Oiii, meu nome e Jéssica hoje tenho 36 anos, eu cresci em uma cidade do interior de São Paulo, neta de japoneses e espanhóis, nasci com uma beleza única, cabelos pretos, lisos e longos, olhos castanhos claros, puxados e boca média, uma pele branca que chega dá pra ver as veias, hoje ainda mantenho um corpo lindo, magrinha com um quadril grande uma bunda média e redondinha, seios médio com a auréola rosa, e uma ppk meiga e pequena e rosadinha, e vou contar para vocês como foi e é ser uma ninfomaníaca.
Todas as férias do mês de dezembro de janeiro minha vó gostava de reunir todos os netos na casa dela, ao todos 7 primas mulheres comigo 8 e 5 primos homens, para brincar, comer dormirmos lá corrermos, ela morava em uma chacrinha no meio do nada então nós íamos brincar no meio do pasto na chacra dos outros vizinhos e estava tudo bem, na primeira noite conversando com minhas primas eu contei sobre o filme e sobre o que tinha aprendido e como eu queria beijar na boca, minhas primar por sua vez um ano mais velhas ou 2 já havia feito o que eu pensava em fazer e a mais velha de nós a Eduarda já havia feito tudo
Eu naquela noite tive de me controlar para não me masturbar no quarto pois estava pensado em tudo que conversamos naquela noite, na manhã seguinte saímos para pegar caju no pé do sr. márcio que morava 4 chacrinhas para frente da minha vó, ele tinha piscina e 2 filhos então sempre deixava a gente brincar lá também, e assim passamos o dia lá brincando.
Quando a noite foi caindo saímos da piscina e vi que meu primo marcos havia sumido e o filho mais velho do márcio também Antônio, então só sai procurando, cheguei até no barracão de ferramentas e atrás da porta eu ouvia:
- Vai agora e minha vez, você prometeu
- Não depois é você eu tenho que acabar primeiro
- Não mais já vai anoitecer e eu vou ter que ir embora, e vou ficar sem
- Se não der hoje amanhã você começa...
Então fiquei curiosa pq reconhecia aquelas vozes mais do que estavam falando eu fui para a parte de trás do galpão e entrei pelos fundos, bem devagar, quando olhei pelo escuro meu primo estava deitado na mesa de barriga pra baixo e com as pernas abertas, e o filho do sr. márcio pegando ele.
meu primo assim como eu e toda a nossa família era branquinho ele ainda veio com a parte espanhol o cabelo enrolado magro de tudo e o filho do márcio era um rapaz mais velho que a gente, eu fiquei paralisada não sabia o que falar ou o que fazer se saia, eu vi algo diferente não era mais uma mulher e um homem fazendo aquilo era meu primo sendo e mulher de outro homem, e gostando pq eu conseguia ver pela luz do sol que entrava ele puxando o rapaz pela bunda para encaixar mais eu sai de lá perdidona sem rumo mais resolvi não falar nada pq fiquei com curiosidade de ver de novo no outro dia.
Voltei na estralada calada aquele dia por ter visto aquilo, eu conhecia meu tio e meus primos sabia que viadagem como eles diziam era algo que eles não gostavam mas pq meu primo fazia e com tanta vontade, voltei pra casa e no banho estava perdida se aquilo me deixava com tesão ou só sla com estranhamento, tipo pra época meu primo machão sendo mulher de outro homem fui dormir tão perdida quanto se pode imaginar acordei no dia seguinte e enquanto comia olhava pro meu primo pensando, será que foi real, o que será que acontece se eu contar ou só dizer que sei. Fiquei quieta e esperei a hora de ir pra casa do sr.marcio chegando lá não demorou nem 10 minutos meu primo sumiu e o filho do seu márcio também.
Fui atrás deles no mesmo lugar, quando cheguei uma nova discussão:
- Você prometeu que eu começaria e já está querendo começar de novo
- Mais ontem eu nem terminei você sabe, tive que acabar na mão
- Pelo menos me chupa primeiro hoje vai, toda vez sou eu
- Não você sabe como funciona se fizer direito vou deixar você me comer.
Eu ouvia e via aquela situação e não acreditava, meu primo marcos argumentava sem para então Antônio deu um beijo na boca dele com vontade de com desejo apertava a bunda dele com força quase pegando ele no colo e marcos sem hesitar pegou no pau de Antônio, eu não acredita naquilo, ele se transformou na menina que o Antônio queria, ajoelhou e fez como as mulheres do filme chupava sem parar, eu não sabia o que fazer novamente se interrompia ou não, sei que quando meu primo abaixou o short sai de trás da prateleira que me escondia e ele me olhou assustado, no olhar dele não sabia se tinha medo ou raiva ou tristeza, mais no de Antônio vi só medo foram 3 minutos longos de silencio até...:
MARCOS – Prima oque, que está fazendo aqui, você não viu nada neh, você não pode contar para ninguém o que viu se não vou apanhar...
ANTONIO – Jéssica se meu pai souber eu vou apanhar por favor não conta para ninguém a gente faz o que você quiser te do doce só não conta.
Na minha cabeça vinha de tudo, menos contar, e fala de Antônio abrilhantou ainda mais o que eu queria, entender e ver e sentir aquilo, então eu disse:
- tudo bem eu não vou contar e não não quero doces nem balas e nem dinheiro, eu quero um beijo e quero que faça algo comigo.
