertas, o cheiro dela chegando até a gente: álcool, perfume barato, suor e porra.
Eu fui o primeiro a falar, a voz rouca:
— Você fez?
O Guto engoliu seco. A laringe dele subiu e desceu com força. Os olhos estavam escuros, dilatados, fixos na boca da mulher. Eu via o conflito no rosto dele: nojo, ciúme, tesão absurdo. O pau continuava duro, latejando dentro da cueca.
A Raquel deu um passo à frente, a voz mansa e venenosa:
— Fala, Carol. Conta para o seu marido o que você fez no banheiro.
A Carol não respondeu. Apenas olhou para o chão por um segundo. Depois ergueu a cabeça, encarou os três, abriu a boca e cuspiu.
O filete branco e viscoso caiu no piso de madeira com um som molhado. Espesso. Pegajoso. Ela ficou olhando para a própria saliva misturada com porra por um instante e depois apontou com o dedo, a voz rouca, quebrada e ao mesmo tempo desafiadora:
— Era isso que vocês queriam?
O silêncio que se seguiu foi pesado demais.
O Guto soltou um som baixo, quase um gemido de dor. Eu via as mãos dele tremendo. Ele deu um passo à frente, parou, depois outro. O olhar ia da boca inchada da mulher para a porra no chão e voltava. A respiração dele estava tão descompensada que o peito inteiro se movia. Ele abriu a boca para falar, mas só conseguiu um:
— Porra… Carol…
A Raquel riu baixinho, satisfeita, e se aproximou da amiga. Passou o polegar no canto da boca da Carol, recolhendo um resto de porra que ainda estava ali, e chupou o dedo na frente do marido dela.
— Ela engoliu, Guto. Olha a quantidade que ainda ficou. Sua mulher ajoelhou num banheiro de bar, deixou um desconhecido foder a garganta dela e voltou para casa com a porra escorrendo.
O Guto fechou os olhos com força. Quando abriu de novo, estavam vermelhos. O pau dele marcava a calça de um jeito doloroso. Ele se aproximou mais, parou a poucos centímetros da Carol e ergueu a mão. Por um segundo achei que ia bater. Em vez disso, segurou o queixo dela com força, virou o rosto da mulher para a luz e examinou a boca vermelha, os lábios inchados, a língua ainda branca de resíduo.
— Abre — ordenou, a voz quase irreconhecível.
A Carol abriu a boca. A língua estava coberta de uma película leitosa. O cheiro subiu forte. O Guto soltou um gemido baixo e gutural, como se tivesse levado um soco no estômago. Eu via o corpo dele inteiro tensionado: o maxilar travado, as veias do pescoço saltadas, o pau latejando.
A Raquel se encostou nas costas da Carol por trás e falou no ouvido dela, mas alto o suficiente para a gente ouvir:
— Agora beija seu marido. Com a boca suja. Quero ver ele sentir o gosto.
A Carol obedeceu. Inclinou o rosto e colou a boca na do Guto. Ele resistiu um segundo. Depois abriu a boca e a beijou com fome e com ódio e com tesão ao mesmo tempo. O beijo foi molhado, barulhento, obsceno. Dava para ouvir o som da saliva e da porra se misturando. O Guto agarrou o cabelo dela com as duas mãos e aprofundou o beijo, gemendo contra a boca da mulher como se estivesse sofrendo e gozando ao mesmo tempo.
Quando afastaram os rostos, um fio branco e viscoso ainda ligava a língua dele à dela.
O Guto estava ofegante, os olhos vidrados. Olhou para a porra no chão, depois para a boca da mulher, e falou num fio de voz:
— Você… engoliu a porra de outro homem… e veio beijar a minha boca com ela.
A Carol apenas segurou o olhar dele e respondeu, baixa e rouca:
— Foi isso que vocês pediram.
A Carol ainda estava de pé no meio da sala, a boca vermelha e inchada, o fio de porra seco no canto dos lábios, quando começou a falar. A voz saiu rouca, trêmula, mas sem nenhum filtro.
— Meu coração não parava de bater… — ela disse, olhando para o chão primeiro, depois forçando os olhos a encontrar os nossos. — Desde a hora que eu desci a escada. Eu nunca tinha feito nada parecido na vida. Nunca. A maior aventura que eu já vivi.
Ela passou a língua nos lábios, ainda sentindo o gosto, e soltou uma risada curta, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
— Eu estava com tanto medo… e ao mesmo tempo com um tesão que eu nunca senti. Nunca. Nem quando a gente fode, Guto. Desculpa, mas é verdade. Enquanto eu estava de joelhos naquele banheiro, com o pau daquele homem na garganta, eu só conseguia pensar em vocês três aqui em cima me olhando. E isso me deixou mais molhada do que eu já estive na vida.
