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Minha Esposa E Eu , Nossos Alunos E O Acordo Que Mudou Tudo PT 2

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 4386 palavras
Data: 19/08/2026 14:24:09
Última revisão: 19/08/2026 14:56:39

Assim que me sentei ao lado de Pamela, a diretora Dona Eliane se levantou na frente da sala dos professores e começou um longo discurso. Falou sobre o que esperava daquele ano letivo: compromisso, pontualidade, respeito às regras e, principalmente, um esforço coletivo para melhorar os índices péssimos da escola. Enfatizou o comportamento dos professores — menos faltas, mais presença em sala, menos reclamação — e o dos alunos, que segundo ela precisavam de limites claros e de um exemplo firme dos adultos. A voz dela era cansada, quase automática, como se já tivesse repetido aquele mesmo texto em vários anos anteriores.

Pamela se inclinou um pouco na minha direção e sussurrou, sem tirar os olhos da diretora:

— O que aconteceu? Você estava com três alunos na sala da Dona Eliane…

Não respondi. Continuei olhando para a frente porque Eliane seguiu falando sem pausa. Mencionou a perda da professora de Matemática, pediu um minuto de silêncio constrangedor e, em seguida, deu as boas-vindas formais a Pamela, apresentando-a como a nova professora substituta. Pamela apenas acenou com a cabeça, educada.

— Agora já está na hora de irmos para as turmas — concluiu a diretora.

Ela colou a escala geral de horários na parede da sala, depois foi entregando a escala individual a cada professor. Quando terminou, acionou o sinal. Do lado de fora, os funcionários começaram a liberar os alunos para entrarem nas salas de aula. O barulho no pátio aumentou na hora.

Aproveitei o momento em que Eliane passava perto de mim e falei baixo, mas firme:

— Dona Eliane, tem três alunos que já aprontaram logo no primeiro dia.

Notei que Pamela já tinha saído para sua primeira aula. Dona Eliane me chamou com um aceno para dentro da sala dela e fechou a porta.

— O que está acontecendo, Renato?

Expliquei tudo o que tinha visto no auditório: o cheiro de maconha e whisky, Kelly masturbando os dois, e principalmente a postura de Arthur, aquela presença firme de quem se achava dono do lugar. Contei que ele tinha me encarado e falado como se eu estivesse tentando tirar o poder dele.

Dona Eliane escutou em silêncio, depois suspirou cansada.

— É o primeiro dia… vou ser mais compreensiva com eles por enquanto. Agora sai e leva o Thiago e a Kelly para se juntarem à turma deles.

Saí da diretoria com os dois atrás de mim. No corredor perguntei:

— Vocês são da mesma turma?

Kelly respondeu logo, a voz ainda com aquele tom manhoso:

— Sim. 3º A. Estamos todos juntos.

Entrei no corredor principal. O ambiente era o de sempre: paredes descascadas, lâmpadas queimadas em alguns pontos, cheiro de poeira e de gente demais, o barulho de conversas e gritos vazando por debaixo das portas das salas. O chão de cimento frio, algumas carteiras quebradas encostadas na parede.

Cheguei na porta da 3º A. Meu colega já estava lá dentro, tentando controlar a bagunça sem muito sucesso. Foi então que outra aluna apareceu no corredor. Melissa. Dezoito anos, loira, cabelo longo preso de forma arrumada, rosto delicado e olhos claros. Mesmo de uniforme, o corpo de cavalinha se notava: seios fartos, cintura fina, quadril largo e coxas grossas. Era uma das alunas mais inteligentes da escola, mas andava com a turma do Arthur. Ela me olhou e sorriu educada.

— Professor Renato, você por aqui?

— Vim entregar esses dois — respondi, apontando para Thiago e Kelly. — Melissa, eles precisam ser iguais a você. Quase não dão trabalho.

Deixei os dois entrarem e saí dali. Enquanto passava pela sala do terceiro ano ao lado, vi Pamela em pé na frente da lousa, já lecionando. A voz dela chegava abafada até o corredor.

Foi aí que Arthur veio na minha direção, andando devagar, as mãos nos bolsos. Parou na minha frente e sorriu daquele jeito irritante.

