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Tenho somente 1,38m, bunda gostosa e adoro putarias sem limites. E registro para vocês verem e baixar.

Um conto erótico de CLICA AQUI E BAIXE TUDO MEU
Categoria: Grupal
Contém 1804 palavras
Data: 17/08/2026 17:29:08

Eu nasci pequena.

Um metro e trinta e oito.

Mas o corpo compensou de um jeito obsceno.

Peitos grandes, pesados, que balançam quando eu ando.

Cintura fina. Para ver e baixar tudo meu, clica em meu nome ou veja no perfil aqui.

E uma bunda que parece não pertencer a alguém do meu tamanho: larga, alta, redonda, com aquelas covinhas profundas e a fenda que some entre as nádegas quando eu aperto.

Meu nome é Lili.

E eu descobri cedo que o cheiro do meu corpo vicia.

Não o cheiro de perfume.

O cheiro real.

Axila depois de um dia inteiro.

Pé com chulé depois de ficar de meia o dia todo.

Bunda suada depois de treinar ou depois de ficar sentada horas.

E o cu… o cu com aquele cheiro natural, ácido, quente, que faz homem e mulher perderem a vergonha.

Essa é a história de como eu transformei nojo em prazer.

E de como vários homens e mulheres se ajoelharam para cheirar, lamber e enfiar pau nesse corpo pequeno.

Capítulo 1 – O Primeiro Cheiro (Lésbico + Axila + Bunda Suada)

Eu tinha vinte e três anos quando conheci a Renata.

Ela era alta, quase um metro e setenta e cinco, corpo de quem treina, e tinha um fetiche confesso: mulheres baixas e cheirosas.

A gente se encontrou num grupo de fetichistas.

Na primeira conversa ela já falou:

— Eu quero cheirar sua axila depois de um dia inteiro sem banho.

Quero cheirar sua bunda suada.

E quero lamber seu cu com o cheiro natural.

Eu aceitei.

No dia marcado eu não tomei banho.

Fiquei de sutiã e calcinha o dia todo.

Fui na academia e fiz leg press e agachamento até a bunda arder.

Cheguei no apartamento dela às nove da noite.

Renata abriu a porta, me olhou de cima a baixo e sorriu.

— Você tá fedendo gostoso já daqui.

Eu entrei.

Ela trancou a porta e me empurrou contra a parede.

— Levanta o braço.

Eu levantei.

Ela enterrou o nariz na minha axila direita e inspirou fundo, demorado, como quem cheira droga.

— Porra… — ela gemeu. — Ácido… salgado… quente…

A língua saiu e passou devagar pela pele suada.

Eu senti nojo e tesão ao mesmo tempo.

A língua dela era quente e a saliva misturava com o suor.

Ela chupou a axila.

Chupou de verdade, fazendo barulho, como se estivesse mamando.

— A outra — ela mandou.

Eu troquei de braço.

Ela repetiu o ritual.

Cheirou, lambeu, chupou, mordeu de leve.

Quando terminou, minha axila estava vermelha e brilhante de saliva.

— Agora a bunda.

Eu virei de costas e empurrei a calcinha para baixo.

A calcinha estava úmida de suor.

A fenda da minha bunda estava úmida.

Renata se ajoelhou.

Abriu minhas nádegas com as duas mãos e enfiou o nariz bem no meio.

O cheiro subiu forte.

Suor de bunda, pele quente, um toque de cu.

Ela gemeu alto.

— Que cheiro de puta…

A língua dela passou de baixo para cima, bem no meio da fenda, devagar.

Eu senti o nojo subir na garganta… e o tesão descer direto para a buceta.

Ela lambeu por minutos.

Só a fenda.

Só o suor.

Até a pele ficar limpa de saliva e o cheiro mudar.

Depois ela afastou mais as nádegas e mirou o cu.

— Agora o natural.

A língua bateu direto no ânus.

Eu contraí.

Ela cospiu e empurrou a ponta para dentro.

O sabor do meu próprio cu na boca dela me fez tremer.

— Mais fundo — eu pedi, a voz já rouca.

Ela enfiu a língua o máximo que conseguiu e ficou ali, mexendo, chupando, respirando pela boca aberta contra a minha bunda.

