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Diário de uma adolescente ep:8 - Risco de ser pega pela mãe deixa as duas arrepiadas

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 990 palavras
Data: 18/08/2026 22:24:34

Capítulo 8

Ahn! E eu preciso contar isso também, achamos um app na internet que fazia o celular vibrar o tempo todo, então eu instalei no meu, coloquei ele dentro de uma camisinha e tentei encostar em mim, mas foi desastroso. A vibração era até gostosinha, mas o celular acabava a bateria muito rápido, ele ficava uma bagunça de melecado e eu desisti, pois o senhor Steve Jobs talvez não tenha planejado essa função para o Iphone dele e, se quebrasse o aparelho, meu pai ia socar minha cara na parede.

Também tentei esfregar na quina da cama e no travesseiro, as meninas na escola contaram isso para mim, disseram que era bom. A gente falava de sexo entre as meninas, duas meninas da minha sala disseram ter dado já, eu não acreditei, elas são bem mentirosas...

Nesse tempo, Gisela e eu estávamos completamente viciadas em masturbação. Eu sei que ela literalmente se machucou fazendo, ela era muito bruta e sempre gostou com mais força, tanto que me machucou várias vezes, ela perdia o controle, virava um bicho selvagem.

Em alguns desses finais de semana eu tive que ir para o sítio também, mas quando voltei nos falamos por telefone.

— Menina, a gente tem que se encontrar para estudar, falou ela. Era isso que a gente dizia para os pais da gente que nunca acreditavam, mas fingiam sem nem imaginar o que fazíamos de fato. — Tu vem para cá? Falo com a minha mãe e você dorme aqui, combinei com ela.

Eu não gostava de ir para casa dela, a irmã mais velha dela era muito esperta pro meu gosto e sempre adivinhava as merdas que a gente estava fazendo. Se ela nos pegasse nisso, fudeu! Então mesmo sendo dia de semana com os meus pais em casa não ia ser um problema, a porta trancada seria justificada para manter o pentelho do meu irmão fora, ele adorava a Gisela, dizia que ela era a namorada dele.

Ela voltou para a minha casa comigo depois das aulas, era uma quarta-feira. Dia cinzento e frio, lembro disso não sei por qual motivo. Passamos no mercado e compramos pepinos —, alguém teve a brilhante ideia de fazer enfiando juntas — a minha mãe viu e perguntou o motivo daquilo e a Gisela foi convincente ao dizer à minha mãe que era para colocar nos olhos para tirar olheiras.

— No olho do cu, só se for! — falei já no quarto.

A gente começou a se pegar assim que a porta fechou. As mochilas e bolsas caíram no chão do quarto. Só consegui me soltar um pouco dela pra colocar uma música na caixa de som. Sei lá se minha mãe ia colar o ouvido atrás da porta. De dia não dava pra ficar pelada. Minha mãe podia entrar a qualquer hora pra fofocar com a gente, e eu até gostava disso. A gente sempre tinha que esperar a noite pra ir mais longe. Mas de dia ainda dava pra brincar pelo menos.

Quando voltei, a Gisela já tava com os peitos rosados livres do sutiã. O rosto dela tava vermelho do beijo, e aquele sorrisinho safado no canto da boca. Eu puxei ela pro banheiro do quarto onde ficar mais difícil ainda ouvir o nosso barulho e assim que a porta fechou, eu dei um beijo nervoso boca dela. Minhas mãos subiram sozinhas. Apele dela tava quente. Apertei os peitos macios, sentindo os biquinhos já duros contra a palma. Ela soltou um suspiro baixo e se arrepiou inteira deixando a pele toda arrepiada.

Eu desci a boca. Chupei o peito dela devagar. A língua rodeava o biquinho rosado, quente e inchadinho. O gosto da pele dela misturava com o sal do suor a rua. Cada puxadinha mandava um choque gostoso direto pra baixo, entre as minhas pernas. Eu sentia a calcinha já molhada, grudando na pele.

Gisela gemiu baixinho e puxou minha blusa. Ela não deixou eu chupar mais ela dizendo sem falar que agora seria a minha vez. A boca quente dela envolveu meu mamilo e foi uma onda quente e lenta que subiu da barriga até a nuca. Meu corpo inteiro se arrepiou. Os dedos dos pés se encolheram. A língua dela era macia, molhada, chupando com vontade. Eu apertava as coxas uma na outra, sentindo o calor latejar ali embaixo, quente e molhado.

A coisa cresceu que nem rastilho de pólvora. Dessa vez não teve piada. Só respiração pesada, pele colada, mãos tremendo um pouco. O plano era as duas experimentarem com o pepino. Acho que ninguém tinha previsto que ia por esse caminho.

Quando ela subiu pra me beijar de novo, a gente tirou as calças do uniforme e colou o corpo uma na outra. A Gisela apertava minhas nádegas com força, me puxando pra cima, e me dava um beijo forte, meio dolorido. Eu sentia o clitóris arder, quente, latejando. Sem nem perceber, eu já tava esfregando a buceta na pele do ventre dela. Meu corpo inteiro tremia. Por dentro era uma bagunça: nervoso, vontade, medo e uma ansiedade estranha de querer algo maior que crescia rápido demais. As duas ali juntas era um tesão do caralho, mas ao mesmo tempo eu ficava com o coração apertado, como se a qualquer segundo alguém pudesse abrir a porta.

Como era o protocolo, minha mão desceu sozinha pro meio das minhas pernas. Era assim que a gente geralmente fazia. Mas dessa vez ela parou de repente. Me olhou com aqueles olhos claros, o rosto quase sem expressão, a boca entreaberta. Senti as mãos dela passando pela minha cintura, as unhas riscando de leve a pele, deixando um rastro quente e nervoso por onde os dedos iam. A sensação foi tão forte que meu quadril deu uma rebolada sozinho e eu gemi o nome dela baixinho:

— Gisa…

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https://www.feminivefanfics.com.br/posts/diario-de-uma-adolescente/ep-08-risco-de-ser-pega-pela-mae-deixa-as-duas-arrepiadas

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