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A Menina Dos Meus Olhos #4

Um conto erótico de Camila
Categoria: Lésbicas
Contém 2335 palavras
Data: 17/08/2026 17:03:45

Durante a caminhada até chegar à porta da casa onde minha falecida irmã morou, mil coisas passaram pela minha cabeça. Aquela situação era surreal para mim. Em poucos dias, muita coisa tinha acontecido e agora eu estava com um problema enorme para resolver e não fazia ideia de como iria fazer isso. Mas, de uma coisa eu tinha certeza; eu queria Manu ao meu lado.

Chegamos à casa. Era uma casa simples, mas bonita por fora. Helena disse que eles a construíram para Carla ter onde morar. Ela abriu a porta e, assim que entramos, Tamires abriu a janela da sala e depois seguiu pelo corredor, ela foi a todos os cômodos da casa e abriu as janelas. Com a claridade, pude ver que o lugar era simples, mas muito bem arrumado.

A casa tinha dois quartos, cozinha, sala, banheiro e uma área nos fundos, onde pude ver uma máquina de lavar roupas e alguns varais. Todos os cômodos ainda estavam com sua mobília e, no quarto da minha irmã, vi uma pequena foto em cima do criado-mudo. Era ela com Manu nos braços, ainda menor do que estava no momento. Ficamos ali por um tempo e ouvi algumas histórias sobre minha irmã. Tânia e Eliana quase não falavam nada, mas Tamires, Helena e eu conversamos bastante.

Saímos da casa e seguimos para a casa de Helena. Ficava no segundo andar, acima da padaria. Eu só não fiquei de boca aberta porque já tinha feito faxina em algumas mansões muito luxuosas. A casa de Helena não era igual a essas mansões, mas dava para ver que eles realmente eram bem de vida.

Antes do almoço, fui apresentada ao senhor Geraldo, marido de Helena. Ele foi muito simpático e disse que ouvir a minha voz era como ouvir a voz da minha irmã novamente. Era nítido que ele estava emocionado quando falou isso.

Tivemos um almoço tranquilo, porém carregado de emoção. Dava para ver que aquela família gostava muito da minha irmã e da Manu.

Todos me trataram muito bem. Menos Tânia, que mal falou comigo, mas eu a peguei algumas vezes me encarando. Fingi que não vi e procurei tratá-la normalmente. Até tentei puxar papo com ela, mas ela não rendeu assunto. Achei melhor deixá-la no canto dela. Das poucas vezes que ela abriu a boca sem ser para responder a uma pergunta, foi para elogiar minha irmã e minha sobrinha.

Depois do jantar, Tamires me chamou para ir até o quarto da Manu. Eu aceitei e ela já pegou minha mão assim que me levantei, saindo me puxando por um corredor. Chegamos em frente a uma porta e Tamires foi me puxando para dentro. O quarto era lindo, todo decorado em rosa e com vários brinquedos. Tamires virou de frente e segurou minha outra mão.

Tamires— Eu queria mais uma vez me desculpar pelo que aconteceu. Eu juro que não foi por querer que deixei Manu se machucar, mas, de todo jeito, foi culpa minha por não prestar atenção.

Camila— Eu acredito em você, Tamires. Nesse pouco tempo que te conheci, percebi o quanto você gosta da Manu e tenho certeza de que você não faria algo para machucá-la de propósito.

Tamires— Obrigada por acreditar em mim. Isso realmente é muito importante para mim. Mas, mesmo assim, quero que saiba que sinto muito e nunca me arrependi tanto de algo que fiz.

Camila— Mas o que exatamente você fez? Você pode me contar o que aconteceu.

Tamires— Eu estava com Manu aqui no quarto. Ela estava no berço e eu estava de pé ao lado, brincando com ela. Peguei alguns brinquedos e a gente estava se divertindo. Ela sorria o tempo todo. Mas minha mãe me chamou para dar a mamadeira para ela e eu a peguei no berço para levá-la comigo. Eu podia ter deixado ela aqui e ido pegar a mamadeira rapidinho, mas ela sempre chora quando fica sozinha, então resolvi levá-la comigo. Eu já tinha o costume de carregá-la para todo lado. Ela era muito apegada a mim e eu a ela.