O silêncio na sala era pesado.
O Guto estava imóvel, o maxilar travado, o pau ainda marcado na calça de um jeito doloroso. A Raquel observava a amiga com um brilho escuro nos olhos, quase orgulhosa. Eu sentia o meu próprio coração bater forte demais.
A Carol ficou parada no meio da sala, o peito subindo e descendo rápido. O olhar dela vagou de um para o outro — do marido, para a Raquel, para mim — e eu vi a exata hora em que alguma coisa dentro dela cedeu de vez.
Ela respirou fundo. Não foi uma respiração de medo. Foi a respiração de quem está prestes a vomitar anos de desejo reprimido de uma vez só.
— Sabe de uma coisa?
A voz ainda saiu rouca, mas já não tremia. Havia uma firmeza nova ali.
— Que se foda. Já que a gente chegou até aqui… já que eu já fiquei pelada na frente de vocês, já ajoelhei num banheiro de bar e engoli porra de homem que eu nem sei o nome… não faz mais sentido ficar segurando o resto.
Ela deu um passo à frente. O corpo inteiro parecia mais solto. A mini saia subiu um centímetro a mais. Ela não puxou para baixo.
— Hoje quero fazer merda.
Ela engoliu seco e olhou direto para mim.
— Eu vi seu pau na praia, Marcelo.
Vi ele balançando mole quando você tirou a sunga… e depois vi ele engrossando enquanto você olhava a minha bunda. É bem mais grosso que o do Guto. Mais veioso. A cabeça é maior. Eu fiquei imaginando como ia doer. Como ia me abrir.
Hoje eu não quero carinho. Hoje eu quero ser fodida. Quero que você enfie esse pau grosso no meu cuzinho até as bolas. Quero perder prega. Quero ficar aberta. Quero sentar amanhã e ainda sentir você dentro de mim. Quero lembrar dessa noite cada vez que o cu latejar.
Ela respirou fundo e soltou o resto:
— Guto, se segura. Eu nem quero pedir permissão. Não hoje. Chegando em São Paulo a gente finge que nada aconteceu, esquece tudo, volta a ser o casal certinho… mas hoje… hoje vai ser foda. Hoje eu quero levar pau no cu na frente de todo mundo. Hoje eu quero gozar gritando.
Depois ela olhou de novo para a Raquel, a voz ainda mais rouca:
— Raquel… me empresta o pau do seu marido? Me empresta para ele arrombar meu cu bem aqui no meio da sala. Eu quero ele. Agora.
O silêncio que se seguiu foi ainda mais denso. Eu vi o Guto fechar os olhos com força. Vi a Raquel morder o lábio inferior. Eu mesmo esqueci de respirar por um segundo.
A Carol não desviou o olhar. Continuou me encarando, o corpo agora completamente entregue à própria confissão, a respiração ofegante, os mamilos duros furando o tecido, a boca ainda vermelha e suja.
— Pronto. Falei.
O Guto fechou os olhos com força e soltou um som baixo, quase um gemido de dor. A Raquel abriu a boca num sorriso lento e sujo. Eu fiquei parado, o pau latejando de um jeito doloroso.
— Eu quero sentir você dentro do meu cu, Marcelo. Quero que me foda ali enquanto o Guto e a Raquel olham. Se a gente já fez tudo isso… não faz sentido parar agora.
A Raquel deu um passo à frente, a voz baixa e embriagada de tesão:
— Então fala direito, Carol. Pede.
A Carol mordeu o lábio inferior, ainda vermelho e inchado da chupada, e repetiu, mais alto, olhando nos meus olhos:
— Marcelo… come meu cu. Por favor.
A Carol ainda estava me encarando quando a Raquel se aproximou por trás dela, segurou os ombros da amiga e falou baixo, mas alto o suficiente para todos ouvirem:
— Então ajoelha. E pede de novo.
A Carol obedeceu. Desceu devagar, as pernas ainda trêmulas, e ficou de quatro no meio da sala, bem perto da poça de mijo que ainda brilhava no chão. A mini saia subiu sozinha, deixando a bunda completamente exposta. Ela olhou por cima do ombro, o rosto vermelho, os olhos brilhantes de vergonha e tesão, e repetiu, a voz embargada:
— Marcelo… come meu cu. Por favor.
O Guto soltou um som baixo, quase um gemido de dor. Ele estava de pé, o pau marcado na calça, as mãos fechadas com força. Eu vi o conflito inteiro no rosto dele: ciúme, tesão, derrota e excitação se misturando de um jeito que doía.
A Raquel se ajoelhou ao lado da Carol, passou a mão na bunda dela e abriu as nádegas com os dois polegares, expondo o cuzinho rosado, apertado, que se contraía com nervosismo.
— Olha, Marcelo… Ele está pedindo. Não faz ela esperar.
