Quando eu tinha vinte anos, meu pai traiu minha mãe. Foi um baque avassalador para todos nós, um verdadeiro choque de realidade, já que os dois sempre pareceram se amar profundamente. Na família, ninguém conseguiu entender ou aceitar com facilidade. Minha mãe sempre foi uma mulher deslumbrante, inteligente e extremamente bem-sucedida — de longe, a maior renda da nossa casa. Como uma mulher que reunia tantas virtudes podia ter sido passada para trás?
Meu pai não era um homem bonito, mas sempre foi bem de vida. Por conta do esforço dele, nunca me faltou nada. Porém, o erro foi inevitável. Ele teve um caso com a própria chefe, uma mulher chamada Angélica. Ninguém na família conhecia seu rosto ou sua história; apenas meu pai e minha mãe sabiam quem ela realmente era.
Com o divórcio, eu e minhas irmãs ficamos morando com a minha mãe. Mas, apesar de meu pai ter sido o único culpado por destruir o casamento, eu ainda o amava muito. Eu fazia questão de estar perto dele sempre que possível. Minha mãe, mesmo estando emocionalmente em cacos, demonstrava uma maturidade absurda: nunca me proibiu de vê-lo e deixava que eu passasse os finais de semana na casa dele.
O relacionamento do meu pai com a chefe continuou após a separação, mas a figura de Angélica permanecia envolta em mistério. Eu morria de curiosidade. Queria olhar nos olhos daquela mulher, entender quem ela era. Na minha cabeça, ela precisava ser alguém extraordinária para ter feito meu pai jogar o próprio casamento para o alto.
Até que o grande dia chegou.
Meu pai marcou um jantar em um restaurante próximo à casa dele para nos apresentar. Seríamos apenas nós três. Minhas irmãs a odiavam à distância, mas eu, por ter uma mente mais aberta e pragmática, não via problema em conhecê-la.
Cheguei ao local e me sentei à mesa. Não demorou muito para meu pai dizer que ela já estava a caminho, mas soltou uma surpresa: ele não ficaria para o jantar. Questionado por mim, explicou que preferia que nós dois nos conhecêssemos a sós. Admitiu estar com vergonha de nos encarar juntos à mesma mesa, sabendo de tudo o que havia feito, mas confiava na minha maturidade. Eu compreendi o lado dele, disse que estava tudo bem e o vi ir embora.
Esperei por cerca de trinta minutos.
De repente, meus olhos se fixaram na porta principal do restaurante. Uma mulher deslumbrante acabara de entrar. Ela era alta, com um corpo perfeitamente esculpido por treinos pesados, cabelos longos e loiros, e olhos castanhos claros que exalavam magnetismo. Vestia um vestido preto extremamente justo, valorizando cada curva, e ostentava um sorriso lindo. Era a combinação perfeita entre elegância e uma sensualidade avassaladora. Fiquei completamente encantado apenas observando sua presença.
E ali fiquei, aguardando a chegada da minha futura madrasta...
Cinco minutos se passaram e meu celular tocou. Era meu pai.
— Filho, ela já chegou aí, mas disse que ainda não te encontrou — disse ele ao telefone.
— Pai, eu não saí da mesa um segundo sequer.
— Ela está na recepção, usando um vestido preto.
— Ok, estou indo até lá.
Desliguei. Ao olhar para a recepção, percebi que havia apenas uma mulher ali: a mesma deusa que eu tinha visto entrar minutos atrás. Fiquei sem acreditar.
Caminhei até ela, me apresentei e perguntei seu nome. Ao confirmar que era Angélica, a guiei até a nossa mesa. O desconforto inicial era palpável para ambos, mas fiz questão de me manter posturado, seguro e maduro para conduzir a situação.
O jantar começou com aquela conversa travada e protocolar: o que você faz da vida, está estudando, como você está, e assim por diante. Porém, conforme os pratos chegavam, fomos nos soltando. Falei sobre os meus objetivos e ela compartilhou detalhes da sua vida pessoal. Uma química surreal começou a nascer ali. Fui criando um carinho imediato por ela; Angélica demonstrava ser tímida, carinhosa e absurdamente inteligente.
