Quando cheguei ao balcão do bar, o Raul me olhou com cara de safado e foi logo dizendo:
- Gostaste de comer o David?
- Adorei, mas como sabes que o comi?
- O Marcão viu, né, e me contou.
- Quem é o Marcão? – Não fazia ideia de quem era o cara.
- O segurança Morenão, e olha que ele ficou bem impressionado contigo, ele me falou que o David estava a rebolar bem gostoso com a tua metida.
- Ele falou isso, foi? – Sorri, bem safado, e ele veio até perto de mim e apertou o meu pau.
- Falou, eu sabia que eras um tourão, Chicão, sorte do David – agarrei‑o bem forte e passei a mão na bunda dele.
- Também queres rebolar no meu pau, é?
- Que é isso, que clima é esse aqui? O bar está ficando cheio, vamos trabalhar, rapazes! – era o Miguel; cortou o clima, larguei logo o Raul, e a verdade é que já havia vários caras no balcão pedindo bebidas, e fomos atender aos pedidos deles...
Dali para a frente o bar ficou completamente cheio, eu não parava de servir bebidas; nossa, eram tantos caras, não sabia que havia tantos viadinhos. Por volta das 4h da manhã o ambiente esquentou, vários caras já estavam enrolados e alguns, sem nenhuma vergonha, se ajoelhavam e mamavam outros caras. Mas eu nem tinha tempo para observar, só servia bebidas, e a certa altura o Raul subiu no balcão e começou a dançar, de um jeito bem sensual, levou os caras à loucura, ele deixava‑os passar a mão no seu corpo, principalmente na sua bunda gostosa, e os caras o presenteavam, metiam várias notas na sua cueca tipo jockstrap; depois o David se juntou a ele e fiquei só eu e Miguel servindo, foi assim até por volta das 5h da manhã, os dois ganharam muito dinheiro e depois o bar começou a esvaziar…
Foi então que o gostosão, que eu tinha visto fodendo o Miguel, veio bem para a zona do balcão em que eu estava a trabalhar e me pediu um uísque duplo e, quando lhe fui entregar, meteu conversa comigo:
- És casado? – começou ele por me perguntar, e eu mostrei‑lhe a minha mão, apontando a minha aliança no dedo.
- Não é difícil de perceber.
- Com mulher, certo?
- Sim.
- Eu tinha a certeza, só eu e tu devemos ser casados com mulheres neste bar esta noite.
- E o que faz um homem casado com uma mulher num bar gay a esta hora da noite?
- Vim à procura de um cara gostoso como tu - porra, o cara me deixou quase sem palavras.
- Nossa, és direto...
- Sou o Simão – e estendeu a mão para eu o cumprimentar e, claro, eu o cumprimentei.
- Sou o Chicão.
- Uhmmm, Chicão... te chamam assim por causa do teu picão, é?
- Tu estás bêbado, cara.
- Estou é cheio de tesão por ti, cara – o sacana apertou o pau e percebi que estava bem duro dentro da sua calça jeans - não estou bêbado, Chicão, estou é feliz porque te encontrei - e voltou a apertar o pau; aquilo já estava a me fazer confusão, eu já tinha visto aquele pau em ação. Era um pauzão delicioso.
- Para quantos já disseste isso esta noite?
- Para nenhum. Tudo bichas fáceis, todas se derretem por mim assim que eu falo. Tu não, tu me dás luta.
- Quem disse que não estou todo derretido por ti?
- Caralho, não me digas isso, Chicão. És o cara mais gato que está aqui. No início da noite era tu que eu queria pegar, mas o teu amiguinho é bem safado, não resisti.
- Eu percebi – ia me afastar e ele me agarrou pelo braço.
- Não me digas que ficaste com ciúmes.
- Nem um pouco.
Porra, ficamos quase com o rosto colado um no outro. Ele, além de ser um cara gato, lindo, com aquele corpo todo definido, tem uns olhos verdes lindos demais. Não resisti e demos um beijo bem gostoso.
- Que puto de beijo, Chicão, beijo de macho. Eu quero‑te agora, cara.
- Não posso, cara, estou a trabalhar – o Miguel já me tinha dado uma reprimenda naquela noite, não queria levar outra, mas o gostosão safado tirou o pau para fora.
- Estou todo teso, cara – e começou a bater com o pau na mão. Porra, me cresceu água na boca. – Eu sei que tu o queres, só fodendo contigo este pau agora baixa.
Foi então que o Raul veio até ao meu lado e, bem safado, passou a mão na minha bunda.