Porém, quando a peguei e virei o corpo para dar o primeiro passo, deu tudo errado. Um dos brinquedos tinha caído do berço e eu não notei. Era uma boneca de pano. Quando meu pé apoiou nela, ela escorregou e eu perdi o equilíbrio. Foi tudo muito rápido. Eu tentei me equilibrar novamente, mas já era tarde. A única coisa que fiz foi segurar Manu com força com um dos braços e tentar suavizar a queda com o outro. Não deu muito certo. Eu senti meu braço quebrar com o impacto no chão e soltei um grito de dor. Depois disso, lembro da Manu chorando muito alto e dos gritos da minha mãe, perguntando o que tinha acontecido.

Eu estava sentindo uma dor enorme, mas consegui explicar para minha mãe que tinha caído e quebrado o braço. Bom, minha mãe chamou a ambulância para me socorrer, já que não quis me mover do lugar para não piorar a fratura. Enquanto eu fiquei aqui com minha irmã esperando por socorro, minha mãe levou Manu ao hospital. Ela já tinha notado que o pulso da Manu estava vermelho e ela não parava de chorar de dor.

Eu fui levada para um hospital aqui mais perto, mas minha mãe levou Manu para onde ela está, já que é um hospital com mais recursos. Enquanto eu estava sendo engessada, Manu era tirada de nós por minha culpa. Eu expliquei para Lurdes e para todo mundo que não fiz por querer. Acho que as pessoas acreditaram em mim, porém já era tarde. Teríamos que provar isso para a polícia. Bom, o resto você sabe.

Camila— Eu sinto muito que isso tenha acontecido, mas vai tudo se resolver. Tamires, eu quero muito cuidar da Manu, fazer parte da vida dela, mas não vou tirá-la de vocês. Vamos arrumar um jeito de resolver as coisas da melhor maneira possível.

Tamires— Você promete que não vai levá-la para longe?

Camila— Eu prometo. Pode ficar tranquila.

Tamires me deu mais um de seus abraços desajeitados. Eu a apertei suavemente em meus braços. Eu tinha gostado daquela garota. Ela parecia ter um bom coração.

Voltamos para a cozinha, mas todos já tinham saído. Estavam na sala, menos Tânia, que, por algum motivo, não fazia mais parte do grupo de pessoas. Daquele momento em diante, a sala parecia mais uma sala de interrogatório. Helena e seu Geraldo me encheram de perguntas, e Eliana fez o mesmo com eles. Porém, não houve perguntas invasivas. Eram apenas pessoas preocupadas em saber mais sobre pessoas que provavelmente fariam parte da vida umas das outras. Eliana provavelmente estava preocupada comigo e arrancou todas as informações possíveis para julgar se aquelas pessoas eram realmente confiáveis.

Porém uma das perguntas me deixou meio receosa. Helena perguntou se eu não namorava. Quando eu disse que não, ela falou que eu era muito bonita e provavelmente tinha muitos pretendentes. Eu disse a ela que nem tanto e que até tive um namoro rápido, mas depois disso não namorei mais, pois não pensava nisso no momento. Achei melhor não falar que o namoro tinha sido com uma mulher. Como ela não perguntou, resolvi não contar sobre minha sexualidade.

Saímos dali já eram quase 14 horas. Queria passar no hospital antes de ir para casa. Eliana amou a ideia de conhecer a Manu. Assim que chegamos, subimos para o quarto com a autorização da recepcionista. Manu, assim que me viu, já abriu aquele sorriso lindo. Eliana a adorou. Até tentou roubá-la dos meus braços algumas vezes, mas falhou miseravelmente. Manu só queria ficar grudada em mim.

Eliana disse que provavelmente ela tinha se apegado a mim porque minha voz era idêntica à da mãe dela, além de eu ainda ser um pouco parecida com minha irmã. Ela disse que, pelo jeito, Manu tinha escolhido sua nova mãe. Ouvir aquilo fez meu peito quase explodir de felicidade.