— Esse ano vai ser incrível, cara.

Depois olhou de relance para a sala onde Pamela estava e completou, baixinho:

— Bela professora, né? Muito gostosa.

Bateu de leve no meu ombro e seguiu para a própria sala sem esperar resposta. Fiquei ali parado no meio do corredor, sentindo o ciúme e a raiva subirem juntos no peito por causa do que ele tinha acabado de falar.

Segui para a minha primeira aula do ano. A turma do 3º ano que me esperava na quadra era barulhenta e dispersa, como sempre. Reuni os alunos no centro do ginásio precário, o piso de madeira estufado ranger sob os pés de todo mundo. Comecei explicando o planejamento do semestre: trabalharíamos fundamentos de voleibol, futsal e condicionamento físico básico, com avaliações práticas a cada unidade. Passei os primeiros quinze minutos relembrando regras oficiais de voleibol — rotação, toque duplo, invasão, levantamentos e a importância do trabalho em equipe. Depois dividi a turma em dois grupos e montei um circuito simples: primeiro estacionamento de toques de manchete e levantamento, depois deslocamento lateral entre cones e, por fim, um jogo reduzido de três contra três só com toques de dedos e manchete, sem ataque. Fiquei o tempo todo corrigindo postura, gritando para eles não deixarem a bola cair e insistindo que o foco era precisão, não força. A aula durou os cinquenta minutos regulamentares. Quando o sinal tocou, a maioria saiu correndo em direção ao pátio, ainda discutindo jogadas.

Fiquei mais alguns minutos sozinho na quadra, recolhendo cones e bolas. Foi então que notei. Do outro lado do ginásio, encostados na parede descascada, Thiago e Arthur estavam me observando. Os dois conversavam baixo e sorriam daquele jeito que eu já conhecia demais. Não disfarçaram quando eu olhei na direção deles. Apenas continuaram ali, como se estivessem marcando presença.

Guardei o que dava e me dirigi até a sala onde pegaria a próxima turma. No caminho percebi que tinha esquecido a garrafa de água e a bolsa com as bolas de vôlei na quadra. Voltei. Peguei tudo e, como o horário da segunda aula já estava começando, reuni os novos alunos ali mesmo e comecei mais uma aula de Educação Física antes do intervalo. Dessa vez foquei em aquecimento articular, corrida leve em volta da quadra e depois fundamentos de passe e domínio de bola com os pés.

No meio da atividade, aproveitei um momento em que os alunos estavam ocupados e peguei o celular. Mandei mensagem para Pamela:

Como foi a primeira aula?

A resposta veio rápido:

Tudo bem ,seguido pelo emoji de coração.

Guardei o telefone de novo e voltei a prestar atenção no que meus alunos estavam fazendo, ainda com a imagem de Arthur e Thiago sorrindo no fundo da minha cabeça.

toque do sinal indicou que era hora do intervalo. Todos os alunos se levantaram de uma vez e se dirigiram rapidamente para o pátio, enchendo os corredores de barulho e empurrões. Guardei o material e fui até a sala dos professores.

Lá dentro, Dona Eliane já estava em pé, falando alto o suficiente para todos ouvirem. Anunciou que abriria a votação para as vagas de professor referência — um cargo em que cada professor ficaria diretamente responsável pela turma que o escolhesse. Seria uma forma de criar vínculo e, segundo ela, melhorar a disciplina. Alguns colegas murmuraram, outros apenas anotaram.

Foi aí que notei que Pamela já não estava mais na sala. Ainda não tínhamos conversado direito desde que as aulas começaram, então decidi segui-la. Saí pelo corredor e segui para o pátio. O que vi pela frente confirmava o que eu já sabia: a escola tinha simplesmente abandonado qualquer regra. Rodas de truco formadas no chão, dinheiro trocando de mão abertamente, grupos de alunos fumando baseados sem nenhum pudor e outros bebendo escondidos atrás das colunas. Havia ainda várias barracas improvisadas vendendo salgados e doces, algo completamente irregular, já que a escola não se responsabilizaria por qualquer caso de intoxicação alimentar.

