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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 10

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2704 palavras
Data: 19/08/2026 06:56:20

Jerry olhou para ela por um segundo. Havia muita coisa nesse olhar, coisas que ambos pareciam dispostos a enfrentar, ao mesmo tempo que temerosos. Depois acenou apenas uma vez e foi até a porta.

Antes de sair, parou com a mão na maçaneta:

- Cuida dela e me liga para qualquer coisa.

- Eu cuido.

A porta se fechou com o mesmo clique suave de sempre.

Kelly ficou parada no meio da sala, ouvindo o carro de Jerry se afastar. Depois caminhou até o quarto da filha, abriu a porta com cuidado e ficou olhando Katie dormir, o rostinho relaxado, alheio à complexidade dos adultos. E pela primeira vez em muitos dias, um sopro de esperança surgia.

[CONTINUANDO]

Daquele dia em diante, e por uma semana, uma frágil rotina foi improvisada.

Jerry passou a buscar Katie na escola todos os dias. Chegava alguns minutos mais cedo, esperava perto do portão e recebia a filha com um abraço que durava sempre menos do que ele gostaria. Depois a levava para casa, ficava com ela até o início da noite. Às vezes, jantava junto com ela e Kelly, e só ia embora depois que a menina dormia. Nunca passava a noite. Nunca se sentava tempo demais no sofá. E sempre mantinha uma distância educada, quase cerimonial, em relação a Kelly.

Kelly, por sua vez, não forçava. Cumpria o que a terapeuta tinha sugerido: espaço, clareza, constância. Falava o necessário. Evitava pedidos emocionais. Observava, em silêncio, o jeito como Jerry se transformava perto da filha e como endurecia assim que Katie saía do cômodo. Mas mesmo a constância da água é capaz de rachar a mais dura rocha.

Aos poucos, Jerry começou a interagir mais com Kelly. Contava algo inusitado que havia acontecido no consultório. Ele e ela interagiam divertindo-se com as histórias da filha. A própria Kelly começou a pintar, mostrando seus esboços para o marido e comentando animada como isso vinha lhe fazendo bem. Enfim, parecia que eles haviam encontrado um caminho.

Só parecia.

Foi numa quinta-feira, no final da tarde, que a frágil engrenagem emperrou.

Jerry estava na sala ajudando Katie a montar um quebra-cabeça quando o interfone tocou. Kelly atendeu. A voz do porteiro anunciou um visitante:

- O senhor Noland pede para ser anunciado.

O nome bateu em Kelly como uma luva de pelica. Jerry ergueu os olhos do quebra-cabeça e a encarou, surpreso com sua reação. Katie, alheia, continuava tentando encaixar uma peça. Kelly ficou alguns segundos em silêncio, a mão ainda no interfone:

- Tudo bem, senhor Johnson. Está autorizado.

Jerry se levantou devagar e foi até Kelly que seguia branca como se tivesse falado com um Poltergeist. Não disse nada, nem precisou. Ouviu um barulho de carro estacionando à frente da casa e foi até a janela, vendo que o Jeep de Chuck parava. Ele encarou Kelly, constrangido:

- Eu não sabia. Não marcamos. Juro. Eu só não pude mandá-lo embora.

Jerry balançou a cabeça negativamente e continuou virado para a janela. Quando a campainha tocou, Kelly abriu a porta. Chuck estava ali, de camisa social clara, o mesmo colete, o relógio, calça social azul marinho, sapatos pretos brilhando e o mesmo ar de quem não sabia exatamente se tinha o direito de estar naquele lugar. Os olhos dele passaram rapidamente por Kelly, Katie e pararam nas costas de Jerry:

- Eu… não sabia que ele estaria aqui. - disse Chuck, baixo.

- É a casa dele, Chuck. Entra - respondeu Kelly.

Chuck entrou. Kelly fechou a porta atrás dele. Katie levantou o olhar do quebra-cabeça, curiosa e piscou duas vezes ao ver o rosto conhecido:

- Tio Chuck!

A menina se levantou e foi até ele com naturalidade. Chuck hesitou um segundo, depois se abaixou e correspondeu ao abraço curto. Jerry se virou nesse momento. O olhar que lançou para a cena foi breve, mas pesado:

- Katie... - Chamou ele, com uma voz controlada: - Papai precisa ir embora mais cedo. Tio Chuck e mamãe precisam conversar.

A menina olhou um por um, começando no pai e terminando em Chuck. Ao final, foi mais do que objetiva:

- Não! Se é por causa do tio Chuck, ele que vai. Tchau, tio. – Disse Katie, apontando a porta da sala.

- Katie!? – Disse Kelly, surpresa.

Jerry se ajoelhou à altura da filha e a chamou com um movimento de mão. Assim que ela se aproximou, ele foi didático:

- Querida, não é assim que se trata as visitas. Nem papai, nem mamãe, te ensinaram isso.

- Eu não quero que você vá... – Então, ela apontou para o quebra cabeças: - Ainda tem muita peça perdida. Eu não vou conseguir sozinha.

Foi a melhor definição de como a vida deles estava naquele momento que Jerry ouvira até hoje. Muitas peças soltas, várias perdidas, e eles perdidos tentando montar uma realidade que parecia não existir mais.

Jerry sorriu para a filha, afagou sua cabeça e pediu:

- Então, papai vai com você lá no quarto até a mamãe e o tio Chuck resolverem o que tem para resolver, certo?

- EEEEEEba!

- Não! – Praticamente gritou Kelly, terminando aquela tenra comemoração e chamando a atenção de todos: - Você precisa participar. Não quero mais nada escondido, de ninguém.

- Ué!? Então, eu fico. – Disse Katie, sentando-se no colo do pai.

Após um breve silêncio, Jerry pediu:

- Me espera lá no quarto? Deixa eu falar com o tio Chuck e a mamãe. Vai ser rapidinho.

- Ah, papai. Nãããão...

- Se você fizer esse favor para o papai, faremos algo diferente e muito legal hoje. Vamos acampar no seu quarto e eu vou dormir com você.

- Sério!?

- Sério.

A menina fez festa de imediato, obedeceu aos pulos de alegria. Mas antes de sair, olhou de um para o outro, como se sentisse a tensão no ar, e fechou a porta do corredor atrás de si.

