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O meu plaboy P6

Um conto erótico de escritorluca
Categoria: Homossexual
Contém 4801 palavras
Data: 19/08/2026 17:47:36

eu passei o produto e então fui para o banho, aquele banheiro era lindo, tinha até uma banheira mas preferi tomar banho na ducha pois não sabia se ele queria que eu fosse rápido, depois do banho sequei meus cabelos, me sequei e fui me vestir, tinham deixado umas roupas muito formais, era um smoking preto sem colete, demorei um tempo para por a gravata borboleta pois o nó era muito difícil mas com sorte consegui, coloquei o smoking, os sapatos, a gravata e dei uma penteada no meu cabelo, fiquei muito lindo não vou mentir nem me poupar pois eu sei que sou bonito, fazia muito tempo que eu não me vestia nem me sentia assim, quando sai do quarto tinha um mordomo me esperando na porta

mordomo- senhor Alex, está pronto ? precisa de ajuda com algo?

eu- não obrigado, estou pronto sim

mordomo- por favor venha comigo

eu o segui, a casa era enorme tinha uns 3 a 4 andares, chegamos num corredor no terceiro andar

mordomo- meu senhor está lhe aguardando

assim que entrei vi que era tipo uma sala de estar daquelas bem elegantes, muito bonita, ele estava olhando para janela com um uísque nas mãos, eu fui até ele

eu- boa noite

quando aquele homem se virou eu me apaixonei, parecia um príncipe, Paul era muito lindo, era algo inegável que nem se odiasse eu poderia mentir, quando me viu ele abriu a boca mas não disse nada apenas sorriu

eu- começou cedo hoje

Paul- comecei cedo oque?

eu- a beber

Paul- quer algo ?

eu- eu não bebo

Paul- porque?

eu- não é algo que eu goste

Paul- mas trabalha com bebidas

eu- ai esta a diferença

Paul- então agua?

eu- acho que pode ser

eu nem terminei de falar e um mordomo me deu uma taça com agua

Paul- está preocupado ?

eu- com oque?

Paul- com toda essa nossa situação ?

eu- creio que sim mas pra ser sincero nem me lembrava mais disso

Paul- que bom

eu- você vive como um príncipe

Paul- que nada, vivi muito tempo como um mimado

eu- sério ? eu nunca reparei kkk

Paul- bobo

nós nos sentamos no sofá, ele sentou ao meu lado e ficamos conversando, ele me contou bastante coisa sobre a infância dele e sobre ele, vi ele de uma forma que nunca tinha imaginado ver, depois disso fomos jantar, ele se sentou na cabeceira da mesa e eu me sentei ao lado dele, e não foi por escolha era onde estava montado, era um prato bem elaborado mas bem gostoso carne de porco frito empanado e um pão de gengibre com especiarias, estava bem bom, mas não era acostumado a comer essas coisas, nem cheguei a comer tudo, Paul sabia ser charmoso mas ele parecia querer algo, quando terminamos, tiraram a mesa e trouxeram sobremesa, uma torta de cereja bem gostosa

Paul- gosta de doces?

eu- gosto sim

Paul- é que você parece sem fome

eu- é que eu sinto que você quer me pedir alguma coisa ou que tem algo para me falar

ele deu um sorriso e fez que sim com a cabeça

Paul- saiam

ele disse isso e os dois mordomos saíram e fecharam a porta

Paul- você é esperto

eu- e oque é ?

Paul- são algumas coisas me incomodando

eu- diga

Paul- Jordan me perguntou de você

eu- aquele seu amigo?

Paul- isso, ele ficou bem interessado

eu- em que?

Paul- em você

eu- você não falou nada né?

Paul- não falei, mas porque?

eu- porque não quero mais um Paul atrás de mim kkk

Paul- é tão ruim assim? kk

eu- você nem imagina, de um até dou conta mas dois kkk

Paul- bobo kk mas ele te achou bonito queria que eu marcasse encontro

eu- você sabe que não da

Paul- sim, só estava contando mesmo

eu- e ele não era suspeito de atirar em você?

