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Uma viagem inesquecível - fazendo da minha filha, uma mulher

Um conto erótico de carlosoleitor
Categoria: Heterossexual
Contém 5294 palavras
Data: 19/08/2026 18:18:38

Olá a todos.

Esse é o meu primeiro relato e provavelmente será o último. Apesar de ser um amante da leitura, especialmente de textos eróticos, não tenho tantas histórias para contar, exceto a que irei relatar aqui, uma sequência encadeada de eventos.

Eu me chamo Carlos, tenho 46 anos de idade, sou casado desde os 17 e amo muito minha esposa. Quando nos casamos ela, Maria, tinha 16 anos e fomos "forçados" a nos juntar por conta da sua gravidez.

Sempre me considerei um homem bonito, tenho 1,80m sou moreno, cuido bastante do meu corpo e da minha mente. Na época em que conheci minha esposa, estava iniciando minha vida sexual, vivendo intensamente, mas puxei o freio de mão quando o casamento chegou. Desde então, venho sendo fiel a minha mulher por um bom tempo, exceto por um dificil mês.

Dessa gravidez nasceu Ana, minha amada filha, uma moça que herdou a beleza da mãe e meu rigor com os cuidados. Sempre foi uma menina encantadora e inteligente e eu sempre soube que isso me causaria problemas num futuro.

Dada a apresentação, chegamos ao momento em que tudo se desenrolou:

Cerca de 10 anos atrás nós estávamos num dilema muito duro para qualquer família. Ana queria se mudar para Maceió (somos de SP) pois tinha passado num vestibular na federal de lá. Algumas amigas já moravam naquela cidade e estavam tentando convencer minha filha de fazer o mesmo, mas sua mãe e eu relutavamos.

Quando chegou a época da matrícula, Ana nos pediu que fossemos até a cidade para conhecer a universidade, as amigas com quem ela viveria e ver se daríamos essa chance a ela. Como seu curso seria integral, ela ainda precisaria do nosso apoio financeiro por um tempo, por isso essa necessidade de aprovação.

Minha esposa, atarefada e sem muita opção, pediu que eu fosse com ela, que avaliasse o que eu achava dessa ideia e que o que eu decidisse seria o ponto final da história. Como não planejamos da maneira correta, comprei nossas passagens de ida muito caras, então marquei as de volta apenas para dali 1 mês. Eu trabalhava com tecnologia para uma empresa estrangeira, então não seria problema aproveitar esse tempo lá.

Conversei com Ana e expliquei que iriamos inicialmente para um hotel e depois poderíamos rever a decisão, seria 1 mês em que eu poderia a ajudar nos compromissos e na adaptação a nova vida longe de nós.

Chegando em Maceió ficamos apenas 3 dias no hotel. No terceiro fomos visitar as amigas da minha filha e conhecer a casa onde elas moravam. Era uma casa enorme e o quarto que seria de Ana já estava pronto para ela, então decidimos passar o resto do mês por lá mesmo, até para ajustar os detalhes finais.

Contando Ana, eram 7 garotas no total. Todas colegas de Ensino Médio e na mesma faixa etária. Meninas tranquilas e simpáticas, super bem educadas e prestativas comigo. Mas, dentre elas, duas se destacavam, Alice e Jo (não sabia seu nome completo). Duas loiras muito bonitas, rostinhos angelicais, corpos perfeitos (Alice era mais voluptuosa, cheia de curvas, enquanto Jo era mais 'surfistinha'), mulheres que, como minha filha, chamariam atenção em qualquer lugar. Eu me considero um cara bem discreto, mas o instinto masculino me fez secar as duas desde que cheguei.

Os dias foram passando e algo acendeu em mim, um interesse que eu nunca havia sentido. Aquele tanto de mulheres, só eu de homem. Não sei se era isso, mas mexia comigo. Como eu sou um cara novo, as acompanhava em quase tudo, parecia um segurança das moças em alguns momentos, mas elas pareciam gostar de me ter por perto. Em algumas idas a praia, Alice me pedia ajuda com seu biquíni, ou protetor, parecia querer algo comigo, mesmo eu tentando passar a imagem de casado inabalável.

