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No pôr do sol, meu amigo pôs minha namorada pra mamar (PARTE 1)

Um conto erótico de Julio Cesar
Categoria: Heterossexual
Contém 1370 palavras
Data: 17/08/2026 21:31:21

Boa noite senhores e senhores desse nobre site Casa dos Contos Eróticos, é um prazer estar aqui. A quem ainda não me conhece, me chamo Julio Cesar, um quarentão que gosta de curtir a vida e seus prazeres. Praia, barzinhos, trilhas, viagens, sou bem diferente da maioria dos meus amigos da mesma faixa de idade. Não sou casado, porém pretendo me casar com minha namorada Luanna. Lua é uma mulher linda, de 26 anos, seios gostosos e suculentos tamanho G, pernas grossas, bunda redondinha e apetitosa, que chama atenção por onde passamos. Além da beleza jovial da minha namorada, os homens vêem que sou mais velho e se acham no direito de desejá-la. O pensamento é bem ao estilo "o que essa gata tá fazendo com esse coroa?". Lua se mostra uma mulher apaixonada por mim, assim como eu por ela, e nossa cumplicidade é tanta que eu me senti a vontade em dizer que sinto um tesão enorme em ser corninho dela e a maioria das vezes que ela se entrega a outro homem, eu estou presente, assisto tudo atento a cada detalhe. Eu gosto de ficar pertinho vendo o pau duro do "convidado" penetrando a bucetinha molhadinha e apertadinha da minha namorada... Ou rompendo a barreira do cuzinho dela... Dá tesão só de lembrar as cenas enquanto escrevo essas linhas para vocês...

O conto de hoje se desenvolveu de forma natural, após uma festa para a qual fomos convidados. Era uma festa infantil, de 2 filhos gêmeos de um amigo meu. Luanna foi de forma mais discreta possível, já que seus atributos chamam atenção. Uma blusa branca estilo cropped, cruzado, usando um sutiã por baixo, já que sem sutiã os biquinhos de seus seios, por serem bem durinhos, marcam a blusa. Uma saia longa, preta. Cabelo lisos, soltos. Sandália de salto alto, branca. Pegamos um Uber mas infelizmente por conta do trânsito acabamos chegando depois da metade da festa. Já não havia uma mesa sequer apenas para a gente, então ficamos em uma mesa com outras pessoas. Flavio, sobrinho do meu amigo, um homem de uns 34, 35 anos. Já havíamos nos visto e nos falado e era uma das pessoas mais familiares ali, nos ofereceu para nos sentar ali. Junto havia outros dois amigos dele, ambos com suas companheiras. Aceitamos, apresentei minha namorada ao Flávio e ele apresentou aos demais integrantes da mesa. Clima fluiu tranquilo, havia pouco tempo de festa e quando acabou, naturalmente cada casal pegou se carro e foi embora. Flavio perguntou se havíamos planejado alguma coisa para depois da festa já que acabaria tão cedo. Falei que não, e Luanna logo perguntou a ele "_ o que vc tem em mente, hein? Rs"

Era bem nítido que minha namorada se encantou por ele. Rapaz mais jovem, bom papo, simpático e o namorado dela não a impede de nada... Nem de flertar. Aliás, pelo contrário. Amo ver minha namorada exibindo todo seu poder feminino de sedução, seus atributos, seu charme...

_bem, ainda está cedo. Pensei em dar um rolê na orla. Animam?

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, minha namorada tomou a frente:

_ é claro! Está mesmo muito cedo para irmos para casa. Super topo! Ou melhor... Topamos, né amor?

Eu só concordei. Fomos, vídeos abertos, brisa suave da tarde batendo no rosto. Virei mero expectador da minha namorada conversando com Flavio, a ponto de em determinado momento ele olhar pra mim com cara de quem tá se perguntando "mano, o que tá acontecendo?"

Chegamos à beira mar e sentamos à mesa de um quiosque. Flavio, por estar dirigindo, não pediu bebida alcoólica. Eu ia propôr cerveja pra eu e Luanna, porém ela "ousou" e pediu uns drinks, feitos à base de vodka. Quase nunca ele bebe "quente". Então não demorou a ela praticamente se jogar pra cima do Flávio. Quando ela finalmente se afastou de nós, indo ao banheiro feminino, Flávio me perguntou o que estava acontecendo e eu fui direto:

_ mano, vou abrir o jogo com você. Até porque temos pouco tempo antes dela voltar. Temos uma relação meio que aberta e ela, claramente, está afim de você

_ mano, que loucura... E vc está bem com isso?