- Vai logo com ele, cara, um homem assim não se deixa fugir — e senti o dedo dele esfregando no meu botãozinho – vai até ao armazém, estás cheio de vontade para estar com ele, eu seguro aqui o balcão com o David. – E meteu o dedo no meu cu.
- Tu és muito safado, Raul.
- Sou é teu amigo...
O cara nos observava com cara de diversão.
- Vamos logo, Chicão, o teu amiguinho segura aí as pontas por ti. Vem logo, que estou louco por ti. - Eu fiquei calado, mas nossa, o Raul era muito safado, só aquele dedão no meu cu já estava bem gostoso.
- Se tu não fores, eu vou – falou logo o Raul, olhando para o Simão.
- Tu és gato, mas não és tu que eu quero; quero pegar é esse teu amigo, que é um macho gostoso.
E o safado do Raul tirou o dedo do meu cu e, bem rápido, botou o meu pau para fora; estava bem teso.
- Ele também quer te pegar, está louco de tesão por ti – e se afastou de nós, e reparei que os olhos do gostosão brilharam ao ver o meu pau.
- Caralho, que pauzão! Aquele teu outro amiguinho se deliciou com ele.
- Também te queres deliciar com ele, é? – perguntei bem sacana.
- Contigo, eu quero tudo.
- Tudo?
- Tudo.
Saltei do balcão e começamos a nos beijar, nossa, que beijo! O cara me pegava de um jeito que eu ficava todo trêmulo, e o meu cu piscava.
- Que macho gostoso que eu cacei – falou ele todo satisfeito quando terminamos o beijo.
- Tu és o único cliente por quem hoje aqui eu tive tesão, cara - ele me apertou para junto dele e começou a passar a mão na minha bunda.
- Tu estás louco para dar este cuzinho para mim, confessa.
- Tu és muito sacana, cara.
- Tu nem imaginas o quanto – e começou a passar o seu dedo no meu botãozinho – confessa, queres dar este cuzinho peludo para mim, não queres?
- Quero, porra.
- Eu sabia.
Num ápice ele me virou de costas para ele e senti logo o pau dele roçando no meu reguinho.
- Um cara macho assim como tu me deixa louco, Chicão, vou te arrebentar todinho – e senti a cabeça do pau dele forçar o meu botãozinho.
- Aqui no meio do bar não.
O cara era muito experiente, me virou de volta de novo para ele e me beijou, e mais um puto de um beijo delicioso, nossa, que homem.
- Vamos logo para um sítio mais tranquilo, então – falou ele.
- Vamos.
Levei‑o até ao armazém, mas quando entramos o Miguel estava lá com mais três caras na maior pegação. O armazém é pequeno e eu queria estar tranquilo com ele. Só restava um pequeno banheiro que fica ao lado do armazém; é mesmo muito pequeno, só tem uma sanita e um lavatório, mas o Simão topou na hora, aquele homenzarrão estava louco por mim.
Assim que entramos, trancamos a porta e começamos logo a nos agarrar aos beijos. Nossa, fisicamente somos muito parecidos: mais ou menos a mesma altura, bem musculosos e os dois com cara de machos héteros. A grande diferença é que o Simão é loirinho, barba bem‑feitinha, todo lisinho, e eu tenho cabelos negros e sou peludinho e barbudo. Eu estava adorando ser beijado por ele; era um puto de um beijo tesudo, ele devorava a minha boca e a minha língua, ele era muito experiente e me levava como queria. Fomos nos beijando até que ele me empurrou e fiquei sentado na sanita com ele de pé na minha frente; foi logo tirando as calças e o seu pauzão ficou à altura do meu rosto.
- E teu, mama!
Foi logo me dando ordens, e eu obedeci todo contente, agarrei no pau dele, e nossa, que puta de pau grande, do tamanho do meu, uns 23 cm, bem cabeçudo, todo tesinho e cheio de veias.
- Caralho, que picão! – Ele pegou na minha cabeça e a levou ao seu pau.
- Mama logo, caralho, estou cheio de tesão.
Não fiz aquele gostoso esperar mais. Abocanhei aquela cabeçona, nossa, fiquei com a minha boca toda cheia, e que delícia de piroca, era tão macia e saborosa. Dei umas boas sugadas e comecei a mamá‑lo.
- Issoooo, delícia de boquinha.
- Gostas?
- Adoro assim uma boquinha de macho a me chupar – e segurou na minha cabeça e a levou ao seu pau, só que não a soltou e começou a forçá‑la contra o seu pau – engole tudo, engole.
Caralho, ele foi forçando e aquele pau foi entrando na minha boca, mas o ar começou a me faltar e acabei me engasgando. Ele soltou‑me e começou a bater com aquele picão no meu rosto.
