Para os leitores que me acompanham, já sabem que eu sou um escritor viciado em tomar no cu. Embora democrático para ser lido por qualquer um, é bom entender que esse texto foi escrito por um homossexual. Iniciaria dizendo que muitos homens e mulheres não vão gostar de anal. No primeiro tópico abro com a prerrogativa sobre a anti-natureza do anal. Essa não será a razão de impedimento para os amantes de tomar no cu, ela é parte do apelo e do prazer em ser enrabado. A perversão anal é parte do amor por ser arregaçado.
Tópico 1: a anti-natureza anal
O sexo anal não é natural, é sexo hedonista depravado voltado para o prazer. Sexo anal é tornar parte do seu aparelho digestivo em objeto sexual. Culturalmente e em muitas religiões sexo natural é somente o sexo reprodutivo, aquele pau fértil em buceta fértil. Até mesmo o sexo heterossexual em inférteis pode ser considerado não natural porque não é como ocorre na natureza para reprodução. Sendo assim, apesar de “não naturais”, “naturalizamos” muitas coisas como o sexo infértil.
Essa desnaturalidade se manifesta no anal quando pensamos sobre o deslize penetrante em um buraco dedicado a cagar. A anatomia humana tem um ponto de entrada para comida e um de saída para as fezes, funções dedicadas para tais finalidades que não deveriam ser modificadas. Entretanto, o corpo humano sente prazeres pérvios. Sentimos prazer ao evacuar por estarmos aliviando uma região que não é programada para ser entupida por muito tempo ou para grandes armazenamentos de dejetos. Sentimos prazer nas regiões erógenas da área e sentimos prazer no deslize e nas contrações expulsando os dejetos. Um movimento de saída natural contraposto ao movimento de entrada sexual pervertida. E mesmo assim sentimos prazer.
Tópico 2: A superfície anal
No primeiro ponto de entrada temos a bunda e o ânus em si. Seja uma pegada no bumbum com suas terminações nervosas e apreciação das nádegas, há prazer na região da bunda em si. Nada aponta para o anal se o prazer está na bunda, na pele e somente no toque. A superfície anal propriamente dita, o anel do cu, é a primeira fase do contato anal. Alguns se perdem e ficam nela, gostam de uma língua ao redor e a massagem desinteressada em penetração. Sentem as terminações ali na entrada e satisfazem-se com elas. Para outras, um dedo fino em um fio terra ou uma entrada de uma língua bastam. Na superfície estimulada, no toque penetrante mais superficial da próstata, mora o prazer inicial do anal. Muitos se contém nele. Eu não.
Tópico 3: o início da perversão anal
Eu brinquei com a superfície anal desde pequeno. Ela não foi o bastante. A grande maioria dos meninos e pessoas começam as atividades sexuais se masturbando por punheta ou siririca, eu comecei pelo cu. Minha perversão anal estava em naturalizar o não natural, na ordem de ser natural o anti-natural. Eu socava coisas no meu ânus penetrando todo tipo de objeto nele para praticar a masturbação anal. Ficava horas dedando, abrindo, arregaçando. Enquanto os outros massageavam seus paus ou bucetas, eu me acostumei a passar horas socando no meu cu com muita excitação.
Fui descobrindo os prazeres de estimular e esticar meu ânus, as contrações e as sensações internas deliciosas para mim. Aconteceu bem antes da primeira vez que gozei pelo meu pau. Soquei objetos nesse meu buraco traseiro até chegar em garrafinhas de desodorante e deslizar tudo bem forte para provocar contrações anais poderosas. Meu cu chegava nesse ápice que chamo de orgasmo puramente anal, as contrações fazendo meu cu querer expulsar tudo enquanto minha pica, sem nenhum toque, babava de tesão somente no cu.
Novamente, essa penetração e desejo traseiro não é para todos. Há uma série de coisas que impedem e nem todos, mesmo aqueles que dão o cu, vão gostar de verdade da realidade. A realidade é que o cu é feito para cagar. O ânus faz uma série de movimentos para ejetar coisas. Ele contrai, puxa, morde. Durante o sexo anal, as sensações anais vão estar próximas de se sentir entupido, de sentir os deslizes e as ardências estimulando tudo. A sensação é de incômodo, de abrir algo que não era para estar sendo arrombado. Elas se juntam às contrações naturais do reto e do cólon de uma maneira deliciosa. No ápice de tudo, o ânus puxa sem parar com vontade de se esvaziar nessas contrações bem fortes que provocam sensações semelhantes à vontade de cagar mesmo que tudo esteja limpo. Eu chego a me mijar de tesão me deliciando com esse prazer perverso, chego a escorrer leitinho sem tocar no meu pau. Amo cada segundo desse prazer não natural. Fico perdido num deleite sodomita puxando os beiços do meu cu.
