Meu nome é Rafael, 32 anos. Minha esposa se chama Larissa, 29. Estamos casados há quatro anos e ela está no sexto mês de gravidez do nosso primeiro filho. A barriga já está bonita e redonda, os seios ficaram maiores e mais sensíveis, e o tesão dela explodiu de um jeito que eu nunca tinha visto.
Larissa sempre foi safada, mas grávida virou outra mulher. Acordava no meio da noite se esfregando em mim, pedia para ser comida de manhã, de tarde e de noite. Eu dava conta a maior parte do tempo, mas nos últimos dias estava estourado de trabalho e chegava em casa morto.
Foi nesse cenário que meus três irmãos apareceram.
Bruno, 34 anos, o mais velho, divorciado, corpo forte e pau grosso.
Thiago, 30 anos, solteiro, o mais alto e o mais bem dotado dos quatro.
E Caio, 27 anos, o caçula, magro, safado e sem nenhum filtro na boca.
Eles vieram passar o fim de semana na nossa casa porque a mãe estava viajando. Eu avisei Larissa, ela disse que não tinha problema. Eu não imaginei o que ia acontecer.
Na sexta à noite, depois do jantar, eu caí no sofá exausto. Larissa estava de shortinho e blusa curta que não cobria a barriga. Os seios pesados marcavam o tecido. Meus irmãos não disfarçavam o olhar.
Eu acabei dormindo ali mesmo.
Acordei no meio da madrugada com gemidos baixos vindo do quarto. A porta estava entreaberta. O que eu vi me fez ficar duro na hora e com o coração na boca.
Larissa estava de quatro na cama, a barriga pendurada, a bunda empinada. Bruno estava atrás dela, o pau grosso enterrado fundo, segurando a cintura dela com força. Thiago estava na frente, o pau longo sumindo na boca dela. Caio estava deitado embaixo, chupando os peitos inchados e sensíveis enquanto masturbava.
Larissa gemia abafado, babando no pau de Thiago, rebolando para trás no pau de Bruno.
— Mais fundo… porra… eu preciso tanto — ela falava entre gemidos.
Eu fiquei parado na porta, o pau latejando. Parte de mim queria entrar e gritar. A outra parte, maior, só queria assistir.
Bruno olhou para mim e sorriu de canto, sem parar de meter.
— Acordou, mano… sua mulher tava se esfregando em mim no sofá. Falei que só se você pudesse ver. Ela aceitou.
Larissa virou o rosto, a boca ainda cheia do pau de Thiago. Os olhos dela estavam vidrados de tesão. Ela não pediu desculpa. Só estendeu a mão para mim.
— Vem… me olha enquanto eles me comem. Eu preciso.
Eu entrei. Sentei na poltrona no canto do quarto e tirei o pau para fora. Meus três irmãos continuaram.
Bruno fodeu Larissa com força, as estocadas fazendo a barriga balançar e os seios baterem na cara de Caio. Toda vez que ele acertava fundo ela gemia alto e pedia mais. Thiago segurava a cabeça dela e fodia a boca com calma, o pau brilhando de saliva. Caio chupava e mordia os mamilos escuros e sensíveis até ela tremer.
Quando Bruno estava perto de gozar, tirou o pau e jorrou nas costas e na bunda dela. Thiago saiu da boca e gozou nos peitos. Caio se ajoelhou e gozou na barriga redonda.
Larissa, ainda de quatro, ofegante, olhou para mim e falou:
— Agora você. Me come com a porra dos seus irmãos escorrendo.
Eu não aguentei. Entrei nela de uma vez só. A boceta estava quente, mole e encharcada. Enquanto eu metia, Bruno e Thiago já estavam duros de novo. Caio se posicionou na frente e ela voltou a chupar.
A noite inteira foi assim.
Eles se revezavam. Eu assistia e participava. Larissa gozava várias vezes, a barriga suada, os seios marcados de chupão, a boceta e a boca sempre ocupadas. Em determinado momento ela estava deitada de lado, um irmão na boceta, outro no cu (com muito cuidado e bastante lubrificante), e o terceiro na boca. Eu só filmava e batia punheta.
No sábado de manhã o quarto cheirava a sexo. Larissa acordou primeiro, ainda nua, a barriga brilhando de porra seca. Ela olhou para os quatro homens na cama e sorriu cansada.
— Eu ainda estou com tesão…
Bruno puxou ela para cima dele e enfiou de novo. Thiago se ajoelhou atrás e começou a abrir o cu dela com a língua e os dedos. Caio ofereceu o pau na boca. Eu fiquei só olhando, o coração acelerado e o pau duro outra vez.
O fim de semana inteiro foi uma putaria sem pausa. Minha esposa grávida, cheia de hormônio e tesão, foi usada pelos meus três irmãos de todas as formas possíveis. Eu assisti, participei e, no fundo, gozei mais forte do que nunca vendo ela se entregar daquele jeito.
No domingo à noite, quando eles foram embora, Larissa estava deitada na cama, as pernas abertas, a boceta vermelha e inchada, a barriga marcada de porra e saliva. Eu me deitei ao lado e passei a mão na barriga dela.
— Você se arrepende? — perguntei.
Ela virou o rosto, os olhos ainda brilhando, e respondeu com honestidade:
— Não. Eu precisei. E eu quero de novo.
Eu beijei a boca dela, ainda com gosto dos meus irmãos, e senti o pau endurecer mais uma vez.
A gravidez tinha transformado minha esposa numa puta insaciável.
E meus irmãos tinham acabado de descobrir isso.
Se quiser continuar com mais noites, detalhes de posições específicas, ou o que acontece depois que o bebê nascer, é só falar.