Mas, por algum motivo, meu corpo começou a reagir de forma incontrolável. Eu estava completamente excitado. Meu pau latejava com força dentro da calça. Não sabia se era o nervoso da situação ou a atração brutal que ela exercia sobre mim, mas a verdade é que ela era gostosa demais. Tentei convencer a mim mesmo de que era apenas uma daquelas ereções involuntárias e repentinas que homens têm em momentos aleatórios, respirei fundo e aos poucos fui me acalmando.
Ganhando confiança, resolvi fazer uma pergunta corajosa e direta. Mandei na lata:
— Você sabia que o meu pai era casado? Não sente vergonha do que fez?
Ela não se abalou. Respondeu com extrema tranquilidade, explicando que não fazia ideia de que ele era um homem casado. Ele não usava aliança no trabalho e nunca havia mencionado nada sobre família. Ela se apaixonou por ele e os dois se envolveram; só descobriu a verdade quando o casamento dele já tinha chegado ao fim.
Na época, Angélica tentou colocar um ponto final no romance, mas meu pai insistiu tanto que a convenceu a ficar. Ela admitiu que era completamente apaixonada por ele e, ciente do peso de tudo, me pediu desculpas sinceras. Conversamos abertamente sobre o assunto. Garanti a ela que não guardava raiva de ninguém e que faria de tudo para que tivéssemos uma boa convivência. Ela sorriu aliviada, concordou, e mudamos de assunto.
O resto da noite fluiu com leveza. Conversamos sobre os mais variados temas e rimos bastante, impulsionados pelo meu bom humor natural.
Ao fim do jantar, ela me levou de carro até em casa. Na hora da despedida, nos abraçamos. Foi um abraço apertado, demorado... o suficiente para me deixar completamente ereto outra vez. Senti meu pau pressionado ligeiramente abaixo da cintura dela, sentindo o calor vivo da sua buceta através do tecido. Consegui manter o controle e me segurar. Ela me deu um beijo no rosto, mas a tensão sexual que se estabeleceu no ar entre nós dois foi esmagadora. Fiquei com aquilo martelando na cabeça a noite inteira.
Aquele tabu de "enteado e madrasta" tomou conta dos meus pensamentos. Fiquei de pau duro na cama e não demorou para que eu apelasse para os sites adultos, pesquisando exatamente por esse tema.
Os meses foram se passando e a minha proximidade com Angélica só aumentava. Passamos a nos ver com frequência, já que ela tinha se mudado em definitivo para a casa do meu pai. Em um momento de conversa com a minha mãe, perguntei se haveria algum problema em eu ser próximo da Angélica. Minha mãe, sempre lúcida, disse que estava tudo bem, pois o único que devia explicações e respeito à família era o meu pai. Quando contei a ela que Angélica não sabia do casamento no início, minha mãe afirmou que já imaginava algo assim e reafirmou que sua mágoa era exclusiva do meu pai.
Aquilo me tirou um peso enorme das costas. Eu estava gostando genuinamente da convivência com Angélica. Ela era uma querida comigo e, embora eu a achasse extremamente sexy, mantinha o meu respeito absoluto.
Até o dia em que a linha foi cruzada.
Com o tempo, viramos quase melhores amigos. Assistíamos a filmes juntos, comíamos juntos e saíamos para vários lugares. Quando o relacionamento dela com meu pai completou um ano e meio, ela me convenceu a ir morar com eles. Como eu passava a maior parte do tempo lá e a localização facilitava meu acesso ao trabalho e à faculdade, aceitei a proposta e fiz a mudança.
Passávamos muitas horas sozinhos em casa. Para evitar um clima pesado no antigo emprego e não perder o relacionamento com ela, meu pai tinha trocado de empresa, mantendo o mesmo cargo, o que exigia uma rotina diferente.
Certo dia, ao passar pela porta do quarto do casal, vi algo que prendeu minha atenção: uma muda de lingeries sujas deixadas em cima da cama. Ao fundo, vinha o barulho do chuveiro ligado. Angélica estava em seu banho de beleza.
Eu sempre tive o fetiche de cheirar calcinhas, mas raramente tinha oportunidade — apenas quando ficava com alguma garota ou quando conseguia pegar escondido a calcinha da irmã de algum amigo. Mas, ao bater os olhos naquela lingerie da Angélica, meu pau ficou duro no mesmo segundo.
