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Um conto erótico de daroviana
Categoria: Gay
Contém 2122 palavras
Data: 02/08/2026 15:52:25

O motor do Celta prata desligou, mas o corpo de Cláudio ainda vibrava com a trepidação de doze horas em cima da Titan 160. Eram onze da noite. A camiseta verde neon de aplicativo, colada nas costas, cheirava a uma mistura densa de suor velho, fuligem de escapamento e o cigarro barato que ele tinha fumado no último semáforo. Ele devia estar indo pra casa. A esposa devia estar com o jantar no micro-ondas. Mas o carro não virou pra periferia; virou pro beco escuro atrás da rodoviária.

Ele engoliu seco, as mãos calejadas apertando o volante descascado. O beco cheirava a mijo seco e asfalto, mas assim que ele parou o carro perto da caçamba de lixo, outro cheiro invadiu o ar pela janela entreaberta: um perfume doce, forte, enjoativo, misturado com óleo de cabelo.

Bianca já estava lá.

Ela estava sentada de mau jeito no capô de um Opala abandonado no canto do muro, as pernas grossas e depiladas escancaradas, espremidas num short jeans curto que mal cobria a polpa da bunda. A blusinha colada marcava o peito pequeno, e o olhar dela cruzou com o dele pela janela do carro. Um olhar rápido, afiado de quem já conhece de longe a cara de homem casado desesperado por rola.

Cláudio sentiu o estômago revirar de culpa, mas, ao mesmo tempo, uma fisgada violenta na base da barriga. Debaixo do jeans grosso de motoqueiro, o pau dele já latejava pesado, estourando a costura da cueca, vazando a primeira gota de tesão só de olhar pra ela.

Ele encostou o Celta, travou o freio de mão. O silêncio era pesado, cortado apenas pelo chiado de um ônibus freando na avenida próxima. Bianca escorregou do capô e veio andando devagar, rebolando o quadril estreito até encostar na janela do motorista. O cheiro dela dominou o interior do carro, engolindo o cheiro de poluição do motoboy.

— Cinquenta a boca. Cem se quiser usar o cu. — A voz dela saiu fina, arrastada, cortando qualquer enrolação. Ela não estava ali pra romance.

Cláudio hesitou. Olhou pro retrovisor, o peito apertado, o coração batendo na garganta. Qualquer um podia passar ali. O risco público era uma faca afiada roçando no pescoço dele, mas o pau duro já tinha sequestrado qualquer pingo de racionalidade.

Ele demorou pra responder. Bianca notou a respiração ofegante dele, o volume absurdo marcando o jeans. Ela deu uma risadinha baixa, um som de puro deboche que fez o sangue do motoboy ferver.

— Vai ficar aí com cara de otário ou vai abrir a porra da porta, viado? — ela provocou, apoiando os braços cruzados na janela, os seios empinados na direção dele.

A culpa perdeu a guerra. Cláudio destravou as portas. O clique da trava elétrica soou como o fim da linha.

Bianca deu a volta, abriu a porta do carona e se jogou no banco, batendo a porta com força. O espaço do Celta ficou minúsculo de repente. Ela não disse mais nada. Apenas encostou as costas no banco do carona, abriu mais as pernas grossas e desceu a mão com unhas compridas direto para o zíper do próprio short jeans. O rasgo seco do metal descendo cortou o silêncio, e o que pulou pra fora roubou o pouco de ar que restava no carro. Vários centímetros de carne escura, pesada, grossa e cheia de veias. O pau latejava, pingando uma gota de pré-gozo que brilhou na luz fraca do poste lá fora. O cheiro de macho no cio dominou o espaço, atropelando o perfume doce.

Cláudio arregalou os olhos. A respiração travou. O pau dele, já estourando a costura da cueca, deu um solavanco involuntário. Ele não pensou, o tesão já tinha corroído seu cérebro. Se virou de mau jeito no próprio banco do motorista e mergulhou a cara.

A boca dele abriu no limite, mas a rola era grossa demais. Ele se engasgou no primeiro segundo, a cabeça do bicho batendo fundo na garganta. O motoboy tossiu, mas não parou, babando grosso, a saliva escorrendo pelo queixo sujo de fuligem e molhando a short de Bianca.

Ela riu num tom grave, a voz perdendo completamente o tom agudo, revelando o macho dominador por baixo daquela roupa. A mão com unhas compridas agarrou o cabelo bagunçado de tanto usar capacete de Cláudio, puxando o pescoço dele pra trás, forçando-o a olhar pra cima com os olhos lacrimejando.

