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[Vergonha e Tesão 21] - Sextape com o namorado da minha mãe (e os irmãos dele)

Um conto erótico de Valentina Reis
Categoria: Grupal
Contém 2843 palavras
Data: 17/08/2026 21:51:34
Última revisão: 17/08/2026 22:01:31

Voltei novamente para explicar o que aconteceu na minha história.

Era inacreditável, mas na porta do apartamento da professora Celina estava justamente o Carlão, que minha mãe tinha apresentado como novo namorado dela. Ele estava chamando a professora de "querida". Acompanhando ele estavam mais dois caras, tão grande quanto ele.

- Tudo bem, querida. Quer que eu leve ela pra casa?

- Não... Não precisa. Eu já me arrumei para ir. Tá tudo certo. - a professora retrucou nem imaginando o que estava passando na minha cabeça.

Ele então entrou e passou direto sem nem me olhar direito. Dei sorte ele nem percebeu quem eu era. Filho da puta. EU SABIA. A história que a professora me contou que o marido dela era conservador e não queria comer a esposa grávida. Eu tinha certeza que ele comia geral quando não estava em casa. A professora estava era metendo pouco chifre nele. Devia meter mais.

Só que quanto a ela eu não estava nem ai. O problema era mexer com a minha mãe e querer usar ela como as vagabundas que ele come na rua.

Aquele dia já tinha sido lotado de coisas, então resolvi não pensar tanto nisso. Só que nos dias seguintes, Carlão começou a aumentar a frequência na minha casa, motivado pelo fato de que a minha mãe tinha me apresentado pra ele.

Além de casado com a professora Celina e namorando com a minha mãe, o FDP continuava dando investidas em cima de mim, lembrando de ter visto a minha bunda no dia que cheguei nua em casa. Fui ficando mais e mais irritada, mas não sabia bem o que fazer. Não ia dar pra ele, apesar de ter achado ele gostoso de cara. Minha mãe não merecia isso. E também não sabia bem como expor ele sem revelar que eu estava fazendo sexo grupal na escola com uma professora junto. Como exatamente eu ia explicar ter ido na casa da professora naquele dia, sendo que eu e ela chegamos lá completamente nuas.

O tempo foi passando e um fator foi piorando tudo: o tesão. Sem minha sessões de sexo na detenção do colégio, eu estava subindo pelas paredes. Estava ficando mais e mais descontrolada, os caras da escola cada vez mais abusados em me bolinar e eu ainda precisava tirar da minha cabeça a ideia de dar pro Carlão, mesmo sabendo que ele queria. Como dei um chega pra lá nele, ele não investiu mais. Mas eu sabia que ele estava olhando e lembrando que me viu completamente nua e toda gozada no dia que a gente se conheceu.

Volta e meia ele convidava minha mãe e eu para ir num clube onde ele sempre jogava futebol (com certeza sabendo que a professora Celina nunca apareceria la). Os jogos aconteciam duas vezes por semana e nos fins de semana a piscina era liberada. Os dois irmãos dele jogavam junto. Comecei a pensar se isso simplesmente não era apenas um alíbi para as putaria do Carlão. Uma vez minha mãe aceitou ir e eu acabei indo junto.

Era um espaço clássico de clube mesmo. Tinha quadra e uma piscina. Os irmãos do Carlão todos estavam com alguma mulher também. Os outros cara que jogavam também estavam acompanhados. Fui conhecendo todas as namoradas imaginando se estavam sendo enganadas como a minha mãe e mal sabiam que eles teriam esposa e filhos em casa. Eu tinha quase certeza que sim.

O grande problema é que naquele dia eu não consegui mais resistir ao fato de que todos eram muito gostosos. Aquele caras enormes correndo sem camisa e eu já alguns dias só na siririca, era a pior fórmula possível. E pra piorar tanto Carlão quanto os irmãos ficaram me convidando para ir pra piscina (convite reforçado pela minha mãe e as namoradas. Mal elas sabiam...). Eu resisti e ficava indo vestida sempre, porque sei meu limite e o potencial que isso tinha de dar ruim. Mas a verdade é que não deu pra resistir tanto tempo

Resolvi então montar um plano: e unir o útil ao agradável. Ia fingir que estava caindo na sedução do Carlão, dar pra ele e usar isso para provar tanto para a professora quanto para a minha mãe que ele era safado. Mas não era tão simples.