Os três ficaram sozinhos na sala.

Os três ficaram mudos na sala.

O silêncio inicial foi longo. Demais. Jerry foi o primeiro a quebrá-lo:

- Eu não sabia que você viria, Chuck. Se soubesse, eu não teria vindo atrapalhar o encontro de vocês...

- Não tem encontro algum, Jerry! Para! – Resmungou Kelly, contrariada.

- Mas então... Que motivo você tem para aparecer aqui hoje?

Chuck ficou de pé, perto do sofá, sem se sentar:

- Eu precisava falar com a Kelly. Não sabia que você estaria aqui.

- Pois é... Agora sabe. Então?

Kelly interveio, a voz tensa:

- Jerry…

Chuck respirou fundo. Os ombros pareciam mais pesados do que o normal:

- Eu vim pedir desculpas de novo. E dizer que pretendo me mudar. Continuar aparecendo na vida de vocês está destruindo o que ainda resta da Kelly. Eu...

Jerry cruzou os braços:

- Você já pediu desculpas naquele dia no meu consultório. Assumiu a culpa. Disse que foi tudo sua responsabilidade.

- Sim. Eu sei o que disse. Eu sei o que causei. Sei que o que eu e a Kelly fizemos foi... E sei que você não merecia passar por isso.

Kelly estava pálida, os braços colados ao corpo:

- Chuck, talvez hoje não seja o melhor dia…

- Deixa ele falar. - Disse Jerry, a voz baixa, sarcástica, perigosa: - Agora eu quero ouvir. O que foi que aconteceu naquele dia, Chuck? Só sei que aconteceu, mas ninguém nunca me contou os detalhes.

Chuck olhou para Kelly por um segundo. Ela estava branca, sentada no braço do sofá. Os lábios estavam brancos. Chuck respirou por um segundo e, depois, voltou a encarar Jerry:

- O que aconteceu, só nos diz respeito, Jerry. Desculpa. Se um dia a Kelly quiser te contar, ela contará. Eu só vim dizer que, se o melhor para a Katie e para vocês dois for eu desaparecer de vez, vou fazer isso. De verdade desta vez. Sem mensagens. Sem aparições. Sem condições. Sem nada.

Jerry soltou uma risada curta, sem humor:

- E tudo está resolvido, não é? Depois de ter comido a minha mulher, feito sabe-se lá Deus o quê com ela, ou ela com você...

- Jerry, por favor! – Kelly, constrangida, se aproximou de Jerry e tocou seu peito, com a voz embargada: - Você não é assim.

Jerry olhou para a mão dela sobre seu peito e sua primeira atitude foi pegá-la para tirá-la dali. Não conseguiu. O toque de sua mão, tão saudoso para sua alma, lhe fez suspirar. Ele apertou a mão dela e a olhou por um instante. Então, suspirou e baixou a cabeça:

- Não. Não sou. Eu já nem sei quem eu sou mais. – Respondeu Jerry, olhando agora para Chuck: - Desculpa, Chuck. E desculpa também, Kelly. Eu...

Jerry se calou sem terminar a frase. Seus olhos estavam marejados naquele momento. Kelly tocou sua face e sorriu por ver que um sentimento tão forte, tão intenso, parecia prestes a aflorar, talvez um que abrisse uma porta para um novo começo. Chuck, consciente ou inconscientemente, atrapalhou o momento:

- Eu sei como soa, Jerry. Mas é o que eu tenho para oferecer hoje.

Kelly o encarou, sem uma expressão definida:

- Ninguém está pedindo que você desapareça, Chuck.

- Talvez alguém devesse, Kelly. - Retrucou Jerry, chamando a atenção dela: - Ou talvez a gente devesse parar de fingir que existe uma solução limpa para isso, porque não há!

Eles sabiam que suas palavras eram justas, verdadeiras e dolorosas. Do corredor, um barulho leve chamou a atenção de Jerry e Kelly. Katie estava assistindo tudo por uma fresta da porta. Os três baixaram instintivamente o tom. Jerry passou a mão pelo rosto, cansado:

- Eu não sei o que fazer com você, Chuck. E também não sei o que fazer com a gente, Kelly. O que eu sei é que isso está afetando a Katie. E com isso eu não concordo.

Kelly falou, a voz embargada:

- Então o que você quer?

Jerry demorou a responder. Quando falou, as palavras saíram lentas, pesadas:

- Eu quero que você suma, Chuck. Se a Kelly não teve coragem de falar, eu falo. Desapareça! Talvez não seja justo, mas é o correto. Pelo bem da minha filha.

Kelly permaneceu em silêncio, as mãos tremendo levemente sob a mão de Jerry. Chuck baixou a cabeça e a aguardou alguma intervenção da Kelly. Aguardou... Aguardou... Aguardou...

Mas ela não ofereceu solução alguma. Após longos segundos, Chuck simplesmente saiu, consternado, machucado, mas decidido.

Katie, enfim, saiu de seu posto de observação e se aproximou dos adultos. Na sua inocência, ela apenas olhou para a porta da sala e fez um “Humpf!”. Depois encarou os pais, especificamente Jerry e falou:

- Vamos?

E se foram para o quarto, onde brincaram até Katie se fartar e dormiram juntos após até a coluna de Jerry doer no colchonete fino.

Nas semanas seguintes, uma rotina se instaurou. Jerry levava e buscava a filha na escola. Depois, brincava com ela, às vezes jantavam juntos e a colocava para dormir. Em outras vezes, pernoitou no quarto da filha. Apenas no da filha. Com Kelly, a situação ainda continuava incerta, porque, embora Chuck tivesse desaparecido, o sentimento ainda não parecia ter feito o mesmo no peito dela.

Foi numa das sessões com a terapeuta que Kelly recebeu um conselho diferente:

- Mas vocês estão se entendendo?

- É uma palavra forte... entendendo... Mas a gente está construindo algo.

- Intimidade?

- Ah não. Ainda não. Isso, não temos nenhuma.

- Certo. Kelly, você já parou para pensar que talvez falte uma decisão sua para que ele volte a te enxergar como esposa dele novamente?

- Como assim?

- Pelo que você me falou, as decisões, neste momento, foram tomadas pelo Jerry e pelo Chuck. Talvez, falte você demonstrar para o Jerry que concorda com a decisão dele.