Paul- sim e ainda é

eu- exatamente, melhor eu nem me envolver, preciso pensar em outras coisas do que nisso

Paul- tipo oque?

eu- bom com essa noticia que você me deu que estou sendo seguido preciso dar jeito em tudo

Paul- como assim?

eu- você sabe

Paul- eu disse que cuidaria da sua segurança, não tem necessidade de você ir

eu- Paul eu agradeço mas eu quero ter uma vida

Paul- mas você tem uma vida aqui

eu- sabemos que não

Paul- oque quer?

eu- quero ir pra onde eu não precise ficar olhando pelos ombros

Paul- nada disso vai acontecer, quando te pegaram eu te protegi

eu- mas você não vai estar aqui sempre, preciso pensar no que é melhor pra mim

Paul- então fique até eu eliminar a ameaça porque se estão te vigiando vão te seguir onde for

eu- porque querem te atingir tanto assim a ponto de eu me tornar um alvo?

ele ficou sério

eu- Paul

Paul- eu e alguns sócios começamos uma empreitada

eu- é legal ?

Paul- sim mas bem babaca

eu- tá

Paul- tem uma corporação muito forte que concorre com a gente, nós então começamos uma aquisição hostil contra ela, encontramos uma brecha na lei que impediu que eles pudessem se defender

eu- brecha?

Paul- desde a época de meu pai quando queríamos tomar essa empresa e começávamos a comprar ações, eles começavam a comprar as nossas ações e isso nós impedia pois podia virar contra nós

eu- entendi

Paul- mas nós achamos uma brecha na lei uma trapaça que impede que eles possam comprar as nossas ações, e então partimos para o ataque e começamos a comprar ações deles, uma aquisição hostil

eu- e porque tem tanta gente contra ?

Paul- porque diferente da empresa da minha família que eu e meus irmãos controlamos 79% das ações e somos donos, essa é uma corporação ninguém lá manda sozinho ou tem controle acionário é uma empresa gigante dividida em muitas partes com vários sócios

eu- entendi

Paul- se tomarmos a corporação deles, eles perdem muito não só dinheiro mas controle e poder de decisão

eu- é por isso então?...

Paul- e essas pessoas estão dispostas a tudo pra evitar isso, meus amigos controlam partes daquela corporação por isso são suspeitos

eu- e porque precisa disso?

Paul- porque o mundo é assim

eu- que bom que me contou

Paul- por isso eu não quero que você vá

eu- eu..

não consegui dizer nada, fiquei sem palavras

Paul- eu não posso deixar de me sentir culpado por você ter entrado na mira, mas Alex eu te garanto que nada vai te acontecer, você vai ficar sob minha proteção e quando isso acabar eu te recompenso de alguma forma

eu estava com os cotovelos na mesa, meus dedos entrelaçados e meu queixo sobre eles, eu estava visivelmente tenso, e Paul estava com as costas na cadeira e segurando uma taça de vinho ele também estava tenso, ele me olhava como se esperasse que eu dissesse algo, eu dei um sorriso

eu- você fala como se já estivesse decidido

Paul- porque esta kk

fiz isso para o ambiente ficar menos pesado

eu- e como vai ser sua proteção ?

Paul- estou pensando ainda, tenho um ótimo apartamento no centro num andar bem alto tem vista de toda cidade e a outra opção é uma casa fora da cidade, região com arvores e mato, fica a uns 10 minutos da cidade, bem grande e confortável

eu- não posso ficar na minha casa então?

Paul- muito perigoso, prefiro num local que seja mais seguro e essas são minhas duas propriedades mais seguras

eu- eu vou pensar no seu caso kk

Paul- Alex, Alex kk pense o quanto quiser eu já decidi

ele disse isso piscando pra mim, eu apenas ri

Paul- venha vamos caminhar

eu- não está cansado ?

Paul- passo o dia inteiro sentado, quando posso gosto de ficar em pé

ele me levou para passear pelos corredores a casa era bem grande, tinha muitas pinturas e fotos nas paredes, Paul era totalmente diferente do que eu imaginava, chegamos a uma grande biblioteca

Paul- eu odiava essa sala quando mais novo

eu- porque?