- É para engolir tudo.
- Não sei não, nunca engoli nada assim tão grande.
- Um verdadeiro macho é assim mesmo, tem dificuldade em engolir tudo, mas eu vou te ensinar direitinho; porém, não vai ser hoje.
O cara era rápido, se ajoelhou na minha frente, agarrou minhas pernas e as colocou nos seus ombros, e senti o pau dele encostar no meu cuzinho; até suspirei.
- Estás doidinho para que te coma, confessa.
- Estou, cara, mas não sei se aguento esse pau.
- Aguentas, aguentas, tudo gostas.
O Simão forçou e a cabecinha entrou, nossa, foi tão bom, não sei explicar, mas naquela posição eu olhava para ele e ter assim um cara tão macho a me foder me dava um desejo enorme de lhe dar o meu cu.
- Ai, nossa... – soltei um gemidinho.
- Cuzinho gostoso, agasalhou bem a cabeçona de pau, tu já deste hoje este cu, não, seu safado?
- Aiii porra, isso não interessa para nada.
- Interessa porque assim não tenho que me segurar – nossa, ele tirou o pau e enfiou tudo bem rápido.
- Aaaiii caralhoooooo...
- Delícia, adoro foder uma bunda peluda que gosta de pau.
O cara não teve dó, repetiu e enfiou tudo de uma vez e depois começou a socar o meu cu com tudo.
- Aaaiiii porraaaaaaa... me arrebentaste todo.
- Mas é mesmo isso que eu quero, tens aqui uma que delícia de cu, ele aguenta bem o meu pau.
O cara começou a socar‑me como queria e, nossa, como era bom. Ele é muito bom de foda, não sentia nenhuma dor, só prazer, nossa, que delícia, e sem querer comecei a gemer alto com tanto prazer.
- Aaaiiii porraaaaaa, uhmmmm
- Gostas de uma pica grossa assim, arrombar este cuzinho, né, seu safado?
- Uhmmmm, porraaaaa… está tão gostoso.
- Gostoso é este cu de macho.
O Simão começou a ficar bem louco e começou a me socar cada vez mais rápido, bem forte. Eu sentia aquele picão entrar todo, até bem fundo no meu cu; o tesão era tanto que eu comecei a não me controlar.
- Aaaiiii, caralhoooooo, eu vou gozar assim, cara.
- Já vais gozar, seu gostosão? — O sacana aumentou ainda mais a velocidade das estocadas.
- Aaaiiii, porraaaaaa, assimmmm vouuuuu, caralhoooo.
- Uhmmmm, que delíciaaaaa.
Nossa, o cara, vendo que eu já estava quase a gozar, saiu de dentro de mim e, para meu grande espanto, levou o meu pau imediatamente à boca e enfiou dois dedos no meu cu.
- Para, cara, eu vou gozar, cara — falei todo aflito, e ele respondeu bem rápido.
- É isso tudo que eu quero — e voltou a meter o meu pau na boca e começou a mamar cheio de vontade, ao mesmo tempo que fodia o meu cu com os seus dois dedões.
- Aaaiiii, porraaaaaaa.
Comecei a gozar na sua boquinha, caralho! Aquele homenzarrão engolia o meu pau todo e começou a tomar o meu leitinho todo. Jamais podia imaginar aquilo; o cara gostava e não deixava desperdiçar nada; ele ficou me mamando até eu deixar de jorrar leite.
- Que delícia de pau que tu tens — falou, me olhando nos olhos com os cantos da boca cheios do meu leite.
- Caralho, cara, tomaste o meu leitinho todo.
- E adorei, sou louco por leitinho de macho, e esta tua piroca é gostosa demais...
Caralho, o safado voltou a mamar o meu pau, que já estava a baixar e voltou logo a subir; era um prazer ver um cara daquele me mamando.
- Nossa, cara, isso é que é chupar.
- É chupada de macho, já algum macho te chupou?
- És o primeiro, cara.
- Que delícia, aproveita, que eu não mamo qualquer um.
Ele voltou a engolir o meu pau, e nossa, vi ele sumir todinho na sua boca. O Simão conseguiu engolir os meus 23 cm de vara sem nenhuma dificuldade; o cara podia ser macho, mas gostava de pau. Depois largou-o e olhou para mim enquanto segurava o meu pau com a mão.
- Estou louco para sentar neste picão.
- Então senta.
- Caralho, era o que eu queria ouvir - foda-se, o cara ficou todo feliz por saber que eu era macho, o sacana gostava mesmo de piroca.
