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2 casais de amigos e uma viagem. Esposinhas com as asas de fora aprontam todas nas férias - parte 3

Um conto erótico de Fabiobdsm
Categoria: Grupal
Contém 1952 palavras
Data: 17/08/2026 17:27:09

Depois de uma pausa, o Guto se recostou e falou:

— Agora é justo. A Raquel aguentou o castigo mais pesado. Então ela pode pedir qualquer coisa… para quem ela quiser do grupo.

A Raquel passou a língua nos lábios e olhou diretamente para a Carol. Soltou uma risada baixa, cheia de maldade gostosa:

— Você me fudeu né, sua filha da puta… sussurrou no ouvido do meu marido, me incentivou, gozou me vendo abrir a buceta e mijar na frente de todo mundo igual a uma vaca… Agora eu vou me vingar.

Ela deu dois passos até a amiga, segurou o queixo dela e falou bem perto da boca:

— A gente vai te vestir bem de piranha. Mini saia, top apertado, sem calcinha. Você vai descer até a rua. Lá embaixo ainda tem movimento de bar. Vai dar em cima de vários homens. Vai roçar, vai deixar eles pegarem na sua bunda, vai beijar a boca de algum. E depois… vai levar ele até o banheiro do bar e vai chupar o pau dele até ele gozar. Bem gostoso. Bem puta. A gente fica aqui na sacada olhando você escolher a vítima. E você volta com o gosto de porra na boca.

O silêncio caiu pesado. O Guto se endireitou na cadeira de imediato, o rosto sério pela primeira vez na noite.

— Não. Espera aí. Isso não. Ela descer sozinha, de madrugada, sem calcinha, dar em cima de desconhecido e chupar um cara qualquer no banheiro? Não, Raquel. Isso já passou do limite.

A Carol virou o rosto para o marido, as faces quentes. A Raquel não se intimidou. Apenas ergueu uma sobrancelha, ainda segurando o queixo da amiga.

Eu falei primeiro, a voz baixa:

— Guto… olha o que a gente já fez hoje. Olha o que a sua mulher incentivou a minha a fazer. Ela está pedindo. E a Carol… olha pra ela.

A Carol estava ofegante. Os mamilos gritavam de tão duros. Ela olhou para o marido e falou, a voz embargada de vergonha e tesão:

— Eu… eu quero tentar. Estou com medo. Estou com vergonha. Mas estou molhada pra caralho só de imaginar. Me deixa fazer isso.

A Raquel soltou o queixo da Carol e se virou para o Guto, a voz mais suave, quase íntima:

— Eu não vou deixar nada acontecer de verdade com ela. A gente vai estar aqui em cima olhando o tempo todo. Se ela fizer o sinal, a gente desce em dois minutos. Mas eu quero ver a sua mulher sendo putinha na rua… do mesmo jeito que ela me viu sendo putinha aqui dentro. É justo.

O Guto passou a mão no rosto, o pau ainda marcado na cueca, o conflito claro nos olhos. Ele olhou para a Carol. Ela balançou a cabeça devagar, confirmando. Depois olhou para mim. Eu apenas esperei.

Por fim ele soltou o ar pesado e murmurou, a voz rouca:

— …Porra. Tá. Mas a gente fica o tempo todo na sacada. E se qualquer coisa parecer estranho, eu desço e acabo com tudo.

A Raquel sorriu, satisfeita. Beijou a boca da Carol com força e sussurrou contra os lábios dela:

— Isso. Agora você vai ser a putinha da rua… enquanto a gente assiste de cima.

A Carol respirou fundo, o corpo inteiro tremendo de medo, vergonha e um desejo absurdo. Depois balançou a cabeça que sim.

O jogo tinha acabado de subir de nível.

A Raquel não perdeu tempo. Encheu os quatro copos de Red Bull com vodka até a borda e parou na frente da Carol.

— Bebe tudo. Sem respirar.

A Carol obedeceu. Virou o copo de uma vez. Um fio escorreu pelo queixo e desceu entre os seios. Quando terminou, ofegava, os olhos já mais pesados.

A Raquel segurou o pulso dela com firmeza.

