Olá, leitoras e leitoras. Essa é uma história de como eu fui consertar um vazamento e entrei no cano!Eu morava em João Pessoa, em um apartamento alugado de um prédio recém construído, próximo da praia. Todos os dias encontrava diversas pessoas nos elevadores. Algumas eu já conhecia de vista e até nos cumprimentávamos. Uma delas era uma morena parda de olhos verdes, cabelos lisos tipo índia, alta e corpo de academia. Sua voz um pouco rouca era estranhamente sedutora. Sempre que eu a via sozinha no elevador a cumprimentava com um tom provocante, mas me atendo à formalidade.
— Oi vizinha! Bom dia!
— Oi, bom dia!
Um certo dia entrei no elevador ao final da tarde, suado, uniforme sujo de graxa. Estado deplorável devido ao trabalho que tivera na aeronave durante o expediente no aeroporto.
— Oi, vizinho! Tudo bem?
— Oi, vizinha, tudo, cansado do trabalho - respondi, enquanto o elevador fechava as portas.
— Justo hoje que eu ia pedir uma favor. Já que você conserta avião deve saber trocar uma torneira - disse ela, apontando para o uniforme da empresa aérea.
— Sei sim. Posso passar lá mais tarde...
— Vem agora... assim você já se livra de mim e do problema - Rimos, descontraidamente.
As portas se abriram e ela saiu, olhando para trás. Hesitei, mas saí antes que o elevador fechasse as portas. Ela abriu a porta e entrei no ambiente, semelhante ao meu.
— Vem pra cozinha, vou te dar um copo de água gelada.
Entramos no ambiente exíguo. Ela estendeu o copo com o líquido em temperatura refrescante!
— A propósito, sou a Jade - disse ela, estendendo a mão.
— Por causa dos olhos verdes? - perguntei, com um sorriso provocante, enquanto retribuía o cumprimento.
— Sim, são cativantes, não acha?
— Sim, te deixam mais linda! - respondi, piscando os olhos pra ela.
— Obrigada - agradeceu — Essa é a torneira, fica escorrendo o tempo todo - disse, apontando para a torneira da pia da cozinha.
Olhei mais de perto e vi que a torneira, de plástico, havia rachado.
— Você tem outra? Essa estragou.
— Tenho, já comprei.
Ela se abaixou, abrindo a porta do armário da pia, e empinando aquele rabo para mim. A legging desenhava cada contorno de sua bunda. Fiquei duro na hora! Ela se levantou, me pegando no flagra.
— Tá olhando o que? Nem me disse seu nome ainda.
— Júnior - respondi, sem me desculpar.
— Indicativo de que você tem o mesmo nome do seu pai. Nessa idade fica estranho se apresentar assim... Ainda mais um homem desses! - respondeu, me olhando de cima abaixo.
— Marcos, meu nome é Marcos.
— Nome ligado à guerra, segundo os romanos, ou ao apóstolo de Jesus. Nome forte igual a você.
A troca de elogios estava num nível cada vez mais indicativo de tensão sexual. Tirei a parte de cima do uniforme, expondo a camiseta úmida de suor. Jade me entregou a torneira nova e um rolinho de vedarroscas.
— Você tá com cheiro de suado. Precisa de um banho - alfinetou, em tom provocativo.
Não respondi. Estava concentrado. Fechei o registro e troquei a torneira. Abri o registro e fiz o teste.
— Pronto, funcional - minha camiseta estava molhada de suor, moldando meu peito.
— Obrigada! Tá calor aqui, né? - comentou Jade, retirando a camiseta e ficando de top. Seus peitos siliconados tentavam saltar para fora. A cintura era definida. Sua barriga estava molhada de suor.
— Tá, bastante - as janelas estavam abertas, o vento da noite começava a soprar um pouco mais fresco. Ela acendeu as luzes.
— Quer tomar um café comigo?
— Claro! - respondi, sentando-me à mesa.