O problema é que não dá pra resistir tanto tempo, ainda mais naquela situação, mais de uma semana sem transar.

Completada uma semana que estávamos na casa das amigas, varias delas saíram para seu compromisso diário e eu fiquei com minha filha, Alice e outra moça em casa. Quando o silêncio tomou conta e eu percebi que cada uma estava em seu próprio mundinho, aproveitei para ir dar uma aliviada na tensão. Cheguei a mandar mensagem para minha esposa, mas ela estava em horário de expediente. Então, comecei a me masturbar sozinho mesmo. Fechei os olhos, de pé em frente a pia do banheiro social e comecei a pensar sacanagens.

Inexplicavelmente, Alice e Jo vinham a minha cabeça. Eu tentava pensar em outra coisa, focar em outro alguém, mas não funcionava. E, pra minha surpresa, meu pau parecia mais duro sempre que eu pensava nelas. Fui deixando esse desejo me tomar, fui me entregando a isso, mas fui cortado repentinamente.

A porta se abriu de uma vez só e minha filha me viu naquela situação. O constrangimento foi instantâneo, eu não sabia onde enfiar a cara.

• Desculpa, desculpa, pai. Perdão...

Ela foi falando isso e fechando a porta, me deixando naquela situação péssima. Eu tranquei assim que ela saiu e fiquei sentado no chão do banheiro pensando naquilo. Só saí quando alguém bateu na porta para saber se eu estava bem.

No dia seguinte, ainda sem termos trocado uma palavra sobre o acontecido, minha filha veio avisar que tudo estava certo com a matrícula e que as meninas queriam ir a uma boate naquela noite. Eu pensei em ficar em casa, mas não queria me afundar naquele poço de chateação, então disse que iria com elas.

Se a loucura de esperar por duas mulheres se arrumando já é grande, com 7 é ainda pior. Mas deu tudo certo e lá pelas 21h já estávamos no lugar planejado. Não sou muito de ouvir funk, mas confesso que aquele lugar me deixou um pouco mais animado.

Tomei umas cervejas e fiquei quase todo o tempo sentado na mesa enquanto elas iam para a pista curtir. Já pela madrugada e com quase todas meio altas, elas vieram até mim sorrindo chamando para que eu as acompanhasse numa música. Meio sem jeito eu aceitei e Ana sentou na mesa com outras duas meninas e ficou assistindo tudo.

Na pista as coisas começaram calmas, mas foram esquentando. Eu seguia sem ter me aliviado por um bom tempo e acabei ficando mais excitado com a situação do que eu poderia imaginar. Alice, Jo e mais duas novinhas lindas rebolando em mim, se esfregando sem nenhuma vergonha. Eu ia me envolvendo, passando a mão nelas e elas iam retribuindo.

Até que Alice veio para as minhas costas e me abraçou, Jo ficou bem na minha frente e forçou o rabo contra mim, as outras duas ficaram interagindo entre elas. Aí Alice deu um beijinho no meu pescoço e meu autocontrole se perdeu. Minha rola endureceu imediatamente e, quando sentiu isso, Jo fez força para atrás, deixando-a 'entrar' em sua bunda.

O mundo ao redor pareceu parar pra mim, só queria saber da dança com aquelas duas. Alice ficava esfregando as mãos em mim e os fartos seios contra minhas costas e Jo rebolava encaixada no meu pau, no ritmo da música. Quando aquele momento acabou, eu sentia minha cueca toda melada, meu coração palpitava muito e uma vontade de comer as duas tinha tomado conta de mim.

Apesar disso, me segurei por um momento e voltei para a mesa. Chegando lá, minha filha meio alta veio falar comigo.

• Papai, eu sei que você tá interessado naquelas duas.

Eu ri tentando deixar a conversa morrer, mas ela seguiu.

• E a Alice também está, desde que eu contei o que eu vi no banheiro.

Eu tomei um susto quando ela disso isso, ela sorriu da minha cara e ficou me encarando. Me levantei da mesa e arrastei Ana até a parte de fora para termos uma conversa.

• Tá maluca, filha? Como você conta uma coisa dessas para as meninas?

• Relaxa, pai, elas não se surpreenderam. Você é um homem e está a mais de uma semana sem transar, normal fazer isso.