Assim foi quando perdi minha virgindade com meu primeiro namorado. Eu já sabia não ser natural e mesmo assim amei sentir o pau grande dele atolando no meu rabo. Eu gostava da sensação de arrombamento profundo entrando no meu segundo buraco interno, invadindo meu cólon após arrombar meu reto. A pressão me fazia tremer me sentindo completamente entupido no cu. Perdi meu controle anal várias vezes na pica dele, várias vezes tive meu orgasmo de cu sentindo ele metendo. Ele forçava para dentro com meu cu puxando para fora incontrolavelmente até eu esguichar mijo de tanto prazer.
O que chamam de sodomia castigadora, para mim é a certeza do meu amor por tomar no cu até perder o controle dessa parte do meu aparelho digestivo. Embora não natural, é da minha natureza perverter meu rabo até que a sensação anal se tornou perfeitamente gostosa; até que o cu tornou-se minha principal fonte de prazer sexual. Tenho orgulho de dizer que converti, de maneira completa, meu ânus no meu órgão sexual.
Tópico 3: O comedor de cu básico
O comedor de cu é uma ferramenta muito importante para o anal. Infelizmente, muitos comedores de cu têm muitas reservas. Os mais básicos são mais atraídos pela bunda do que pelo ânus. Não conseguem lidar com o fato de que o ânus é a parte final do aparelho digestivo e muitos riscos ocorrem por ser essa a grande verdade anal. Alguns não aceitam as possibilidades de se sujarem e estarem se limpando para entrar novamente. Não aceitam que um cu é um cu.
Boa parte é decepcionante por não estudar a anatomia anal. Não sabem onde termina o reto e começa o segundo buraco interno, o famigerado esfíncter do cólon. Não sabem quando estão penetrando essa parte. Grande parte mal sabe sobre as contrações anais que puxam ou os orgasmos anais que esguicham.
Aos que sabem e aceitam essa natureza do buraco que estão metendo, são a esses que dedico meu ânus em sua completude. Esses comedores admitem que seus receptores estão delirando na perversão do ânus. São eles os melhores manipuladores do meu desespero anal, a eles dedico o prazer de deixar arder até quando não estou aguentando! Permito-lhes estourar meu rabo quando realmente são amantes de cu.
Aos que não têm tanta experiência, mas tem a vontade… Esses eu guio pelo caminho da perversão e deixo disponível meu ânus para o aprendizado. Em suas mãos e suas picas promissoras, ensino o que é o verdadeiro anal até me darem seu leitinho de recompensa. Rebolo como um puto em seus paus e, mesmo gemendo de dor no cu, ensino-lhes que o ânus é o verdadeiro caminho para o prazer. É de enorme satisfação para mim ser o perversor dos comedores de cus interessados na devassidão da sodomia.
Tópico 4: a anatomia anal
É importante entender o cu anatomicamente. O ânus é a entrada, é o anel, é a porta de contato com o mundo. Esse buraco proibido é capaz de ser relaxado com o controle de seu dono. Também é possível relaxar o reto e deixar-se ser penetrado, mesmo que seja bastante dolorido e até insuportável para muitos. Esse tubo, o canal retal, tende a ter entre 14 a 18 cm. Em mim, como sou baixinho (1.62m de altura), o canal é menor. O reto tende por vezes a segurar fezes despejadas pelo cólon. É mais fácil de limpar e de controlar, embora seus movimentos podem ser estimulados, ampliados em poderosas contrações.
Esse tubo não é infinito, ao fim do reto temos um outro anel que o liga ao cólon. O famoso “segundo anel”. É possível respirar para tentar relaxar essa parte, mas a grande verdade é que essa parte age sozinha. Também não é reta, é uma curva praticamente em forma de ‘S’. É maleável o bastante para ser ‘enretada’. Muitos que gostam de tomar no cu não gostam dessa sensação profunda nessa parte.
Eu sou apaixonado por ela. Adoro sentir a pica entrando nesse lugar mais que proibido lá no fundo, adoro sofrer nesse nível de empalamento que estica meu segundo anel interno e é ainda mais anti-natural. A sensação de estar tornando minha curva do cólon em algo reto me deixa molhado de tesão. A pressão é bem mais forte lá, as contrações são tão poderosas que inexperientes se sujam nas primeiras vezes. É preciso limpar mais fundo para deixar meu comedor me atormentar maravilhosamente bem nesse ponto. É o ponto em que o cu definitivamente perde o controle e sempre fico guloso querendo ainda mais bem nesse profundo profano. Não é a toa que peço o pinto todo até as bolas, amo ficar atoladinho sofrendo com o pau rasgando esse meu fundo.
Tópico 6: o anal extremo
Até aqui, estamos nos voltando para proporções anais às quais podem ser correlatas ao pênis. Pintos pequenos, médios e grandes; grossos ou finos; podem alcançar dimensões que chegam até o cólon e que arregaçam cus de maneiras maravilhosas. São os pintos que provocam o meu maior encanto anal, senti-los quentinhos fazendo meu cu arder, indo devagarinho ou brm violento, sempre me deixou mais apaixonado por tomar no cu.
