“Lara, como foi com a Renata? Tenho que saber”, perguntei pra minha esposa. Ela tinha acabado de voltar pra casa de uma noite com a amiga dela, a Renata. A Lara, igual a mim, tem um metro e oitenta e três. Cabelo preto liso que para bem na altura dos ombros. Olhos azuis lindos e um corpo esguio pra uma mulher de quarenta e cinco anos que já teve dois filhos. Aquelas pernas compridas e os peitos tamanho B são uma delícia pra eu olhar a qualquer hora.
— A gente finalmente fez! — ela disse toda empolgada.
— Foi tudo o que você imaginava?
— Foi incrível. A gente deve ter gozado umas quatro ou cinco vezes uma na outra. Foi a primeira vez pras duas. Adorei o gosto dela e a sensação de fazer ela gozar com a boca e os dedos. O jeito que ela me lambeu e me esfregou… Eu não me cansava! No caminho de volta a gente inventou um plano pra nós quatro.
— Tô muito feliz que vocês finalmente fizeram. Sei que isso era um sonho seu faz tempo. Queria ter visto.
— Foi exatamente sobre isso que a gente conversou no caminho. Sabe como você e eu ficamos loucos de tesão às vezes falando de eu ser a cuckqueen ou de você ser o cuckold? De a gente poder mandar um no outro fazer as coisas mais safadas ou ficar completamente submisso com outra pessoa no meio?
— Claro, você tá me deixando duro só de falar de lamber a buceta da Renata e agora desse papo de cuck. Meu pau tá ficando duro na calça. O que vocês conversaram?
— A Renata e o Caio estão a fim de experimentar algumas coisas do mundo liberal e acho que se a gente se juntar, vai ser uma putaria deliciosa.
Eu e a Lara passamos o resto da noite tomando vinho enquanto ela falava no telefone com a Renata planejando um final de semana juntinhos daqui a algumas semanas, quando a gente conseguisse se livrar das responsabilidades. Por mais que eu tentasse ouvir algo, nas partes importantes ela cochichava e eu não conseguia ouvir direito.
Nas semanas seguintes eu só conseguia pensar no que a gente ia fazer com a Renata e o Caio. Mal podia esperar pra ver a Renata pelada. Eles são uns dez anos mais novos que a gente. A Renata é bem mais baixinha que a Lara, um metro e sessenta e oito, magrinha, com uma bundinha pequena e bem desenhada por causa da academia e peitos pequenos que cabem na mão. Cabelo castanho, longo e cacheado. Olhos verdes, nariz grande e um sorriso lindo. Eu bati várias punhetas pensando nela nua e em tudo que a gente ia fazer. O marido dela, o Caio, tem um metro e oitenta e oito. Homem alto. A Lara sempre quis foder com um cara mais alto que ela. E todas as possibilidades de sexo a três, quatro, suruba, tudo isso me deixavam louco desde novo. Soma isso com umas doses de fazer isso com sua esposa e era demais. Toda noite eu e a Lara conversávamos sobre o que a gente queria fazer.
A Renata e a Lara eram bem próximas. Eram antigas colegas de trabalho, como moramos próximos um do outro, hoje em dia se viam todo dia, uma na casa da outra. Gostavam de tomar sol juntas. Eu já tinha visto elas de biquíni lado a lado tantas vezes. Mal podia esperar pra ver as duas peladas juntas. Queria assistir elas chupando a buceta uma da outra. E isso ia acontecer logo.
Finalmente chegou o final de semana. Alugamos um apartamento no Airbnb em uma cidade próxima, acreditando que um local neutro era o melhor, caso as coisas não acontecessem dentro do esperado, mesmo que isso fosse praticamente impossível, e também para criar uma magia e clima extra. A Renata e o Caio chegaram antes. Quando entramos, a gente se cumprimentou e levamos as coisas pro nosso quarto. Voltamos pra sala e servimos alguns drinks. A Renata e a Lara já começaram a conversar na hora. Eu tomava uma caipirinha e puxava um papo com o Caio. Em pouco tempo a gente ia estar tudo pelado e com tesão. Em algum momento as mulheres nos olharam com sorrisos safados.
— Vocês estão prontos pra brincar? — perguntou a Renata.
— Claro — respondeu o Caio.