— Engole tudo, seu viado... — ela rosnou, esfregando a mão enorme na cara dele cheia de saliva. — Chupa a rola da travesti.

A humilhação desceu queimando. Ser chamado de "viado" foi o gatilho final. O cu de Cláudio piscou dentro da calça e ele mamou com desespero, chupando com força, entregue. Mas a paciência de Bianca acabou rápido. Ela puxou a cabeça dele com um estalo molhado.

— Chega de babar. Agora me fode. Quero sentir tua rola rasgando meu cu.

Ela não esperou ele se ajeitar no banco. Com um empurrão na porta do carona, Bianca jogou as pernas grossas pra fora. O ar frio invadiu a cabine, chocando contra o rosto suado de Cláudio, desfazendo a estufa sufocante do carro. Ela desceu pisando firme no asfalto sujo e bateu a mão espalmada no teto do Celta.

— Desce logo. Vem me comer aqui fora — ela rosnou, a voz ecoando no beco silencioso.

O coração do motoboy disparou. Foder no meio da rua, iluminado pela luz falha do poste da rodoviária? O perigo de uma viatura cruzar a esquina era gigante, mas a tora latejando dentro da calça não queria saber de razão. Cláudio abriu a própria porta, desceu tropeçando nas pernas moles e contornou o carro.

Bianca já o esperava. Estava debruçada sobre a lataria fria do capô, de costas pra ele. Ela desceu o short jeans até o joelho, empinou a bunda e afastou as nádegas, expondo o buraco escuro e apertado bem na direção do motoboy.

O desespero de Cláudio explodiu. Ele precisava gozar rápido e voltar pra vida real. Abriu a calça na violência, arrancando pra fora o próprio pau — uma tora média, mas extremamente grossa e vermelha, dura como pedra. Não tinha lubrificante. Ele cuspiu um tufo de saliva grossa na palma da mão, esfregou na cabeça da rola e, agarrando os quadris de Bianca, afundou de uma vez, esmagando o peito dela contra o metal gelado. O impacto fez a suspensão velha do carro ranger alto.

O atrito a seco fazia a pele arder, mas o prazer era absurdo. Cláudio sentiu a base do saco formigar. A pressão subiu. A porra estava pronta pra rasgar o canal. Ele arregalou os olhos, puxou a respiração, travou o quadril numa metida funda e segurou. O corpo tremia inteiro. Ele estava no limite, segurando a gozada por um fio de cabelo, com a rola latejando presa lá no fundo das entranhas dela.

Mas a paciência de Bianca se esgotou. O ritmo de Cláudio não lhe agradava. Com um solavanco violento dos quadris e um empurrão seco nos ombros de Cláudio, ela o arrancou de dentro dela. A conexão quebrou com um estalo oco e molhado ecoando no beco. O motoboy cambaleou pra trás, os tênis gastos raspando no asfalto sujo. Ele ficou ali, ofegante, o pau duro pingando pré-gozo no vazio, os olhos vidrados de desespero por ter a foda interrompida logo no limite.

— Chega de brincar de comedor — ela rosnou, a voz grave voltando a dominar enquanto virava de frente pra ele. A tora dela balançava pesada. — Agora quem dita o ritmo sou eu. Vem.

Cláudio hesitou, olhando em volta. O beco continuava deserto, mas estar nu ali já era insanidade, agora dar o cu em público... a mente dele travou. Mas Bianca não deu opção. Ela agarrou a nuca do motoboy com firmeza, girou o corpo dele e prensou o peito de Cláudio direto na lataria. O choque do metal gelado do capô contra o abdômen fervendo de suor fez Cláudio soltar um chiado.

— Apoia nessa merda. Abre as pernas e empina o rabo pra mim — ela ordenou.

Ele obedeceu no instinto, apoiando as mãos espalmadas no capô. As pernas se abriram, a bunda arreganhada pro vento da rua, o buraco se contraindo. Atrás dele, o corpo de Bianca colou nas suas costas. Ela não alisou. Não avisou. Apenas segurou firme nos quadris do motoboy, lubrificou a vara com bastante saliva, alinhou a cabeça no cu dele e soltou todo o peso do corpo para a frente num único soco de carne. Vários centímetros rasgaram o entregador até o talo.