Eu não sabia explicar, mas eu já amava aquela criança. Não só por ela ser minha única parente sanguínea, mas simplesmente por ser a Manu. Desde a primeira vez que a tive nos braços, eu me encantei com ela. Era como se nós tivéssemos uma ligação muito forte, além do sangue que corria em nossas veias.

Depois de Eliana tirar várias fotos com seu celular e eu fazer a Manu dormir, seguimos rumo à nossa casa. Durante o caminho, Eliana deu seu veredito sobre o que tinha achado da família da Helena. Ela disse que eles realmente pareciam ser pessoas de bem. Eu pensava o mesmo a respeito de todos. Só Tânia era uma incógnita para mim. Ela pareceu não gostar da minha visita, porém parece que gostou do meu corpo, pois me secou com os olhos algumas vezes. Isso não me deixou desconfortável. Já passei por isso várias vezes, a maioria por homens. Isso me incomodava, mas, quando era uma mulher, eu até gostava. Ainda mais uma mulher bonita como ela.

Os dias seguintes foram corridos. Eu ajudava meus pais, visitava Manu e, sempre que podia, ligava para Lurdes para saber do andamento de tudo. Em uma terça-feira, ela ligou para minha casa e disse que precisava que eu fosse vê-la em seu escritório no dia seguinte. Eu, claro, falei que iria sem falta.

Lurdes me adiantou que Helena também estaria lá e que ela tentaria intermediar um acordo entre nós, pois o juiz já tinha marcado a audiência para definir o destino da Manu.

Quando desliguei, o desespero bateu. Provavelmente eu não teria chance contra Helena se ela entrasse com o pedido de guarda. Minha mãe já tinha explicado que eles até tinham condições de pagar um advogado para me acompanhar na primeira audiência, mas, se isso se arrastasse, eles não teriam dinheiro para pagar. Ela também disse que, mesmo sem muitas condições, eu poderia trazer Manu para morar com a gente, caso conseguisse a guarda dela.

Saí de casa no outro dia de manhã com Eliana do meu lado. Ela insistiu em ir comigo, mesmo perdendo aulas. Eu fiquei muito agradecida. Só de ter alguém comigo para me apoiar já era bom. Sendo a Eliana, seria perfeito.

Assim que chegamos ao escritório de Lurdes, já levei um susto. Helena não estava sozinha. Tinha um homem com ela. Não era um homem comum. Era um homem negro, alto e muito forte. Ele parecia um segurança, mas não fazia sentido Helena trazer um segurança. Podia ser um advogado. Ele estava de terno social, porém parecia ser muito novo para ser advogado.

Mesmo antes de eu me sentar, Helena se levantou com um sorriso no rosto. Aquilo me deixou menos tensa. Ela apertou minha mão e a da minha irmã. Depois me apresentou o homem. Seu nome era Pedro. Ele era o irmão mais novo dos dois que eram amigos da minha irmã. Ele veio até mim e estendeu a mão, dizendo que era um prazer me conhecer.

Quando peguei sua mão e respondi, ele paralisou por um momento. Depois disse que minha voz era mesmo idêntica à da Carla, como Helena tinha falado. Ele perguntou se podia me dar um abraço. Eu, meio sem jeito, disse que sim.

Eu sou alta e tenho um corpão, mas me senti uma criança desaparecendo entre seus braços. Ele era enorme mesmo, provavelmente tinha quase dois metros e mais de cem quilos de músculos.

Quando ele me soltou, pude ver que algumas lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ele as limpou com as mãos e me pediu desculpas por aquilo. Eu disse que estava tudo bem e o apresentei para Eliana.

Nós nos sentamos e Lurdes já foi direto ao ponto.

Lurdes— Convidei-as para que possamos tirar Manu logo do hospital e levá-la a um lar seguro e afetuoso, não a uma instituição. Sei que ambas têm muito amor a oferecer. Mas é verdade: a estrutura material está ao seu lado, Helena. No entanto, estive presente quando Camila a abraçou pela primeira vez, e a reação da criança foi única; esse vínculo será levado em conta pelo juiz. O parentesco com a mãe falecida também pesa a favor, embora a condição financeira e a localidade onde mora não ajudem aos olhos da justiça.