Ela serviu pães e frios, acompanhado de café passado na hora. Conversamos banalidades do dia a dia. Mas uma coisa era recíproca: a troca de olhares intensos. Ela recolheu a louça e lavou.
— Agora sim, torneira funcional - elogiou. E reforçou: — Precisamos de um banho.
— Então tá, vou indo. Precisando, me chama.
— Não, não, deixa eu te agradecer.
Jade me puxou, colando seu corpo molhado ao meu, aumentando a sensação do contato. Seus lábios, macios e carnudos, tocaram os meus, sem pressa. Saboreamos um ao outro em um longo beijo. Minhas mãos passearam por seu corpo, apertando seus seios e descendo por suas costas, até chegar à bunda definida. Apertei-a, e ela gemeu de forma provocativa. Puxei-a contra mim e o beijo se tornou intenso, com gemidos altos. Ela colocou suas mãos por dentro da minha calça, sentindo meu membro ereto e molhado. Eu a toquei por cima da legging, e senti um volume estranho. Ela não reagiu. Retirei a mão e parei de beijá-la.
— Você é trans? - perguntei, curioso.
— Sim, Marcos, sou. Se quiser podemos parar por aqui.
— Tira a calça, quero ver como é - respondi, ignorando-a, curioso.
Ela abaixou a legging, exibindo a calcinha vermelha, que destacava o volume protegido, cuja parte superior escapava por cima do elástico. Aproximei-me e baixei a calcinha, deixando à mostra seu membro escuro. Sua excitação era tanta que a glande brilhava.
— O que achou?
— Ca... caralho! Grande... e grosso! - respondi, impressionado.
— Dezoito centímetros de prazer. Agora deixa eu ver o seu.
Abaixei a calça e deixei a cueca listrada a vista, escondendo meu pau meia bomba. Jade se aproximou, baixou de uma vez a cueca e pegou nele.
— Parece que proporciona uma boa diversão. Vem pro banho?
O que era a chuva para quem já estava molhado. Resolvi aceitar o convite e ter uma nova experiência. Fomos para o chuveiro. O jato de água logo me relaxou. Jade se posicionou atrás de mim, me abraçando e acariciando meu pau, que respondeu, ficando duro. Seu pau grosso roçava minha bunda, deslizando despretensiosamente. Ela se afastou um pouco e colocou aquela jeba entre minhas pernas. Eu senti a grossura e a virilidade dela tocando meu saco, enquanto ela me masturbava lentamente, girando os dedos em volta de minha glande, fazendo-me suspirar.
— Posso pegar? - perguntei, indeciso.
Invertemos a posição, ela agora ficando debaixo da água. Meu pau roçava sua bunda firme. Peguei aquela tora, que preencheu minha mão. Seu pedaço de carne rígido parece que pulsava. Masturbei-a gostoso com minhas mãos, enquanto sentia seu corpo. Aquilo estava me deixando com o tesão a flor da pele. Virei-a de frente, agachei-me e toquei sua glande com meus lábios. Um calor subiu pela minha espinha ao tocar aquele membro grosso, viril, com a boca. Meus lábios apertaram novamente sua glande, e Jade gemeu gostoso. Parei e levantei. "Isso tá errado, muito errado". Mas não consegui evitar o que viria na sequência.
Nos lavamos rapidamente e fomos para o quarto dela. O vento fresco amenizara um pouco o calor. O ventilador ajudava. Sentei na cadeira do quarto e puxei Jade para o meu colo. Nossos paus se roçavam enquanto nos beijávamos, e ela segurava ambos com uma das mãos, nos masturbando no mesmo ritmo.
— Vamos para a cama fazerAssim você aproveita ele todo — sugeriu, sussurrando no meu ouvido.