Sem pensar duas vezes, peguei uma calcinha e um sutiã da pilha e corri para o meu quarto. Envolvi o sutiã no meu pau e levei a calcinha ao rosto. Caramba! Pense em um cheiro maravilhoso que aquela mulher tinha. Enquanto inalava aquele perfume íntimo, usava a textura do sutiã para me masturbar. A sensação do tecido no meu pau era espetacular. Não demorou muito para que eu gozasse em uma das bojos do sutiã dela. Rapidamente, limpei tudo com papel-toalha, borrifei um pouco de álcool para higienizar e neutralizar qualquer traço, e devolvi as peças exatamente onde estavam.
Fiquei saboreando aquela sensação na mente. Eu nunca fui do tipo viciado em masturbação ou pornografia; consumia de vez em quando, mas sempre tive namoradas ou ficantes para me satisfazer, então me tocar a sós nunca tinha sido prioridade. Mas, a partir daquele momento, me masturbar pensando nela virou uma obsessão. Sempre que surgia uma brecha e ela não estava em casa, eu pegava uma lingerie dela para me satisfazer, mantendo o segredo trancado a sete chaves enquanto me envolvia cada vez mais na rotina com ela.
Até que a necessidade de ir além falou mais alto. Eu precisava de mais. Queria que ela soubesse do meu desejo, mas sem que eu tivesse que confessar em palavras. Eu queria que ela me pegasse no flagra.
Bolei um plano. Na primeira oportunidade em que ficassemos sozinhos, eu pegaria uma peça dela e deixaria a porta do meu quarto estrategicamente entreaberta.
E assim fiz. Em um dia ensolarado, estando apenas nós dois na casa, ela foi para o banho. Corri para o quarto dela, peguei uma calcinha e voltei para o meu cômodo. Deixei a porta entreaberta, me sentei nu na cadeira do computador, de frente para a fresta, levei a calcinha ao nariz e comecei a me tocar com força.
A ansiedade e o nervoso tomavam conta do meu peito, mas não parei. Escutei o barulho dos passos dela no corredor e, de repente, o som cessou. Vi de relance a silhueta dela parada na fresta da porta. Esperei uma reação, uma bronca, um susto... mas nada veio. Ela ficou apenas ali, parada, observando a cena. Fingi estar completamente absorvido pelo ato, sem notar sua presença. Pouco depois, ela se retirou em silêncio. Gozei na calcinha dela, deixei a peça bem melada, levei até o cesto de roupas sujas do banheiro e a joguei lá.
Fui para a sala como se nada tivesse acontecido. Me sentei ao lado dela no sofá para assistirmos a uma série. Percebi que ela me encarava o tempo todo, embora mantivesse uma postura normal.
À noite, ela me soltou uma pergunta inusitada:
— Fernando, você me acha cheirosa?
— Como assim? Do nada? — dei uma risada.
— Eu sei que é estranho, mas eu fico paranoica às vezes.
— Como assim, paranoica?
— Eu nunca sei se sou cheirosa de verdade... por isso gosto de perguntar.
— Bom, eu acho você extremamente cheirosa. Inclusive agora, você está com um cheiro incrível.
— Ah, bom saber — respondeu ela, soltando um sorriso com um toque malicioso.
— E digo mais: até o seu cheiro natural é muito bom.
— Meu cheiro natural?
— É, sabe aquele cheiro próprio que a pessoa exala?
— Eu acho que sei...
— Pois é. O seu é bom demais.
Ela me deu um sorriso malicioso, carregado de intenção.
Entendi o recado. Associei a reação dela ao fato de ter me visto cheirando suas roupas íntimas. Ela queria abordar o assunto, mas não sabia como começar. A partir dali, decidi dar o meu passo: começaria a ser mais ousado. Mais abraços, mais toques velados, buscando arrancar casquinhas do corpo dela até ter certeza de que o desejo era mútuo.