Sobre me comer, certeza que ele toparia no ato. Mas eu ia precisar ter alguma prova e minha cara não poderia aparecer, nem descobrirem quem tinha sido. Comecei a fingir estar propensa a aceitar os convites do Carlão para ir ao clube na semana, num dos dias que tivesse so o futebol a noite. E também sempre que o Carlão tava em casa, passei a usar as menores roupas possíveis (sem que minha mãe percebesse).

Comecei a ficar de calcinha e sutiã quando ele estava perto dele (e longe da minha mãe). Ele logo começou a sacar e voltou a jogar verde:

- Quando você vai usar aquele modelito de quando eu te conheci? - em referência a eu ter chegado nua em casa naquele dia.

Só que dessa vez comecei a dar trela:

- Aí, Carlão... Não sei... É que você não ia dar conta. - falei do jeito mais safado possível e fui pro meu quarto.

Deu pra ver que ele ficou louco.

Num dos finais de semana, finalmente aceitei entrar na piscina e botei logo o menor biquíni que eu tinha. O Carlão viu a primeira vez e já foi dizendo:

- Nossa, cuidado pra não sair na piscina. Fiquei sabendo que as vezes acontece das tuas roupas saírem.

FDP. Mas não posso negar que não tenha ficado excitada. Só que pra minha surpresa, não foi só o Carlão que começou com as gracinhas. Os irmãos dele tambem vieram com papo.

O Julinho (apelido irônico, porque ele era ainda maior que o Carlão) chegou perto e falou:

- Perigoso esse biquíni, hein? Cuidado pra ninguém arrancar.

Safado. A "namorada" dele tava sentada não muito distante dali.

- Oh, tio... Se eu tiver com vontade sai sozinho, tá bom? - falei com a cara mais inocente fingida que consegui.

Ele saiu rindo. Eu já queria acabar com um relacionamento né? O que seriam mais um... Ou dois...

Robertão, o outro irmão também veio com papo.

- Quer que eu passe protetor solar em você? Prometo não pesar muito a mão.

- Aiiii, tio... - falei quase gemendo - mas eu prefiro mão forte.

Começamos a ficar nesse joguinho, por trás das namoradas. Fiz todo possível pra não perder o controle naquele dia. Pro meu plano dar certo, eu precisava que todas as coisas estivessem no lugar certo e não podia ser naquele dia.

Juntei todas as forças do mundo e não puxei os três pro banheiro pra me comerem naquele dia mesmo. Mas a minha ideia já estava plantada e logo eu ia conseguir executar meu plano.

De qualquer forma eu precisava correr porque sabia que outro dia desses eu não ia aguentar. Mas nem foi preciso me preocupar tanto. Na semana seguinte surgiu minha oportunidade.

Ia ter uma partida de futebol numa quarta a noite. Minha mãe não podia ir, mas ela mesmo disse para eu ir lá ver o Carlão, querendo fomentar uma amizade entre eu e ele. Agora já era. Ia ter que ser naquele dia. Eu também não estava aguentando mais. Arrumei uma tatuagem temporária bem grande que fosse possível ver de longe e apliquei na coxa, num lugar que era visível, mas provavelmente eles não iriam prestar atenção quando me comessem. Homem é besta também, certeza que nem iam se ligar. Arrumei uma máscara também.

Quando cheguei vi as namoradas dos caras que normalmente iam jogar bola, mas nada das que acompanhavam o Julinho e o Robertão. Saquei no ar a safadeza. A bola rolou normalmente, mas eu estava ansiosa mesmo por outros tipo de bolas que teriam no final.

Quando acabou fiquei esperando o Carlão vir, porque ele me daria carona para casa. Para minha surpresa, ele e os irmãos vieram juntos.

- Já quer ir, Valentina? - ele perguntou rindo.

- Tá calor... Queria saber se podia dar uma mergulho na piscina hoje...

Eles riram juntos. Era noite já. Os outros jogadores já tinham ido embora e estávamos so nos três ali.

- Mas tu trouxe biquíni? - Julinho perguntou.

- Não é biquini não, tio... É um maiô... bem bonito.

E fui andando pra piscina com eles atrás de mim. Cheguei e simplesmente levantei o vestido e joguei para o lado. Eles descobriram que eu não estava usando nada por baixo. Tirei o tamanco. Tirei um maiô do bolso que eu tinha a algum tempo. Como os meninos sempre foram muito afobados e rasgavam minha roupa, nunca fui propensa a usar com eles. Mas era uma fantasia de coelhinha da playboy que eu tinha comprado pra uma festa: um maiô com rabinho de coelho atrás. Coloquei uma máscara de coelhinha com orelhas longas.