Eu respondi num tom sério, mas por dentro nem estava acreditando que aquele cara ia dar aquela bundona para mim. Eu, sentado na sanita e ele de frente para mim, se posicionou e eu encaixei o meu pau no seu buraquinho; o Simão estava com tanta vontade de sentar que foi logo descendo no meu pau e a cabeça entrou.
- Aaaiiiii, porraaaaaa — gemeu ele alto.
Eu ia falar, mas ele me beijou e começou a descer no meu pauzão, mas o cara era apertado, ia sentando devagarinho, e eu agarrei nas suas nádegas e abri bem.
- Agora que começaste, é para sentar tudo.
- Eu vou sentar, é o que eu mais quero, mas nossaaaa, fazia tempo que não sentava num pauzão assim.
Cheguei na cintura dele e comecei a manobrar aquela descida.
- Tu gostas de piroca, estou a sentir, seu sacana. — Forcei ele para baixo e o meu pau entrou quase todo.
- Ai, porra, que o meu cu não está acostumado, não!
- Está, está... — agarrei o rosto dele e lhe dei um beijo — Cavalga para mim, seu puto.
- Me respeita, cara, sou macho.
- Agora és o meu puto — e dei uns tapinhas na cara dele.
- Porra, assim me deixas louco, cara. — Ele era fodão, agarrou a minha cabeça, deu-me um beijo e começou a subir e a descer o meu pau; e, caralho, foi uma delícia, e ele estava bem teso, sentia o pau dele roçar na minha barriga.
- Isso, putinho, cavalga no teu macho.
- Macho gostoso.
E ouvi alguém bater na porta, fiquei assustado.
- Estão batendo.
- Deixa bater, agora tu és meu, quero me acabar nesta piroca.
- Ah é? Estás a gostar de ser minha putinha, é?
- Estou, cara.
- Vira então e sê minha putinha, como deve ser.
O Simão levantou-se, sabia direitinho o que eu queria e me olhou com cara de safado.
- Fazia tempo que não apanhava um cara como tu.
De costas para mim, sentou no meu pau, que delícia, aquela bundinha gostosa engoliu-o logo todo, e começou a cavalgar bem rápido, mas havia alguém que continuava a bater na porta; mas nós estávamos bem loucos naquela foda e eu só queria estar com aquele tesudo se deliciando com o meu pau.
- Aaaiiii, que porra, que piroca gostosa.
- Isso, cavalga, seu putãooo.
- Estás a alargar o meu cu todo, meu macho.
- Vais ficar bem soltinho para o teu macho.
- Aaaiiii aaaiii caralhoooooooo....
Porra, o Simão era bem experiente; ele cavalgava e rodopiava a bunda no meu pau e, ao fim de algum tempo, ele começou a gemer mais alto. Eu estava a adorar aquela cavalgada dele.
- Eu vou gozar, cara — aquele gostosão estava no ponto.
- Goza.
- Mas eu quero que gozes dentro de mim, meu macho.
- Estou quase também, meu putãoooo...
- Aaaiiii, que delíciaaaaaa....
Ele começou a subir e a descer que nem um louco e só ouço ele berrar:
- Gozaaaa meu machooooooo que não aguento mais, esta pica é gostosa para caralhoooo...
Aquele gostosão começou a gozar e eu automaticamente comecei a encher o cu dele de leite.
- Goza, caralhoooooo... Uhmm, porra, toma o meu leite neste teu cu.
- Aaaiiii, que delíciaaaaa, uhmmmmmm...
Nossa, o cara foi sempre cavalgando enquanto ia gozando. Ele gozou muito e eu enchi o cu dele de porra. Quando terminamos, ele levantou-se e, sem que eu tivesse tempo de dizer ou fazer algo, ele enfiou o seu pau todo babado de porra na minha boca.
- Deixa ele bem limpo, seu safado.
Mamei-o bem mamado, foda-se, era bem gostoso o gosto da porra dele, e depois ele sentou-se no meu colo e começamos a nos beijar, mas alguém continuava a bater na porta.
- Cara, é melhor a gente ir — falei eu, preocupado.
- Sim, mas primeiro me dá o teu número.
- Para quê?
- Ora, para quê? Para a gente se foder sempre que quiser, tu és perfeito, Chicão.
- Não sei não, cara, até ontem nunca tinha tocado num homem, sou casado e gosto da minha mulher.
- E daí? Também sou. Dois machos não se podem divertir, é?
Cedi e trocamos de número de celular e nos preparamos para sair; alguém continuava a bater na porta.
Por favor, façam sugestões para a continuação do conto.
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