• Porra, Ana, não importa! Isso é constrangedor. E se sua mãe ficar sabendo de uma coisa dessa?

• Já falei pra relaxar. Vamos fazer o seguinte, o que acontecer aqui em Maceió, fica em Maceió.

• Você deve ter bebido demais mesmo, perdeu o juízo!

• Eu tô altinha mesmo. E meio safada também.

Ana disse isso e voltou pra dentro, eu tomei um ar e fiz o mesmo. Chegando lá, a procurei e vi ela aos beijos com um cara, então fui me sentar na mesa, que agora estava vazia.

Fiquei tentando organizar a cabeca, os raciocínios, mas não dava. O que passava na cabeça da minha filha pra falar aquilo pra amiga? E pra mim?

Eu entendi ali o motivo do ânimo de Alice ao dançar comigo, talvez Jo também soubesse. E, pra piorar, eu estava me esfregando nelas, com o pau duro e cheio de vontade.

Depois de uns minutos de solidão, Alice veio até a mesa.

• Tá tudo bem, sr. Carlos?

• Tá sim, Alice. Estou ótimo.

Ela se sentou ao meu lado e foi se aproximando.

• Que bom. Ficamos muito felizes de vocês estarem esses dias com a gente.

• Espero que eu não esteja incomodando vocês, sei que não é comum alguém mais velho e homem dividindo a rotina da casa.

• Relaxa. O sr nem é tão mais velho assim. E é até divertido ter um homem cuidando de nós. O problema é a competição.

• Competição?

Fiquei sem entender o que ela disse, mas só nessa hora percebi que ela estava bem colada em mim.

• Assim. Um homem pra 7 mulheres entende? Todas vão competir pela sua atenção.

Eu dei uma gargalhada e respondi:

• Que nada. Vocês são moças lindas, estão cheias de homens atrás, eu aposto.

• Verdade. Mas, todos eles já são nossos mesmo. Você não. E quem ficar com o senhor vai ser a mais gostosa, não é?

Fiquei em silêncio encarando aquela linda mulher, falando essas coisas sem um pingo de pudor e com um sorriso bonito e safado no rosto.

• Me tira duas dúvidas, sr Carlos?

• Claro.

• Ontem o sr estava se masturbando pensando na sua esposa?

Eu fiquei incrédulo com a pergunta, sabia o que eu devia dizer, mas não consegui.

• Nem precisa falar nada, sua cara já respondeu. - ela gargalhou e aproximou o rosto do meu - E agora a pouco, aquele pau duro. Foram as minhas mãos ou o rabo da Jo?

Eu me mantive em silêncio, tentando processar tudo, sem saber direito o que fazer. Francamente, a vontade era agarrar aquela loirinha ali mesmo e foder ela com todo o desejo do mundo, mas eu não podia.

• A gente vai daqui a pouco pra casa, tá?

Ela se levantou e foi até as outras meninas, elas conversaram um pouco e voltaram em grupo para encerrar a noite. Ana dormiu no meu colo dentro do carro. Eu fui o último a sair pois precisava carregar ela. E enquanto andava até o quarto, Alice se aproximou.

• Estou indo pro meu quarto, tá? Deixa ela lá e vai me ver. Prometo fazer valer a pena.

Deitei minha filha na cama e fui arrumando ela. Quando terminei, ela deu uma despertada e me chamou para deitar também.

• Papai?

• Oi, Ana.

• Você me perdoa?

• Claro, filha, tá tudo bem.

Eu deitei um pouco com ela, mantendo certa distância pois estava de pau duro antevendo o que viria com Alice dali a alguns minutos. Mas Ana veio se ajeitando até ficar no meu colo, apoiou a cabeça no meu peito, cruzou una perna por cima de mim e se aconchegou. Não deu pra disfarçar nessa hora.

Eu fiz um cafuné nela, na esperança de ela adormecer outra vez. Mas ela seguia ativa. Veio se arrumando e 'escalando' meu corpo, até ficar deitada em cima de mim, com as pernas abertas e com o quadril alinhado ao meu.

• Pai, você tá com o pinto duro.

• Desculpa, filha. Não é por mal.

• Você quer comer a Alice e a Jo né?