Vesti tudo com muita calma do jeito mais inocente que fosse possível. Em seguida pulei na água.

- Aaaiiiii. Ta gelado... - falei gemendo e mordendo os lábios.

Eles estavam babando. Dei meu showzinho, nadei um pouco com eles me olhando e entao finalmente saí toda arrepiada. Estava toda molhada e o vento gelado fez eu ficar com os bicos dos peitos todo durinhos. Fui até eles, com eles me devorando com os olhos. Me enrolei numa toalha.

- Aaaiiiii, tio... Não me olha assim. - falei fazendo cara de inocente. - vou tomar um banho. Vocês podem me esperar na porta do banheiro feminino?

Eu sabia que aquela hora não tinha nenhuma mulher então tudo para o meu plano estava nos conformes.

Peguei o vestido e coloquei na bolsa e fui andando para os chuveiros. Quando cheguei na porta, eles já foram entrando junto e impedi falando na maior inocência:

- Eeei. Vocês são homens, não podem entrar aqui. - abri a porta e fui entrando. Botei a cara na porta e falei - deixa só eu ver se não tem ninguém aqui... - e mordi o beiço.

Entrei rápido e posicionei o celular escondidos e coloquei pra gravar. Coloquei estrategicamente num lugar onde desse para ver o rosto de quem estivesse entrando, mas de longe (onde eu deixaria eles fazerem o que quisessem comigo) não desse pra reconhecer bem quem era. Apenas que fosse possível ver a tatuagem temporária. A máscara ia me ajudar a me esconder também.

Falei pra eles entrarem. Eles foram passando pela porta e não viram o celular escondido. Otimo, a primeira parte do plano tinha dado certo. Agora era só curtir.

Eles entraram com cara de safados e já vieram direto na minha direção. Nem tive muito tempo de reagir e o Carlão já beijou a minha boca enfiado a língua, enquanto os outros dois começaram a me sarrar.

Dava pra sentir os três euros por baixo da bermuda. Os três era enormes e eu baixinha, fui sumindo em volta deles. As seis mãos me apertavam duro do jeito que eu gosto. Era bem difícil entender o que tava acontecendo, mas senti as alcinhas do maiô descendo e meus peitos ficando de fora. Nunca tinha dado para homens tão mais velhos assim, mas só pela pegada já dava pra sentir que era bem mais experientes que meus namoradinhos da minha idade.

E apesar das mãos pesadas, eles eram bem delicados. Abaixaram meu maiô expondo a minha bunda e a minha buceta se forma tão rápida que quase eu não senti. Em um segundo eu estava no chão com 3 rolas enormes na minha cara. Meu Deus... Eles eram muito grandes. Maior até que o Elder, que até aquele dia tinha sido o maior cara pra quem eu tinha dado.

Mas não ia me fazer de rogada mesmo: abocanhei um deles e segurei os outros dois, batendo punheta. So que eles não me deixaram controlar como faço com os outros caras. Eles não queriam gozar com boquete e punheta. Queriam meter em mim. Não me fiz de rogada. Fui até a minha bolsa e tirei um pacote de camisinha e um tubo de lubrificante.

Eles ficaram ainda mais loucos de ver o lubrificante porque entenderam que eu ia deixar botarem na minha bunda. Levei as camisinhas porque não sou nem doida de dar pra eles sem, sabendo que eles comem todo mundo por aí. Diferente dos meus namoradinhos que eu tirei a virgindade de todos e eles só metem em mim e na professora, essa que tambem já estava meses sem sexo, justamente porque o Carlão não queria comer ela na gravidez.

Não falei mais nada. Não queria esperar muito, então já fiquei de quatro no chão e passei lubrificante no cu, pra eles entenderem que podia colocar onde quisessem. Ouvi o barulho de camisinha. Nem sei quem foi o primeiro, mas ele foi direto na minha bunda, como eu tinha imagino. Velho babão é assim: não pode ver uma novinha que já quer cu.

Mais experientes, eles não eram rápidos igual meus namoradinhos, então fiquei ali um tempo rebolando na rola de um deles, enquanto os outros olhavam. Finalmente olhei pra trás e vi que era justamente o Carlão me enrabando primeiro.

- Vai putinha. Rebola esse cuzinho pra mim.