Paul- meus pais faziam que eu e meus irmãos, lêssemos um livro por semana e no fim de semana contávamos para eles um resumo

eu- porque faziam isso ?

Paul- eu não sei, meu pai não respondia e minha mãe dizia que era pra termos cultura

eu- mas e hoje não gosta de ler ?

Paul- áudio livros conta?

eu- acho que sim kkk

Paul- então não kkk

eu- gosta do som de motores pelo que vi

nós nos sentamos em um sofá de couro que tinha lá

Paul- Alex

eu- sim

Paul- oque você queria ser quando crescesse ?

eu- como assim?

Paul- antes de tudo acontecer, oque queria ser ou fazer?

eu- você vai rir kkk

Paul- me conte

eu- historia

Paul- porque?

eu- bom, sempre fui muito curioso

Paul- me de uma resposta melhor

eu- que tipo?

Paul- uma apaixonada

eu- deixa eu pensar kk

Paul- tic.. tac..

eu- tá kkk nós existimos a muitos anos e sabemos muito pouco sobre o nosso passado, ossos viram pó, madeira apodrece, papeis se decompõem e cidades somem seja por motivos humanos ou da natureza, enfim, nós perdemos muito da nossa historia

Paul- e você quer encontrar?

eu- antes sim, hoje não vejo diferença

Paul- vem comigo

fomos até uma sala de estar, Paul me mostrou um piano

Paul- toca um pouco

eu- tá bom

eu me sentei e comecei a tocar, ele ficou sentado numa poltrona atrás de mim me olhando, então veio e sentou do meu lado no banco, segui tocando mas percebi que ele me observava, parei e fiquei olhando, aqueles olhos azuis era tão lindos

Paul- que musica bonita

eu- era para ser triste na verdade

Paul- como chama ?

eu- a forte rosa

Paul- me conte

eu- fala de uma rosa que se recusou a murchar, enfrentou inverno, o outono, chuvas e tempestades mas se manteve linda até que não pode mais e morreu

Paul- triste então

eu- não porque no fim ela fez da vida oque queria fazer e foi feliz

Paul- mesmo com chuva, neve, calor e tempestades? kkk

eu- sim kkk

Paul- talvez você seja a rosa

eu- não kkk

Paul- é sim

ele me beijou, foi de surpresa, mas eu não resisti, correspondi assim que senti os lábios dele, ele me abraçou e nós beijamos com mais intensidade, a língua dele invadiu minha boca tinha um gosto doce misturando com vinho, um beijo calmo e lento mas com muito carinho, nos beijamos por um bom tempo e depois que paramos ficamos abraçados, assim que nos soltamos apenas nos olhamos, ficamos um bom tempo assim só em silencio nos encarando então fomos para os quartos, o quarto dele era bem do lado do quarto que escolheu para mim, eu entrei e tirei a roupa, fui banheiro e tomei um banho, aquele beijo não saia da minha cabeça e eu não sabia oque fazer só sabia que queria de novo, decidi deixar pra lá e ir dormir, me sequei coloquei uma cueca e um short, me trouxeram pijama mas prefiro dormir só de short, me deitei mas fiquei virando na cama de um lado para o outro, levantei e dei uma caminhada pelo quarto, não posso ir no quarto dele e pedir nada, peguei um roupão e pensei em ir numa cozinha pegar agua, coloquei o roupão mas nem cheguei a fechar, abri a porta e fui fechar o roupão mas parei, quando abri vi ele parado na porta, ele estava de roupão, quando me viu mordeu o lábio como se procurasse uma resposta

eu- eu ia pegar agua...