— A gente só precisa de um minutinho — disse minha esposa.
As mulheres foram pro quarto enquanto eu e o Caio ficamos na sala.
— A Renata disse que a Lara deu um dos melhores orgasmos da vida dela — comentou o Caio.
— Queria ter visto. Ela falou a mesma coisa da Renata.
— Eu também. Você tá ansioso pra foder a minha mulher? Eu mal posso esperar pra foder a Lara. Aquela bunda dela fica uma delícia em qualquer calça jeans.
— É gostosa pra caralho mesmo. Sempre fiquei curioso pra saber como seria foder a sua mulher, pra falar a verdade. O corpo dela me deixa duro rapidinho quando vejo ela de biquíni.
— Podem vir, meninos — chamou minha esposa do quarto.
Eu e o Caio terminamos os drinks e fomos pro quarto. O quarto era enorme. Tinha uma cama king e um sofá bem grande de frente pra cama. As duas estavam de robe, paradas ao lado da cama.
— Sentem — disse a Renata.
O Caio foi pro sofá. Eu sentei na cama.
— Conta o que vocês acham — falou a Renata. Ela e a Lara largaram os robes.
A Renata estava de meia-calça até a metade da coxa e uma micro saia na cintura que não cobria a buceta. Completamente depilada, dava pra ver aquela bucetinha linda e as pernas finas. Sem nada em cima. Os peitos pequenos totalmente à mostra e os bicos duros. Ela deu uma volta completa pra mostrar a bunda. A micro saia quase não cobria o começo da bunda. Eu não conseguia desviar o olhar. Meu pau ficou duro na hora. Tava louco de tesão de finalmente ver ela pelada e vestida igual uma putinha.
A Lara estava com uma lingerie rosa de renda, uma espécie de corpete, mas sem tampar os peitos. Os peitos soltos, bicos duros. A lingerie parava logo abaixo da barriga e o resto estava completamente nua. Ela mantinha os pelos da buceta bem aparados, só um triangulozinho. Tão curto que dava pra ver cada detalhe da buceta. Ela também deu a volta quando a Renata deu, pra mostrar a bunda pra gente.
— Nem fodendo! — gritou o Caio.
— Caralho! — eu exclamei.
— Lara, você tá uma puta gostosa — disse o Caio.
— Renata, você deixou meu pau duro pra caralho com essa roupa — falei.
— Ótimo. Vamos esquentar vocês. Tirem a camisa — mandou a Lara.
Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo. Meu pau estava igual uma pedra dentro da calça enquanto eu me levantava para tirar a camisa. Foi aí que vi as mulheres se mexendo. A Lara foi para o sofá e se sentou do lado do Caio. A Renata se sentou do meu lado e colocou a mão na minha virilha. Olhei e vi minha esposa beijando o Caio profundamente. Não acreditava.
Por um momento fiquei distraído com minha esposa beijando o Caio, mas senti a Renata se inclinar, apertar os peitos no meu braço e sussurrar no meu ouvido:
— Tira a calça agora.
Eu levantei e puxei a calça. A Lara parou de beijar o Caio e olhou pra mim.
— Tô tão feliz que você tá com tanto tesão, amor. Tava com medo, mas você tá super excitado. Seu pau tá duro pra caralho — ela disse sorrindo.
— Mmm, tá mesmo — falou a Renata. — Sempre fiquei curiosa pra saber o que você tinha aí embaixo. Parece bem grosso. Adoro essa cabeça grande.
— Chupa ele, Renata. Quero ver você chupar o pau dele — mandou a Lara.
— Enquanto eu faço isso, Caio, tira o pau pra Lara — disse a Renata.
Ela agarrou meu pau e deu umas leveadas antes de se inclinar e encostar ele no rosto. Depois botou a língua pra fora e lambeu o pau de baixo até em cima enquanto acariciava minhas bolas. Quando chegou na cabeça, colocou só a cabeça na boca bem devagar. A língua saía e lambia a parte de baixo.
— Porra… isso tá bom pra caralho — gemí enquanto ela começava a subir e descer a cabeça, usando a língua embaixo do pau.