Procurei Pamela com o olhar e a encontrei do outro lado do pátio, conversando com Melissa e Kelly. As três estavam juntas, falando de forma cordial. Seu Toninho, o zelador, não tirava os olhos dela — aquele olhar safado e demorado de sempre, fixo no corpo de Pamela.

Antes que eu me aproximasse, ela me avistou e acenou.

— Amor, vem cá.

Cheguei perto. Pamela sorriu e falou alto o suficiente para as duas ouvirem:

— Por que você não me falou que tinha alunas tão lindas e inteligentes?

Melissa e Kelly me olharam ao mesmo tempo, sorrindo de forma discreta.

Kelly me olhou de cima a baixo e falou com aquele sorriso manhoso:

— Professor, o senhor nunca me disse que era casado com uma professora… e ainda mais linda desse jeito.

Sorri discretamente e virei para Pamela.

— Amor, você vai passar o intervalo inteiro observando tudo?

— Sim, amor — respondeu ela, ainda olhando ao redor.

Nesse momento um aluno se aproximou correndo, ofegante.

— Professor, estão arrumando briga na cantina!

Segui na hora em direção à cantina. A fila de alunos para pegar o lanche estava longa e desorganizada. O ambiente era barulhento, quente e cheirava a óleo velho misturado com suor. Conversas sobre futebol, fofocas, provas e reclamações se misturavam num zunido constante. Olhei para todos os lados procurando qualquer sinal de briga, mas só encontrei um grupo de alunos sentados no chão jogando truco e gritando de forma ensurdecedora a cada rodada.

Me aproximei deles.

— Qual é a dessa briga que vocês estão armando?

Um deles levantou a cabeça, irritado.

— Que briga, professor? Quem inventou essa mentira?

Procurei com o olhar o menino que tinha feito a denúncia, mas ele tinha sumido. Saí dali decidido a encontrar Pamela. Andei pelo pátio inteiro, passei perto das rodas de truco, dos grupos que fumavam escondidos e das barracas improvisadas de salgado. Não a vi em lugar nenhum.

Foi então que Melissa e Kelly passaram por mim. Parei as duas.

— Cadê a Pamela?

Kelly sorriu de canto, sem nenhuma pressa.

— Não sei.

Melissa, ao lado, ficou visivelmente nervosa. Notei o jeito como ela evitou meu olhar e apertou a alça da mochila.

— Cadê minha esposa? — repeti, mais firme.

Ela engoliu em seco e respondeu, a voz falhando um pouco:

— Não sei, professor…

Continuei procurando Pamela e acabei entrando na sala dos professores. No exato momento em que a avistei vindo em direção à porta, o sinal do fim do intervalo tocou alto pelos corredores. Todos os professores se levantaram de uma vez e saíram para as respectivas turmas. Olhei rapidamente minha escala: era hora de encarar o 3º A.

Peguei os equipamentos e segui até a sala. Assim que entrei, Thiago apareceu na minha frente, já de pé.

— Vamos para a quadra, Renato.

Olhei para a turma. A maioria já estava em pé, esperando minha ordem. Notei na hora a ausência: Arthur não estava ali. Mandei todo mundo levantar e seguimos em fila até o ginásio.

Na quadra, organizei rápido: futebol para os meninos num lado e vôlei para o restante do grupo no outro. O jogo de futebol começou logo, com gritos e divididas. Eu fiquei no vôlei com o grupo misto. Kelly e Melissa estavam na minha equipe e, a todo momento, davam um jeito de encostar em mim. Kelly era a mais provocante. Toda vez que marcávamos ponto, ela se jogava no meu peito num abraço demorado, o corpo colado, o cheiro dela subindo. Melissa era mais contida, mas também encontrava oportunidades de passar a mão na minha costa ou nos meus braços “sem querer”.

No meio de uma bola alta, acabei trombando em Melissa. Ela perdeu o equilíbrio e caiu no piso irregular. Soltou um gemido de dor, segurando o pé. Ajoelhei na hora, vi que estava inchando e a carreguei no colo até a diretoria. O corpo dela era leve, mas as curvas se marcavam contra o meu peito enquanto eu andava. Deixei-a sentada na poltrona, pedi gelo para a funcionária e apliquei no tornozelo dela.