• Ana, para de falar essas bobagens, já disse.

Apesar de repreende-la, meu pau continuava duro, até dando umas pulsadas. Ela estava com o rosto virado para o lado, mas se apoiou no meu dorso e levantou um pouco. Quando fez esse movimento, deu uma leve escapada e sua bucetinha encostou no meu pau.

• Você vai comer qual delas primeiro?

• Cala a boca, Ana. Vou acabar te proibindo de ficar aqui.

Ela voltou a abaixar e encostou a boca na minha bochecha. Ana fazia movimentos bem discretos com o quadril, encostando e roçando a buceta no meu volume.

• Não vai não. Fala pra mim, papai? Conta esse segredo para sua filha. Nós somos amigos não é?

• Claro.

• Então. - ela se apoiou e afastou o rosto do meu, começou a rebolar intensamente esfregando a buceta no meu pau. - Conta pra mim, vai? Só o nome.

• Alice. Ela está me esperando pra comer ela.

Ela parou de se mexer e foi para o lado na cama.

• Tá bom, pai. Vai lá, juro que não vou contar pra ninguém.

Ela se arrumou e foi ficando quieta até parecer ter adormecido. Nunca tinha visto minha filha daquele jeito. Ela bebia, mas não falava essas coisas, ou ficava alterada daquela maneira. Confesso que pensei em nem sair e ficar ali me esfregando nela, mas a culpa de ir me aliviar na amiga parecia menos ruim, então saí do quarto.

Quando cheguei ao quarto de Alice, ela estava apenas com um abajur aceso. O jogo de sombra e luz que ela tinha criado me fazia ver partes de seu lindo corpo já completamente nu. Seu cabelo loiro reluzia diferente e eu já tinha chegado ao limite. O álcool e o tesão me fizeram pular de vez naquele mar de luxúria e aceitar que eu precisava fazer aquilo.

Encostei a porta e fui andando até a beira da cama. Tirei minhas roupas e acenei para que ela viesse até mim. Alice se aproximou engatinhando sobre a cama, lentamente. Quando chegou até mim, ficou apoiada nos joelhos e eu a agarrei para um longo e quente beijo. Esfregando nossos corpos um contra o outro e fazendo o clima esquentar ainda mais.

• Você é a primeira mulher diferente que como desde que me casei.

• Vou te fazer desejar se mudar para Maceió e me ter como sua amante.

Ela se desvencilhou dos meus braços e se abaixou até o meu pau. Encaçapou minha rola na boca com uma maestria enorme. Num movimento só, estava tudo dentro. Enquanto me mamava eu pensei que de fato não seria ruim ter aquela novinha gostosa pra mim outras vezes.

• Que pau gostoso... - entre beijos e chupadas, ela ia se declarandogrande... hmmm... grosso... melado.

Eu segurei firme seus cabelos e comecei a ajudar com a penetração, fazendo ela engasgar um pouco, mas soltar sorrisinhos de satisfação.

A vontade que dava era gozar na boca daquela safada, mas podia esperar mais um pouco, queria comer sua bucetinha.

Tirei o pau de dentro da boca dela e mandei que ficasse de quatro para mim. Ela deixou os joelhos no limite do colchão e se empinou bem, com as costas bem arqueadas. A buceta dela estava ao meu alcance, toda exposta e eu aproveitei.

Coloquei a cabeça com certo pudor, mas assim que ela entrou, enterrei o resto sem cerimônia. Juntamente a isso comecei a meter firme nela, com as mãos segurando firme em sua cintura e tentando aproveitar cada centímetro do meu pau no entra e sai. No começo ela deixou escapar alguns gemidos, mas logo depois enterrou o rosto no colchão, se agarrando as fronhas para não fazer barulho.

Quanto a mim, não tinha nenhum receio. Aquela cadela me levou até ali e eu ia fazer valer a pena. Dei uns bons tapas em sua linda bunda e fui aumentando o ritmo até sentir seu corpo estremecer.

Ela se empinou mais e ficou parada, levantou o rosto para olhar pra mim enquanto gozava, uma visão dos deuses. Quando o ápice passou, ela se jogou para a frente e ficou deitada na cama. Eu seguia de pau duro e em pé esperando ela se recuperar.