- Me afastar do Chuck, em definitivo?

- Sim. Você falar isso para ele, em voz alta, de modo que Jerry ouça. Mas tem que ser com o coração, de verdade, para convencê-lo que você decidiu por ele. Entendeu?

- Mas... e se o Chuck cair numa depressão? Ou se ele fizer alguma besteira?

- Kelly, Chuck é um sobrevivente. Não acredito que ele vá agir assim.

E foi numa quarta-feira à noite que Kelly tomou a decisão. Jerry havia levado Katie para tomar banho. Ela esperou que o sons de seus passos se aproximasse para fazer uma ligação para Chuck. No momento, que achou o correto, ela discou:

- Alô! Kelly?

- Oi, Chuck. Como está?

- Estou... bem. E você? Aconteceu alguma coisa?

- Não. Eu... – Kelly suspirou, sentindo má, mas não parou: - Eu só queria te dizer que vou fazer de tudo para reconstruir com o Jerry. Eu o amo e a minha família. Peço desculpas pelo que aconteceu entre a gente. Foi bom... muito, mas foi errado. Espero que compreenda e que se afaste.

- Se é o que você quer.

- É sim! Eu te amo... te amei! Mas isso acabou...

Kelly nem esperou que Chuck respondesse. Encerrou a chamada. Suspirou profundamente e se virou para poder falar ao marido que aquilo havia acabado. Entretanto, quem a olhava com olhos arregalados e sem entender direito o que acabara de presenciar era Katie, usando os sapatos de Jerry. Foram delas os sons de passadas que Kelly ouvira:

- Katie!? Cadê o seu pai?

A menina encarou a mãe e franziu a testa sem desviar o olhar. Então, na sua capacidade, murmurou apenas algumas palavras:

- O sapato do papai... Ele me emprestou.

Não foram as palavras, mas o olhar. A forma como Katie encarou Kelly até se virar e voltar ao quarto doeram mais do que qualquer xingamento. Mas ela é uma criança, nova, inexperiente, inocente, certamente não entendeu o contexto da conversa. Seria só dar tempo ao tempo.

Seria mesmo!?

No dia seguinte, durante o dia, enquanto Katie ainda estava na escola, Kelly recebeu uma chamada da diretora, pedindo que fosse buscar sua filha que não se sentia bem.

Kelly foi e trouxe Katie consigo achando tratar-se apenas de um mal-estar. Ledo engano. O mal-estar evoluiu para uma febre que remédio algum parecia cortar. Quando Jerry chegou na casa no final daquele dia, vindo da escola onde soube do imprevisto, encontrou Kelly preocupada com a situação. Jerry cuidou da filha e foi a sua atenção que fez com que a febre cedesse.

No dia seguinte, ele mesmo a levou à escola. Mas novamente, pouco depois do almoço, Kelly recebeu outra chamada da diretora, novamente relatando a mesma situação. Kelly ligou para Jerry que foi com ela buscar a filha e juntos a levaram até sua pediatra, doutora Victoria.

Após os exames de praxe, a doutora Victoria não encontrou nada que justificassem o mal-estar e a febre recorrente. Mas uma pergunta acendeu o sinal de alerta em Kelly:

- Os exames nada indicaram. Talvez seja de fundo emocional. Aconteceu alguma coisa na rotina da Katie que possa tê-la assustado?

Kelly soube de imediato o que poderia estar causando aqueles episódios. Estabilizada, Katie voltou com os pais para casa. E novamente Jerry fez e desfez para que a filha ficasse bem.

Após ela dormir, foi até a cozinha, onde Kelly estava sentada à ilha, os cotovelos no mármore frio, a expressão preocupada. Seu instinto protetor falou mais alto:

- Fica calma, Kelly. É só um mal-estar. Ela já está ficando melhor.

- Eu acho que sei o que está causando isso...

- Sabe!?

Kelly contou do dia em que fora flagrado pela filha e falou tudo o que disse a Chuck naquela ligação. Jerry ouviu a tudo atentamente, sem interromper. Ao final, perguntou:

- Nunca mais falou com ele?

- Nunca mais...

- Tá... – Jerry tamborilou sobre o mármore: - Talvez então seja interessante eu passar uns dias aqui. Pela Katie...

- Você faria isso?

- Eu faria qualquer coisa por ela.

Kelly sorriu de imediato da mais lídima gratidão. Sabia que o motivo do retorno do marido não era ela, mas já era um começo. Antes que ela dissesse algo, o próprio Jerry continuou:

- E faria qualquer coisa por você também, se você realmente se comprometesse.

Kelly arregalou os olhos. Pela primeira vez em meses, alguém parecia ter ouvido suas preces. Ela não esperou mais e se jogou nos braços de Jerry, beijando-o com sofreguidão. Não queria sexo. Não ainda. Queria apenas deixar claro que ela aproveitaria essa chance como se fosse a última de sua vida. Então, uma voz se destacou:

- ECA! Acho que eu vou voltar para o meu quarto...

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Este conto recebeu 69 estrelas.
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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 411Seguidores: 790Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Surgiu uma luz!

Vamos ver como será?,💯💯💯⭐⭐⭐

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Sensatez, para isso acontecer a Kelly teria que pedir ao Chuck pra desaparecer, sumir da vida dela, porém ela se nega a fazer esse pedido, chegou até a argumentar com a psicóloga que se ela, Kelly, fizesse isso, ele poderia ter uma depressão, isso prova que a preocupação com Chuck é maior que o casamento, ela só não ousa fazer essa declaração em alto e bom som.

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Mas as atitudes dela também são de puro sofrimento com a ausência do Jerry como Homem, não só como Pai da Filha dela, ficou claro que ele continuaria a cuidar da Katie mesmo com uma possível separação, então a Kelly estaria desobrigada a manter o casamento somente por causa da Filha, nesses dois capítulos ficou claro isso, o Jerry jamais negligenciaria a Filha, em qualquer circunstância que fosse, mesmo assim, a Kelly está lutando pelo amor do Jerry, qual seria o motivo dessa luta da Kelly?

