Um ou dois meses depois da putaria insana na chácara com os três paizões, o Roberto me chamou no app, disse que ele e o colega estavam com vontade de fuder de novo, e é óbvio que eu não ia recusar, da última vez fiquei com o cuzinho ardendo de tanto levar pica e tinha ficado viciado na sensação.
Ele me chamou pra ir lá onde ele dividia a casa com o amigo, me disse que os dois estariam de boas naquele fim de tarde, já que o Eduardo iria trabalhar à noite e então nos próximos dias eles estariam muito ocupados, eu teria que ir direto do trabalho, então pedi se poderia tomar uma ducha e me limpar lá pelo menos, o que ele disse que tudo bem. Eu estava bem cansado naquele dia, mas a vontade de ser puta daqueles dois juntos me fez ir mesmo assim, fora que eu estava na seca faz umas semanas.
Finalmente saí do trabalho e fui indo pra lá, chegando no local, ele saiu pra me receber no portão e subimos pro segundo andar, onde consegui ver vários quartinhos, como numa pensão, e vi que havia pelo menos outros 2 homens lá, e eles dividiam a áreas comuns da casa, fiquei meio nervoso, pois ele não tinha me dito que haveria outros caras junto, até então, achei que seriam só eles dois em casa.
Fui entrando e cumprimentei timidamente os outros caras que acenaram de volta e pareceram não ter muito problema com a minha presença lá, tava meio na cara o que a gente ia fazer juntos no quarto e fiquei imaginando várias possibilidades, será que eles todos curtiam homens e iam querer participar também? eu iria encarar não só 2 pirocas - nem 3 como na chácara - mas bater meu recorde e dar pra 4? ou eles eram héteros mesmo e simplesmente não ligavam?
De qualquer maneira, precisava tomar banho e correr com a chuca pra não atrasar o Eduardo que precisava ir trabalhar ainda, fora que eu tava com muito tesão e queria aproveitar o máximo que pudesse.
Felizmente, não levou muito tempo e logo eu tava indo pro quarto com o Roberto me guiando, e quando cheguei lá, o Eduardo já estava deitado peladão com os 22cm totalmente empinado apontando pra mim, dei um sorrisinho e o puto sorriu de volta, claramente satisfeito com a situação, o Roberto logo tirou tudo também e pude ver aquela piroca preta e grossa que tinha me enchido de leite no outro dia já dando sinais de vida.
Não perdi tempo e fui feroz igual um bezerrão na pica do Eduardo, que já gemeu com o primeiro contato, e dei uma mamada nervosa e molhada nele, tentando engolir o máximo daquele cacetão gigante.
Enquanto isso, o Ricardo veio por trás de mim e foi roçando a pica no meu cuzinho, brincando com minha entradinha, porra, que delícia, fazia tempo que não sentia isso, um macho na frente e outro atrás, uma das minhas situações favoritas.
'Tá com mais fome que da última vez hein puto?' Eduardo me disse, sorrindo safado, e pegando meu cabelo pra forçar mais ainda, me fazendo engasgar violentamente com o pau dele até escorrer lágrimas pelo meu rosto.
Parei pra respirar e perguntei pra eles se os outros rapazes não iam se incomodar com o barulho, ao que eles disseram não tinha que me preocupar com isso.
Segui então, até que o Roberto largou da minha bunda e veio pro lado do amigo pra oferecer a pica também, já estava dura e brilhando de tesão, não perdi tempo e a agarrei punhetando antes de largar a do Eduardo e afundar a goela, a piroca do Roberto era menor, mas era mais grossa, e difícil também de engolir até ao fundo, mas dei meu melhor, ouvindo os gemidos e as safadezas dele e do colega, enquanto eu revezava naqueles dois mastros deliciosos, babando de cima a baixo, tirando do boca, batendo na cara, cuspindo e falando putaria pra eles também.