Eu gozei pela primeira vez só com língua no cu e cheiro de axila ainda grudado no nariz dela.

Quando ela se levantou, a boca estava brilhando e o queixo molhado.

— Amanhã você volta sem tomar banho de novo — ela disse. — E eu quero os pés também.

Capítulo 2 – Pés com Chulé + Lamber Cu (Continuação Lésbica)

No dia seguinte eu cheguei de meia social preta, usada o dia inteiro no calor.

Renata me fez sentar no sofá, tirou as meias devagar e colou o nariz na sola do meu pé direito.

O cheiro era forte.

Chulé de verdade.

Ácido, quente, de quem ficou fechado o dia todo.

Ela inspirou várias vezes.

— Nossa… que fedor gostoso…

A língua passou pela sola, entre os dedos, chupando cada um.

Eu sentia nojo de mim mesma… e ao mesmo tempo a buceta latejava.

Depois ela me virou de quatro no sofá e repetiu o ritual da bunda.

Dessa vez ela ficou mais tempo.

Cheirava, afastava o rosto, cheirava de novo, como se quisesse gravar o cheiro na memória.

— Peida — ela mandou de repente.

Eu fiquei vermelha.

— Renata…

— Peida no meu nariz. Agora.

Eu forcei.

Um peido curto, quente, saiu direto no rosto dela.

Ela gemeu e enfiu a língua no cu ao mesmo tempo.

O cheiro do peido misturado com a língua dentro de mim me fez gozar de novo, tremendo, com vergonha e tesão brigando dentro da cabeça.

Naquela noite ela me fodeu com um cintaralho grosso enquanto lambia minha axila.

Eu gozei três vezes.

E dormi com o cheiro dela e o meu misturados no corpo.

Capítulo 3 – O Corno e o Cheiro (Primeiro Cuckold)

Meu marido se chama Diego.

Ele sempre soube que eu tinha fetiche em cheiro.

Mas nunca imaginou até onde eu ia.

Um dia eu cheguei do trabalho sem tomar banho e me sentei no colo dele.

— Cheira — eu falei, levantando o braço.

Ele cheirou.

Fez careta.

— Lili… tá forte.

— Eu sei.

Continua.

Ele cheirou de novo.

Dessa vez mais fundo.

Eu peguei a mão dele e coloquei entre minhas pernas.

Eu estava encharcada.

— Isso te deixa molhada? — ele perguntou, surpreso.

— Muito.

Naquela noite eu pedi para ele cheirar minha bunda depois do sexo.

Ele fez.

No começo com nojo.

Depois com a respiração acelerada.

Três semanas depois eu falei a verdade:

— Eu quero que outro homem cheire e chupe meu cu na sua frente.

Diego ficou em silêncio por um tempo.

— Que homem?

— Qualquer um.

Ou vários.

Ele engoliu em seco.

— Tá.

Capítulo 4 – O Primeiro Grupo + DP Vaginal (Corpo Pequeno, Paus Grandes)

Marquei com dois caras do grupo.

Um chamado Rafael (pau grosso, uns vinte centímetros) e outro chamado Thiago (mais longo ainda).

Diego ficou sentado na poltrona do quarto, só de cueca, já duro.

Eu cheguei sem tomar banho de propósito.

Rafael foi o primeiro a cheirar minha axila.

Ele ficou viciado na hora.

— Porra, anã cheirosa pra caralho…

Thiago se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda e cheirou o cu suado por quase dois minutos sem parar.

— Que cheiro de puta… — ele falava repetidas vezes.

Eles me colocaram de quatro.

Rafael enfiu na buceta.

Thiago cuspiu no cu e começou a forçar.

A dor foi imediata.

Meu corpo é pequeno.

O pau dele era grosso demais.

— Ahhh… devagar… tá me rasgando…

— Aguenta, putinha — Thiago rosnou. — Seu marido tá vendo.

Ele empurrou mais.

O esfíncter ardeu.

Eu gritei.

Diego masturbava devagar, olhando fixo.

Quando os dois paus estavam dentro (um na buceta, um no cu), eu me senti completamente preenchida.

O corpo pequeno não tinha espaço.

Cada estocada dos dois ao mesmo tempo fazia minha barriga inchar de leve.

