Noite chegando no horizonte e tomando conta de toda a estrada. A fome me exigia uma parada na viagem, logo que possível. A possibilidade aconteceu: um container feito lanchonete, na beira da rodovia, as mesas cobertas com tecido florido, até o chão, distribuídas sob frondosa árvore (durante o dia deveria ser um lugar bastante aprazível). Parei. Deserto de clientes. Somente a dona, absorta no celular. Avaliei procurar um próximo lugar, mas o estômago não concordou. Pensei em vestir uma calça decente sobre o curtíssimo short que me deixava praticamente nu; analisei a relativa escuridão, a ausência generalizada de pessoas, não vi muito problema em descer assim mesmo.
Escolhi uma mesa num recanto e esperei a mulher desgrudar os olhos do celular e constatar que havia cliente. No cardápio, xerém com carne guisada; meu estômago deu vivas. Em instantes, o prato fumegante e cheiroso estava diante de mim, e a mulher voltava para sua navegação. Comecei a beliscar o prato pelas beiradas, que estava muito quente. Delicioso!
O cheiro de carne foi se espalhando pelo ambiente e em pouco tempo apareceu, não sei de que canto, um cachorro lambendo os beiços, emitindo agudos sons de quem queria comer. Adoro animais, mas muito mais a mim. Ele precisava esperar eu satisfazer meu estômago, para receber sua porção. Como fazendo parte do teatro do “pidão”, o animal passou a se esfregar nas minhas pernas. E não é que esse esfregado tão nas minhas coxas foi acendendo meu pau?! Combinei com ele (em pensamento) uma bela punheta, concluído o jantar, que naquela hora a prioridade era do colega estômago.
O falo, teimoso que só ele, encontrou o cantinho de sair de seu esconderijo: aprumou-se em direção à perna folgada do short e colocou-se quase toda de fora, dura e a pulsar entre minhas pernas. E o cão, parece que adivinhando, enfiou-se por baixo da toalha da mesa, e no seu jeito investigativo, enfiou o focinho molhado entre minhas coxas. A rola pinotou.
O cão lambeu uma vez a cabeça da minha pica e meu coração disparou de prazer. O danadinho parecia ter gostado, que lambeu de novo e de novo, a frequência tornando-se maior. Cachorro filho da puta, estava me comprando a refeição com um boquete! Afastei o short, expondo a rola inteira e o cachorro a lambia da cabeça ao tronco. Eu misturava o medo de uma mordida com o extremo prazer que sentia. Se o animal soubesse fechar a boca sobre a pica, decerto eu gozaria.
Eu estava na iminência do gozo. A explosão vinha e retornava, de acordo com as lambidas do cachorro. Então segurei minha pica e fui me punhetando levemente, enquanto a língua áspera do pet me levava às alturas. Finalmente comecei a sentir os raios da explosão e acelerei a punheta. O primeiro jato de porra voou na cara do cachorro (suponho), porque ouvi um som característico de quem recebe algo na cara, inesperadamente. Provavelmente gostou do gosto, porque não se afastou e passou a lamber a cabeça da minha rola, enquanto esta esporrava.
Após o gozo, guardei a rola e espantei o cachorro, que o meu pau estava sensível, e qualquer lambida seria incômoda. Por outro lado, eu já quase concluíra a refeição, estômago e rola plenamente satisfeitos. Comecei a jogar ossos e pedaços de carne, que o cachorro devorava numa velocidade e alegria doidas. O rabo balançava agitadamente, em agradecimento. Ele mereceu se alimentar; era um autêntico e competente cachorro de programa…