—Helena, você tem residência adequada e recursos para proporcionar excelente qualidade de vida. Mas existe um ponto delicado: o acidente ocorreu sob sua responsabilidade, e a guarda provisória foi suspensa. Sabemos tratar-se de um infortúnio sem provas de negligência ou maus-tratos, mas os autos falam mais alto, e isso certamente será analisado pelo juiz.

—Em resumo: as chances são equiparadas. Uma disputa judicial pode arrastar-se meses ou anos, prejudicando emocionalmente todos, especialmente Manu. Meu objetivo é que ela saia do hospital com destino definido e guarda garantida. Por isso, pergunto: já pensaram em um acordo? Temos pouco tempo para delongas.

Eu não fazia ideia do que falar. Tudo que Lurdes disse fazia sentido. Eu também queria resolver aquilo rápido. Um acordo seria o melhor, mas eu não tinha ideia de como fazer isso. Porém, parecia que Helena tinha.

Helena— Eu conversei muito com meu marido, minhas filhas e meus amigos mais próximos. Sinceramente acho que minha ideia é a única solução favorável. Mas isso vai depender da Camila aceitar a ideia, o que não vai ser algo fácil para ela.

Lurdes— E qual seria essa solução, Helena?

Helena— Juntar as coisas boas que eu e ela temos a oferecer à Manu. Minha segurança financeira, um local adequado e o laço sanguíneo da Camila, além do apego da Manu com ela. Acho que seria perfeito.

Lurdes— E como isso poderia ser possível? Dividir a guarda?

Helena— Não. A Camila pode ter a guarda definitiva. Acho que seria mais fácil ela conseguir se tivesse um local apropriado segurança financeira. Desde que ela prometa não afastar a Manu da minha família no futuro, eu abro mão da guarda. Também arrumado o local adequado e a ajuda financeira. Porém, para isso dar certo, ela teria que vir morar com a gente.

Camila— É... o quê? 😳

Criação; Forrest_Gump

Revisão; Whisper 

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Foto de perfil de Forrest_GumpForrest_GumpContos: 499Seguidores: 109Seguindo: 62Mensagem Sou um homem simples que escreve história simples. Estou longe de ser um escritor, escrevo por passa tempo, mas amo isso e faço de coração. ❤️Amo você Juh! ❤️

Comentários

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk OMG.....

Não sei o que dizer... Não sei o que pensar... Ok, vamos colocar as coisas no lugar na minha cabecinha.

Tânia está interessada na Camila, de um jeito interessante a Camila não ter falado a sexualidade dela, me soa algo que as duas terão que ir quebrando o gelo com o tempo e parece que será interessante.

Helena parece uma boa pessoa, Camila morar com ela, ao que vejo não é exatamente com ela e sim na casa da irmã, o que parece viável, não sei, depende de muitas variáveis, viver de quê, morar sozinha não é fácil, Helena diz que vai ajudar, mas não sei que tipo de ajuda ela quer oferecer, talvez um emprego?

Sei lá... Ao que eu vejo.

Helena está encantada de ter alguém que é o sangue da pessoa com quem ela teve um vínculo afetivo, mas a Camila não é a irmã, isso pode gerar tensões inesperadas.

Mas acho que a Helena têm um bom coração, você não tira uma criança da rua, inclusive, com sua casinha própria e etc, sem ter um bom coração... Principalmente pelos meninos os dois irmãos ainda serem ligados a ela, inclusive um está até na audiência de guarda.

Enfim, curiosa.

Aliás, interessante no final ser a voz, mais do que a aparência, é muito fofinho, principalmente pensar em um bebê entendendo a similaridade da voz e vinculando isso a segurança, mesmo tendo vivido tão pouco com a mãe.

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Suas ponderações e questionamentos faz todo sentido, acho já no próximo capítulo algumas coisas vão ser explicadas 🤭

A criança começa ouvir a voz da mãe ainda no ventre, uma criança quando acaba de nascer, ela não conhece a aparência da mãe, mas a voz ela conhece 🤭

Que bom que continua acompanhando Giz 🙌🏻

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Fiquei bastante emocionada com esse capítulo, vou continuar acompanhando sim, está muito fofinha a história.