Eles me foderam assim por quase meia hora.

Eu gozei duas vezes, chorando de dor e prazer.

No final os dois gozaram dentro.

Um no cu, um na buceta.

Diego se levantou, veio até mim e enfiou o pau na minha boca suja.

— Limpa — ele mandou.

Eu limpei.

Capítulo 5 – DP Anal + Peidos + Cagando o Pau (O Limite)

Essa foi a noite mais suja.

Três homens.

Diego assistindo de novo.

Eu estava de quatro no chão da sala.

Dois paus no cu ao mesmo tempo.

A dor era absurda.

Meu cu esticava tanto que eu sentia que ia rachar.

— Ahhh… porra… sai… tá muito…

Eles não saíram.

Só metiam mais devagar.

Em determinado momento meu corpo não aguentou.

Um peido alto e longo saiu enquanto os dois paus estavam dentro.

Os três riram.

— Peida mais — um deles mandou.

Eu forcei.

Outro peido saiu, quente, direto neles.

O cheiro tomou conta da sala.

Depois veio o que eu mais tinha medo e mais curiosidade.

Eu senti vontade de cagar.

— Espera… — eu falei. — Acho que vai sair…

Os dois paus saíram devagar.

Eu forcei.

Uma quantidade pequena de merda saiu junto com a porra e a saliva.

Um deles pegou o pau ainda sujo e esfregou na minha boca.

— Chupa.

Eu chupei.

Com nojo.

Com tesão.

Com o marido olhando.

Depois ele enfiu o pau sujo de novo no meu cu e meteu até gozar.

Eu nunca me senti tão destruída e tão viva ao mesmo tempo.

Capítulo 6 – Incesto (O Irmão)

Meu irmão mais velho sempre olhou demais para mim depois que eu cresci.

Um dia, depois de uma briga com o Diego, eu fui para a casa dos meus pais.

Meu irmão estava sozinho.

Eu cheguei do ônibus suada, com a calcinha úmida e o cheiro de axila forte.

Ele sentiu.

— Você tá fedendo, Lili.

— Eu sei.

Ele se aproximou.

— Deixa eu cheirar.

Eu levantei o braço.

Meu próprio irmão enterrou o nariz na minha axila e respirou como se estivesse se afogando.

Naquela noite ele me comeu o cu na cama de solteiro do quarto antigo.

Com a porta trancada.

Enquanto nossos pais dormiam do outro lado da casa.

Ele gozou dentro.

E depois me fez peidar na boca dele.

Eu nunca contei para o Diego.

Mas o cheiro do meu irmão ficou grudado na memória.

Capítulo 7 – O Ritual Completo (Grupo Final)

A última experiência que eu vou contar foi a mais longa.

Cinco homens.

Uma mulher (a Renata).

Diego sentado no trono, só assistindo e mandando.

Eu fiquei proibida de tomar banho por dois dias.

Quando o ritual começou, o cheiro do meu corpo já era uma arma.

Eles me cheiraram por quase uma hora antes de qualquer penetração.

Axila.

Pé.

Bunda.

Cu.

Buceta.

Depois veio a sequência:

– Língua no cu com cheiro forte

– Peidos no rosto de todos

– DP vaginal

– DP anal

– Um pau na boca enquanto dois fodia

– A Renata sentada no meu rosto enquanto um homem me comia

– E no final, o momento em que eu caguei num pau e fui obrigada a limpar com a boca na frente do meu marido

Eu gozei tantas vezes que perdi a conta.

No final eu estava no chão, corpo pequeno coberto de porra, suor e residual, com o cu completamente aberto e o marido filmando.

Diego se aproximou, ajoelhou na minha frente e falou baixinho:

— Você é a puta mais nojenta e mais gostosa que eu já vi.

E eu não quero que pare.

Eu sorri, ainda ofegante, e respondi:

— Então marca a próxima.

Porque esse corpinho pequeno ainda tem muito cheiro para dar.

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Comentários

Foto de perfil de Danyzinha

Delicia bb. Dois kct no cú ao mesmo tempo dói, mas depois que os dos machos gozam enchendo o cú de porra é uma delicia, sentir a porra quente escorrendo pelas pernas!

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