Quando me virei para sair, Arthur estava encostado no batente da porta, sorrindo de canto. Tinha aparecido do nada.

— Gostosa, né? Religiosa, linda, inteligente… e virgem, professor.

Pela primeira vez senti um calafrio real subir pela espinha, seguido de uma mistura estranha de desejo e curiosidade que me incomodou na hora. Segurei a expressão e respondi seco:

— Onde você estava? Está atrasado.

Arthur encolheu os ombros, ainda com aquele sorriso de canto.

— Resolvendo umas coisas.

Depois bateu de leve no meu braço.

— Vamos jogar futebol, cara.

Seguimos de volta para a quadra. O restante da aula virou um confronto direto. Eu e os meninos que tinham ficado de reserva no primeiro dia — o time que eles mesmos definiram para o interclasse — enfrentamos o time de Arthur e Thiago. Eles jogavam juntos há anos, se entendiam de olhos fechados. Arthur no ataque, forte, imponente, dominando a bola com o corpo. Thiago mais rápido, armando as jogadas e soltando piadas no meio da partida.

Cada vez que eles faziam um gol, Arthur parava, me encarava de longe e abria os braços como se fosse o maioral daquela quadra. O placar foi abrindo. Kelly era a única do outro grupo que tinha ficado para assistir. Ficou na beira da quadra, de braços cruzados, e não parava de me provocar.

— Vamos, professor… se fizer um gol pra mim eu te dou um beijo.

O jogo continuou pesado. Divididas fortes, empurrões disfarçados, a bola quadrada no piso irregular. Eu corria mais do que devia, suava, tentava organizar a defesa enquanto o time adversário tocava rápido. Nos últimos minutos olhei o relógio. Estava empatado. Foi quando recebi a bola livre na direita. Dominei, levantei a cabeça e chutei rasteiro no canto. Gol.

Arthur e Thiago ficaram putos na hora. Arthur chutou o chão e gritou:

— Fossem nessa, porra! Você carregou esses perna-de-pau, hein, professor… boa!

O sinal já estava próximo. Todo mundo foi em direção aos bebedouros. Eu estava suado, ofegante, a camisa colada no peito, quando senti um corpo se jogar contra o meu. Kelly me abraçou por trás e, antes que eu reagisse, beijou minha bochecha com os lábios quentes e demorados.

— Você fica lindo com vergonha — murmurou no meu ouvido.

Vergonha e tesão. Foi exatamente o que senti depois daquele beijo.

O último horário do dia foi tranquilo. A turma que peguei estava cansada e pouco disposta a bagunça, então a aula passou rápido. Às 11h25 o sinal tocou anunciando o fim do primeiro dia letivo.

Me dirigi até a diretoria só para deixar o material. Melissa já tinha ido embora, andando ao lado de Kelly, Thiago e Arthur. Os quatro saíram juntos pelo portão como se nada tivesse acontecido.

Encontrei Pamela no pátio. Ela veio até mim sorrindo, ainda com a energia do primeiro dia. No caminho de volta para casa, dentro do Corolla, ela falava sem parar: como tinha se entendido bem com os alunos, como a recepção tinha sido melhor do que esperava, que a fama da escola era péssima mas que, pelo menos na sala dela, o clima tinha sido respeitoso. Eu dirigia em silêncio, apenas escutando.

Em casa almoçamos juntos. Pamela estava inquieta. Mexia na comida, evitava meu olhar por segundos demais, como se estivesse escondendo alguma coisa. Eu a conhecia bem demais para não perceber. A sensação, porém, passou quando ela se levantou e anunciou que ia para a academia.

Peguei as chaves de novo e a levei. No meio do caminho, ela quebrou o silêncio:

— Você não vai me contar o que viu no auditório?

Me espantei de verdade.

— Como assim?

— Depois do intervalo os alunos só falavam disso — respondeu, olhando pela janela. — Parece que a história já correu a escola inteira.

Chegamos na porta da academia. Antes que ela descesse, falei:

— Tá bom. Depois eu te conto melhor o que eu vi.