Eu me aproximei. Ajoelhei atrás da Carol. O cheiro dela subia forte: suor, perfume, o residual de porra na boca e o tesão puro entre as pernas. Passei o polegar no cuzinho dela, sentindo o músculo tremer. Cuspi. A saliva escorreu devagar. Enfiei o polegar até a primeira junta. Carol gemeu alto, a testa encostando no chão.
— Porra… — ela sussurrou. — Vai devagar…
Eu tirei a bermuda. O pau estava tão duro que doía. Posicionei a cabeça contra a entrada apertada. A Raquel segurou as nádegas da amiga bem abertas e falou no ouvido dela:
— Relaxa. Deixa ele entrar. Eu quero ver você sendo arrombada.
Empurrei.
No começo o cu da Carol resistiu. A cabeça do meu pau ficou presa, esticando o anel rosado. Ela soltou um gemido longo, sofrido, misturado com prazer. Eu continuei pressionando, devagar, sentindo o músculo ceder milímetro por milímetro. Quando a cabeça finalmente passou, Carol gritou contra o chão:
— Aih… caralho… está grande…
Eu parei, deixando ela se acostumar. O calor dentro dela era absurdo. Aperto absurdo. Eu olhei para o Guto. Ele estava masturbando o pau por cima da calça, os olhos vidrados, a respiração descompensada. A Raquel sorria, a mão já dentro da própria calcinha.
Empurrei mais.
Centímetro por centímetro. O cu da Carol foi engolindo o meu pau com dificuldade, o anel esticado ao máximo ao redor da grossura. Quando enfiei até a metade, ela estava tremendo inteira, os seios balançando, a baba escorrendo no chão. Eu segurei a cintura dela com as duas mãos e continuei.
— Mais fundo — a Raquel mandou, a voz rouca. — Enterra tudo.
Eu obedeeci.
Com uma estocada lenta e firme, enterrei o pau inteiro no cu da Carol. As bolas bateram contra a buceta dela. Ela soltou um grito abafado, o corpo inteiro se contraindo. O aperto era tão forte que eu quase gozei ali mesmo. Fiquei parado, sentindo as contrações dela ao redor do meu pau, o calor, a pressão.
— Me fode — ela pediu, a voz quebrada. — Me fode o cu, Marcelo…
Eu comecei a me mover.
Devagar no início. Tirando quase tudo e enterrando de novo. O barulho era molhado, obsceno. A Carol gemia sem parar, a testa no chão, a bunda empinada, empurrando de volta contra mim a cada estocada. A Raquel se posicionou na frente dela, abriu as pernas e puxou a cabeça da amiga para a sua buceta.
— Chupa enquanto ele te fode.
Carol obedeceu. A língua dela começou a trabalhar na buceta da Raquel enquanto eu acelerava o ritmo. As estocadas ficaram mais profundas, mais fortes. O cu dela já aceitava melhor, mas ainda apertava de um jeito delicioso. Eu olhava para baixo e via o anel rosado esticado ao redor do meu pau, entrando e saindo, brilhante de saliva.
O Guto não aguentou. Tirou o pau para fora e se aproximou, ajoelhando ao lado da esposa. Carol tirou a boca da buceta da Raquel só o suficiente para virar o rosto e engolir o pau do marido. Agora ela estava sendo fodida nos dois buracos da frente enquanto eu arrombava o cu dela por trás.
Eu metia com força.
O barulho de pele batendo em pele enchia a sala. A Carol gemia ao redor do pau do Guto, a saliva escorrendo. A Raquel se masturbava olhando tudo, os olhos escuros de tesão. Eu sentia o orgasmo subindo rápido demais.
— Vou gozar — avisei, a voz rouca.
— Dentro — a Carol pediu, tirando a boca do pau do marido só por um segundo. — Goza dentro do meu cu.
Eu agarrei a cintura dela com força e enterrei até o fundo. O gozo veio violento. Jatos quentes e grossos enchendo o cu apertado da Carol enquanto ela tremia e gemia alto. Eu continuei metendo enquanto gozava, empurrando a porra ainda mais fundo.
Quando terminei, saí devagar. O cu dela ficou aberto por um segundo, o anel rosado latejando, e a porra começou a escorrer imediatamente, escorrendo pela buceta e pingando no chão.
A Carol desabou de lado, ofegante, o corpo inteiro suado e tremendo. A Raquel se aproximou, passou o dedo na porra que escorria do cu da amiga e levou à boca, chupando.
O Guto estava de joelhos, o pau ainda duro, olhando a esposa com uma mistura de choque e desejo absoluto.
Nenhum de nós falou nada por um longo tempo.
Só o som da respiração ofegante e o cheiro forte de sexo, mijo e porra preenchendo a sala