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Disse isso, mas não sei o você citou que eu acho ou queira que vá acontecer, mas subentendi pelo desdobrar do seu comentário, caso a resposta tenha ficado fora do contexto que você queria dar, me desculpe, qualquer coisa me elucide que eu refaço minhas impressões, valeu Zé Luís.

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Esse final de capitulo de hoje para mim apagou tudo o que houve para trás. Apagou não, definiu o caminho a seguir.

Até o momento, tudo se resolveu. Kelly ama Chuck? Sim. Ela ama Jerry? Sim!

Pensando que 70% do conto nós vimos Kelly e Jerry e Chuck coadjuvante, o destino deles caberá a quem escolher?

Meu palpite...Jerry.

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Meu palpite Dna. Kelly kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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A dúvida é: Kelly ama Jerry como homem ? Ou Kelly na verdade sofre por ter machucado Jerry com a traicao sabendo que ele nao merecia e por ter separado o pai do convívio da filha ?

Sao dois sentimentos diferentes.

Uma parte defende que Kelly ama Jerry outra parte acredita que Kelly apenas se culpa pelo que fez.

Eis a grande questão do conto até o momento.

Se o ama, ama quanto e ama como ?

O ama como o cara gentil e amigo que esteve com ela no pior momento da vida e deu a ela uma oportunidade para ter uma filha e fazer uma família. Ou o ama como o homem que toca no coração dela, que faz ela tremer e sentir aquele friozinho na barriga.

Ama o Jerry como um grande melhor amigo ou ama o Jerry como uma mulher ama um homem que compartilha uma vida e sonhos ?

Nao perca nos próximos capítulos.

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Eu sou da parte que acha que Kelly ama o marido como um pacote completo.

Como homem, como companheiro e como pai.

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Está claro isso meu Amigo, ela ama os dois, de maneiras diferentes por serem seres humanos distintos, não tem como amar igual a dois seres humanos diferentes, até Filhos a gente ama diferente, um sábio de comunidade já cantava:

Nem pior

Nem melhor

Apenas diferente

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É por isso que prevejo um final triste para alguem ou todos.

Espero que Mark aqui consiga realmente fazer uma mágica que agrade a Gregos e Troianos, pq no fim eles já sofreram muito.

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Que ela ama eles de maneira diferente a gente sabe.

Mas existe o "amor para vida" e o "amor mais amigavel"

Eis a grande pergunta, qual tipo de amor ela sente ?

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Minha opinião é que ela sente o tipo que seja melhor para sua filha.

Acho que é esse amor que ela escolheu viver...Jerry.

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Nem melhor, nem pior é apenas diferente, amor para a vida é aquele que a gente escolhe.

"- Você é o amor da minha Vida."

Isso é uma Falácia inventada para controlar posses, ninguém sabe qual é o Amor da Vida, amor para a vida toda é aquele que a gente SEMPRE escolhe e continua escolhendo apesar de QUALQUER coisa que aconteça, neste caso aqui, poderão ser o amor da vida um do outro, aqueles dois que se escolherem agora e continuarem se escolhendo até o final da vida, amor é antes de mais nada escolha, o resto é Idealismo. KKKKKKK parece texto de programa matinal para pessoas do Lar. Kkkkkkkkkk

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Meu caro Zé Luiz, me permita entrar um pouco na sua conversa.

Quando Chuck apareceu na casa dela, ele foi surpreendido pela presença de Jerry.

Não sabemos realmente qual era a intenção de Chuck mas precisamos confiar que é a que foi colocada no teto pelo Mark.

Chuck diz que vai sumir para sempre. Kelly da uma travada e Jerry dá o veredito...Suma mesmo.

No fim do capitulo Kelly esta feliz da vida com a possibilidade de reatar seu casamento.

Então...vejo diferente de vc.

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GENTE !!!!! VOCES NÃO VÃO ACREDITAR !!!!

E TAMBÉM NÃO PERDEM POR ESPERAR !!!

UHUHUHUHU

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Da um spolier ae ?

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⚡️🌩️⚡️🌩️⚡️

🤐🤐🤐🤐🤐

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Entao só uma resposta pra nos preparamos.

Vai ter algo mais fora da curva e bombástico, ou vai ser mais parecido com os ultimos capítulos ? Um misto de construção, sentimentos e tentativa de vivência?

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⚡️🌩️⚡️🌩️⚡️

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Já sei!! Raios e trovoadas!

Essa é fácil!!

Chuck vai voltar para a Ilha com Wilson, o canivete suíço e o manual de Largados e Pelados!

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Se gritar pega ladrão... não fica um mermao

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Clododa, que saudades!

Hj estou sem idéias, vc pode por favor assumir meu lugar nas fofocas?

Obrigado!

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Taaaarrde, moçada!

Acabei de mandar um "tequinho" do capítulo de sexta-feira para Ida.

Depois, vocês perguntam o que ela achou?

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Ufa!

Ainda bem que vc nos deu "Taaarrde moçada" e não "cambada" que nem um fofoquerinho a solta por aí!

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Continuo achando que o relacionamento Jerry/Kelly acabou, ela não se arrependeu da traição ou entrega a Chuck, para os mais sensíveis, o único arrependimento dela foi o mal estar que causou ao Jerry, e ele ter saído de casa, decisão essa que afetou muito a filha, outro ponto quando Jerry pediu ao Chuck para sumir da vida do casal, ela recriminou o marido, dizendo que ela não era assim, isso prova que a decisão dela é só da boca pra fora, pra tentar trazer o marido de volta, e o Chuck continuar rondando e, ela como da primeira vez, voltará a cair na tentação. Não vi até agora uma atitude concreta dela para se afastar do Chuck.

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Sim tanto é que na ligação ela confessa "eu te amo... te amei, mas isso é errado"

Ela primeiro se declara, depois se corrige alegando que amava no passado e depois desliga sem ouvir a resposta.

Foi do mesmo jeito de quando Chuck foi a casa dela, ela disse que amava ele e depois se corrigiu colocando esse amor no passado, virou as costas e foi embora.

E foi praticamente a mesma coisa depois da relação no hotel, ela saiu e nao deu chances para o Chuck se expressar

Se o Chuck conseguir falar o que sente pra ela por 10 minutos sem ser interrompido, prometendo que jamais vai impedir ela de ver a filha e coisa e tal. A Kelly e o Chuck saem de mãos dadas com ela segurando o papel do divorcio do Jerry.