O resto da tarde passou de forma tranquila. Pamela chegou da academia suada, o top colado no corpo, o legging marcando cada curva. Beijou minha bochecha e foi direto para o banho. Ouvi o barulho da água por um bom tempo.

À noite jantamos juntos na cozinha. No meio da refeição tentei retomar o assunto:

— Amor, eu queria te falar sobre o que vi no auditório…

Ela me cortou na hora, levantando a mão.

— Deixa pra lá. Não quero saber agora.

Aceitei. Empurramos o assunto para debaixo do tapete.

Mais tarde, no quarto, o calor da noite estava pesado. A adrenalina do primeiro dia de aula, misturada com aquela curiosidade estranha que Arthur tinha plantado na minha cabeça, despertou em mim um desejo que eu não sentia com aquela intensidade há muito tempo. Olhei para Pamela. Ela estava deitada de lado, usando um pijama curto de alcinha fina e shortinho que mal cobria o bumbum. O tecido leve deixava os seios quase à mostra e marcava o formato redondo das nádegas.

Não aguentei. Me aproximei por trás, passei o braço na cintura dela e puxei o corpo contra o meu. Ela sentiu o pau já duro pressionando sua bunda e soltou um suspiro baixo. Virou o rosto e me beijou com fome. Em segundos estava por cima de mim, o shortinho de lado, a buceta quente e encharcada esfregando na minha barriga. Tirei a alcinha do pijama dela de um puxão. Os seios pesados saltaram livres. Segurei os dois, apertei com força e chupei os mamilos rosados enquanto ela rebolava em cima do meu pau ainda dentro da bermuda.

Pamela desceu o zíper, puxou minha roupa para baixo e segurou meu pau com as duas mãos. Estava completamente duro, latejando. Ela se posicionou, abriu os lábios grossos da buceta com os dedos e desceu devagar, engolindo cada centímetro até eu estar inteiro dentro dela. Gemeu alto quando sentou até o fundo. Começou a subir e descer com vontade, o bumbum batendo nas minhas coxas, os seios balançando na minha cara. Segurei a cintura dela com força e meti para cima, encontrando o movimento. O barulho molhado da buceta engolindo meu pau encheu o quarto.

Virei-a de quatro sem sair de dentro. Agarrei aquele bumbum enorme com as duas mãos, abri as nádegas e comecei a meter fundo, seco, sem piedade. Pamela enterrou o rosto no travesseiro e gritou, empurrando a bunda para trás para receber cada estocada. Cuspi na mão, molhei o dedo e enfiei no cu dela enquanto continuava fodendo a buceta. Ela gozou na hora, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando meu pau em espasmos fortes.

Não parei. Virei-a de novo, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti ainda mais fundo, olhando o rosto dela contorcido de prazer. Os olhos verdes estavam vidrados, a boca aberta, gemendo meu nome sem parar. Senti os ovos retesarem. Gozei dentro dela com força, o pau pulsando, despejando tudo enquanto ela ainda contraía ao meu redor. Continuei metendo devagar até o último espasmo, sentindo o porra escorrer misturado com o tesão dela.

Caímos lado a lado, suados, ofegantes, o cheiro forte de sexo impregnado no quarto. Pamela ainda tremia de leve quando puxei ela para perto e beijei sua testa. Pela primeira vez em muito tempo, o desejo tinha falado mais alto que qualquer frustração.

A manhã seguinte chegou e, com ela, a rotina das primeiras aulas. Entre a primeira e a segunda aula aproveitei o tempo livre e fui até a sala onde Pamela estava para ver como ela estava se saindo com os alunos.

Ela estava linda e bem vestida. Usava uma saia midi preta que valorizava as coxas e o quadril sem ser curta demais, uma blusa branca de manga três-quartos que ainda assim não conseguia disfarçar completamente o volume dos seios, e o cabelo loiro semi-preso, com algumas mechas soltas emoldurando o rosto. Os olhos verdes brilhavam de disposição.