Levou uns minutos, mas ela voltou a levantar e veio me beijar outra vez.

• Meu pau tá duro ainda.

• Espera só um pouco, gato. Fico sensível demais depois de gozar.

• Nada disso, cachorra. Tô pra explodir. Você não queria um macho de verdade? Agora se vira pra me aliviar. Deita de costas.

Ela sorriu mordendo os labios, então deitou na cama.

Eu me agachei e dei um beijo na sua boca, segurei seus cabelos por baixo e avisei:

• Vou foder sua boquinha.

Ela se ajeitou e abriu a boca, com a língua toda pra fora. Eu me abaixei e coloquei a cabeca do pau na boca dela e enquanto ela ia trabalhando, fui descendo e penetrando até a garganta. Ela engasgava, mas continuava firme em sua missão. Comecei, então, o vai e vem na boquinha dela, que parecia animada com aquilo e se agarrava na minha coxa.

Apesar da vontade de meter com toda a força eu me controlei, já estava no meu limite também. Deixei o primeiro jato de porra voar na sua garganta, então fui tirando e me masturbando, fazendo o resto ir caindo no seu rosto e seios.

Mal terminei e já me vesti. Alice ficou parada na cama, com a boca ainda aberta e toda melada com meu sêmen.

Voltei rapido para o meu quarto, satisfeito, mas com alguma culpa. Me deitei de forma mansa para não acordar minha filha, mas não foi possivel.

• Pai?

Ela perguntou já virando para mim.

• Oi, amor. Pode dormir. Vou ficar quieto.

Ela se aproximou e se agarrou a mim como antes, ergueu a cabeca na minha direção e me encarou um pouco.

• Ela é bonita?

• É, filha. Uma moça muito bonita.

• Mais que a mamãe?

• Claro que não, amor.

• Mais que eu?

• Não, filha. Você e sua mãe são as mulheres mais lindas do mundo.

Ela foi se apertando um pouco mais em mim, ainda sem dar sinal de que iria descansar.

• E ela faz sexo do jeito que você gosta?

• Ana, para com isso, por favor.

• Só responde, pai. Já estamos aqui mesmo.

Eu suspirei, mas segui.

• Sim, ela faz sexo de um jeito bom.

• Você também deve ser bom. Eu ouvi alguns gemidos dela.

Eu deveria estar constrangido nesse momento, mas confesso que me excitou.

• A mamãe é boa na cama?

• É maravilhosa.

Sua mão que estava repousando no meu peito foi descendo devagar.

• Quem é melhor?

• Sua mãe, Ana. Sua mãe.

• Você acha que um dia eu vou ser boa igual a Alice e a mamãe?

Eu estava respirando mais e mais pesado e sentia seus dedos descendo lentamente para baixo.

• Não sei, filha.

• Você podia me ensinar o jeito que você gosta. Pra eu ficar boa também.

• Tá louca, Ana?

Foi aí que ela chegou e agarrou meu pau.

• Não, papai. Tô com muito tesão.

Ela começou a mexer de leve, meu pau endureceu rapidamente outra vez, nas mãos da minha filha.

• Eu sou virgem, sabia? O mais perto que cheguei de um pau foi uma punheta praquele namoradinho que o senhor não gostava.

Eu já não sabia mais o que fazer. Estava com muito tesão outra vez e ela me punhetava lentamente, me matando de vontade.

• Ele era doido pra me comer, implorava pra me chupar, mas eu nunca deixei. Ninguém nunca tocou minha bucetinha. Achei que ia dar a primeira vez nessa viagem, quer o senhor me deixasse ficar ou não. Mas, depois do ocorrido ontem, não consegui mais pensar em outra coisa.

Ela enfiou a mão dentro da minha calça e segurou diretamente meu pau, firme e estática.

• Ana, para com isso!

• Não. Você tá com tesão e eu também. Vai deixar sua filha ser deflorada por qualquer idiota? Me ensina a foder gostoso, do jeito que o senhor gosta. Vai ser nosso segredo.

Ela ficou me encarando de forma firme, até eu não resistir mais. Puxei ela até mim e beijei sua boca, com ainda mais desejo do que com Alice. Ana subiu em mim e seguiu o beijo enquanto se esfregava outra vez no meu pau. Agarrei e me levantei na cama com ela, que se pendurou ao meu corpo.