Olhei pro lado e o Caio já estava completamente pelado. O pau ereto dele era claramente maior que o meu. Quase uns vinte centímetros, mas não tão grosso. A Lara tinha a mão nele e estava masturbando devagar. Os dois olhavam a Renata me chupando. Ela tirou a boca do meu pau. Foi um boquete delicioso. Eu não acreditava. Ela manteve a mão no meu pau, brincando.
— Sua vez, Lara. Chupa esse pau pra mim. Mostra pro Caio o que você sabe fazer — disse a Renata enquanto brincava com o meu.
Eu assisti minha esposa colocar uma mão nas bolas do Caio e a outra na base daquele pau enorme. Ela se inclinou e enfiou a cabeça na boca. Depois desceu a boca até as bolas. O Caio gemeu enquanto a língua dela saía e lambeu o saco. A Lara sempre conseguia engolir o meu inteiro. Não me surpreendeu ela ter engolido aquele pau grande. Mas ver ela começando a ir e voltar com a cabeça foi incrível. Eu adorava ver ela chupando aquele pau. E os gemidos do Caio me deixavam ainda mais excitado.
— Isso é gostoso pra caralho — disse a Renata.
A Lara continuou chupando o Caio e depois tirou a boca.
— Você gostou de ver isso, meu corninho? — perguntou ela ainda segurando o pau do Caio.
— Gostei pra caralho, amor. O que vem agora?
— Já que ambos casais sonham com um menáge, podem começar com a Lara — falou o Caio.
— Tô pronta pra ser de vocês, meu gostoso. Só me diga o que fazer — disse a Lara olhando pra mim, ainda com o pau do Caio na mão.
— Sobe nessa cama e deita de costas, sua puta — respondi.
A Lara subiu na cama e deitou de costas. Eu pedi pra Renata ficar de quatro com a buceta em cima do rosto da Lara.
Quando a Renata se posicionou, olhou pro marido e disse:
— Pega o celular e grava isso, amor.
O Caio, com o pau duro balançando, achou o celular na calça e logo estava filmando.
— Posso lamber a buceta dela, senhor? — perguntou a Lara. — Tá bem na minha boca e eu quero lamber esse clitóris delicioso.
— Pode, sua putinha — respondi enquanto me posicionava atrás da Renata pra foder ela de quatro.
— Isso tá gostoso pra caralho de ver — falou o Caio, sentado no sofá, masturbando com uma mão e filmando com a outra.
A Lara passou os braços na frente dos quadris da Renata e puxou a boca pro clitóris. Estava lambendo enquanto eu enfiei meu pau no buraco molhado dela. A Lara tava claramente excitada. A buceta dela, apertada, estava encharcada e meu pau entrou fácil. Eu segurava a bunda da Renata e apertava enquanto enfiava.
Quantas vezes eu tinha olhado pra Renata tomando sol com minha esposa e imaginado como seria foder ela. A buceta era molhada e apertada. Enfiei até as bolas. Sentia minhas bolas tocando o rosto da minha esposa enquanto ela lambia o clitóris da Renata.
— Não fala mais nada, puta. Eu só quero foder sua amiga enquanto você assiste e lambe o clitóris dela — mandei. Ela não respondeu. Continuou lambendo.
Comecei a foder a Renata devagar e logo ela estava gemendo de prazer. O Caio não ficou parado na cadeira. Levantou com o celular, filmando de vários ângulos enquanto se masturbava. Aumentei um pouco o ritmo e comecei a meter com força. Minha virilha batia na bunda dela, fazendo um som gostoso a cada estocada.
— Uh!… Heh… Uh!… Isso! — a Renata gemía a cada metida.
Logo senti ela gozando no meu pau. A buceta apertava o meu pau com força enquanto ela soltava um “Issooooo” longo. Depois de um tempo senti que eu ia gozar. Tirei o pau da Renata.
— Puta, abre a boca e chupa meu pau. Chupa o gozo da sua amiga do pau do seu marido — mandei.
A Lara obedeceu. Chupou com fome, naquele ângulo estranho debaixo da buceta da Renata.
— Tá gostoso, puta?
Ela tirou a boca pra responder:
— Tá sim, senhor.
— Volta pro clitóris dela. Eu vou gozar dentro e você limpa a gente. Entendeu?
— Sim, senhor — foi tudo que ela disse antes de voltar a língua pro clitóris.