Cláudio arregalou os olhos, urrando, sua bochecha esmagada contra o capô. O ar sumiu dos pulmões num gemido estrangulado. A dor inicial foi um rasgão, mas o calor que invadiu as entranhas dele logo em seguida derreteu o resto do cérebro. A rola bateu direto na próstata com uma precisão cirúrgica. Bianca fincou as botas no asfalto e começou a meter com raiva. Agora com espaço, as estocadas eram longas, puxando quase tudo pra fora e afundando até as bolas baterem nas nádegas suadas dele.

O som da pele batendo não era mais abafado; ecoava livre pelo beco úmido. A suspensão do Celta rangia alto a cada impacto. O risco de serem pegos gritava na mente dele, mas o terror só virava mais tesão.

O motoboy perdeu a alma.

A pressão interna era absurda. As mãos dele, espalmadas no capô, apenas tremiam, arranhando o metal. Ele não precisou tocar no próprio pau. A massagem bruta na próstata quebrou as pernas dele, sua cabeça se erguia e tombava e o corpo entrou em convulsão.

Ele gozou. Um gozo sem mãos, puramente arrombado, humilhante e incontrolável. Jatos grossos e desesperados de porra acumulada espirraram violentamente para a frente, escorrendo pela lataria fria e sujando o carro.

Ele choramingava, animalizado, completamente rendido à brutalidade. Atrás dele, Bianca riu, sentindo o cu dele ordenhar a rola dela nos espasmos do orgasmo.

— Isso, viado... goza feito putinha suja... toma o meu agora!

Ela travou o quadril, fincou as unhas nas costas dele e urrou. Cláudio sentiu a vara pulsar lá no fundo. Um jato. Dois jatos. Três. O leite grosso, quente como lava, inundou o canal dele, preenchendo cada milímetro do seu intestino, vazando morno pelas bordas do cu frouxo e escorrendo pelas coxas peludas em direção ao asfalto.

Ficaram parados por alguns segundos. O som da respiração arfante dos dois era a única coisa no beco. Bianca puxou o quadril para trás. O pau saiu com um estalo molhado, um som sujo de carne oca se esvaziando.

Cláudio desabou sobre o capô, as pernas moles, o cu latejando escancarado. Sem nenhum aviso, ela segurou os cabelos da nuca dele, puxou o rosto do motoboy pra trás, desencostando-o do carro, e guiando-o até sua virilha. Esfregou a rola agora quase flácida e molhada direto na cara dele. A pele quente bateu na bochecha, no nariz e manchou o bigode ralo de Cláudio com o próprio sêmen dela misturado ao suor do rabo dele.

— Cheira, seu merda — ela ordenou, os olhos escuros fuzilando a alma dele. — Cheira pra nunca esquecer quem é que manda.

Ele obedeceu, de olhos fechados. O rosto ardendo, a respiração puxando o cheiro cru de sexo e poluição. Bianca soltou os cabelos dele, deu uma risada curta de deboche, catou as notas amassadas de dentro do carro, ajeitou o shortinho curto na bunda e sumiu andando pela escuridão do beco como se fosse um fantasma.

Cláudio ficou ali, jogado no capô do próprio carro. O frio da noite agora cortava a pele, mas o cu pulsava febril, ainda escorrendo o líquido quente pelo vão das pernas. A culpa desabou com o peso de uma bigorna. Ele se vestiu no automático. Limpou o rosto e o para-brisa de qualquer jeito com a barra da camiseta neon. Entrou no carro fedendo a perfume barato e suor, deu a partida e acelerou pra fora do beco, de volta pro mundo real.

Dirigiu até o estacionamento da rodoviária, foi ao banheiro e fez o que pode para se limpar. Depois seguiu por quarenta minutos até a periferia em silêncio absoluto. Ao destrancar a porta de casa, o silêncio era ensurdecedor. O abajur da sala estava aceso. Entrou no quarto na ponta dos pés. A esposa dormia virada de lado, tranquila. No quarto ao lado, o ventilador girava sobre os filhos. Cláudio tirou a calça devagar no escuro. A cueca barata estava pesada, colada na pele, com resquícios do leite da travesti impregnado nas pernas dele.

Tomou um banho e se deitou na beirada da cama, olhando pro teto, sem conseguir fechar os olhos. O corpo estava em casa, seguro, mas o gosto dela ainda estava na sua boca, e o cu arrombado latejava a cada batida do coração, lembrando-o, na calada da noite, de quem ele realmente era.

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