Quando soltamos o beijo, ela ficou me encarando no fundo dos olhos, mas agora sorrindo e mais leve. Deixei que ela descesse do colo e a ajudei a se despir. O corpo dela era muito parecido com o da mãe, mas ainda mais bonito e bem cuidado. Cintura fina, quadril largo, bumbum médio, mas redondinho, seios pequenos e firmes, pele macia e bem branca, barriga e buceta perfeitas. Uma delícia de mulher. E minha filha.

Eu me despi também e, ainda em cima da cama, ela se ajoelhou e agarrou meu pau. Olhou para mim enquanto passava a língua delicadamente nele.

• Me avisa se você não gostar, papai.

Ela comecou discretamente, beijos e lambidas suaves e cuidadosos, depois foi enfiando mais e mais fundo em sua boquinha, punhetando com maestria e massageando as bolas de vez em quando. Não tenho razão para desconfiar que ela tinha mentido, mas não parecia uma novata mamando alguém.

Aos poucos ia criando coragem até para tentar engolir tudo, mas engasgava cedo e parava. Porém, sua saliva foi tomando conta do meu pau até que tudo estivesse bem babado. Ela não tinha nenhum nojinho ou pudor e só parou depois que eu pedi.

• E agora, papai?

• Agora você vai deitar pro papai chupar sua buceta.

Ela rapidamente se pos em posição e eu acompanhei.

• Sempre que qualquer homem quiser transar com você. Exija ser bem cuidada assim, amor.

Comecei com uma passada de língua no seu grelinho e ela gemeu. Fui beijando e lambendo apaixonadamente cada pedacinho dela, babando bem e deixando no ponto. Ela ia rebolando no meu rosto, agarrada firme aos meus cabelos e pressionando mais e mais contra minha cabeça.

Quando senti que ela estava no ponto, eu parei e me posicionei. Coloquei o pau na entrada da sua bucetinha e me inclinei para um beijo. Enquanto beijava ia introduzindo meu pau delicadamente, parando um pouco quando ela demonstrava dor e voltando quando ela relaxava denovo. Sem pressa até estar tudo dentro dela. Ana olhou para baixo e eu mostrei o pau melado de seu sangue.

• Pronto, meu amor. Papai tirou sua virgindade.

• Doeu um pouco, mas é gostoso.

Vai aumentando tá?

Introduzi tudo outra vez e comecei um movimento discreto de vai e vem. Assim como a mae, seu gemido era delicioso, hipnótico. Ela ia gemendo baixinho no meu ouvido, grunia um pouco de dor, mas logo isso passou por completo. Fui metendo com mais liberdade, mas ainda suave nela, até ela mesma pedir mais.

Minha filha é uma puta mesmo, tal qual a mãe. Apesar da dor da primeira vez, não conseguia foder se não fosse forte, então eu atendi seu pedido. Fui metendo mais forte até chegar ao limite dela, eu ainda tinha mais para queimar, mas fiquei com medo.

• Que gostoso... hmmm... isso é gostoso... continua... que eu gozo no seu pau, pai.

Eu firmei meu corpo e dei uma leve aumentada na abertura de suas pernas. Então continuei metendo firme nela, até rla anunciar que ia gozar.

• Acho que tô quase.

• Goza, filha. Goza gostoso.

• Goza comigo, pai? Goza na minha bucetinha?

Não resisti ao pedido, ainda queria segurar um pouco mais, mas gozei gostoso junto a ela. Abafei seus gemidos num beijo, mas não conseguiria segurar mais seus movimentos. Ela enterrou as unhas nas minhas costas e me laçou com as pernas.

Não escapou uma gota de porra pra fora, foi tudo dentro da minha filha. Quando terminei, caí de lado e simplesmente apaguei, exausto.

No dia seguinte, acordei antes dela. No banheiro, enquanto pensava no que tinha ocorrido na noite anterior, resolvi adiantar minha volta pra casa e comprei apenas a minha passagem para a noite daquele dia. Assim que ela acordou, pedi que se vestisse pois iriamos sair, ela obedeceu.