Simples assim...

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Ou não, se o Chuck voltar para o mundo e deixar a Família em Paz, Chuck seria somente uma lembrança meio dolorosa e meio prazerosa, mas somente uma lembrança, também seria Simples Assim...

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A minha pergunta vai para a Nanda: há previsão de continuação da sua série "Paixão e Sangue" ? Muito boa aquele conto, merece continuação, assim como "Entre o Amor e a Paixão".

Quanto aos rumos desse conto, apenas uma reflexão: se no caso do casal de autores, que são liberais, a mera possibilidade da Nanda estar "apaixonada" pelo Rick aconteceu uma tempestade no relacionamento do casal, com o Mark se recusando a viver dessa forma, não aceitando a a possibilidade de dividir emocionalmente a atenção da Nanda.

Imagina ouvir a sua mulher afirmando e deixando claro que também "ama" outro homem. Ela não diz que "amou" no passado, ela afirma que ainda ama, mas que está sendo obrigada pela situação a abrir mão desse amor. Imagino como deve ser difícil olhar para a sua mulher e verificar que ela se sente incompleta por sentir falta de outro homem. Já que o casal não é liberal, se optarem por viverem com o "sobrevivente" por perto, emocionalmente e sexualmente, imagina a dor desse marido em ter que compartilhar a esposa com outro... Que grande M essa situação 😂

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Po, Xandão... Colocando nesses termos, parece que o Chuck aconteceu na vida do casal... Não foi assim... A situação dela com o Chuck não foi resolvida. Ele "morreu" com ela o amando. Porra, isso deve ser uma pica do caralho! Por isso não posso crucificar a Kelly. É uma situação surreal!! E acho que seria muito maduro o Jerry entender que ela ainda ama o homem que morreu mas preferiu o amor da vida deles...

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Concordo com vc, estou apenas verificando a situação do marido, mas a situação de todos é "pica". O sujeito que ela amou, mas morreu, reaparece dos mortos e caiu no meio do casamento dela. O cara sobreviveu à esse acidente, e um doa fatores foi a vontade de voltar para a sua amada, quando consegue voltar, contata que ela seguiu em frente e está casada com outro. Puta merda, não sei como o Mark vai solucionar essa PICA.

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O foda dessa historia é o Jerry passar uma vida se perguntando sempre que ele se separar com a Kelly perdida nos pensamentos ou meio triste. "Sera que ela esta pensando nele ?" "Sera que o eu te amo dela é 100% meu ?" " Sera que ela ficou pq me ama ou pelo peso da família? " "sera que um dia ela vai mudar de ideia e ir embora com ele ?"

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Te entendo mas acho isso infantilidade. Passamos por vários amores ao longo da vida. Se ficarmos com essa noia com a nossa parceira, fudeu...

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Aí já discordo, na minha visão são situação diferentes... Eu me casei com 35 anos e minha mulher tem 2 anos a menos que eu. Hoje temos 58 e 56, respectivamente. Tivemos relacionamentos anteriores ao nosso casamento, inclusive ela perdeu seu primeiro "homem" de uma forma traumática, assassinado, quando ainda tinham 21 anos. Não temos neura nenhuma, porque quando decidimos casar, tanto eu quanto ela, passamos segurança um para o outro, que eramos únicos, até HOJE. Isso é mentalidade de pessoas monogâmicas, sem crítica aos liberais, mesmo porque admiro quem vive essa "liberdade" sexual ou às vezes até emocional, como alguns autores entendem, mas eu não consigo repartir, nesse contexto sou egoísta. É mais forte que eu, mesmo admirando, na minha visão, as variáveis são insanas. Voltando à sua afirmação, se fossemos ficar remoendo o passado, não estaríamos casados a tantos anos. Pode até ser que você se lembre com um pouco de saudosismo de momentos intensos do passado, provavelmente isso aconteça, mas atualmente vivemos uma o outro e filhos. Não trocariamos o que construímos por nada. No caso retratado no conto, esse amor é latente e atual e está interferindo no presente. Não sei se me fiz entender...

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Eu entendo a posição de vocês.

Mas no caso do conto a situação é diferente.

Kelly e Chuck nao terminaram o relacionamento, seguiram a vida e se encontraram por um acaso no mercado.

Nao houve término, e quando se encontraram novamente houve saudade, amor, paixão, sexo, orgasmo, traicao e mentiras.

Eu trouxe essa dúvida pois pra mim Kelly nao estaria escolhendo de forma saudável o Jerry. Talvez ela estaria escolhendo o Jerry pq ja tem uma família formada com ele.

Terminar um relacionamento, sofrer o luto e seguir em frente é uma coisa.

Nao é o caso do conto.

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Mas eu concordo com vc. Essa situação é bem complicada e esse é justamente o tempero do conto. Todos são vítimas do destino e ao mesmo tempo algozes.

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Pensando aqui...

Escolher pensando na criança pode ser a escolha correta, mas seria a escolha mais justa ?

Vale a pena pra Kelly enquanto ser humano, passar uma vida ou pelo menos anos da vida vivendo e se relacionando com alguém somente pela filha ?

Faz 03 ou 04 capítulos que a filha esta sendo o personagem principal e o fiel da balança.

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Eu acho agora com mais clareza que tudo se resume a Kelly. Ela é o centro da história.

Já sabemos que ela vai priorizar a filha acima de tudo. Ela ama os dois, sim, acho que ama. Sendo assim a balança pende nesse momento para Jerry.

Agora vem outro ponto que Mark nos deu um spoiler. A transa de Kelly e Chuck definiria o rumo da história.

Só podemos supor, só supor, que Kelly esteja gravida de Chuck e ainda não sabe. A cronologia esta perfeita ainda para isso acontecer. R justo agora que ele e Jerry parece que vão se entender.

Muito drama a frente...

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A Kelly continua o Centro da estória, mas ela perdeu as rédeas da situação, o poder de decisão, exatamente por causa de suas atitudes impensadas, se ela estiver mesmo grávida, seria uma benção, se for do Chuck o Jerry vai perdoar e criar como segundo pai, completando esse amor incompleto que ela teve com o Chuck, se for do Jerry, ratificará o amor em Família, ambos os casos j Chuck passa a ser vagante, então não vejo a gravidez como uma hecatombe não, acho a traição do jeito que foi até mais impactante, uma gravidez seria apenas consequência.