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A proposta é bastante adequada. Foca no bem estar da criança reconhecendo que nos dois lados há coisas importantes para Manu e visa juntar tudo em benefício da criança.

A família parece bem intencionada, o problema é que eu num confio muito em gente que tem grana, sou que nem Eliana. Fico com o pé atrás 🤷🏽‍♀️😂😂😂😂

Huuuum, Tânia parece estar interessada em novos pãezinhos também... 😏🔥

Por algum motivo não pode/quer demonstrar, porém os olhos não mentem jamais!!! 😌

Parabéns, amigo! Capítulo nota 10!!! ⭐⭐⭐

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Concordo, se for pensar no melhor para Manu, a proposta é perfeita, o problema é que para ela ser concluída não é tão fácil. Camila vai ter que deixar a casa e a família que lhe acolheu e ir morar com pessoas que ela acabou de conhecer, se a família for o que realmente demostram ser, menos mal, porém é um tiro no escuro confiar à esse ponto. Vamos ver daqui 10 minutinhos o que Camila decidiu 🤭

Tânia pelo jeito está de olho nos pãozinhos da Camila 😂😂

Alguma coisa tem aí no meio, vamos ver no que vai dar, se vão assar os păezinhos ou não 😂😂

Obrigado Lore 🤗😘

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Aguardando... 👀

Hoje vou apostar corrida com a muié 😌

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Boa Tarde pessoal!

Tudo bem com vocês ?

Pelo visto a Carla era um amor de pessoa e as irmãs além de se parecem muito, são pessoas de bom coração a única parte triste da vida delas, foi o tipo de mãe que gerou elas.

Essa proposta foi meio louca mas eu entendo o porquê, eles não querem ficar longe da Manu, e a Camila ficando morando aonde a irmã morava vai ter condições melhores, o problema é a distância que ela vai ficar longe da Eliana e dos pais dela, mas eu acho que ela vai aceitar.

Tânia pra mim tbm e lésbica e a gaydar dela já descobriu que a Camila tbm é, quem sabe as duas vão se tornar o casal dessa estória.

Ps dei baixa no carro hoje, agora esperar o cara fazer o pagamento do carro e buscar o novo.

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Carla parece sim que era uma pessoa boa, mas elas não se parecem muito, só um pouco, mas a voz parece ser idêntica 🤭

Acho que na verdade, Helena quer sim ficar com Manu por perto, mas não quer brigar na justiça por isso, então ofereceu uma solução, agora Camila aceitar já é outra história, vamos ver no que vai dar 🤷🏻‍♂️😅

Tânia ser lésbica e uma possibilidade, elas virarem um casal também, porém isso não significa que vá acontecer, apesar de ser uma boa aposta 🤭

Boa tarde meu amigo 🤝🏻

Ps: Ótima notícia, tomara que corra tudo bem 🙏🏻

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Vamos aguardar os próximos capítulos.

Ps tomará não posso ficar muitos dias parado.

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Carla deveria ser uma pessoa muito legal. Todo mundo parece gostar dela e sentem muita falta.

A família parece bem intencionada, mas achei meio paia essa proposta. Eles acabaram de conhecer Camila e querem que ela vá morar com eles como condição para a guarda definitiva.

Acho q Tânia n curtiu a ideia da mãe, não... 🤔

Parabéns pelo capítulo, Beto! 😘❤️

🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳🥳

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Pelo carinho que todos que a conheciam tinham por ela e pelas coisas que sabemos que ela fez, ela era sim uma boa pessoa 🤩

As vezes situações extremas, pede medidas extremas, parece que Helena está pelo menos tentado arrumar uma solução 🤭

Parece que não, mas vai saber, twovez ela tenha gostado e só esteja disfarçando 🤣🤣

Obrigado Juh 🤗🌹😘

🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩

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Boa noite minha Famozinha preferida! 📸🤗❤️😘

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Por que Tânia ficou assim? 🤔

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Não sei não, ela não deve gostar da Camila 😁

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No capítulo de ontem ela tinha sido educada 🤔🤔

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Nesse ela não foi mal educada 🤷🏻‍♂️😅

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Qualquer erro, incoerência, dica, crítica ou elogio, podem deixar nos comentários 🤝🏻

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