Passeamos pela manhã comprando lembrancinhas para minha mulher, ela super animada e feliz, brincando muito e falando sobre como se sentia bem. No almoço, eu expliquei que aquilo não iria se repetir e que eu estava indo no mesmo dia, que ela poderia ficar com as amigas e estudar. A conversa foi super tranquila e ela foi me explicando o que sentia e o que achava daquilo, até um último combinado:

• Pai, eu sei que o que fizemos não é certo e concordo que morra aqui conosco, mas eu tenho um último pedido.

• Tudo bem, filha.

• Você vai as 23h, certo?

• Sim.

• Eu prometi pra Jo que te encorajaria a fazer sexo com ela. Ela sabe que o senhor fez com Alice e não se importa.

Eu sabia que devia dizer nao, mas não consegui.

• Tudo bem, Ana...

• Tem mais um pedido.

• Tudo bem, faço o que você pedir.

• Tem mais um lugar pra eu perder o cabaço. E quero que seja com o senhor outra vez.

Francamente, eu nunca fiquei tão feliz com o pedido de uma mulher, mas precisava manter a calma. Como tinha dito que faria de qualquer maneira, não tinha caminhos de escapar... aceitei.

Voltamos imediatamente pra casa, estava vazia. Fomos para o quarto como se fossemos namorados, aos beijos e amassos. Chegando la, despi ela por completo e ela fez o mesmo comigo. A luz do dia, com tudo claro, o lindo corpo da minha filha ficou ainda mais evidente. Parecia uma boneca de tão perfeita, qualquer homem ou mulher que a tivesse, seria plenamente feliz e satisfeito.

Ainda de pé e aos beijos, ela segurou meu pau e ficou punhetando. Eu já estava duro, claro, mas parecia que ficava mais a cada movimento dela. Virei ela de costas para mim e a empurrei para que apoiasse os braços na cama. Ela ergueu uma das pernas e, com algum esforço, eu peneirei sua buceta.

Agora sem ninguém em casa, estávamos mais a vontade, bombei sem dó na bucetinha da minha filha, com força aumentando a medida que seus gemidos ficavam mais altos., ela ia gostando e fazendo mais força contra mim.

Percebi que ela gozaria rapido daquela maneira, tentei massagear seu clitoris, mas ela impediu, se desvencilhou de mim e foi até a mala. Voltou com lubrificante nas mãos.

• Você estava mesmo decidida a perder a virgindade aqui né?

• Aham. Só não imaginava que seria tão gostoso e com meu próprio pai.

Ela disse isso e foi se posicionando de quatro na beira da cama. Eu espalhei bem o lubrificante na sua bunda, no meu pau, pincelei a bucetinha para ajudar e só então me posicionei para penetrar seu cuzinho.

Ela suspirou fundo quando sentiu eu encostar a cabeça no seu branquinho. Agarrou firme a coberta e gritou de dor quando a cabeça entrou.

Eu fiquei estático até ela relaxar, então voltei a enfiar bem devagar, com todo o cuidado. Eu sabia que estava doendo nela, mas ela não pedia pra parar, estava firme e decidida.

Quando cheguei aos final, ela mesma começou o movimento de entra e sai, quase imperceptível. Aos poucos ela foi aumentando até que eu assumisse o controle.

• Papai.

• Oi, amor.

• Meu cuzinho tá doendo.

• Quer que o papai tire?

• Não, continua. O seu pau é uma delícia.

Ela começou a se masturbar enquanto eu socava em sua bundinha. Quando o ritmo ficava tranquilo para ela, seu corpo reagia automaticamente ditando a cadência e a força para que eu me acostumasse.

A maior surpresa eu tive quando o movimento chegou no máximo que ela aguentava. Comigo segurando e dando tapas na sua linda bunda, em poucos minutos ela anunciou aos gritos que ia gozar.

• Tô gozando, papai... seu pau tá no meu cuzinho... e eu tô gozando.

O orgasmo mal terminou e ela caiu de cara na cama, ofegante e toda aberta, ainda mais linda que no começo da transa. Seu celular tocou e ela olhou, virou e me entregou o celular.

• Amiga, o que tá rolando aí?