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Sim, ela perdeu as rédeas da situação. Jerry assumuiu essas rédeas agora. Acho que muito por conta de Katie.

Minha opinião sobre Chuck ser BA esta terminantemente "esfaqueada e morta".

Ele aqui para mim entregou os pontos e decide tocar sua vida da melhor maneira possivel.

Mas as coisas não são tão faceis para esse três né.

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Não sei se BA está sendo sincero ou só dando uma retirada estratégica, ele viu que perdeu terreno com o telefonema da Kelly e pode ter adotado a estratégia de se fazer de altruísta e ficar na espera de que sua falta será percebida, é um movimento clássico quando envolve a arte da reconquista de um amor perdido, agora se vai dar certo é outro papo.

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Por enquanto passei a ver ele como um Nice Guy para Kelly tbm!

E isso deixaria Kelly em uma situação mais terrivel se Chuck tivesse uma agenda oculta em tudo isso.

Ficar entre dois Nice Guys é o pior dos cenários para ela.

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Pra mim... A INdecisão de Kelly é o que complica tudo....

Lembram da Frase do Personagem Chavez... "Foi sem querer querendo"!!!

Pois foi sem querer querendo que Kelly:

-Alimentou esperanças no Chucky;

-Nunca deixou claro a Chucky que a sua família, marido e filho eram suas prioridades;

-Realimentou as esperanças de Chucky ao marcar encontro com ele e lhe entregar o relógio que ele havia devolvido;

-Traiu a confiança do marido indo se encontrar com Chucky as escondidas;

-Se entregou por impulso a chucky, traindo carnalmente, já que as outras traições já tive feito e abusado delas;

-Nunca se preocupu realmente com o psicológico da filha;

-Humilhou e magoou Jerry;

-Não apoiou o marido quando esse mandou Chuck sumir;

-Fez merda ao telefonar para chuck achando que ia fazer um joguinho de cena para reconquista Jerry e atingiu profundamente a filha;

-Nunca se arrependeu de ter traido de todas as formas o marido;

-Só se sente mal porque Jerry a rejeitou e saiu de casa...

Não acho que Kelly é uma má pessoa, acho que realmente ela vai fazendo as coisas... SEM QUERER QUERENDO!!!

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Olha!!

Eu tbm concordo com tudo isso!!

O problema é que existem duas linhas de pensamento validas!

Uma menos incisiva a Kelly e outra mais. Mas todos concordamos que os vacilos dela levaram a tudo isso.

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Veja bem, caro Faraó que não a estou culpando...

Pois essa história não é feita de culpados ou vilões...

Mas... que as indecisões dela... ajudam a agravar as situações!!!

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De maneira nenhuma podemos culpá-la pois eu vejo que em momento algum ela foi dolosa nas suas intenções.

A situação dela foi surreal! A vida chegou e deu-lhe um tranco de arrancar sua alma do corpo!

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Sim... Eu não consigo me colocar no lugar de nenhum dos personagens...

A situação colocada por Mark nesse Spin-off é sui generis...

Mas pelo comentário de Id@ Que recebeu do Mark um apoiller...

GENTE !!!!! VOCES NÃO VÃO ACREDITAR !!!!

E TAMBÉM NÃO PERDEM POR ESPERAR !!!

UHUHUHUHU

O próximo capítulo vai ser de ARREBENTAR A BOCA DO BALÃO... KKKK

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Ja esta tudo montado para um Kaboom!

Qual será?

Aposto minhas fichas na gravidez.

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Concordo Zanon, a Kelly poderia ter evitado muita coisa, mas principalmente quando ela provocou o sexo com o Chuck, ela ultrapassou um limite que não se pode passar, ela não controla o amor que sente por alguém isso não é escolha, mas entrar num hotel para transar é uma escolha e essa escolha arrebentou com a vida de todos, sem exceção.

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Eu nao acho que ela perdeu o poder decisão.

Tanto Jerry quanto Chuck ficam orbitando em volta dela, se a decisão estivessem com eles, ja teriam feito algo.

Mas os dois esperam ela decidir quem vai e quem fica.

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Eles tão dando esse poder de decisão de volta, se fosse somente por decisão dela, n Jerry nem teria saído de casa, está claro no texto, ela perdeu esse poder, agora mesmo ela querendo nesse momento retornar com o Jerry, a decisão estava nas mãos dele, antes ela era Senhora Absoluta do Destino, está claro isso OsorioHorse.

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Nesse capítulo estou na secura do meu delicioso Café!

Se o conto fosse dividido em 2 partes, esse capitulo seria o ultimo da 1ª.

Se eu tomar meu TurboNanda aó vou escrever besteiras!! hahaha

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A Kelly pra mim ainda esta muito cinza.

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Amigo Osorio,

Depois desse capitulo posso me retificar.

Não existem nem mocinhos e nem vilões, somente uma situação entre tres corações muito dramatica com um plus de termos uma criança esperta, que ama seus pais e esta sofrendo com essa situação.

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É o que torna a historia humana e interessante.

O Chuck poderia ficar mais incisivo, lutar mais pela Kelly.

Se ele prometesse dar aquilo que o Jerry esta em dúvida e falar o que sente por ela de forma completa e por inteiro e pedir uma chance, seria interessante.

Mas meio que ja passou o ponto para isso.

Se a Kelly deslizar novamente depois de tudo, ai ja nao seria algo de coracao, seria por safadeza e falta de caráter.

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Da primeira vez que ela deslizou já foi uma deslizada e tanto, ela não podia ter transado com o Chuck por diversas razões, não foi bom para ninguém e a unica culpada foi ela mesma, o Chuck teve alguma responsabilidade , mas assim como o Jerry também teve, afinal como o Amigo Kiquinho pontuou, "bonzinho demais só só fode", essa conversa entre os três tiveram nesse capítulo, ainda que tenha sido por iniciativa do Chuck, o Jerry deixou claro que o Chuck precisava se afastar definitivamente, essa conversa deveria ter sido desde o início por iniciativa dele, ele foi altruísta demais, bacana demais, compreensivo demais, ele pensou demais nas agruras que o Chuck passou e colocou o próprio casamento em risco, tem momentos que o amor é egoísta, mas como você disse a Kelly está com o coração 🩶 cinza ainda, mas acrescento que a situação está mais cinza e perigosa do que SEMPRE, depois do retorno do Chuck do mundo dos mortos tudo desmoronou para todos, até para o Chuck.