- Aaai, tio... É muito grande... - falei com a voz mais fina e putinha que consegui. - come o cuzinho da sua coelhinha.

E ele respondeu dando vários tapas na minha bunda. Não conseguiu durar muito mais que isso. Logo ele gemeu e entendi que ele tinha gozado.

- É isso? - falei safada.

- Ta só começando, gatinha...

E então o Julinho se posicionou atrás de mim. Aparentemente sem conseguir aguardar a vez dele, o Robertão ajoelhou na minha frente e começou a esfregar o pau enorme na minha bochecha. Comecei a chupar sem pena. Ouvi o barulho do pacote de camisinha sendo rasgado e logo o Julinho começou a esfregar a cabeça do pau na entrada da minha bunda. Eles não queria saber de buceta mesmo. Comecei a levar a segunda rolada na bunda da noite, enquanto mamava o Robertão.

Julinho era enorme. Tava sendo demais até pra mim.

- Aaaai, tioooo.... Tá doendo... - falei ainda safada. - Entrou tudo já?

- So a cabeça, safada...

- Vamos trocar de posição então? Quero no cuzinho, mas de quatro tá doendo.... - falei com a voz mais fina possível.

Eles então me botaram de lado. Eu abri bem a bunda com a mão e Julinho começou a meter. Agora deslizou bem mais fácil. Mesmo assim não cabia tudo. Estava acostumada aos caras da minha turma encostarem a virilha em mim quando comiam a minha bunda. Julinho meteu tudo que deu da rola e mesmo assim ficava meio distante de mim. Robertão ajoelhou no chão e me botou pra mamar.

Com dois era ainda mais gostoso. E eles sabiam muito bem como comer. De um jeito que depois de alguns minutos eu gozei muito forte. Foi uma surpresa pra mim, porque em geral, com meus namoradinhos eu levava muito mais tempo pra gozar. No meio dos dois, comecei a me contorcer no chão e sentir meu cu piscando em volta do pau do Julinho. Ele não se fez de rogado e logo gozou também, junto do Robertão que encheu minha boca de porra. Engoli tudo.

Um segundo depois eu estava no chão recuperando meu fôlego.

- Cansou, safada?

- Claro que não, tio. Vocês cansaram? Eu ainda consigo bastante. Talvez precise dos três juntos pra me cansar.

Eles riram e vieram pra cima de mim. Passei mais lubrificante no cu. Eles nao tiveram pena. Robertão deixou no chão e me fez sentar com o cu nele. Rebolei até entrar tudo, com alguma dificuldade. Massageei a xota e falei.

- Quero dois.

Carlão enlouqueceu e rapidamente meteu em mim. Meu Deus. Nunca tinha feito DP com caras tão grandes. Era uma delícia.

Julinho veio e me botou pra mamar. Nem consegui processar direito quanto tempo ficamos ali. Os três me comeram ao mesmo tempo tão gostoso que acabei gozando antes deles. Me contorci toda no meio das três rolas enormes.

Então eles me ajoelharam e bateram punheta bem na minha cara. Ainda estavam gozando quando os três começaram a esporrar meu rosto. Terminei no chão toda gozada. Pedi pra eles saírem pra eu me reconstituir.

Pelo menos dessa vez eu ia poder tomar um banho e voltar vestida pra casa (o que era raridade). Peguei o celular e vi que o vídeo tinha ficado perfeito. Tomei um banho, limpei toda porra do corpo e peguei carona com eles como se não tivesse acontecido nada.

Cheguei em casa e falei com a minha mãe como se nada tivesse acontecido.

No dia seguinte comecei a passar o vídeo para o pessoal da minha turma, falando que tinha sido uma sextape vazada e que estavam falando que era uma aluna do colégio. O pessoal sabendo que eu era vagabunda começaram a perguntar se era eu, mas comecei a falar logo que a mulher era tatuada (e eu já tinha tratado de apagar a tatuagem temporária esfregando bastante no banho).

Mandei também o vídeo para uma amiga da minha mãe, com número oculto, dizendo ser uma amiga, mas não saber o que fazer.

É isso. No próximo capítulo explico o que aconteceu em seguida e como a professora reagiu.

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Comentários

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Sempre faz muita falta nesses hiato de contos, mas quando vem sempre dê uma delícia

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Essa autora é excelente. Seus textos sao ótimos. No aguardo de mais histórias com a professora.

Espero que nao leve tantos meses dessa vez.

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