— Faz isso, Matheus! Enche a minha mulher de porra — gritou o Caio.
Enfiei de novo no buraco agora super molhado da Renata. O pau entrou fácil. Ela estava escorregadia. Aumentei o ritmo pra gozar mais rápido. A Renata ofegava a cada estocada. O som do meu corpo batendo na bunda dela, a fricção quente e molhada no meu pau… não demorou muito pra eu respirar pesado e começar a gozar na buceta da melhor amiga da minha esposa enquanto o marido dela assistia e minha esposa lambia o clitóris. Foi um momento incrível. Soltei um gemido longo enquanto meu pau latejava e enchia a Renata de porra quente.
Eu estava acabado. O Caio estava logo atrás de mim com o celular quando tirei o pau da buceta gostosa da mulher dele. Assim que saí, minha porra começou a escorrer da buceta da Renata e cair no rosto da minha esposa. A Lara se aproximou rápido e começou a lamber minha porra saindo da buceta da Renata. Eu coloquei o pau sujo de porra no rosto dela enquanto ela lambia. Logo ela tinha pego a maior parte e eu consegui enfiar o pau na boca dela de novo. A Lara limpou toda a porra do meu pau. Depois usei o pau pra limpar o rosto dela e ela lambeu tudo de novo.
Caí pra trás e falei:
— Porra! Foi incrível de ver e de fazer. Não acredito.
— Você fode bem, que macho gostoso — disse a Renata.
— Pois acredite, porque agora a mesa vira pra você — falou a Lara. — Adorei lamber a buceta dela cheia de porra. Sempre foi um fetiche meu, mas agora… agora eu vou viver o meu e te transformar no meu cuckold, seu sissy.
— Sissy? — perguntei.
— Isso mesmo. Seu corno! Hora de pagar por ter fodido a minha mulher — disse o Caio com força. — Sua esposa disse que você achava que queria ser cuckold, então aqui está. Troca de lugar com ela na cama e se deita de costas igual ela fez pra você.
O Caio entregou o celular pra esposa. Eu troquei de lugar com a Lara e ela ficou de quatro com a buceta em cima do meu rosto.
— Você vai fazer exatamente tudo que acabou de me fazer, seu sissyzinho. Pronto, putinho?
— Sim, senhora — respondi.
— Então cala a boca e faz o que eu mando. Meu novo touro vai me foder enquanto você lambe meu clitóris e quando ele terminar, você limpa a gente dois. Entendeu? Só balança a cabeça pra cima e pra baixo.
Eu balancei a cabeça e usei a cintura dela pra me puxar até o clitóris e comecei a lamber.
— Garante vários ângulos de mim fodendo a Lara, amor — disse o Caio pra Renata enquanto se posicionava atrás da minha esposa.
— Pode deixar, bebê. Só garante que faz minha amiga gozar antes de você — respondeu a Renata, pegando o celular.
Eu queria isso faz tempo, e a Lara também. Ela queria experimentar um pau maior e queria que eu visse. Eu queria ver e agora estava bem debaixo enquanto acontecia. Quando o Caio se posicionou, tirei a boca do clitóris pra ver ele entrar. O Caio deu uma batidinha no meu rosto com o pau grosso antes de enfiar na minha esposa. Eu vi ele entrar e deslizar o pau inteiro dentro da mulher com quem eu era casado há vinte anos.
— Essa buceta tá molhada pra caralho, Lara — falou o Caio.
— Tá mesmo! É porque eu quero esse pau enorme dentro de mim desde que sua mulher me contou o tamanho. Eu preciso disso. Meu marido não consegue me dar o que eu desejo. Me fode com esse pau grosso, Caio. Me faz gozar como esse corno não consegue. Me fode!
Com essas palavras o Caio começou a meter com força. Batendo o corpo na bunda dela e ocasionalmente dando um tapa. Eu voltei imediatamente a chupar e lamber o clitóris. Às vezes sentia as bolas do Caio no topo da minha cabeça. Minha língua às vezes lambia o pau dele enquanto ele ia e vinha na buceta da minha esposa. Eu adorava ver aquele pau deslizando bem na minha cara. Adorava ver ele fodendo a buceta dela bem na minha frente. Eu gostava de alternar entre lamber o pau dele e o clitóris dela.