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Não tenho o que acrescentar.

É isso.

Acho que esse Capitulo 10 amarra toda a situação do conto até aqui.

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Vou discordar, meu parceiro. O Jerry foi correto. Embora seja ele casado com a Kelly, a atitude dele deveria ter partido dela. Ele fez o que lhe cabia: avisou a ela mais de uma vez sobre a aproximação dos dois e, por não ser uma história dele, alertou e não se meteu. Esperava que a mulher se decidisse. Se fudeu, é a vida. Mas é uma história com uma carga dramática cruel onde há maldades sem necessariamente haver culpados

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Meu Amigo Mhcmm, se um Homem não se colocar a frente da defesa da sua Família em uma situação iminente de risco como a que foi apresentada, afastando a ameaça declarada, ele nem deve formar família, agora se a Mulher escolher ir atrás dessa ameaça, seria uma escolha dela, mas sua parte como protetor estaria feita, só não pode permitir e o pior, trazer essa ameaça para dentro do convívio do seu lar, é civilidade demais para meu gosto, se eu não quero uma pessoa na vida da minha Esposa, tenho que deixar bem claro isso para o sujeito e para esposa também, agora se ela escolher ficar ao lado do outro, fica claro para mim que não quero mais a relação, agora ficar com uma permissividade singular, com quem quer roubar o que me é mais valioso é osso meu amigo, se fosse só a Kelly tá de boa, não se esqueça que tem a Katie e todo amor que aquela Criaturinha é capaz de produzir, eu defenderia isso com Osso, Sangue, Suor e Lágrimas, só largaria se minha mulher decidisse, enquanto não, manteria a ameaça o mais longe possível.

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Então... Dessa forma tá fazendo ele parecer passivo. E não foi. Ele entende que essa história não é dele. Ao mesmo tempo que é também sobre ele. Os alertas constantes foram sobre isso... Basicamente ele falando "Kelly, isso tá estranho e não tô gostando MAS é você que tem que se posicionar." A parte dele ele fez. E acho que muito bem até. O que ele não esperava foi a traição e tomou a atitude correta. Sem berros, sem gritos, sem xingamentos. Saiu de casa mas não saiu da vida da filha.

Acho que ele fez o que fez por entender a situação da mulher. Ele preferiria que ELA resolvesse isso e acho que na cabeça dele ela resolveria e colocaria um basta. Mas, de novo, não dá pra julgar a Kelly... O amor deles, dela e do Chuck, não acabou. É mais ou menos quando alguém que a gente ama morre. O amor não morre... Aí a pessoa volta e fica um fudevû na cabeça da pessoa... Não acho que o Jerry foi passivo. Talvez permissivo.

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Cara, ele deixou o Cara que declarou com todas as Letras que queria tirar a Esposa dele, no meio do seio Familiar dele, isso é passividade a dar de metro, ele deixou o cara ficar reconquistando a Mulher dele, ENQUANTO ele estava trabalhando, sabendo das intenções do cara, me perdoe, mas tem hora que só conversa assertiva não funciona não, tem que ir pros finalmente, expulsar o malandro damonde ele nem deveria ter pisado e deixar claro para a mulher, o poder é seu, mas você tem que decidir agora, ele ou eu, não tem espaço para os dois, todo esse tempo percorrido de linha frouxa, entregando tempo e muita liberdade de decisão, só beneficiou o adversário dele, digo mais, se a Kelly não decidisse, ele teria a obrigação de decidir por ela, exatamente como fez nesse capítulo, cabe a ela aceitar ou não, mas ficar em estica e puxa, para mim não funciona não.

Eu até entendo seu ponto de vista do Homem dar espaço e poder de decisão para a Mulher, mas tudo tem limite, senão acaba SEMPRE como acabou com esse casal, simples assim.

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Esse conto ta muito Chow, Chow Chow mesmo!!

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Kkkkkkkkkkkk

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kkkkkkkkkkk

Da onde eu tiro essas coisas!!! Meu Deus!!!

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O Jerry não tá em dúvida, bicho... Lembra que ele já falou que não queria voltar agora pra não parecer desistente mas ele ama a mulher e por isso dói tanto. E ainda pior por não poder odiar o cara porque ele não tem culpa... Não é por sexo... Acho que mesmo o Chuck sendo incisivo, não rolaria.

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Olha, se Jerry tinha duvidas, orgulho, pudores ou sei lá p que ele perdeu todos vendo a filha ficar doente por uma carga emocional.

Com isso tendo acontecido ele deu um basta na situação.

Se não fosse a menina adoecer acho que ele iria ficar em cima do muro por mais tempo.

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O Jerry entende a situação.

Ele ama a Kelly, mas sabe que a coisa nao é fácil pra ela.

Ele compreende que se nao fosse o acidente ele jamais casaria com a Kelly. E sabe que nunca ouve um término oficial entre os dois.

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Concordo com vc e concordo com o Kiquinho em relação ao Jerry.

Bonzinho só se fode. Jerry quando descobriu a traição se questionou sobre isso, que não deveria ter sido tão bonzinho. Mas pode ter sido em um momento de raiva. Agora não, foi com decisão.

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Concordo com voce sobre o Jerry, é o personagem mais equilibrado.

E nao cabia ele no primeiro momento afastar o Chuck e sim a Kelly.

Alias, acho que ele só mandou o Chuck sair fora agora, devido a filha ter tomado essa atitude antes.

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Sim, em primeiro momento seria uma decisão da Kelly, mas quando se vê uma dúvida instaurada na cabeça de sua esposa, seja lá em que assunto, mesmo depois do espaço dado, você tem que tomar as rédeas da situação, orientar e até dar um ultimato de decisão, e ao contrário também vale, se um homem ficar indeciso a ponto de prejudicar a o relacionamento e a Família, cabe a mulher tomar as rédeas também, por que não, isso é casamento amigos, um colocando o outro nos trilhos e não deixar desgovernado e falar, quem tá dirigindo é ele(a) e não posso fazer nada.