Depois do Eduardo maltratar muito minha garganta, ele me deixou com o amigo e foi brincar com o meu rabo também, afundou a língua sem cerimônia e me deixou maluco com a habilidade daquele macho de tratar um cuzinho. Eu gemia abafado pela piroca do Roberto entalada na boca, quando senti ele roçando a piroca na minha entrada, não perdeu muito tempo e começou a forçar, a pica dele não era grossa e ele havia trabalhado muito bem no meu cuzinho, a ponto de estar bem relaxado, mas ainda assim, o pau dele era longo e ele não perdoava, já começou metendo forte e me jogando pra frente com o impacto das estocadas, me fazendo gemer alto de dor, segurei ele pra parar, o que deu um pouco de trabalho, pois ele estava meio empolgado, mas consegui, pedi pra ele ir com calma e de novo me preocupei com os caras ouvindo lá fora. Eles me disseram novamente que estava de boas, e os caras sabiam o que estava rolando ali, então levei na brincadeira e perguntei se eles não podiam vir participar também, os dois deram risada.
'Duas não tá bom pra você puto?' Eduardo disse dando um tapão na minha bunda. Dei uma risadinha em tom malicioso e ele voltou a arregaçar meu cu, seguimos nesse ritmo por uns 10 minutos, comigo parando de vez em quando pra controlar ele quando passava um pouco do ponto, mesmo assim, a experiência foi boa, aquele macho forte e sarado bombando com força na minha bunda, estapeando, puxando meu cabelo e me chamando de puta e tudo quanto é coisa excitante pra quem é tarado igual eu.
Roberto tirou o pau da minha boca e trocou de lugar com o amigo, tava com fome também, ava com receio de a pica grossa dele doer quando entrar, mas meu cuzinho já tava laceado com o estrago que o Eduardo fez e a pica dele entrou mais fácil, ele não era tão agressivo quanto o Eduardo, mas a metida era boa também, o Eduardo enquanto isso ficou na minha frente, alternando entre me por pra chupar, bater a pica na minha cara, dar uns tapas no meu rosto e bater uma punheta vendo o amigo me enrabar.
O Roberto logo começou a gemer alto e anunciou que ia gozar, bombou com mais força e logo senti ele tirando o mastro do meu cu, seguido dos jatos grossos e quentes da porra dele na entrada frouxa e lubrificada, segurei minha bunda abrindo bem o cuzinho pra ele, que deu mais uma metida pra empurrar a leitada pra dentro, deixando meu cuzinho espumando e babando.
O Eduardo a esse ponto estava frenético na punheta vendo a situação, não demorou nada também pra ele começar a gemer pra gozar, ia pedir pra ele me leitar na cara, mas o puto foi mais rápido e correu pro meu rabo leitado e meteu a segunda jatada da noite, mas ao contrário do amigo, meteu a piroca até o talo e gozou lá no fundo, gemendo alto e me fazendo dar um grito com de dor. Deu mais uma metida rápida pra bater o leite assim como o colega e deu um tapinha no meu rabo.
Eu estava largado de 4, com a bunda empinada na cama, exausto e obviamente, satisfeito de ser usado de novo por dois machos de verdade, fiquei uns segundos lá recuperando o fôlego e observando aqueles dois putos se divertindo com o estrago que tinham feito no viadinho deles.
Me levantei, dei um beijo de língua em cada um e nos despedimos, já dizendo que queriam repetir a dose, o Eduardo correu pra se arrumar e seguir com seus compromissos, e o Roberto foi me levar pra saída, no corredor, passei com a cara vermelha diante dos colegas deles e dei tchau, que deram um risinho pra mim de volta, não sabia o que eles tinham ouvido, mas confesso que me excitou também saber dessa possibilidade.
O tempo foi se passando e quando procurei o Roberto de novo descobri que ele havia se mudado de cidade, e acabei nunca mais vendo o Eduardo - com quem não tinha o contato, mas nunca esqueci da socada deliciosa dos dois, quem sabe uma hora a gente não se esbarra por aí de novo.