— Parece que o Matheus tá adorando ser um corninho que lambe enquanto fodem a esposinha dele! O pau dele tá duro de novo — falou a Renata.
Era verdade. Meu pau estava pedra de novo, como se eu nunca tivesse gozado. Não conseguia tirar os olhos daquele pau entrando e saindo da buceta da minha esposa. Adorava os sons que o Caio e a Lara faziam. Os gemidos, a respiração ofegante, os grunhidos. O corpo dele batendo na bunda dela.
Em algum momento ouvi a Lara repetindo:
— Me fode… me fode… me fode!
Eu sabia o que aquilo significava. Ela estava prestes a gozar. Fazia a mesma coisa comigo quando eu fodia ela por bastante tempo. Mantive a língua no clitóris num ritmo constante pra ajudar. Logo senti o corpo dela ficar tenso e soube que ela estava gozando no pau do Caio. Sabia que a buceta dela apertava e soltava aquele pau grosso sem controle. O Caio parou de meter por um segundo e depois voltou quando o orgasmo dela passou.
— Aposto que a Lara acabou de ter um orgasmo nesse pau grande, corno! Coisa que ela nunca mais vai ter com você depois de experimentar esse pau grande. Espero que você saiba o quanto ela quer esse pau — disse a Renata.
O Caio acelerou. Eu ouvia ele ofegando. Sabia que ele estava perto. Puxei o rosto pra trás pra ver acontecer. O Caio finalmente soltou um grunhido forte e parou de meter. Vi o pau dele latejando e soube que ele estava enchendo ela de porra.
— Isso mesmo, bebê. Enche a minha amiga de porra — falou a Renata.
O Caio deu mais umas estocadas e tirou o pau da buceta da minha esposa. A porra dele saiu na hora e começou a pingar no meu rosto, saindo da buceta e do pau. Eu encostei o rosto bem no buraco e usei a língua para guiar tudo pra dentro da boca. Adorei o gosto da porra dele misturado com o suco da minha esposa. O Caio deixou o pau descansar na minha testa enquanto eu limpava a minha mulher. Sentia porra quente escorrendo do pau dele na minha testa e descendo pelo lado do rosto. Eventualmente tirei toda a porra da buceta dela.
— Não esquece de limpar o pau do Caio — mandou a Renata.
O Caio usou o pau pra limpar a porra do meu rosto e depois enfiou na minha boca. Eu lambi com vontade toda a porra do pau dele. Quando terminei, deitei a cabeça e a Lara rolou de cima de mim. A gente recuperou o fôlego por um momento. A Lara estava acariciando meu pau duro depois que rolou. O Caio sentou numa cadeira com a esposa.
— Bom trabalho, Matheus — disse a Renata. — Você realmente engoliu tudo. Merece uma recompensa por limpar sua mulher e o Caio.
— É, acho que está na hora do Caio chupar um pau — falou a Lara.
Eu não acreditava no que estava ouvindo.
O Caio disse:
— Eu queria experimentar chupar um pau faz tempo, mas só se a Renata estivesse assistindo.
— Vou assistir sim. Que tal eu ficar nessa cadeira e a Lara me fazer gozar enquanto você chupa um pau pra eu gozar de novo? Assistir vocês três fodendo me deixou com tesão de novo — falou a Renata.
— Posso fazer isso — respondeu a Lara. Ela pegou o celular que estava gravando e me entregou.
— Beleza pra mim — falei.
Levantei e fui pra frente da cadeira, num ângulo perpendicular pra Renata poder ver. Ela se recostou e abriu as pernas bem. Porra, como eu gostava daquela visão da Renata e da buceta dela. Os biquinhos duros. Minha esposa pegou um vibrador numa bolsa e se ajoelhou entre as pernas da Renata. O Caio ficou de joelhos na minha frente, colocou uma mão na minha perna e a outra no meu pau duro. Ele avançou a boca e eu avancei a cintura. Logo meu pau estava na boca dele. Eu garanti de gravar tudo.
Era a primeira vez que um homem me chupava, assim como foi a primeira vez que eu chupei um pau, mas em nenhum momento isso me pareceu estranho, o tesão que eu estava ali, só me importava gozar e ver todos gozarem.
— Isso me deixa louca de tesão — disse a Renata.