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Que isso, Osório... Pela primeira vez em toda a história ela foi proativa. A cena seria perfeita se não fosse a Katie. Ela ama o Chuck pela história mas ela ama ainda mais o marido, assim como a psicóloga chamou a atenção para qual a decisão dela só rê voltar no tempo. Ela já fez a escolha dela. E finalmente agiu.

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Vc me fez pensar agora.

Concordo que Kelly foi pró ativa, não em uma intensidade requerida pela situação mas foi.

Com mais um paragrafo essa história poderia ter sido encerrada.

Mas se Kelly estiver gravida, toda a decisão do futuro dos três dependerá da posição do Jerry.

É isso que eu acho.

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Isso seria crueldade. Porque mudaria o foco da história.

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Sim, seria!

Mas o Destino até aqui não foi complacente.

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A pscicologo, ao meu ver, orientou essa escolha. Nao foi uma escolha de fato livre.

Foi uma escolha tomada consciente de que traiu o Jerry.

A pergunta poderia ter sido feita diferente sem o peso da traicao e sendo respondida de forma diferente.

Da traicao ate aqui. A Kelly ja disse mais "eu te amo" ao Chuck do que ao Jerry, voce percebeu isso ?

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Mas acho que esse foi o papel da psicóloga.

Analisar com sua expertise e conhecimentos técnicos o melhor caminho para sua paciente que a procurou.

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Mas isso é lógico e é uma resposta emocional a situação escrota que ela vive! E a psicóloga não orientou. Até porque ela tá com ela já tem tempo. Já manifestou que não gostaria de perder nenhum deles. E sinceramente, a real solução dos problemas dela seria o avião não cair. Mas ainda sim, ela preferiu não ter magoado o Jerry. Acho que houve sim uma decisão e ela tá tentando...

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Meus amigos,

Vcs estão discutindo as situações passadas. Na última linha deste capítulo as coisas já foram resolvidas.

Chuck vai embora e Jerry e Kelly reatam.

Mas e para frente? Porque com certeza absoluta encontraremos céus turbulentos capazes de derrubar esse avião mais uma vez!

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A pergunta da Terapeuta foi manipulativa, já falei sobre isso, quando ela pergunta a uma mulher que acabou de perder o marido por causa da traição inexplicável dela, esse tipo de pergunta:

- Se fosse pudesse voltar no tempo, o que você mudaria?

A terapeuta sabia qual seria a resposta, tanto que tá no texto, que a resposta veio sem pensar, pois estava no climax dos acontecimentos, traição a seguir separação indesejada .

Foi uma pergunta direcionada e manipulativa, mas foi para o bem da Kelly, pois naquele momento ela estava quase num colapso emocional e precisava de uma decisão, nem que fosse somente um paliativo.

A pergunta assertiva e plural seria:

- Se você pudesse voltar no tempo, antes do acidente do Chuck, o que você mudaria Kelly?

A resposta teria uma outra tendência, pelo menos faria a Kelly refletir mais na resposta, mas deixaria ela ainda mais confusa, a terapeuta ganhou tempo para Kelly, já que naquele momento já estava no limite e não tinha mais tempo.

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É o que respodi em um outro comentário. A Drª Laura simplesmente cumpriu com seu papel usando de seu conhecimento e expertise.

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Mas a pergunta num outro contexto também não seria manipulada

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Sim, só que mais abrangente, teria o poder de mudar o foco no qual a Kelly estava.

A pergunta que não fosse manipulativa teria que ser feita com uma preparação anterior, tirando a Kelly do foco negativo que ela estava, então numa outra sessão seria feita uma pergunta genérica quando ela estivesse num estado de melhor Equilíbrio:

- Kelly, se você tivesse uma oportunidade única de reviver toda a sua vida, mas com a oportunidade de consertar uma coisa muito ruim que prejudicou muito sua vida, o que seria?

Essa seria a pergunta certa e dentro de um outro contexto e estado de espírito da Kelly.

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¬ Ao invés do relógio de bolso teria dado a ele um canivete suiço.

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Ou dentro do último pacote que o Chuck ficou, fizesse que ele abrisse, então teria um celular via satélite com cinco baterias extras. Kkkkkkkk

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¬ Drª, meu maior arrependimento é não ter insistido para o Chuck assistir comigo a Maratona de Largados e Pelados!

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Kkkkkkkkkkkkkk tá tomando o café né kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Mais um ótimo capitulo!

Situação de Kelly "sempre" foi muito complicada!

Vamos comentando devagar...

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Mark da Nandara, pelo q te conheço o marido nao engoliu o episódio que a filha escutou a mãe falando que ama o bola de vôlei.

Sera que o marido esta aprontando ?

Vamos esperar.

FUCDC NEVER , NJNCA ... JAMAIS

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Diz a crença popular que: "depois da tempestade vem a bonança".

Acredito que aqui será o inverso: "depois da bonança, vem a tempestade" !!! !!!

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O que é isso, Ida!?

Que falta de confiança em mim!

Eu posso só... querer dar paz aos personagens. Por que não?

Como diria a Nanda: "Eu hein!?"

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Kelly ainda está indecisa sobre seus sentimentos. Em nenhum momento,nesse capítulo,houve qualquer altivez em sua postura. Situação continua complicada pra ela.

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Que isso, Gildo. Houve escolha, houve definição. Foi importante o diálogo flagrado no telefone porque ela diz que o ama mas diz, principalmente, que prefere e quer a vida com o marido.

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O capítulo de hoje me recordou ao Jornada, quando o Mark se impos frente ao Rick, defendendo sua família, já que na ocasião a Nanda não colocava um ponto final.

Jerry fez o correto em defender a saúde mental de sua filha, agora cabe a Kelly validar ou não a atitude do marido.

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O problema vai ser a Kelly dar uma de Nanda e passar por cima da decisão do Jerry, mantendo o Chuck ali próximo. E a possibilidade dela engravidar do Chuck seria uma sacanagem muito grande com o marido e com a filha. Se isso acontecer, a separação é certa e teremos mais uma história com um final triste, já que vai ficar todo mundo quebrado ao final, principalmente a Katie …

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