Paul- eu ia te oferecer agua

ficamos em silêncio de novo nos encarando

Paul- não consigo parar de olhar pro teto

eu- eu não consigo para de virar na cama

nos andamos juntos e quando ficamos perto nos beijamos mas foi melhor que da outra vez, tinha desejo como se precisássemos um do outro, melhor beijo da minha vida, ele me abraçou e eu me agarrei nele, ele m puxou e me pegou no colo, entrou e fechou a porta, aquele homem era tudo ele me segurou no colo só com uma mão a outra ele começou a passar a minha bunda, eu entrelacei minhas pernas nele e fiquei beijando enquanto mexia no cabelo dele, ele caminhou comigo no colo até a cama e me deitou de costas e veio por cima como na posição papai e mamãe e ficamos assim nos beijando, ele tirou minha cueca e veio de novo me beijando, ele passava aquelas mãos grandes e fortes pelo meu corpo me causando arrepios e sensações que eu não sei descrever, continuou me beijando, eu enfiei a mão por dentro da cueca dele e peguei o pau dele que estava duro e babado, era grande e grosso, fiquei surpreendido e com pouco de medo pois era muito grande, ele me virou de 4 na cama e começou a morder e lamber a minha bunda, ele então abriu com as mãos, eu pisquei o cuzinho pra ele e então senti a língua dele, foi a melhor sensação do mundo, ele lambia com vontade e mordia, aquela língua gostosa me invadia, eu sentia um calor muito grande, queria muito sentir ele então levantei e me ajoelhei na frente dele comecei a beijar seu abdômen e fui descendo, cheirei a cueca dele e dei umas leves mordidinhas no pau dele, abaixei e cueca dele e aquele pau imenso saiu pra fora, era bem branco e lisinho, a cabecinha era bem rosada, tinha 24cm bem grosso, estava todo babado, eu peguei e passei a língua na cabecinha pra provar a babinha que era uma delicia, me deu um fogo e uma vontade que eu pus na boca e comecei a chupar, fiz uns movimentos devagar mas estava com muita vontade e comecei a chupar forte e rápido fazendo uns barulhos altos, o safado nem disfarçava, ele me olhava com uma cara de safado lambendo os lábios, eu peguei o pau dele com as duas mãos e comecei um vai e vem enquanto chupava e foi ficando mais duro ainda, ele deu um sorriso bem safado, então peguei e dei umas batidinhas na minha cara com o pau dele, e comecei a chupar as bolas, eram bem grandes e rosadas, não consegui por as duas na boca mas chupei e lambi as duas com muitas vontade, ele então segurou minha cabeça com as mãos e começou a foder minha garganta, sentia aquela pau lá no fundo, me afoguei e parei um pouco, ele então me puxou e me colocou de bruços na cama, passou um gel no meu cuzinho e depois no pau colocou na entrada, quando senti a cabeçona entrando percebi que não ia ser fácil pois já estava ardendo pra caramba, ele foi colocando mas eu não aguentei e pedi pra ele tirar, era um pau grande demais, pedi pra sentar ele então se deitou e eu subi nele, encaixei na entrada e fui pondo pra dentro quando a cabeça entrou senti uma dor muito forte, era grande e era muito grosso a medida que fui sentando fui sentindo mais dor, era como se não tivesse fim, quando senti a virilha dele soube que estava com tudo dentro, dei umas reboladinhas de leve para acostumar e comecei a sentar devagar, o safado colocou as mãos atrás da cabeça e ficou só aproveitando, continuei sentando devagar até que me acostumei e comecei a sentar com mais vontade, ele então me puxou pra ele e começou a meter, eu não aguentei e comecei a gemer descontroladamente pra ele, ele parou de meter e me deu um tapão na bunda e eu comecei a sentar e rebolar em cima dele, ele levantou e me colocou de 4 pra ele deu uma cuspida e enfiou tudo de uma vez e começou a meter, ele metia forte e rápido, as bolas dele batiam tão forte na minha bunda que estalavam alto, era um pau tão grande que acabei me gozando sem me tocar e ele seguiu metendo, eu estava nas nuvens e só queria mais, ele então subiu na cama e seguiu me comendo de 4 mas o pau dele ia mais fundo ainda me fazendo gritar de tesão, ele parou de meter depois de um tempo e me puxou pra ele, ele estava de pé e me beijou, um beijo muito gostoso cheio de vontade, então ele me agarrou e me pegou no colo, colocou o pau no meu cuzinho e continuou me comendo, ele me segurava com as duas mãos controlando e metia fundo e forte, eu revirei os olhos de prazer, arranhei as costas dele com vontade e beijei ele, então ele gemeu forte e gozou dentro de mim, uns 4 jatos fortes de porra me encheram, ele então me soltou e sentou na cama, eu fui e subi nele, coloquei no meu cuzinho e comecei a sentar, ele tinha gozado bastante e ainda estava de pau duro, me virei de costas pra ele e segui sentando, o safado logo segurou minhas pernas e começou a meter, Paul metia forte me fazendo gemer e gritar de prazer, era um pau muito grande e uma metida muito gostosa pra ficar em silencio, ele então levantou e tinha uma mesinha no quarto, ele me levou até ela e colocou uma perna minha em cima e continuou metendo, ele me segurou pela coxa meteu rápido e mais forte, me puxava pra ele e me beijava a língua dele ia fundo na minha boca, quando ele cansou de meter eu comecei a mexer minha bunda fazendo um vai e vem e dando umas reboladinhas pra ele, ele se deitou na cama e eu fui e comecei a quicar em cima dele, a porra estava espumando já, continuei quicando em cima dele com força e vontade, dava uns estalos que ecoavam por todo quarto, ele então me pôs de quatro de novo e começou a meter bem forte, me segurou pelos dois braços e meteu com mais força ainda então gemeu forte e gozou, quando senti o primeiro jato eu gozei também ele seguiu gozando e eu também, quando parou ele me soltou e eu cai na cai de barriga pra cima, ele se jogou e ficou deitado ao meu lado, transamos por mais de 1 hora estávamos exaustos e completamente suados, nós nos olhamos demos algumas risadas sem falar nada, ele fez um carinho na minha bochecha e então eu fui e o beijei ficamos deitados com os narizes encostados por um tempo