— Agora vem. Eu mesma vou te preparar.

As duas desapareceram pelo corredor em direção ao quarto. A porta ficou entreaberta. Eu e o Guto ficamos na sala, em silêncio. Dava para ouvir perfeitamente as vozes que vinham de lá dentro.

A Raquel não perdeu tempo. Encheu os quatro copos de Red Bull com vodka até a borda e parou na frente da Carol.

— Bebe tudo. Sem respirar.

A Carol obedeceu. Virou o copo de uma vez, o gargalo subindo e descendo rápido. Um fio escorreu pelo queixo e desceu entre os seios. Quando terminou, ofegava, os olhos já mais pesados.

A Raquel segurou o pulso dela com firmeza.

— Agora vem. Eu mesma vou te preparar.

As duas desapareceram pelo corredor em direção ao quarto. A porta ficou entreaberta. Eu e o Guto ficamos na sala, em silêncio. Dava para ouvir perfeitamente as vozes que vinham de lá dentro.

Primeiro o som de roupas caindo. Depois a voz baixa e rouca da Raquel:

— Tira tudo. Cada peça. Quero você pelada na minha frente.

Houve um intervalo curto. O barulho do sutiã abrindo. O tecido da calcinha escorrendo pelas pernas.

— Olha só… — a voz da Raquel saiu quase um gemido. — Esses peitos, essa buceta já molhada… você está tremendo, Carol. Está com vergonha ou está com tesão de ser vestida de puta por mim?

A Carol respondeu num fio de voz:

— Os dois…

A Raquel riu baixo, um som sujo e íntimo.

— Bom. Porque hoje você vai ser a putinha mais barata da rua. Levanta os braços.

O barulho de tecido sendo enfiado. Depois um tapa leve.

— Esse top mal segura esses peitos. Os mamilos já estão duros furando o pano. Qualquer homem que olhar vai saber que você está sem sutiã e pedindo pau. Agora a saia.

Mais movimento. O som da saia subindo pelas coxas.

— Mais curta. Isso. Se você inclinar um pouco a bunda, dá para ver o cuzinho. Perfeito. Abre as pernas.

Houve um silêncio carregado. Depois a voz da Raquel, mais baixa, mais grossa:

— Estou passando o dedo aqui… nossa, Carol. Você está escorrendo. Está molhada só de eu te vestir de vadia. Está imaginando o desconhecido te empurrando contra a parede do banheiro, não está?

A Carol soltou um gemido curto e abafado.

— Responde — ordenou a Raquel. — Fala o que você está imaginando.

— Estou imaginando… ajoelhar… e ele enfiando o pau até a garganta — a voz da Carol saiu embargada, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.

A Raquel soltou um som de aprovação.

— Isso. Fala mais baixo ainda… bem no meu ouvido. “Eu vou chupar o pau de um homem que eu nunca vi. Vou engolir a porra dele e voltar para vocês com a boca fedendo.” Fala.

A Carol obedeceu. A frase saiu trêmula, quase um sussurro molhado. Depois veio o som claro de um beijo fundo, de língua, de saliva. A Raquel falou contra a boca da outra, a voz embriagada:

— Quando você voltar, eu vou beijar essa boca suja. Vou chupar sua língua com gosto de porra de estranho. E o Marcelo e o Guto vão fazer a mesma coisa. Você vai ser a nossa putinha compartilhada esta noite.

Mais um beijo molhado. Depois o som de salto sendo calçado.

— Pronto. Olha para o espelho. Mini saia, peitos quase para fora, boca já de quem vai chupar pau. Você está perfeita. Agora desce. E não ousa olhar para cima até terminar o serviço.

Os passos da Carol ecoaram no corredor. Ela passou pela sala sem nos olhar diretamente — o top mínimo, a saia ridiculamente curta, as coxas nuas, o cheiro de excitação e de vodka. A porta de entrada se fechou atrás dela.

Eu e o Guto nos entreolhamos. Do quarto ainda vinha a respiração ofegante da Raquel. Ela apareceu segundos depois, os olhos escuros de tesão, e falou só uma frase:

— Agora a gente sobe na sacada. Eu quero ver a nossa putinha trabalhar.