Eu via na expressão do meu primo um pouco de medo mais comecei a notar desejo, e no de Antônio malicia, fosse como se ao invés do carrasco tivesse me tornado a própria vítima, meu primo veio com tudo para me beijar, eu neguei disse que não queria o beijo de uma mulher queria o beijo de um homem, meu primo saiu do galpão, bravo como se tivessem dito para ele que ele não poderia viajar nunca mais, que não podia mais brincar, Antônio chegou perto de mim e disse que faria como eu quisesse
Pedi que me colocasse na mesa queria que me beijasse como havia feito com meu primo, ele fez sem pensar duas vezes, era quase da minha idade mais era grosso, áspero, lembro até hoje da pressão que colocava em seus beijos, me beijou por cerca de 5 minutos, eu sentia como se estivesse voando, sentia que podia fazer o mundo girar ao contrário, ele disse que queria saber o que mais eu queria eu disse que queria ver, e ele me mostrou de longe me assustava com a dor que meu primo expressava mais de perto me trouxe conforto, cabia na minha mão era macio e duro, quente e a ponta coube na minha boca, Antônio me olhava sem entender nada era como se ao mesmo tempo que gostasse tinha certa estranheza em ver sua amiga fazendo aquilo, ou uma mulher.
Nunca terminei de chupar ele apenas colocava na boca para testar a mim mesma, e nunca me arrependi nos próximos dias continuamos assim, certo dia meu primo acordou cedo e foi na frente de todo mundo para casa do márcio, eu discretamente fiquei louca, ele estava tentando roubar meu homem de mim, o homem que todo dia eu beijava e experimentava, fui correndo também encontrei os 2 dentro do armazém, dessa vez não havia discussão de quem começava primeiro, apenas Antônio dizendo a marcos que tinha que terminar o trabalho, e marcos dizia que sabia que eu não dava pra ele e que ele precisava dele, Antônio largou a caixa que tinha na mão marcos já se reclinou na mesa sem chupada sem reclamar nem tentar negociar, meu primo tinha virado a amante de Antônio e nem percebeu, eu entrei e disse para Antônio nem começar, disse a marcos que ficasse se não contaria tudo para a vovó e o pai dele que odiava gays, ele ficou, pedia a Antônio que me beijasse e ele o fez da mesma maneira que fazia quase 2 semanas com fogo me apertando, Antônio aguardou eu descer da mesa para colocar a cabeça de seu pinto na minha boca, mas ergui a saia e pedi que me chupasse, e ele não hesitou, eu não sabia o que aquilo faria comigo ou com Antônio ou com marcos, mais eu sabia que Antônio nunca havia feito em marcos, queria deixá-lo louco
Antônio sabia exatamente como e aonde fazer, me lambia de cima a baixo até atrás, eu me contorcia na mesa apertando os olhos e as poucas vezes que abria os olhos via a cara de marcos, com ódio já não havia medo, só inveja e ódio, eu tive um orgasmo, diferente de todos, havia ficado muito molhada, a qualidade daquilo fazia 10 siriricas valerem 1 chupada na última semana que fiquei lá já não queria saber de beijo ou pegar no pau de Antônio só ser chupada, e Antônio depois de experimentar, abandonou de vez meu primo o que deixou ele com mais raiva.
Depois de uma semana, a maioria dos primos havia ido embora, ficaram na casa eu marcos, Julia, aninha e Ricardinho, pois nossos pais estavam viajando juntos para a praia, certa noite meus avós foram sair para um baile e deixaram a gente ficar em casa vendo tv pois ia passar um filme que queríamos assistir, eu não queria saber de filme só pensava no Antônio, e como queria sair para ver ele de novo naquele dia, minha prima aninha veio até o quarto e me chamou pra ir no quarto dos meninos pegar a boneca dela, quando entrei fecharam a porta, ficamos eu e meus 2 primos, Ricardinho e marcos, marcos disse que não era justo eu ter tirado a diversão dele e ao invés de ficar com os meus primos ficar com outro homem, eu falei que não tinha pq ficar com eles já que namorava o Antônio, ele ficou mais bravo ainda, achei que ele ia me bater, mas não
Ele mandou Ricardinho me segurar ergueu meu vestido e começou a me chupar, como se não houvesse amanhã, no começo eu tentei sair mais ele me segurou com força, não passou muito tempo, eu estava gostando, e muito parei de tentar fugir e me rendi aquilo, puxei meu primo Ricardinho e comecei beijar ele, e sentia fogos de artificio corressem na minha veia, ele levantou e disse que queria que eu chupasse ele e o Ricardinho, eu já não estava mais resistindo aquela vontade, eu aceitei eles abaixaram o short e eu comecei a chupar os 2 já havia visto em um dos filmes do meu pai, eles se contorciam eu batia pra um e chupava o outro, alguns minutos naquilo, ouvimos passos próximo a porta mais nem nos preocupamos estava tranca, de repente a porta abre e minha vó para na porta com cara de assustada, como se fosse ter um treco, saiu gritando pela casa que aquilo era um absurdo, um pecado que estávamos com o diabo no nosso corpo.
Nos bateu, brigou com a gente e meu vô ficava quieto só tentando acalma-la, eu fiquei quieta em meio a tudo não sabia o que dizer, quando meus pais chegaram, não falaram nada minha mãe nem me dirigia a palavra e meu pai nem o olhar, meus tios chegaram nem tão bravos, diziam que era coisa de criança, quando voltei pra casa, meu pai ainda não falava comigo não me dirigia o olhar, e minha mãe só falava em terapia e psicólogo, que tinha certeza que eu não faria nada daquilo que fui obrigada, eu não falava nada por medo, mais sabia que algo mudaria dali em diante....