Na manhã seguinte, acordei e a vi na cozinha preparando o café da manhã. Cheguei por trás, dei bom dia e a abracei pela cintura. A bunda dela colou direto no meu pau. Eu vestia um shortinho de seda bem leve para dormir. No momento do contato, pensei em recuar, mas me mantive firme e deixei que ela sentisse a minha ereção endurecer feito pedra contra o corpo dela. Em nenhum momento ela se esquivou ou pediu para eu sair. Pelo contrário: manteve a conversa fluindo normalmente enquanto eu continuava colado nela, duro como nunca.
Me afastei, fui ao banheiro e o dia seguiu na mais perfeita ordem. Eu sabia que não podia exagerar quando meu pai estivesse por perto.
Pouco tempo depois, meu pai precisou fazer uma viagem de negócios de uma semana. Pensei comigo mesmo: tenho sete dias para conseguir transar com ela. O que eu não imaginava é que esse também era exatamente o plano dela.
Na segunda-feira de manhã, acordei decidido a repetir o abraço.
Ao chegar na cozinha, vi que Angélica estava ainda mais provocante: vestia um top de renda preto e um shortinho extremamente curto e fino, também preto. Cheguei por trás, abracei sua cintura e dei bom dia. Ela me respondeu com uma voz mansa e doce.
Não demorou um segundo para o meu pau erguer com força total. Mas dessa vez eu não queria apenas encostar. Percebendo que ela estava gostando do jogo, baixei meu short e fiquei totalmente nu atrás dela. Voltei a me aproximar, encostei novamente e encaixei meu pau bem no meio do rego da bunda dela, deixando a cabeça deslizar suavemente para cima. Quando vi que ela tinha percebido a nudez e a intenção, continuei o movimento.
Tímida por natureza, ela resolveu quebrar o silêncio:
— O que você está fazendo aí atrás?
— Nada demais... só aproveitando o momento — respondi no pé do ouvido.
— Humrum, sei...
— Você está desconfortável?
— Não. Por que eu ficaria?
— Então tá ótimo.
Peguei Angélica pelos ombros, virei seu corpo de frente para mim, olhei bem no fundo dos seus olhos e a puxei pela cintura. Levei minha mão ao seu rosto e a selei com um beijo calmo, profundo e apaixonado. Ela respirava de forma ofegante, mas mantinha um sorriso nos lábios.
No calor daquele momento, ela desceu a mão, segurou o meu pau com força e, olhando para mim completamente dominada pelo tesão, soltou:
— Nossa... é tão pesado!
Dei um leve sorriso.
— Tão grande, tão grosso... está tão duro!
— Ele está assim por sua causa — murmurei.
— Eu percebi...
— Será que cabe na sua boca?
— Não tenho certeza... nunca chupei nada tão grosso!
— Não seja por isso. Vamos descobrir agora.
A guiei até a sala, me sentei no sofá e mandei que ela ficasse de joelhos entre as minhas pernas.
— Agora você pode fazer o que quiser com ele, mas não seja gulosa!
— Tá bom... eu vou fazer tudo o que você quiser!
— Humrum. Eu sei que vai.
Angélica estava em êxtase, entregue a uma excitação brutal, e eu tinha o controle total da situação.
Ela começou a me masturbar enquanto chupava o meu saco. As mãos dela eram de uma maciez incrível e o movimento era perfeito. Em seguida, começou a passar a língua por toda a extensão do meu pau até engolir a cabeça e descer até o limite, fazendo com que ele mal coubesse em sua boca. Lembro até hoje do som molhado e do ritmo frenético daquele boquete. Ela chupava com gana, parando de tempos em tempos apenas para puxar o ar, ofegante e cheia de tesão. Foi, sem sombras de dúvidas, o melhor boquete da minha vida; ela me chupava como uma verdadeira profissional.
Enquanto ela se doava ali, eu a admirava de cima. Caramba, pense em uma mulher linda, gostosa e sexy! Eu não queria que aquele momento acabasse jamais. Estava tão excitado que queria gozar na boca dela, mas por conta da ansiedade e do nervosismo do momento, acabei demorando a chegar lá, o que me fez aproveitar cada segundo daquela sensação.
Decidi que era a vez dela. Pedi para chupá-la e ela rapidamente trocou de posição comigo. Tirei seu shortinho de seda e vi que ela estava sem calcinha por baixo. O tecido do short estava completamente encharcado com o melzinho dela.