Fomos para a cama e ela se deitou por cima de mim, deixando seu membro pendurado tocar meus lábios. Antes que pudesse tocá-lo ela abocanhou meu pau duro e o sugou, ora lentamente, ora com mais intensidade. Seu pau tocava minha boca, mas eu ainda não conseguira criar coragem de sugar aquilo novamente. Pelo tamanho e pelo significado. Ela abaixou o quadril e seu pau úmido encontrou meus lábios semiabertos. Resolvi me entregar e sorvi aquele membro rígido, sentindo a umidade que pingava dele. Eu sugava com dificuldade, devido ao diâmetro. Ela gemeu. Eu apertei e suguei com mais intensidade, tentando engolir mais, mas não consegui passar de um terço. Ela parara de me chupar enquanto eu lhe dava prazer. Fiz uma última tentativa, engolindo o máximo que pude, e retornando, girando meus lábios em torno de sua glande, antes de soltar aquele naco de carne preta.
— Chupa meu cuzinho, sente meu sabor completo — pediu Jade, deslizando o quadril um pouco mais para cima e alinhando sua bunda exatamente sobre o meu rosto. Deixei seu pau repousar sobre o meu peito e afundei a cara entre suas nádegas, sentindo o cheiro quente da sua pele suada. Aproximei meus lábios de seu anel e senti seu sabor. Lambi, desajeitadamente.
— Tá com receio, Marcos? É igual de mulher, chupa gostoso.
— Então fica de quatro, que é melhor.
Ela ficou de quatro e eu sentei, me apoiando contra o travesseiro na cabeceira da cama. Puxei seu quadril para mim e comecei a lamber ao redor de seu cu. Ela gemeu baixinho. Continuei, aproximando-me do anel e chupei gostoso. Ela gemia, enquanto eu massageava suas nádegas e beijava seu cu. Sua musculatura relaxou, permitindo-me introduzir a língua. Tinha um sabor característico, levemente salgado do suor.
— Agora é minha vez - pediu ela.
Fiquei na mesma posição e ela pegou meu pau, masturbando-o lentamente. Senti sua respiração próxima de minha bunda e logo sua língua tocou meu anel. Retesei-o, mas logo relaxei com sua massagem erótica perfeita. Ela sabia chupar um cu perfeitamente, arrancando-me gemidos altos de prazer.
— Ah, que delícia! - exclamei.
— Tá gostando, né safado.
— Tô, mas quero é te comer. Experimentar você por inteiro.
Jade lubrificou meu membro, deslizando os dedos propositadamente em minha glande, deixando-me sensível. Eu gemi alto com sua provocação. Então ela se posicionou e se sentou sobre mim, fazendo com que meu pau duro deslizasse para dentro dela suavemente. Jade se movimentava gostoso, subindo e descendo. Eu olhava para aquela musa, meu sonho de olhos verdes esfuziantes, enquanto a masturbava. Soltei seu membro, que passou a bater em minha barriga ao ritmo da movimentação dela. Aquela morena era uma delícia. Seu cu apertava meu pau a cada movimento com intensidades diferentes. Ela passou a fazer um vai e vem pra frente e para trás, enquanto seu pau deslizava sobre minha barriga, babando pré-gozo. Jade se deitou sobre mim e começou a beijar minha boca com intensidade, sugando meus lábios, enquanto deslizava lentamente em meu pau. Ela voltou a cavalgar. Segurei-a pela cintura para tentar controlar o ritmo, mas ela estava no comando. Ela acelerou o ritmo e eu senti o anel dela apertar meu pau com força. Cheguei no limite do prazer, e meu membro pulsou forte, chegando a babar um pré-gozo abundante dentro dela. Quase gozei, de tão gostoso.
— Caralho, Jade... que cu delicioso! — falei, segurando a cintura dela.
— Gostou, meu amor?
— Gostei, Jade, tu é muito gostosa!
— Sua vez. Vai aprender o que é ser comido por uma trans.
— Não, Jade, isso não... - respondi. Meu pau amoleceu.
— Você quer... - insinuou ela, seus olhos penetrando meu íntimo.
— Não...