Logo ouvi o vibrador ligar. A Lara estava lambendo a Renata enquanto usava o dildo vibrando dentro da buceta dela. A Renata jogou a cabeça pra trás e soltou um suspiro de prazer.
O Caio estava aprendendo a chupar pau. Não era o melhor boquete da minha vida de longe, mas era excitante receber uma chupada dele enquanto via a Renata recebendo sexo oral da minha esposa. Depois de um tempo coloquei a mão na cabeça do Caio para guiar ele no meu pau. Ele acabou desenvolvendo uma técnica melhor e eu comecei a apreciar mais a boca dele. E eu estava aproveitando ainda mais assistir nossas esposas do que o boquete. Nesse ponto a cabeça da Renata estava jogada para trás, boca aberta. A respiração pesada. Eu via que ela estava perto de gozar. Não demorou para as pernas dela se fecharem com força em volta da cabeça da minha esposa, prensando ela com suas coxas e puxando a cabeça em direção a sua buceta enquanto ela soltava um gemido longo.
O Caio tirou a boca do meu pau pra assistir a esposa gozar. A Lara continuou trabalhando a buceta da Renata até ela empurrar de leve a cabeça dela para longe de sua buceta sensível. A Renata estava tão acabada quanto podia naquela cadeira depois do orgasmo. A Lara, ainda de joelhos, virou pra olhar pra mim e pro Caio.
— Continua chupando esse pau, seu viadinho. Quero que você faça ele gozar — mandou a Lara.
O Caio abriu a boca e voltou a chupar meu pau. A boca quente e molhada dele tava ótima no meu pau. Ele começou a passar a língua na parte de baixo da minha pica enquanto ia e vinha como um campeão.
— Olha só, Renata, o pau do seu marido tá duro de novo. O que adianta ter um pauzão se é um viadinho enrustido. Talvez ele seja mais bi do que admite pra você — falou a Lara.
Ainda de joelhos, ela se aproximou, agarrou o pau do Caio e começou a masturbar ele. A Renata se levantou pra ver o que estava acontecendo.
— Nossa, você realmente gosta de chupar uma rola, né amor? — perguntou a Renata pro Caio.
— Que tal a gente fazer esse pau gozar juntos? Observa o que eu faço e quero que você faça do outro lado do pau dele.
Minha esposa continuava batendo uma pro Caio enquanto a Renata saía da cadeira. Ela se ajoelhou do meu lado esquerdo.
— Vai pro lado direito dele e fica de olho, amor, vê se aprende — disse a Renata.
O Caio se mudou pro meu lado direito. A Lara foi junto, o que a colocou bem na frente do meu pau. Ela continuava masturbando o pau enorme do Caio. A Renata então abriu a boca pela metade e encostou os lábios no lado esquerdo do meu pau. Começou a ir e vir com a boca, língua na parte de baixo da minha pica. Depois de umas vezes ela parou e se afastou.
— Agora você faz isso do outro lado do pau dele, Caio, e aposto que ele goza rapidinho — mandou a Renata.
Os dois então colocaram as bocas meio abertas no meu pau e começaram a ir e vir perto da cabeça, línguas pra fora e na parte de baixo. A Lara estava bem na frente do meu pau, assistindo tudo enquanto batia uma pro pau gigante do Caio.
— Quero que você goze tudo pra essas três putas te servindo, amor. Faz isso. Goza na minha cara e na minha boca — disse a Lara pra mim.
Ela aproximou o rosto bem embaixo do meu pau, fechou os olhos, abriu a boca e tirou a língua pra fora. Eu não acreditava. A sensação da Renata e do Caio era deliciosa e a visão de tudo era incrível. Em pouco tempo eu estava gemendo e atirando jatos de porra no rosto da minha esposa. O primeiro atravessou o olho direito e a testa dela. O segundo passou pelo nariz e a bochecha direita. O resto caiu na boca e na língua dela. Quando ela abriu os olhos pra me olhar, o Caio começou a soltar um gemido alto. Olhei pra baixo e vi o pau dele gozando no carpete enquanto minha esposa continuava batendo uma. A Renata se inclinou e lambeu minha porra do rosto da Lara. Aí a gente simplesmente desabou no chão ou na cama e apreciou aquele relaxamento gostoso depois do sexo.