Quando olhei para a sua buceta, fiquei fascinado. Era perfeita, bem rosinha, com o clitóris proeminente e saltado para fora, exalando um aroma delicioso. Comecei a passar a língua por toda a sua vulva, provando o seu gosto que era simplesmente espetacular.
Fui variando os movimentos até acertar um ritmo específico que a fez contorcer o corpo e soltar um gemido agudo. Pensei: já sei exatamente como você gosta.
Continuei a chupá-la com vontade. Os gemidos dela eram manhosos, baixinhos, e as pernas tremiam sem parar. Enfiei dois dedos bem fundo na sua buceta e ela se descontrolou:
— Por favor... por favor, não para, não para! — gemia ela, sem fôlego.
A posição era incrível. Eu estava completamente encantado por ela e não conseguia parar de devorá-la. Angélica, tomada pelo delírio do momento, usava as duas mãos para pressionar a minha cabeça contra a sua buceta, como se tivesse medo de que eu fosse escapar dali. Quando menos esperei, os gemidos dela aumentaram de tom, o corpo travou em espasmos e ela prensou minha cabeça com as coxas, liberando uma carga enorme do seu melzinho direto na minha boca.
Engoli tudo, sem deixar cair uma gota. Fiquei impressionado, pois nunca tinha visto uma mulher gozar com tanta intensidade. A sensação foi indescritível. Era a minha primeira vez transando com uma mulher dez anos mais velha que eu.
Do jeito que ela estava — entregue e mole no sofá —, peguei meu pau e comecei a provocá-la. Ficava apenas roçando a cabeça na entrada, fingindo que ia penetrar e recuando. Ela começou a implorar para que eu a possuísse de uma vez. Eu não resisti.
Como ela estava extremamente molhada, meu pau escorregou para dentro dela com uma facilidade absurda. A buceta dela era incrivelmente apertada e quente. Quando meti tudo de uma vez, ela soltou um gemido alto:
— Caralho... você me preencheu por inteiro!
— Você é apertada demais!
— Você é tão gostoso... se eu soubesse que seria assim, já teria dado para você há muito tempo!
— E eu já queria te comer faz tempo!
— Hummm... seu pervertido! Você estava louco para foder a sua madrasta, né?
— É claro que sim! Eu não poderia perder essa oportunidade de jeito nenhum!
— Você vai ser o meu enteadozinho...
— E você vai ser a minha madrasta vagabunda. Vai dar para mim sempre que eu quiser!
— Sim... sim, eu vou! Eu vou ser sua, meu amor!
Ela estava ofegante, completamente tomada pelo prazer. Eu a fodia com força e ritmo, e sempre que olhava nos seus olhos, ela sorria para mim.
Me sentei no sofá e ela montou por cima. Começou a sentar e rebolar com uma precisão impecável no meu pau. Eu estava no meu limite absoluto. Segurava a bunda dela com as duas mãos e me esticava para chupar seus seios lindos. Eu estava prestes a explodir.
Perguntei se podia gozar dentro dela, mas ela me parou:
— Não! Por favor, dentro não! Deixo você gozar onde quiser, mas não goza dentro de mim!
Não consegui segurar por mais tempo. Pedi para gozar no rosto dela e ela concordou imediatamente. Puxei meu pau para fora e descarreguei todo o meu gozo na cara dela.
Depois que o fogo baixou, fomos juntos para o banheiro, tomamos um banho calmo e voltamos para a sala. Ficamos deitados assistindo à TV, em silêncio durante a maior parte do tempo, absorvendo a magnitude do que tinha acabado de acontecer.
Quando chegou a hora de dormir, perguntei se ela queria ir para o meu quarto. Ela aceitou na hora. Deitados na mesma cama, conversamos abertamente sobre tudo, estabelecendo acordos e promessas. Ela confessou que tinha amado cada segundo e que queria continuar com aquilo, mas com extrema cautela. Concordei sem hesitar.
Aquela noite foi mágica. Conversamos bastante e, depois, tivemos uma transa ainda mais gostosa, envolvente e romântica. Ali eu percebi: estava completamente apaixonado por ela.