Nós três ficamos encostados no parapeito da sacada, o corpo quase inteiro na sombra. Abaixo de nós a rua ainda pulsava com a noite de Cala d’Or: grupos de homens, algumas mulheres, música vazando dos bares, faróis de carros passando devagar.

A Carol apareceu na calçada exatamente como a Raquel a tinha vestido. O top preto mal continha os seios. A mini saia de couro subia a cada passo, mostrando o começo das nádegas. Os saltos faziam as coxas tremerem levemente. No primeiro momento ela parou. Olhou para os lados como um animal assustado. Os ombros tensos, a mão puxando a barra da saia para baixo.

A Raquel soltou uma risadinha baixa ao meu lado e falou, alto o suficiente para o Guto ouvir:

— Olha só, Guto… sua patricinha está tremendo. Mas relaxa. Daqui a pouco ela esquece que é casada.

Carol deu os primeiros passos rígidos. Dois homens na esquina a examinaram de cima a baixo. Ela desviou o olhar e acelerou. Mas o álcool e a ordem começaram a fazer efeito. Os quadris ganharam balanço. A mão largou a saia. Um grupo de caras na frente de um bar a olhou e um deles assobiou. Dessa vez Carol segurou o olhar e continuou andando com mais confiança.

A Raquel se inclinou no parapeito, os seios quase saindo do vestido, e comentou com um sorriso sujo:

— Tá vendo, Guto? Eu sabia que tinha uma putinha escondida dentro da sua esposa. A patricinha tá saindo do armário nessa viagem… e tá saindo gostoso.

Carol parou no meio da calçada, de frente para um bar mais cheio. Fechou os olhos, passou as mãos pelos cabelos e começou a dançar. Devagar no começo, depois com vontade. A mini saia subia e descia. Os seios balançavam. Ela abriu as pernas e rebolou, a bunda desenhando círculos no ar.

Um homem alto, camisa aberta, se aproximou por trás e colou o corpo nela. A mão grande desceu e apertou a bunda nua por baixo da saia. Carol jogou a cabeça para trás e rebolou com mais força, abrindo as pernas para ele sarrar. O volume da calça do cara batia contra ela em ritmo sexual.

A Raquel mordeu o lábio e falou, a voz embriagada de tesão, olhando direto para o Guto:

— Olha o jeito que ela está empurrando a bunda nesse pau… Sua mulher está se esfregando num desconhecido como se fosse profissional. Eu avisei, Guto. A patricinha só precisava de uma empurrãozinha.

Carol se virou de frente para o homem, segurou o rosto dele e o beijou com fome. Boca aberta, língua, saliva. A mão do cara sumiu por baixo da saia e os dedos claramente entraram nela. Carol abriu mais as pernas e gemeu no beijo, rebolando contra a mão dele.

A Raquel agarrou o braço do Guto e puxou ele mais para a frente, forçando-o a ver de perto:

— Viu? Viu como ela abre a perna fácil? Essa é a sua esposa, Guto. A mesma que faz jantar e pergunta se você quer sobremesa. Agora está com o dedo de um desconhecido dentro da buceta no meio da rua… e está adorando.

Carol falou algo no ouvido do homem. Ele assentiu. Ela segurou a mão dele e os dois caminharam em direção a um bar de porta escura. Antes de entrar, ela olhou para cima, direto para a sacada, e sorriu. Um sorriso pequeno, sujo, de quem já tinha cruzado a linha.

A Raquel soltou um gemido baixo e falou, quase para si mesma, mas alto o suficiente:

— Isso… vai, putinha. Vai chupar esse pau. Volta com a boca fedendo para a gente.

A porta do bar se fechou atrás deles. A janela fosca do fundo acendeu.

Nós três ficamos em silêncio por alguns segundos. Só o som da respiração ofegante da Raquel e o barulho molhado da mão do Guto se movendo dentro da calça.

A Raquel quebrou o silêncio, a voz rouca e satisfeita:

— Agora é só esperar a nossa putinha voltar… com gosto de outro homem na língua.

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