— Seu corpo não mente. Você esteve de pau duro o tempo todo, debaixo do chuveiro e quando a gente tava no 69. E se não tivesse continuado duro até agora não teríamos nos divertido.
Não respondi. Apenas a olhei. Seus olhos parece que tinham um ímã! Ela me pegou gentilmente, deitou-me e me virou de lado, com as pernas dobradas. Apenas deixe-a agir.
Ela se aproximou, abriu minha perna e pegou meu pau mole, que não reagiu. Ela soltou-o e passou me provocar, alisando minhas coxas e minhas nádegas. Relaxei, de uma certa forma. Senti sua respiração próxima da minha zona (até então) proibida. Senti o toque quente de seus lábios em meu anel e, institivamente, encolhi o quadril, contraindo a musculatura. Ela beijo-o, e passou a acariciar a região anal com a língua, até que eu emiti um gemido involuntário. "Puta que pariu, será que tô gostando disso?".
— Tá gostando, né Marcos. O corpo fala! - riu ela, lendo meus pensamentos.
Continuei calado. Ela parou de me acariciar e, de repente, senti um líquido escorrendo por meu cu. "Lubrificante!" Ela passou os dedos em volta do meu anel, e depois os introduziu, lentamente. Senti uma espécie de ardência. Ela parou. Logo senti seus movimentos recomeçarem, e me acostumei. Ela introduzia e retirava os dedos em um ritmo macio, sem retirá-los por completo, alcançando minha próstata e fazendo-me gemer sem controle. Ela estava me preparando para o que viria a seguir. Meu pau, antes mole, começou a endurecer, pulsando e pingando um pré-gozo escorregadio. Quando ela retirou os dedos, contraí o esfíncter num reflexo de pura ansiedade.
— Vai com calma, Jade - pedi.
— Tá com medo, amor? Relaxa! Você vai pedir mais - sua voz sexy era hipnotizante.
Senti a cabeçorra dela encostar na minha entrada traseira. Ela empurrou lentamente e eu fui para frente.
— Foge não, delícia! - disse, me agarrando pela cintura e puxando meu corpo contra o seu.
Ela continuou a pressionar forte, enquanto me segurava. Num impulso de coragem, fiz força para relaxar a musculatura e empurrei o quadril para trás. O movimento fez com que a cabeça do pau dela vencesse a resistência e entrasse de uma vez, enterrando boa parte daquele volume em mim.
— Puta que pariu! — soltei um grito abafado.
— Doeu?
— Não... — respondi, arfando, sentindo meu interior preenchido de um jeito avassalador.
Jade empurrou tudo, até que suas bolas tocaram as minhas. Eu me sentia ocupado por um tarugo.
— Até que você recebeu bem meus 18 centímetros, gostoso. Não é todo mundo que curte assim de primeira, hein - provocou ela.
Senti aquela tora se movimentar para fora. Eu sentia cada veia saltada daquele mastro. Meu anel parece que ia rasgar sentindo aquela dilatação. A pressão negativa daquilo saindo de dentro de mim me deu uma sensação de cagar. Mas logo ela inverteu o movimento. Ela introduzia e tirava lentamente, e eu arfava a cada vez.
— Tudo bem aí, Marcos?
— Agora que você já me empalou, pode-se dizer que tá - respondi, suando.
Ela entendeu que tava liberado me foder. Aumentou o ritmo, fazendo-me gritar. A velocidade era mediana, sua largura queimava meu anel. Mas, diferente de antes, comecei a sentir prazer, principalmente quando sua glande tocava o que eu acho que era minha próstata. Ela acariciava minhas costas, enquanto a outra mão me segurava firme pela nádega. Eu gemi, dessa vez de prazer.
— Tá gostando, safado.
Não respondi. Ela estocou forte, eu gritei. Ela ignorou. Segurou-me com ambas as mãos na cintura e enterrava o pau até as bolas. Meu cu ardia, mas o prazer era maior. Meu corpo tremeu e ela parou de me comer. Eu gozara pela próstata!