Paul- melhor tomarmos um banho para dormimos

eu- sim kk mas é uma preguiça kk

Paul- sim, vontade de nunca mais levantar

eu- você acabou comigo

Paul- você gostou kkk

ele levantou e me pegou no colo, me levou pro quarto dele e fomos para o banheiro, ele apertou um botão e a banheira começou a encher bem depressa, nós entramos e não demorou nem um minuto estava cheia, ele se deitou e me puxou pra ele, acabei ficando sentado sobre suas coxas, minhas costas no peito dele e minha cabeça no pescoço dele, depois de tomarmos banho nos secamos

eu- boa noite

Paul- não vai dormir comigo?

eu- eu pensei que dormiria lá no outro quarto

Paul- bom, se você quer dormir lá.. tudo bem..

eu- não, é que eu achei que era pra dormir lá

Paul- quero que durma comigo

eu- já que insiste kk

eu fui até ele e ele me beijou

Paul- bobo kkk

nós nos deitamos, ele deitou com peito pra cima e me puxou pra ele, minha cabeça no peito dele e minha perna sobre a coxa dele, ele era um travesseiro muito gostoso, dormiu primeiro que eu, fiquei um bom tempo acordado pensando se tinha feito algo certo ou errado, dormir com Paul era algo que não dava mais para desfazer nem fingir que jamais fiz, as sensações que senti com ele eu jamais vou esquecer, acordei no outro dia cedo, ele não estava na cama, pensei que ele havia saído mas ai ele entrou estava com um calção de esporte e uma regata, ele estava suado

Paul- bom dia

ele disse isso e me deu um beijo

eu- bom dia

Paul- acordo cedo todos os dias

eu- que horas são?!

Paul- oito da manhã

eu- e isso não é cedo?

Paul- eu acordo as 5

eu- negócios ?

