Juras de amor! Situações,
Parte 2
Caro Leitor, depois que observei a Viviane sendo mais aberta e sorrindo atoa, comecei a observar ela. Estava muito suspeito! Depois das movimentações daquela madrugada, fiquei com pé atrás da orelha. Sem entender muito bem o que tinha ocorrido, somente com barulhos. Difícil distinguir se realmente aconteceu, o que de fato aconteceu.
Me adentrei no cômodo da casa, e dei bom dia.
Minha mãe sorrindo de leve, e me respondeu com um bom dia alegre. Até estranhei.
Aconteceu o que nessa noite? Decidir ignorar e fui para a aula. Durante meu dia facultativo, esqueci até o que aconteceu naquela madrugada... Os dias foram passando e as férias de fim de ano chegando. Era dezembro de 2019, meus pais em casa e a Viviane, cada vez mais linda. Seu tempo na cidade e treinando quase todo dia! Começou a dar resultados. Seu corpo cada vez mais curvalineos! Parecida com aquelas africanas modelos. Linda demais! Sorriso dela me mata.
Com início das férias escolares. Minhas irmãs se prontificaram a ficar na chácara com nossos avos maternos.
Deixando a casa cada vez mais vazia. Minha mãe sempre foi mais apegada comigo. Sou o mais velho e sempre estive disposto a ajudá-la sempre que pedia...
Mas a presença de Viviane em casa, deixou mais a vontade. Começou a desabafar com Viviane e a falar coisas que não poderia falar sobre, comigo. Fiquei chateado no começo. Mas conseguir entender seu lado, é claro.
No começo ouvia alguns assuntos trivais, papo de mulheres. Em geral ! Viviane sempre ouvia atenta. Eu só ficava do meu quarto com a porta aberta, dava pra ouvir tudo do meu quarto. Então quando era algo mais intenso ou absurdo. O tom diminuía apenas a sussurros...
Naquele dia ouvi um desabafo que me alarmou e me deixou intrigado. Assimilei sobre o dia que ouvi passos pesados e o chuveiro do quarto das minhas irmãs. Onde ela também dormia! O chuveiro ligado após uns 5 minutos...
Nesse dia ouvi minha mãe dizer para Viviane, que não se relacionava com meu pai, depois de Ingrid nascer...
Ué? Mamae sorriu atoa no dia seguinte conversando com a Viviane... que confusão. Foi meu pai então? Que traíra...
Fiquei possesso, mas fiquei na minha. Nao sabia como contar pra minha mãe, já que Viviane morava conosco e eu nao tinha mais tempo sozinho com minha mãe. Então como arrumar esse tempo e tentar alertar ela sem levantar suspeitas? Meu pai era difícil de ficar em casa, por causa de suas viagens e serviço por aí. Eu não podia soltar na cara, o clima em casa ficaria péssimo. Fora que Viviane tomaria mais cuidado ainda! Na verdade, eu também não tinha nenhuma certeza se de fato aconteceu algo. Melhor trabalhar com o fato ocorrido e visto 100% do que arrumar uma briga sem um fundamento. Eu não tenho tempo de ficar perto e nem acordado de madrugada para acompanhar os passos deles. Chego cansado e as vezes nem consigo jantar. Então pensei dessa forma e seguir minha vida, deixa a bola de neve se desenvolver...
A raiva do meu pai permanecia. Então eu pensei...
Se ele pode pegar a Viviane, eu também posso.
Mesmo minha mãe botando várias regras de comportamento dentro de casa por causa da presença dela.
Nao andar de cueca ou sem camisa. Sempre ser cordial e nao subir o tom de voz.
Mas comecei a procurar a Viviane para outros fins. Para nao magoar minha ficante que estava ficando sério. Terminei com ela e seguir minha ideia de ficar com Viviane as escondidas. Ja que meu pai nao ficava em casa... A hora do ataque era minha, mas como chegar na Viviane com minha mae em casa? Ela chegava no mesmo horário do que eu.
Então tive uma ideia, comecei a jogar novamente e chamei Viviane para jogar também. Logo ela que gostava de assistir no começo!
Ela recusou, no outro dia insistir e ela foi a contra gosto. Comecei Então a puxar assunto, se ela namorava. Ela disse que não.
Eu perguntei, que tipo de cara tu gosta?
Ela disse...
Gosto de homens mais velhos, com mais experiência.
Entendi!
-E eu?
Ela me encara.
-O que tem você?
Eu não chamo tua atenção?
Ela sorriu e disse que sim mas nao gosta de homens mais novos.
Ai eu soltei né...
Pegar meu pai nao vale
Ela me olhou por uns 10 segundos, antes de falar qualquer coisa...
Para entender se eu estava zoando ou se sabia de algo.
Depois ela me disse.
-Como tu sabe disso?
Da pra ouvir tudo nessa casa e ver tudo também ( nessa parte eu menti legal)
Ela me olha meio assustada e disse,
-Por favor, não conte nada para Dona Andreia...
Como não gosto de nada sobre chantagem.. deixei passar a oportunidade!
Falei que eu nao contaria nada, mas que parasse com meu pai e deixa minha família fora das vontades dela.
Ela me explicou e só lembro que ela disse que meu pai que chamou ela. De tudo o que ela falou, só lembro disso mesmo.
Acreditei, por que meu pai passa muito tempo longe de casa e ja desconfiava que ele tem outras por aí.
E o tempo, toma conta novamente. Os meses foram passando, chegando em março. A Pandemia aparece! Meu pai retorna fora de previsão de suas viagens. Tudo fechado...
Sua feição demonstrou raiva e desconforto por estar com a gente em casa.
Mas logo se animava ao ver Viviane desfilando pela casa...
Eu não sabia se eles tinham parado. Eu não tinha tempo de acompanhar o que eles faziam de madrugada quando meu pai estava em casa antes da pandemia.
Sem fazer nada e solteiro. Louco pra pegar a Viviane, comecei a ter raiva e ciúmes do meu pai. Ja que ele tinha toda atenção da Viviane.
Me estressei e ficava no quarto, para nao ver a troca de olhares entre os dois.
Algumas vezes minha mae me chamava para ir na loja ajudá-la em algo. Eu ia, a contra gosto. Mas ia com medo de deixar os dois sozinhos. Por que, novamente minhas irmãs correram para a chácara.
Foi ai que pensei bem antes de falar.
Minha mãe sorridente e conversadora, estava se divertindo. Conversando comigo mas ao meu gosto, decidir acabar com aquilo ao meu favor.
-Mae?
Sim Clecio?
-Pode me dar um minuto?
Diga meu filho!
-Você já reparou como a Viviane e meu pai se olham?
-Não acha estranho?
Como assim menino?
Quando chegar em casa, repara bem!
Pronto! Semente plantada na minha mãe, seu sorriso sumiu e começou a crescer MUITAS DÚVIDAS E MUITAS CERTEZAS.
Quando entramos no carro para voltar pra casa, nada minha mae dizia. Pensei! Vix agora ficou brava...
Ela nem falava nada enquanto eu dirigia.
Continua...