Pamela estava com o segundo ano do Ensino Médio, mas ao lado dela, encostadas na mesa, estavam Melissa e Kelly — as duas do último ano — batendo um papo animado. Assim que me viram na porta, as duas se despediram dela e saíram da sala. No corredor, Kelly veio direto até mim e me abraçou com naturalidade.

— Obrigada por carregar a Melissa ontem, professor.

Melissa, logo atrás, ficou mais tímida. Olhou para mim com aqueles olhos claros brilhando e falou baixo:

— Obrigada, professor…

Pamela se aproximou, me beijou de leve nos lábios e sorriu.

— Tenho orgulho de você.

Depois completou, já se afastando um pouco:

— Elas vão me ajudar a supervisionar o intervalo, amor.

O intervalo veio e, dessa vez, eu não tive tempo de supervisionar nada. O outro professor de Educação Física do turno da tarde me procurou querendo conversar sobre a criação de um cronograma de aulas conjuntas, visando o bem-estar dos alunos. A conversa se alongou e, quando o sinal tocou novamente, eu ainda estava com ele.

Depois do intervalo, Pamela apareceu nervosa. O rosto estava fechado, os ombros tensos, mas ela não me disse o motivo. Só mais tarde fiquei sabendo: um aluno a tinha xingado feio, com palavras pesadas e sem nenhum respeito. Fui dar minha próxima aula com a preocupação batendo forte no peito.

Assim que terminei, fui até a sala dos professores. Não a encontrei. Alguém comentou que ela estava no 3º A. Segui direto para lá. Quando cheguei na porta, vi o cenário: a maioria dos alunos conversava entre si em grupos espalhados, enquanto no canto, reunidos em volta da mesa de Pamela, estavam ela, Arthur, Thiago, Melissa e Kelly. Pamela falava em tom baixo, mas firme, claramente dando uma bronca.

Entrei sem bater.

— Amor, me desculpa por invadir a sua aula, mas queria saber se está bem. Eu fiquei sabendo de tudo agora.

Pamela levantou o olhar e respondeu:

— Estou bem… mas o Arthur não deveria ter feito isso.

— O quê?

— Ele bateu no aluno que me xingou. Isso é errado.

Arthur, sentado de forma relaxada na cadeira ao lado da mesa, olhou para ela e falou com naturalidade:

— Isso, profe…

Fiquei ali em pé, sentindo um misto estranho de ciúme e curiosidade. Por que diabos ele tinha batido no aluno? Afinal, aquele mesmo Arthur já tinha xingado, desrespeitado e zoado quase todos os professores da escola sem nunca se importar. Agora, de repente, resolvia “defender” a minha esposa.

Após a aula se encerrar, seguimos para casa. No caminho, ainda dirigindo, comentei:

— O Arthur sempre foi tão desrespeitoso com os professores… fiquei desconfiado dessa mudança de postura de repente.

Pamela olhou pela janela e respondeu com calma:

— Não é bom julgar alguém só pelos erros do passado. Ele pode ter mudado.

Não caí nesse papo. Continuei em silêncio o resto do trajeto.

Em casa almoçamos rápido e fomos juntos para a academia. Treinamos lado a lado, cada um no seu ritmo, mas próximos. No final do treino, ainda suada, ela se aproximou e falou:

— Amor, hoje à noite vamos sair da dieta e visitar a lanchonete que fica ao lado da escola.

Concordei.

À noite nos arrumamos e saímos. A escola estava completamente fechada. Ver aquele portão trancado, os muros escuros e o pátio vazio à noite dava uma impressão estranha, quase assustadora. Seguimos alguns metros adiante e chegamos na lanchonete. Havia alguns clientes espalhados pelas mesas. Pegamos uma mesa para dois e nos sentamos.

Pouco depois, Melissa, Arthur, Thiago e Kelly apareceram juntos. Os quatro se acomodaram na mesa logo ao lado da nossa. Pamela sorriu na hora:

— Vamos juntar as mesas?

Antes que eu pudesse protestar, as mesas já estavam unidas. Fiquei desconfortável. Aquele era para ser um momento só nosso, e de repente estávamos dividindo o espaço com os quatro alunos.

Pamela, sem perceber (ou fingindo não perceber) meu desconforto, falou animada:

— Vamos pedir umas porções para dividir.