Paul- pra treinar mesmo kkk tenho uma academia aqui

eu- percebi pelo suor

ele apenas riu e me piscou e sentou mexer no celular

eu- achei que você tinha saído, não estava na cama

Paul- é que você dormia tão profundamente, não quis acorda-lo

eu- tudo bem, me senti mal só por uns segundos

Paul- se sentiu mal, porque?

eu- sei lá acordar e a pessoa não estar na cama, da a sensação que só queria transar e sair fora

Paul- eu não sou assim

eu- eu sei kk eu vejo

Paul- eu sou do tipo que transa de noite e depois de manhã kkk e depois sumo kkk

eu- a é ? kkk convencido

ele tirou os tênis e a camiseta

Paul- agora você verá

ele abaixou o calção com cueca e tudo, quis dar uma de safado também e me destapei e abri as pernas na posição frango assado

eu- então vem

ele deu um sorriso safado e veio pra cima de mim, começou a me beijar e logo senti o pau dele cutucando minha bunda, ele ficou em pé na cama, aquele suor dele escorrendo por aqueles músculos e pelo abdômen, eu abocanhei o pau dele e comecei a chupar, chupei e lambi ele todo, ele segurou minha nuca me controlando, me fazia engolir tudo, ele estava com muito tesão, ele me empurrou me fazendo ficar deitado e abriu minhas pernas me deixando na posição frango assado, pegou gel numa gaveta e passou no pau e no meu cuzinho, já estava mais acostumado mas ainda assim doeu quando senti entrar, ele começou a meter devagar mas quando entrou tudo ele começou a meter com mais força e mais rápido, colocou minhas pernas nos ombros e subiu sobre mim, o pau dele ia fundo e com tanto força que sentia as bolas baterem forte na minha bunda, ele então me pôs de quatro e continuou a meter forte e mais rápido, depois de um tempo ele estava todo suado com os cabelos molhados de suor, eu acabei gozando com ele me comendo assim, ele me empurrou e me fez deitar ficando na posição de bruços, ele veio por trás e seguiu metendo forte, as vezes me beijava e me mordia, ele então gemeu alto e gozou, senti a porra me enchendo todo, ele ficou sobre mim até o pau amolecer, quando saiu ele ainda me deu um tapa na bunda, me pegou no colo e me levou me beijando para o banheiro, tomamos um banho no chuveiro, pude ver oque fiz nas costas dele, uns arranhões bem fortes

Paul- troféu kkk

eu- ninguém manda você fazer forte

Paul- prefere então que eu vá devagar e carinhoso na próxima?

eu- eu não disse isso

Paul- kkkk claro

nós saímos do banheiro e fomos nos vestir, ele mandou arrumar outra roupa pra mim, uma calça azul, meias, uma camiseta preta e um casaco jeans com capuz de pano cinza, e um tênis

eu- eu deveria me incomodar em você saber meus tamanhos ?

Paul- é algo ruim?

eu- acho que não mas é estranho kkk

Paul- pense que é algo legal e tudo fica resolvido kkk

nós fomos tomar café, quis apenas café e bolo, ele estava lendo algo no celular

Paul- eu vou trabalhar agora a pouco

eu- eu preciso ir para casa

Paul- não

eu- oque ?

Paul- disse ontem que te manteria seguro

eu- eu aceito mas não quero largar tudo

Paul- é só por uns dias Alex até tudo se resolver e depois eu resolvo o resto

eu- que resto?

Paul- não vai precisar trabalhar mais e te coloco numa casa melhor

eu- eu vou pensar sobre isso

Paul- Alex eu sou rico posso te sustentar por mil vidas sem você precisar se preocupar

eu- mas não é legal isso

Paul- não é legal ter alguém que queira te dar tudo

eu- não é legal falar dessa forma, eu até gosto da minha independência

Paul- Alex eu quero te dar tudo que você quiser

eu- eu entendo e sinceramente acho bonito e fofo isso, mas quando fala dessa forma tão esnobe eu me sinto mal

Paul- desculpa

eu toquei na mão dele

eu- eu acho bonito isso, mas não quero viver dependendo de você

Paul- bom vamos ver isso depois então

eu- tá bom

Paul- mas vai ficar num local seguro até eu resolver tudo e antes que diga algo é pra evitar que te aconteça alguma mal

eu- tá eu até aceito isso

Paul- então está resolvido

eu- por enquanto, mas quero ir em casa resolver umas coisas, e também tem meu gato

Paul- vai poder levar ele com você

eu- tá

Paul- vai poder ficar na sua casa até eu terminar de trabalhar hoje, decide dai em qual lugar quer ficar e me avise

eu- deixo você decidir, onde for mais seguro

Paul- está bem mas

eu- oque ?