_ eu estou ótimo. Na verdade eu curto. Ela tem essa liberdade, desde que eu esteja presente.

_ então tá tudo bem se... Eu ficar com ela?

_ vc quer?

_ mas claro! Ela é gata mano. Se vc não se importa...

_ tudo bem. Assim que ela chegar eu vou ao banheiro. Me surpreenda... Quando eu voltar quero ver vcs dois.

_ opa, combinado hehehe

Luanna voltou e brincou:

_ o que vcs estão conversando hein? Aposto que estão falando de mim rs

_ sim amor, eu eu estava comentando o quanto sou sortudo em ter vc

_ oooown amor... Que lindo! E vc Flávio, o que falou?

_ eu? que ele tem razão. Ele é um cara de sorte...

Eu:

_ bem, se vcs me dão licença, quem vai ao banheiro agora sou eu..

Ela:

_ vai lá amor, vou ficar aqui com o Flávio

Eu fui. Ao descer as escadas rumo ao banheiro, diminuí os passos. Coração acelerado em saber que eles estavam lá, que ele avançaria na minha namorada. Já imaginava coisas, eles se pegando, se agarrando... Só quem curte ser corninho sabe do que estou falando. É uma mistura de sentimentos. Ciúme, tesão, adrenalina... Mijei rápido, agora eu tinha pressa. Queria ver... Quando subi de volta, assim que direcionei meus olhos a eles, a grande surpresa... Luanna e Flávio estavam de costas para mim, se beijando de língua... Ele com o braço sobre o ombro dela, e a segurando pela nuca... O sol se pondo me trazia a silhueta deles, dava pra ver as bocas se unindo, as línguas se entrelaçando... Fui devagar, me deliciando com tudo aquilo. Sentei na cadeira e eles não interromperam. Ele acariciava os seios dela, levemente, não se importando com as pessoas ao redor. Nem mesmo comigo... Após longos minutos, finalmente pararam. Abraçadinhos, como se ele fosse o namorado dela. Flavio foi curto e grosso:

_ mano, vou ser bem sincero. Não quero ficar só nos beijos com ela. Mas ela falou que só faz qualquer coisa comigo se você for junto. Vamos ali no carro?

Claro que concordei. Fomos andando, eles à frente, de mãos dadas, e eu atrás... Entraram no carro, pelo banco de trás. Sentei na frente, no carona. Virado pra trás, presenciei ele tirar totalmente a blusa dela, o sutiã... Cair de boca nos suculentos melões que são os peitos da minha namorada... Luanna gemia baixo, um gemidinho que me deixava de pau duro... Botei meu pau pra fora e comecei a me punhetar... Flavio fez o mesmo. Botou o pau, duro, branco, cabeçudo, pra fora... Luanna não esperou um minuto sequer... Já segurou e punhetou nosso amigo...

Que injusto isso... Eu tocando umazinha sozinho e as mãos quentinhas da minha namorada pegando outro pau... Flavio não estava mentindo quando disse que não queria ficar só nos beijinhos... Já alisou os cabelos da Lua, com cara de safado, e guiou minha namorada a chupar o pau dele... E ela caiu de boca, babando, chupando toda a extensão daquele membro duro... Alguns banhistas passavam perto, sem imaginar que dentro daquele carro eu era corno mais uma vez...

Flavio forçou a cabeça dela, erguia o quadril, fez garganta profunda com ela... Minha namorada com os olhos lacrimejando enquanto a rola dura dele batia em sua garganta e ela engasgava... Eu olhando e parecia que o pau dele até aumentou, no movimento de vai e vem... Ela com os peitões pra fora, ele hora acariciava os seios dela, hora dava tapões na raba... Mas ele não resistiu muito tempo... O boquete de puta que minha namorada faz é irresistível... Flavio gozou litros de porra na boquinha da Lua, que não deu conta... O esperma, farto e viscoso, caía pelo corpo daquela pica, saía da boquinha da minha namorada...

Enquanto minha namorada chupava aquela pica enorme e dura até ser esporrada, a tarde acabava. Mas a putaria não...

(CONTINUA)

Privacy da minha namorada, muito sexo, exibicionismo, 100% putaria. Namorada de corno:

https://privacy.com.br/@LuannaMell

Até a próxima, a continuação 🔥

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