Pedimos. Arthur, já acomodado, completou:

— E Heinekens. Cinco garrafas. Suco para a Melissa.

Kelly riu e cutucou a amiga:

— Não. Cerveja também, né, Mel?

Melissa hesitou só um segundo e assentiu com a cabeça. Pouco tempo depois as porções chegaram fumegando, junto com as garrafas de cerveja geladas.

O clima estava estranhamente legal. Conversamos sobre música, filmes — principalmente o novo Homem-Aranha da Marvel —, futebol entre eu e os meninos, e até sobre as teorias de que a comida destinada à cantina da escola era desviada. Todo mundo ria, falava por cima um do outro, o álcool deixando as vozes mais soltas.

Arthur, num tom calmo e quase casual, falou olhando direto para mim:

— Você vai ser nosso próximo diretor… mas antes vai ter que convencer quem manda aqui.

Ele apontou com a cabeça na direção da escola fechada . Todo mundo riu. Para eles era só mais uma brincadeira. Eu e ele sabíamos que não.

Pouco depois Kelly se levantou com a bandeja vazia na mão e me olhou.

— Professor, não pode me ajudar a levar isso na recepção?

Concordei e levantei. Na frente de mim, enquanto andávamos os poucos metros até o balcão, ela fazia de tudo para provocar: andava rebolando de propósito, o short curto subindo a cada passo, o corpo quase roçando no meu. A cerveja já estava na minha cabeça e o pau começou a reagir rápido, apertado dentro da calça.

Quando estávamos voltando, Melissa se aproximou de repente e me abraçou. O corpo dela colado no meu por alguns segundos.

— O pé está bem melhor, professor… obrigada de novo.

As duas, uma de cada lado, me beijaram na bochecha quase ao mesmo tempo. Voltei para a mesa com o pau mais duro do que nunca, latejando, e um desejo incontrolável subindo pela espinha. A situação só piorou quando um carro passou na rua tocando funk alto. Kelly, ainda em pé, começou a rebolar no ritmo da música, o bumbum desenhando círculos lentos e provocantes bem na minha linha de visão. O tesão ficou quase doloroso.

Aquela noite foi incrível. Pela primeira vez em muito tempo eu me sentia realmente bem, o corpo leve, a mente quieta, a frustração dos últimos meses longe. Pamela se aconchegou contra o meu peito, ainda ofegante, e sussurrou no escuro:

— Você é incrível, amor… essa noite foi ótima.

Beijei o topo da cabeça dela e fiquei em silêncio.

Mal sabia ela que aquele desejo intenso, aquela fome quase selvagem que me tinha tomado, não vinha só dela. Era fruto das provocações de Kelly — o rebolado, o beijo na bochecha, o corpo colado —, misturado com o ciúme que eu sentia cada vez que Arthur olhava para Pamela, e com a raiva daquela postura de superioridade dele, como se mandasse na escola e em todo mundo. Tudo isso se embaralhava dentro de mim e, de algum jeito estranho, estava me fazendo sentir algo que eu nunca havia sentido antes. Algo perigoso. Algo que eu ainda não sabia nomear.

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Comentários

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"...Aquela noite foi incrível. Pela primeira vez em muito tempo eu me sentia realmente bem, o corpo leve, a mente quieta, a frustração dos últimos meses longe. Pamela se aconchegou contra o meu peito, ainda ofegante, e sussurrou no escuro:..." Tá faltando o contexto de como eles se despediram dos alunos e como foi ao retornar na mesa após deixar as bandejas. E pelo visto, teve sexo entre o casal também

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-sentir algo que eu não sabia ainda nomear". Sabe sim, a vontade de ser corno manso, e ver sua mulher trepando com outro.

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Esse aluno ,o Arthur é o cabeça do rebeldes, e ate a diretora não bate de frente com ele ,sabe que ele é barra pesada

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Arthur é o tipo do Alpha que me sefuz: negro, ousado e com um caralho de bom tamanho. Tô Loka pra ver ele agindo... Boa estória, parabéns!

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Esses alunos vão comer a professora gostosona e vc as aluninhas .

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