Paul- vou colocar alguns seguranças na sua casa hoje até eu te buscar

eu- porque?

Paul- Alex estamos lidando com pessoas perigosas e desesperadas que podem realmente te fazer mal se conseguirem algo pra me atingir

eu- tá bom

Paul- desculpa mas tenho que ser sincero

eu- percebi, mas o clima fica meio pesado quando fala assim

Paul- desculpa

eu- tá bom

terminamos o café e então saímos, ele me colocou em um carro e me levaram para casa, quando desci tinha mais dois carros e alguns seguranças na minha casa, entraram dois e olharam minha casa e depois ficaram parados no corredor, um ficou na porta do lado de fora e os outros nem vi, assim que entrei dei comida para o meia noite, dei uma arrumada na casa e fiquei sentado pensando sobre tudo que aconteceu, não conseguia decidir de foi certo ou errado, olhei alguns filmes, fiz umas besteiras para comer, quando foi umas 17h um segurança me disse que era pra mim arrumar minhas malas que mais tarde Paul viria me buscar, subi e arrumei só com algumas coisas, não queria ficar muito tempo longe de tudo, arrumei as coisas do gato também, quando foi umas 18h

segurança- senhor Alex suba para o quarto por favor

eu- oque houve?

eu estava deitado no sofá vendo filme, ele veio e me puxou pelo braço e foi me empurrando para escada

eu- oque aconteceu?

segurança- o veiculo branco com placa falsa cruzou aqui em frente

eu- oque queriam?

segurança- não sabemos, ficou parado e quando abordamos fugiu em alta velocidade, já informamos a policia, o senhor deve agora ficar seguro no seu quarto

eu subi e o outro que estava lá em cima me trancou no quarto, fiquei lá dentro vendo uma seria até umas 19h, estava brabo, perguntava se podia sair e só me diziam que ainda não e não me diziam oque estava acontecendo, quando finalmente abriram a porta Paul entrou, ele veio e me abraçou e eu o abracei de volta

Paul- está bem?

eu- oque aconteceu ?

Paul- achamos que queriam fazer algo com você hoje

eu- porque?

Paul- me contaram que o carro passou aqui

eu- sim ai ele fugiu e ainda sim me deixaram trancado

Paul- acontece que cruzou novamente outras vezes, estavam esperando você ficar sozinho

eu- meu deus

disse isso pondo a mão no rosto

Paul- eu sinto muito

eu- quero que isso acabe logo

Paul- eu tive uma conversa com o chefe de policia, ou ele acha essa gente ou ferro a vida de todos que ele ama

eu- pegou pesado logo com um policial

Paul- sou intocável e odeio que façam você se sentir inseguro até dentro de casa

eu- eu só que tudo isso acabe de vez

Paul- eu prometo que tudo isso logo vai acabar

ele me abraçou e me beijou

Paul- melhor irmos logo está ficando tarde

eu- pra onde?

Paul- apartamento

eu- é seguro

Paul- é o lugar mais seguro

eu- tá bem

Paul- peguem as malas

os seguranças dele pegaram as malas e colocaram o gato na caixa de transporte, fomos para o centro paramos numa garagem de um prédio e fomos para o elevador, saímos no andar 51, era bem grande o lugar, me levaram até onde seria meu quarto por aquele período, era grande mas eu queria star sozinho em casa, Paul me tirou dos meus pensamentos batendo na porta

Paul- Alex é só por um tempo, dou minha palavra que resolverei tudo o mais rápido que eu puder

eu- tá bom

ele me abraçou e me beijou

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Comentários

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Estou louco pelo próximo capítulo,será que depois disso tudo ele vai ajudar o Alex a resolver as coisas no Brasil?

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Esperando ansiosamente o próximo capítulo, amando o desenrolar da história

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Estou amando esses dois rsrsrs! A pergunta que não quer calar: pq querem matar o nosso querido?! Estou aqui esperando ansiosamente o próximo capítulo.

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