Há outras formas de se sentir prazer anal ainda mais não naturais. Eu estou fadado a ir até os extremos dessa exploração por ser viciado em rasgar meu cu. Desde jovem, mesmo antes de perder a virgindade anal, sempre aumentei os tamanhos dos objetos que iam alargando meu cu. Tornei-me adepto ao fisting, prática que exige mais cuidado. Colocar uma mão inteira em um ânus é uma ação que demanda disciplina, treino e bastante esforço de ambos os lados receptores e arrombadores.
Eu, como perverso anal, não resisti. Aumentei o tamanho dos meus brinquedos até o punho entrar. Lembro-me da primeira vez, a sensação deliciosa do meu buraco sendo levado ao limite quando minha mão inteira entrou. Foi humilhante, mas gozei de pauzinho mole só me deleitando no prazer de ser completamente arregaçado e nas fortíssimas contrações que aquilo provocou. Foi dolorido, foi uma pressão muito intensa. A recompensa de gozar como um puto anal foi perfeita.
Treinei com brinquedos profundos que me ensinaram a amar a pressão, a penetração do meu cólon e o arregaçamento total do meu segundo anel interno. Fui fistado profundamente por braços de comedores de cu, já senti o antebraço no meu rabo e o punho destruindo meu cólon. Sensações e experiências que me fizeram gozar só pelo cu como a vadia anal que sou. E continuo treinando, me dedicando aos prazeres absolutamente devassos incluindo ao prolapso anal, ao gape, ao prazer de expor as paredes do meu cu aqueles que me comem. Entrego de presente todo meu interior aos que comem meu cu.
Tópico 7: o retorno ao depravado início e o verdadeiro comedor de cu
Embora eu tenha experiência com punhos, brinquedos enormes e extremidades; minha maior paixão ainda é o pênis do comedor de cu. Na verdade, ainda mais apaixonante é o pênis do verdadeiro apreciador anal.
Posso contar em anedota: certa vez tive um parceiro cujo tamanho era pequeno e era fino também. Esse homem tinha uma devoção ao ânus impressionante. Ele adorava me arregaçar com brinquedos e me fistar. Me levava aos extremos do anal.
Ele me excitava só de sentir conversando sobre o assunto comigo pois eram muitos os detalhes que ele gostava. Ele gostava da brincadeira anal, das contrações, de explorar e sentir meu cu profundamente.
Muitos poderiam achar que o tamanho do pinto seria problema para um guloso como eu. Nunca foi. Mesmo depois de arregaçado e arrombado em uma sessão, eu implorava pedindo a pica dele. Quando meu cu estava em seu ponto alto de sensibilidade, a piroca, mesmo modesta, me fazia delirar em orgasmos puramente anais. Era a fome dele de cu, ele sabia fazer meu rabo ser escravo dos nossos desejos.
Foram muitas as vezes que nem precisamos de extremo, bastava eu sentar naquele pinto faminto pela minha bunda que satisfazemos os nossos desejos. E eu sentava nele até arder sem parar. Sentava gostoso sem tocar no meu pau e me concentrava no meu cu.
Um verdadeiro comedor de cu, na minha experiência, não se mede pelo tamanho da pica. O verdadeiro comedor de cu se mede pelo desejo e o desenfreio, o verdadeiro apreciador do ânus irá meter com todo amor e sem frescuras. Ele soca a língua e a rola sem distinção entre cu apertado e dilatado, o importante para o verdadeiro comedor de cu é ir contra a natureza. Ele deve ser safado o bastante para querer o buraco errado em sua total verdade, deve amar arregaçar um cu e fazer seu receptor sentir o prazer desenfreado das contrações anais. Independente de tamanho de pica, o verdadeiro amante de comer cu irá adorar os beiços inchados puxando e engolindo a rola e há de fazer de seu receptor um puto devasso perdido na intimidade do grande amor pelo cu.
Fechamento
Fecho meus pensamentos lhes dizendo: anal não é para todos. Anal não é para todos que querem comer ou dar o cu. Anal requer disciplina, treino, desejo, aceitação das sensações e muito esforço. A recompensa é maravilhosa, transformar o cu no principal órgão sexual leva a prazeres imensuráveis para comedores de cu e para amantes de serem enrabados.
Há apenas um grupo seleto de pervertidos anti-naturais que apreciam a verdadeira natureza devassa e sem pudor da realidade que é o sexo anal. Espero inspirar outros pervertidos a se aprofundarem na penetração do buraco errado porque sei que há outros por aí que adoram levar no cu como eu. Quem gosta de ser arrombado no ânus sempre será mais especial, seremos nós os mais putos e devassos tendo as maiores experiências de prazer pervertido. Também espero ter inspirado os comedores de cu e os homenageio lhes dizendo que meu ânus é seu e sempre estará pronto para ser violentado por verdadeiros amantes do anal.