Aproveitamos o restante da semana da melhor forma possível. Transávamos todos os dias, às vezes mais de uma vez por dia. A excitação estava à flor da pele e queríamos explorar cada segundo daquela liberdade temporária.
Quando meu pai retornou de viagem, o ritmo teve que diminuir radicalmente. Passamos um tempo sem conseguir nos tocar, o que me deixava louco de desejo. Começamos a escapar para alguns motéis durante a semana, mas o medo de que meu pai desconfiasse das saídas frequentes dela nos fez mudar de estratégia: decidimos manter os encontros dentro de casa mesmo. Era mais seguro e nos dava mais controle.
Transávamos quando ele saía para trabalhar, quando ele estava dormindo e, às vezes, até com ele acordado em outro cômodo. A adrenalina do risco de sermos pegos tornava tudo ainda mais excitante. Quando ele não estava olhando, ela deixava eu acariciar seus seios ou até mesmo masturbá-la rapidamente na cozinha ou no corredor.
Ficamos nessa rotina clandestina por mais de um ano. Como Angélica já se satisfazia completamente comigo, ela mal transava com meu pai — os dois já estavam há meses sem nenhum contato íntimo. Aos poucos, ela começou a desconfiar de que ele também estava aprontando, pois ele não a procurava mais para nada. Ela não se importava com a rejeição dele, mas desconfiava de que ele estivesse com outra.
Conversando sobre o assunto, dei a ideia de ela terminar o relacionamento de vez. Assim, ela poderia voltar para o seu próprio apartamento e nós teríamos total liberdade para ficarmos juntos sem esconder nada dele. Ela concordou na hora e se questionou por não ter tomado essa atitude antes.
E assim aconteceu. Angélica colocou um ponto final no namoro e voltou para o seu apartamento. Meu pai assumiu a nova namorada pouco tempo depois, e eu voltei a morar com a minha mãe. O nosso romance, no entanto, continuou firme por mais um ano.
No início, era tudo movido pelo tesão puro e pela atração do proibido. Mas, com o passar dos meses, o sentimento transformou-se em um amor genuíno e profundo. Angélica me confessou que se sentia amada de verdade ao meu lado e que não queria me perder de jeito nenhum, declarando todo o seu amor por mim.
Pelo relato, pode parecer que nossa relação se resumia a sexo, mas a verdade é que o sexo era apenas o ápice. Nós nos tornamos cúmplices, conversávamos por horas, cuidávamos um do outro e cultivávamos um carinho gigante. Ela era uma mulher incrível em todos os aspectos imagináveis.
Mesmo com a diferença de dez anos de idade, ela nunca me tratou como um garoto; ela me enxergava como um homem maduro e confiável. O apoio e a presença dela me impulsionavam a querer ser um homem cada vez melhor. Por conta dessa maturidade que desenvolvi ao seu lado, assim que terminei a faculdade consegui um ótimo emprego na minha área. Não demorou para que eu me mudasse para o apartamento dela e decidíssemos, finalmente, assumir nosso relacionamento para o mundo.
No começo, foi um choque para a família e demorou bastante para que as pessoas aceitassem a nossa união. Mas o tempo provou a força do nosso sentimento.
Hoje tenho 34 anos e a Angélica tem 43. O aniversário dela é na semana que vem. Estamos casados, vivemos juntos até hoje e temos um filho lindo de 7 anos. Nossa relação está melhor e mais forte do que nunca. Vejo a minha mãe com frequência — ela nunca se opôs à nossa felicidade e sempre nos apoiou. Meu pai e minhas irmãs eu não vejo há anos, pois preferiram se afastar, mas isso não diminui a paz que construímos na nossa casa.
E assim, o que começou como uma fantasia proibida se tornou a história da minha vida.
Gostou de desvendar esse desejo? Cada conto desta série foi escrito para instigar a mente e despertar os sentidos.
Como autor, a sua opinião é super importante para mim! Sinta-se totalmente à vontade para deixar suas críticas e sugestões nos comentários, dizendo qual foi a sua parte favorita e o que você gostaria de ver nos próximos cenários.
Prepare-se, porque o próximo pecado já tem textura e aroma marcados. Até o próximo capítulo de Desejos Proibidos.
