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Uma crente como eu não deveria sentir isso ao ser encoxada no ônibus

Um conto erótico de Fernanda
Categoria: Heterossexual
Contém 761 palavras
Data: 17/08/2026 20:19:06

Oi gente, por motivos óbvios eu não me senti muito a vontade de revelar meu nome aqui (mas podem me chamar de Fernanda), minha família é muito puritana e se eles descobrirem o que aconteceu comigo, iriam me deserdar.

Fiz catequese, crisma, tudo o que você imagina. Minha mãe é uma fanática religiosa que nunca me deixou ter um namorado ou sair para uma festa qualquer. Então ela mais que me expulsaria de casa, era capaz de me esganar, ou ter um troço se descobrisse.

O problema nem foi o ato talvez, mas sim que eu… gostei.

Tudo estava uma loucura naquele sábado, véspera do Dia dos Pais. O centro da cidade devia estar insuportável, mas eu precisei sair de casa de última hora para comprar um presente para meu pai (minha semana foi muito corrida com os estudos, então não me julguem). Escolhi um vestido branco, leve e bem ajustado ao corpo ( que sempre escondia da minha mãe). Quando o ônibus encostou no ponto, já estava completamente lotado.

Consegui subir na loucura, ficando espremida no último degrau da porta. À minha frente, uma mulher baixinha ocupava um espaço enorme, atrás de mim, um rapaz alto que parecia ter acabado de sair da cama. O ônibus deu um tranco e fomos todos empurrados uns contra os outros.

Não demorou para eu sentir a presença dele bem atrás de mim. Ele estava tão perto que conseguia sentir o calor do seu corpo e a respiração pesada na minha nuca. O trânsito fazia nossos corpos se chocarem constantemente. De repente, senti algo diferente, uma mão roçou com uma maciez hesitante na curva da minha bunda.

Minha primeira reação foi travar. Tentei me mover para a frente, mas não havia para onde ir. Foi quando a mão dele ganhou mais firmeza, deslizando os dedos com calma pelo meu vestido, desenhando a curva dos meus glúteos. O toque era quente e provocante. Um arrepio subiu pela minha espinha e percebi que a hesitação inicial dele tinha dado lugar a uma ousadia completa.

Logo em seguida, senti uma pressão rígida e incrivelmente quente pressionando direto contra o meu vestido, bem no meio do meu rego. Ele tinha conseguido colocar o pênis para fora da roupa. A sensação do volume duro e quente se esfregando na minha bunda a cada balanço do ônibus me pegou de surpresa, mas em vez de afastar, aquilo acendeu um tesão repentino que não consegui segurar. Disfarcei um sorriso de lado, olhando de relance pelo ombro.

Percebendo que eu não me afastei e que estava entrando no jogo, ele se soltou de vez. Usou a mochila para cobrir o ângulo lateral e começou a se esfregar com mais força e ritmo, ajustando as estocadas ao movimento do trânsito. O vestido fino não oferecia resistência alguma, dava para sentir cada pulsar daquele membro rígido batendo na minha bundinha. Comecei a acompanhar o ritmo dele, rebolando devagar e balançando o quadril com muito prazer.

Senti minhas pernas fraquejarem de tesão. A audácia da situação naquele ônibus lotado era tão gostosa. Eu queria sentir mais, queria assumir o controle.

Passei minha mão discreta para trás, tateando o tecido do vestido até encontrar aquela rola firme e quente. Segurei com firmeza. Ele deu um suspiro fundo atrás de mim. Comecei a masturbá-lo, subindo e descendo a mão com cuidado, apertando a cabeça com sutileza enquanto mantinha meu corpo colado ao dele.

O ritmo dele acelerou desesperadamente. Não demorou muito para eu sentir o jato quente e espesso esporrando contra o tecido do meu vestido, inundando o meio da minha bunda. Ele segurou o próprio pau para terminar de gozar, esfregando o excesso um pouco mais acima, banhando minhas costas e meu quadril com aquele calor. Juro que minha vontade era levantar meu vestido pra sentir aquela esporrada sob a minha pele.

E então o ônibus parou no ponto seguinte, ele guardou tudo rapidamente no short e a multidão se movimentou e alguns começaram a descer, inclusive o rapaz que estava atrás de mim. Deve ter ficado com medo de alguém ter percebido a situação.

Tive que lavar o vestido a mão, mas valeu muito a pena.

Mas ao mesmo eu me sinto péssima, mas também me sinto tão bem, tão satisfeita, mais leve. Foi tão bom sentir aquele rapaz se excitando com o meu corpo, como eu consegui deixar ele tão duro daquele jeito? Pode ser que eu seja tão gostosa assim? Queria mais...

Ninguém pode saber, mas não consegui segurar esse relato pra mim. Então espero que tenham gostado de ler a minha experiência, beijos!

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Comentários

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Não sei você, mas adorei seu conto, essa sensação do proibido misturada com a sensação de perigo é ótima, se quiser compartilhar mais me chama fabricj@gmail.com

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Amei a sua excitação e experiência, gostaria de poder ver ser corpo, me chama no gmail daviamoura1969@gmail.com e vamos conversar

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me mande um e-mail se for de sp

fabriciodantaa@outlook.com

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Antes de ser crente,vc é mulher,não pode colocar seus preceitos religiosos à frente de seus desejos. Situação de abuso,mas se vc aproveitou,viva.

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Gostei muito do seu relato manda uma foto sua sergiofontesmaia@gmail.com ficarei muito grato bjsss

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