— Nossa, que coisa maluca! - exclamei. Uma sensação intensa de relaxamento tomou conta de mim.
Ela me empurrou com um toque forte e eu acabei caindo deitado sobre a cama. Ela se ajoelhou sobre mim e empurrou com força, penetrando-me profundamente. Agarrei o travesseiro e gritei!
— Caralho, Jade, sua filha da puta! - ela não me ouviu. Continuou a estocar forte. Meu pau molhou a cama, mas eu não gozei. Senti-la em cima de mim, me dominando, dava uma sensação de impotência. O prazer era diferente. Meu corpo absorvia seu membro com uma quase naturalidade naquela posição, e eu sentia uma espécie de choque percorrer minha espinha. Por fim, Jade tirou o mastro de dentro do meu reto alargado.
— Deita de frente pra mim, vou te comer na posição de frango assado, fazer você gemer pra mim, pedir mais!
Obedeci. Quando me posicionei ela enterrou de uma vez sua rola preta em mim, arrancando-me um grito, um misto de dor e de prazer. Ela estocou em velocidade média, com firmeza. Meu pau escorria um líquido transparente, viscoso. Senti meu corpo tremer e Jade percebeu, parando de me comer.
— Parou por quê? - perguntei.
— Falei que você iria pedir mais. Pede!
— Jade, me fode, quero gozar com sua rola dentro de mim!
— Pede mais alto!
— Me come, Jade!!! Goza com esse pau grosso no meu cu!
Ela segurou minha cintura com firmeza e acelerou as estocadas. Meu pau ressuscitou, ficando completamente ereto e apontado para o meu peito. A cada toque na próstata um choque elétrico subia pela minha coluna. Meu anel queimava, mas o prazer era vibrante. Não aguentei: meu corpo inteiro entrou em espasmos e meu pau disparou jatos quentes e volumosos de porra no meu próprio peito e barriga. Isso era apenas o reflexo da onda de prazer que percorria meu corpo, que tremia inteiro, sem controle, sobre a cama. Ela não aguentou mais e, numa estocada profunda, gozou intensamente, preenchendo meu interior com jatos densos e quentes. Senti o pau dela pulsar várias vezes dentro do meu anel dilatado.
Nossos corpos estavam ensopados de suor. Jade se debruçou sobre mim, colando nossos lábios num beijo arfante enquanto deslizava a rola para fora de mim. Sentei-me devagar na cama e ela aproximou a glande ainda rígida da minha boca. Sem hesitar, abracei a cabeça do pau dela com os lábios, limpando cada gota de leite e lubrificante antes de puxá-la para mais um beijo profundo, compartilhando nossos sabores.
Deitamos de costas no colchão, sentindo o vento da janela aberta para a noite. Depois de um silêncio denso, Jade deslizou os dedos pelo meu pau enterrado entre minhas coxas, já amolecido e ainda melado.
— Gostou, meu amor?
— Amor não... — respondi, encarando o teto, tentando processar o que tinha acabado de acontecer. — Isso não é coisa de casal. Foi intenso demais pra ser amor.
— Não respondeu à minha pergunta — provocou, com um sorriso na voz.
— Foi... Caralho, Jade. Foi bom pra cacete.
Adormecemos abraçados, tomados pelo cansaço. Acordei com os raios de sol invadindo o quarto. Olhei para Jade ao meu lado, ainda dormindo feito uma deusa, e deixei um beijo suave em seu ombro. Vesti minha roupa de ontem, ainda com o cheiro do suor e do trabalho no aeroporto, e saí de fininho. No meu apartamento, ao entrar debaixo do chuveiro quente, senti um leve ardor no corpo: uma marca física que me lembrava de que o tal Júnior tinha ficado para trásE aí, leitores, gostaram da leitura? Deixem sua avaliação, clicando nas estrelas. Abraço!