Era Jo, que chegou sem que percebessemos.

• Você sabe, não se faça de desentendida. Mas é segredo nosso. - respondeu minha filha.

• Não julgo, seu pai é gostoso. Manda ele vir fazer o mesmo comigo aqui.

Ela sorriu e me mostrou essa sequência. Eu estava nu e de pau duro, sem saber o que fazer.

• Vamos combinar o seguinte, papai. Vai lá e fode aquela cachorra bem gostoso. Mas tem que ser rápido e o senhor não pode gozar. Vou beber sua porra.

Nem questionei. Mais uma vez naquela viagem, o tesão falou mais alto e eu fui até a amiga da minha filha. No quarto, Jo esperava já nua, provavelmente ciente que eu estava indo. Eu tinha posto apenas uma calça para não andar pelado na casa, tirei e voei para a cama com Jo.

Aos beijos nervosos e quentes, nossos corpos meio que se encaixaram sozinhos e meu pau começou a roçar na buceta dela. Sem pedir licença e de uma vez só, enterrei assim que me coloquei em posição. Jo me apertou firme e mordeu minhas orelhas.

Eu metia sem dó nela, que arregalou as pernas convidando meu corpo para mais.

• Cadela safada. Você e sua amiga são duas putas. Provocando um homem casado.

• Somos né. Vai seu Carlos. Desconta a raiva vai. Me fode igual você comeu sua filha.

Nesse momento eu perdi os escrúpulos, me posicionei para apertar seu pescoco e soquei sem pena nenhuma. Ela sorria enquanto sufocava, mantendo as pernas arreganhadas por todo o tempo.

Quanto a mim, metia com toda a força, quase como se quisesse machucar aquela putinha, que sorria e se deliciava de prazer.

Seu orgasmo foi intenso e demorado, mais espalhafatoso se comparado aos de Ana e Alice. Eu fiquei firme enquanto ela rebolava na gozada, querendo engolir meu pau mais fundo em sua buceta apertada.

Assim como com sua amiga, eu pus minha calça e saí sem avisar, deixando ela ali sozinha. De volta ao quarto com minha filha, ela veio até mim na porta e se ajoelhou me empurrando contra a parede, então abocanhou meu pau.

• hmmm... papai... eu vou... te fazer gozar ca minha boca... hmmm... não importa o tempo que leve.

E não levou muito. Segurando firme seus cabelos eu anunciei meu orgasmo. Ela engoliu bastante, mas não tudo, voou porra em seus seios e rosto, mas ela lambeu nos dedos depois. Quando se levantou, me deu um abraço e um beijo longo, quase apaixonado.

• Pronto, papai. Agora eu sou uma mulher de verdade.

• Verdade, filha. Uma mulher linda e muito gostosa.

Ela sorriu e me deu mais um beijo e um abraço.

• Espero que isso não aconteça, pois estou me sentindo culpada. Mas, se acontecer, sei que vai valer a pena. Você é um homem incrível, pai.

Fiquei sem reação. Eu me sentia culpado também, mas depois da minha esposa, a melhor transa da minha vida tinha sido com Ana, minha filha na flor da idade.

Ela foi se lavar e quando voltou eu já estava vestido. Saí do quarto para me lavar depois e deixei tudo pronto. Consegui jantar mais uma vez com suas colegas e pedi que cuidassem da minha princesa.

No caminho para o aeroporto, recebi mensagens de todas elas, Jo e Alice com coisas mais sacanas, claro.

Envaidecido pela experiência de ter aquelas 3 (especialmente minha filha), acho que voltei mudado. Agora sozinhos, minha relação com minha esposa melhorou muito. De vez em quando recebia coisas picantes das novinhas de Maceió, mas nunca mais tive oportunidade de aprontar com elas.

Como eu disse, minhas aventuras mais diferentes moram aí. Espero que tenham gostado do relato e que os ajude a se inspirar e, quem sabe, matar também seu desejo.

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Comentários

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Parabéns muitos exitante , nota 10 , 3 estrelas

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História bem contada. Podia ter aproveitado melhor a estadia em Maceió. Antecipou a volta só por causa do que rolou com a filha. Não vai ter outras histórias quando elas voltarem por conta das férias???

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